Энрике о 4:2: «Барса» забивает по четыре гола за матч, а нам смогла только два. «ПСЖ» хорошо сыграл в обороне, Эрнандес провел невероятный матч против одного из лучших игроков мира"

Главный тренер «ПСЖ» Луис Энрике высказался о победе над «Барселоной» (4:2) в 3-м туре общего этапа Лиги чемпионов.

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Festival de teatro infantil reúne seis espetáculos e companhias de todo país em Sorocaba; saiba como assistir

Festival de teatro infantil reúne seis espetáculos e companhias de todo país em Sorocaba Divulgação “Receber essa quantidade de inscrições em tão pouco tempo surpreende e, ao mesmo tempo, confirma que o Festinaconquistou seu espaço no calendário do teatro infantil brasileiro”, afirma Priscila Maldonado, produtora e proponente do festival. O Festival de Teatro Infantil de Sorocaba (Festincaba) realiza sua terceira edição entre esta quart (21) e sexta-feira (23), no Céu das Artes Laranjeiras, na zona norte da cidade. A programação gratuita reúne seis espetáculos de companhias de São Paulo, Goiás e Rio de Janeiro, com sessões às 10h30 e às 14h. Nesta edição, o festival é voltado exclusivamente a estudantes de escolas públicas. A curadoria selecionou as apresentações entre 108 inscrições recebidas de diferentes regiões do país. Na edição anterior, foram 99 propostas. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Agora no g1 Segundo a organização, o evento busca ampliar o acesso ao teatro infantil em regiões com menor oferta de atividades culturais. Esta é a primeira vez que o festival ocupa um equipamento cultural da periferia de Sorocaba. “Receber essa quantidade de inscrições em tão pouco tempo surpreende e, ao mesmo tempo, confirma que o Festincaba conquistou seu espaço no calendário do teatro infantil brasileiro”, afirma Priscila Maldonado, produtora e proponente do festival. Confira a programação: Quarta-feira (21); 10h30: Charanga da Tramp, da Cia. Tramp de Palhaços, de Jundiaí (SP). 14h: Cem Histórias Sem Palavras, da Cia. Dois que Contam, de Campinas (SP). Quinta-feira (22); 10h30: Circus a Nova Tournée, da Cia. Circo de Bonecos, de Salto (SP). 14h: Inventando Moda, da Cia. Boca do Lixo, de Anápolis (GO). Sexta-feira (23); 10h30: Os Monstros que os Medos Criam, da Cia. Teatral Passarinhada, de São Paulo (SP). 14h: As Aventuras de Quitapena, da Lamparina Produções Culturais, do Rio de Janeiro (RJ). Estudantes também participam de oficinas Festival de teatro infantil reúne seis espetáculos e companhias de todo país em Sorocaba; Divulgação Além das apresentações, os estudantes participarão de três workshops com atividades de técnicas circenses básicas, jogos teatrais e mágicas. Entre as instituições com presença confirmada estão as escolas estaduais Monteiro Lobato, Antônio Cordeiro e Roque Conceição Martins; as escolas municipais Professora Odilla Caldini Crespo e Professor Ney Oliveira Fogaça, conhecida como Quintal; além da Casa do Menor de Sorocaba, da Associação Sorocabana de Atividades para Deficientes Visuais (ASAC) e da Integra Surdos Sorocaba. Todas as sessões terão acessibilidade em Língua Brasileira de Sinais (Libras), segundo a organização. Também está prevista uma sessão especial com audiodescrição. “Para nós, o maior resultado do Festincaba acontece no momento em que as crianças entram no teatro e a plateia se enche de risadas, curiosidade e emoção. Isso mostra o quanto o investimento em cultura pode transformar a rotina de cada comunidade”, afirma Rodrigo Cintra, gestor cultural do projeto. O Festincaba é realizado pela Pri Produção Artística, com apoio do Ponto de Cultura Barracão da Vó. O projeto foi contemplado pelo edital PNAB nº 01/2026, na categoria Festivais, da Secretaria da Cultura de Sorocaba, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, do Ministério da Cultura. Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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STJ decide que seguro-viagem deve cobrir custos no exterior de homem que sofreu acidente antes da viagem

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu nesta terça-feira (20), por unanimidade, que uma companhia de seguro viagem deve bancar os custos de um cidadão que viajou ao México depois de cair da escada e precisou de atendimento no exterior. O caso aconteceu em 2021. Jacome Barbosa da Cruz fechou contrato com o seguro viagem em 28 de agosto daquele ano e, em 15 de setembro, sofreu uma queda e lesionou os joelhos. Quatro dias após esse acidente, ele viajou para o México. As dores foram aumentando até que, em 23 de setembro, Jacome se dirigiu a um hospital, onde foi submetido a diversos exames e a uma cirurgia de emergência. Agora no g1 Na 1ª instância, a sentença da Justiça do Rio Grande do Sul ordenou que a Chubb Seguros Brasil pagasse R$ 8.950,15 pelas despesas. Mas a companhia recorreu e o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul mudou o entendimento. Segundo o tribunal, o seguro-viagem deve cobrir acidente pessoal ou enfermidade súbita e aguda ocorrida durante o período de viagem e não pagar por quadro iniciado antes da viagem. O cidadão recorreu ao STJ e a Turma entendeu que ele deve ser ressarcido, porque não teve culpa da piora nas dores e nem foi possível comprovar que ele agiu com o objetivo de fraudar o seguro (leia mais abaixo). A relatora, ministra Nancy Andrighi, mandou o caso de volta para o TJ-RS, para que a apelação de Jacome seja julgada e, com isso, seja fixado valor do ressarcimento. ‘Comportamento contraditório’ Em seu voto, a ministra Nancy afirmou que, nos contratos de seguro-viagem, a piora natural de uma lesão preexistente não configura agravamento do risco, exceto se houver prova de que o consumidor viajou com o propósito de fraudar a apólice. “A recusa de pagamento sob o pretexto de que viajar ciente de moléstia anterior caracteriza agravamento do risco revela comportamento contraditório da seguradora, violando o princípio da boa-fé objetiva ao atrair o cliente com a promessa de suporte emergencial e esquivar-se das obrigações contratuais quando a emergência de fato se concretiza”. A ministra ressaltou que a apólice previa cobertura expressa para crises de enfermidades preexistentes e que inexiste qualquer prova de fraude ou má-fé por parte do consumidor. “A pessoa que, apesar de ter ciência de uma doença preexistente, decide viajar e, durante a viagem, acaba sofrendo alguma crise de saúde emergencial, não necessariamente fez da viagem um fato de agravamento intencional de risco, se não existirem elementos probatórios que comprovem dolo ou culpa grave”, afirmou. Nancy destacou ainda a aplicação de um entendimento já firmado pelo STJ que é ilícito recusar a cobertura sob a alegação de doença preexistente se a companhia de seguro não exigiu exames médicos prévios à contratação ou a demonstração de má-fé do segurado. "Assim, não tendo o recorrido exigido exames médicos prévios à contratação do seguro-viagem, havendo cláusula contratual que previa a cobertura para situações emergenciais, mesmo quando houvesse doença preexistente e inexistindo provas de dolo ou culpa grave do recorrido que se configurem como agravamento intencional do risco, não há razão para a negativa securitária”, afirmou. Fachada do Superior Tribunal de Justiça (STJ) TV Gazeta

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MP-SP pede indenização de R$ 100 mil a Eduarda Campopiano por ataque transfóbico contra Erika Hilton: 'homem biológico'

Eduarda Campopiano (PL) e Erika Hilton (PSOL) Montagem/Yasmin Braga/TV Tribuna/Renato Araújo/Câmara dos Deputados O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) entrou com uma ação civil pública contra a vereadora de Praia Grande Eduarda Campopiano após uma publicação sobre a deputada federal Erika Hilton. O órgão pede que a parlamentar seja condenada a pagar R$ 100 mil por danos morais coletivos e danos sociais, além de publicar uma retratação pública e fazer um curso sobre inclusão social e combate à discriminação. A ação foi apresentada pela Promotoria de Justiça de Direitos Humanos da Capital, na área de Inclusão Social, e é assinada pelo promotor de Justiça Ricardo Manuel Castro. O documento é datado de 20 de outubro de 2026. Segundo a petição, em 5 de outubro, Eduarda utilizou seu perfil na rede social X, identificado como @DudaCampopiano, para publicar uma mensagem direcionada a Erika Hilton, na qual se referiu à deputada como “homem biológico”. A publicação reproduzida na ação diz: “Oi@ErikaHilton Como é saber que um homem biológico nunca vai ocupar o espaço da mulher mais votada de São Paulo? Rs”. Para o Ministério Público, a mensagem representou uma negação pública da identidade de gênero da deputada federal, mulher trans, e teve repercussão que ultrapassou a esfera individual da parlamentar. A Promotoria afirma que a postagem alcançou milhões de visualizações e foi reproduzida por diferentes veículos de comunicação. O documento cita reportagens da Folha de S.Paulo, do g1, da CNN Brasil e do SBT News. O órgão sustenta que a publicação produziu danos à coletividade de pessoas trans ao reforçar preconceitos e padrões de exclusão. O que o Ministério Público pede A ação civil pública solicita que a Justiça condene Eduarda Campopiano a cumprir uma série de medidas. Entre os pedidos está o pagamento de R$ 100 mil por danos morais coletivos e danos sociais. O valor, segundo a petição, deverá ser corrigido monetariamente quando for pago e destinado ao Fundo Estadual de Defesa dos Interesses Difusos (FID). O Ministério Público também pede que a vereadora seja condenada a publicar uma retratação pública em veículos de ampla circulação. Além disso, solicita que ela divulgue, às próprias custas, um extrato de eventual decisão condenatória nos mesmos meios em que a publicação original foi divulgada. Outro pedido é que a parlamentar seja proibida de fazer publicações ou manifestações de caráter transfóbico que reproduzam, em essência, o discurso discriminatório discutido no processo. A Promotoria solicita que o descumprimento dessa obrigação resulte em multa diária, a ser definida pela Justiça. A ação ainda pede que Eduarda apresente, no prazo de um ano, comprovantes de frequência e aproveitamento em um curso de letramento sobre inclusão social e conteúdo antidiscriminatório, incluindo a discussão sobre homotransfobia. O curso deverá ter carga horária mínima de 50 horas, sob pena de multa diária. Por fim, o Ministério Público pede que a rede social X seja oficiada para manter os registros da publicação questionada e seus conteúdos associados até o trânsito em julgado, para fins de comprovação do suposto ilícito. Os pedidos ainda precisam ser analisados pela Justiça. Ministério Público questiona imunidade parlamentar Na ação, a Promotoria também discute os limites da imunidade parlamentar e da liberdade de expressão. O documento afirma que a imunidade material dos vereadores protege manifestações relacionadas ao exercício do mandato, mas não deve ser entendida como um privilégio pessoal ou uma autorização para ofensas desvinculadas da atividade parlamentar. O Ministério Público argumenta que a publicação questionada não estava suficientemente relacionada ao exercício das funções legislativas de Eduarda e que a prerrogativa parlamentar não deve servir para proteger manifestações discriminatórias. A petição cita decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) para sustentar que a imunidade parlamentar não é absoluta e que sua aplicação depende da relação entre a manifestação e o exercício do mandato. A Promotoria também afirma que a liberdade de expressão deve ser compatibilizada com os direitos à dignidade, à igualdade e à não discriminação. Argumentos sobre transfobia e danos coletivos A ação dedica parte de sua fundamentação ao conceito de transfobia e à proteção jurídica das pessoas LGBTQIA+. O Ministério Público cita decisões do STF relacionadas à homotransfobia e argumenta que manifestações discriminatórias dirigidas a pessoas trans não podem ser justificadas de forma automática pelo direito à liberdade de expressão. Para a Promotoria, a publicação não se limitou a uma crítica política, mas utilizou a identidade de gênero de Erika Hilton para desqualificá-la publicamente. O documento sustenta ainda que o alcance das redes sociais e a posição pública da vereadora ampliaram os efeitos da mensagem. Na avaliação do órgão, a manifestação atingiu não apenas a deputada, mas também outras mulheres trans, ao reforçar padrões de inferiorização e exclusão. A petição também diferencia os danos morais coletivos dos danos sociais. Segundo o texto, os primeiros dizem respeito a lesões que atingem valores e direitos compartilhados por uma coletividade. Já os danos sociais estariam relacionados a comportamentos considerados socialmente reprováveis que prejudicam a convivência e o nível de proteção da sociedade. Com base nesses argumentos, o Ministério Público afirma que a indenização deve ter caráter preventivo, pedagógico e dissuasório, para desestimular a repetição de manifestações semelhantes. Valor da ação é de R$ 100 mil O Ministério Público atribuiu à causa o valor de R$ 100 mil, correspondente à indenização solicitada. A ação foi protocolada em nome da Promotoria de Justiça de Direitos Humanos da Capital, na área de Inclusão Social, e pede a citação da vereadora para que ela possa apresentar resposta no prazo previsto na petição. O documento não representa uma condenação. A responsabilização de Eduarda Campopiano e a aplicação das medidas solicitadas dependem de decisão judicial.

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PF pede prorrogação de inquéritos sobre possível tráfico de influência de Lulinha

Roberta Luchsinger e Lulinha Reprodução A Polícia Federal (PF) pediu a prorrogação de inquéritos que investigam por tráfico de influência no governo federal o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o empresário Fábio Luis Lula da Silva, conhecido como Lulinha. A informação foi divulgada pelo jornal O Estado de São Paulo e confirmada pela TV Globo. O g1 procurou as defesas dos envolvidos e aguarda manifestação. Os pedidos para estender as investigações foram direcionados ao ministro André Mendonça, que é o relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF). O gabinete, no entanto, não analisou os pedidos porque desde setembro os casos Master e INSS estão paralisados na Presidência do STF. Os dados sobre Lulinha surgiram nas investigações da Operação Sem Desconto que apuram desvios em benefícios do INSS. Agora no g1 A PGR defendeu que cabe à Fachin analisar esses casos pendentes, mas a Presidência ainda não se manifestou. Mendonça chegou a enviar um ofício para Fachin no fim de setembro pedindo uma definição sobre a devolução dos casos para seu gabinete. Diligências A PF quer mais tempo para investigar suspeitas envolvendo tráfico de influência no Ministério da Saúde e na Dataprev, empresa pública responsável pelas bases de dados da Previdência Social e outros programas sociais. Os investigadores argumentam que o prazo inicial dado para a conclusão das apurações, de 60 dias, não foi suficiente e que há diversas diligências em curso. Entre elas estão um pedido à área técnica da PF para produção de relatórios sobre as relações e a atuação de Lulinha, da lobista Roberta Luchsinger e o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. Lobista Roberta Luchsinger diz que quer fazer delação premiada A PF solicitou também levantamentos sobre vínculos societários e das movimentações bancárias de Lulinha, Roberta e Antunes, além de registros de agendas e reuniões em órgãos públicos. Os investigadores também pediram dados sobre todas as viagens – nacionais e internacionais – de Lulinha, incluindo informações sobre quem pagou os deslocamentos e quando ele foi acompanhado por Roberta. As diligências incluem ainda o levantamento de informações sobre outros cidados nos inquéritos, incluindo o empresário Fernando Bittar e o ex-chefe de gabinete de Lula Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola.

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المنصوري تنفي شبهة تضارب المصالح وتقاضي أتعاب من مكتب للمحاماة

نفى مصدر مقرب من رئيسة الحكومة، فاطمة الزهراء المنصوري، صحة الاتهامات التي وجهتها إليها موقع إلكتروني مغربي بشأن وجود تضارب للمصالح بين مكتب للمحاماة كانت شريكة فيه ومؤسسة عمومية كانت تقع تحت وصايتها خلال توليها حقيبة السكنى والتعمير، مؤكدا أن هذه الادعاءات “لا أساس لها من الصحة ولا تمت إلى الواقع بصلة”. وأوضح المصدر ذاته […] The post المنصوري تنفي شبهة تضارب المصالح وتقاضي أتعاب من مكتب للمحاماة appeared first on Hespress - هسبريس جريدة إلكترونية مغربية .

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Mulher suspeita de furtar 36 coletes à prova de balas do Detran se apresenta à polícia e é presa

Polícia prende 3 suspeitos de furtar 36 coletes à prova de balas do Detran em Brasília Uma mulher suspeita de participação no furto de 36 coletes balísticos do Departamento de Trânsito (Detran) foi presa nesta terça-feira (20), após se apresentar espontaneamente à Polícia Civil do Distrito Federal. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 no WhatsApp. A investigada estava foragida e tinha contra si um mandado de prisão temporária. Segundo a PCDF, uma consulta ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) confirmou que ela não possui inscrição eleitoral. A prisão ocorreu na 2ª Delegacia de Polícia, na Asa Norte, responsável pela investigação. Na quinta-feira anterior (15), a PCDF deflagrou uma operação para investigar o desaparecimento dos equipamentos. Na ocasião, foram cumpridos três mandados de prisão temporária e seis mandados de busca e apreensão. Ausência dos itens foi identificada em setembro no depósito do Detran na Asa Norte, em Brasília. A PCDF continua investigando as circunstâncias do furto e a possível participação de outras pessoas. Furto identificado A investigação conta com o apoio do DETRAN-DF. O cumprimento dos mandados contou com o apoio da Divisão de Operações Especiais (DOE) da PCDF. Foto: PCDF A Polícia Civil foi comunicada em setembro deste ano, após a realização de inventário identificar a ausência dos itens no depósito da Unidade de Operação e Logística (ULOG) do Detran na Asa Norte. Durante a investigação, em setembro, dois coletes furtados foram apreendidos em Santa Maria e outro equipamento do mesmo patrimônio em Luziânia. No dia 2 de outubro, outros quatro coletes foram encontrados em Vicente Pires. Em nota, o Detran informou que adotou as providências cabíveis e forneceu as informações e os esclarecimentos necessários para a apuração da Polícia Civil. "A autarquia ressalta que permanece colaborando integralmente com a investigação, respeitando o sigilo das diligências em andamento", disse o Detran. A operação tem como objetivo aprofundar as investigações, localizar os equipamentos ainda não recuperados e identificar possíveis envolvidos na subtração e na circulação dos bens. Foto: PCDF Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

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