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Pitty reprocessa chip do punk rock em álbum que também acena para a pista do pop contemporâneo e para o metal

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Pitty lança o sexto álbum solo de estúdio nesta sexta-feira, 16 de outubro, com 12 músicas Jorge Daux / Divulgação ♫ CRÍTICA DE ÁLBUM Título: “Pitty” Artista: Pitty Cotação: ★ ★ ★ 1/2 ♬ Aperitivo do sexto álbum solo de estúdio de Pitty, o single “Sobremesa” deixou gosto meio agridoce no ar. Era um rock voraz de cepa punk que, embora saboroso, sinalizava retrocesso na discografia de artista que há sete anos lançara “Matriz” (2019), grande álbum em que Pitty trocou o chip e expandiu a sonoridade, passando a Bahia natal pelo filtro do rock. No mundo a partir de hoje, sexta-feira, 16 de outubro, em edição digital e em LP fabricado pela gravadora Deck, o álbum intitulado “Pitty” tem o mesmo sabor de “Sobremesa” em parte das 13 faixas, formatadas com produção musical orquestrada por Rafael Ramos com a própria Pitty. É como se “Matriz” não tivesse existido na trajetória fonográfica da cantora, compositora e instrumentista baiana. Em essência, ao longo do álbum “Pitty”, a artista reativa o chip do punk rock em músicas como a assertiva “Não à deriva”, faixa que tangencia o stoner rock, e flerta com o peso do metal em “Desobediente”, faixa que termina com toques da música oriental na produçã...

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