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Empresas recorrem à religião para ensinar ética à IA

g1.globo.com ·Brazil · world
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Technology companies are looking toward religion to help artificial intelligence distinguish right from wrong. Chris Olah, a cofounder of Anthropic, stated that these ethical questions cannot be answered in a laboratory. He noted that religious traditions have dealt with such questions for millennia. These discussions occurred during a presentation at the Vatican regarding a papal encyclical on artificial intelligence.

Sigla em inglês para inteligência artificial. Aly Song/Reuters Enquanto empresas de tecnologia competem para desenvolver a inteligência artificial mais poderosa, algumas também se perguntam como ensinar um chatbot a distinguir o certo do errado. A resposta? A religião. “Essas não são perguntas que um laboratório possa responder”, disse Chris Olah, cofundador da Anthropic, no início deste ano, durante a apresentação, no Vaticano, da encíclica do Papa Leão XIV sobre inteligência artificial. “São perguntas com as quais tradições como a sua lidam há milênios.” Em meio a essa tão discutida aproximação com a fé, houve pouca atenção pública ao que exatamente essas empresas de tecnologia entendem por religião — e, talvez mais importante, ao que esperam obter com essa aproximação. Enquanto executivos alertam para o potencial destrutivo da IA e debatem a necessidade de desenvolver modelos capazes de tomar decisões alinhadas a determinados princípios morais, recorrem cada vez mais a filósofos e líderes religiosos. Agora no g1 A ideia pode ser resumida assim: a religião ajudaria a orientar o desenvolvimento da IA em um ambiente no qual os temores em torno da tecnologia — fundamentados ou não —...

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