Políticos e influenciadores incentivam demissão e boicote a quem votou em Lula; MPT aponta violações
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Political figures and digital influencers are using social media to encourage retaliation against people who voted for President Luiz Inácio Lula da Silva. These posts advocate for firing employees, refusing to hire certain professionals, and boycotting businesses based on political choice. This trend follows the 2026 election results. The Ministry of Public Labor has seen a new wave of complaints regarding these actions. Out of 2,177 registered cases of electoral harassment in 2026, over 427 occurred after the presidential result. This represents about 19.6% of the total reports.
Movimento nas redes estimula retaliação política no trabalho após eleições Publicações feitas por políticos e influenciadores digitais após o resultado das eleições de 2026 passaram a defender a demissão de trabalhadores, a recusa de contratação de profissionais e o boicote a estabelecimentos que ajudaram a reeleger o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os conteúdos circulam em diferentes redes sociais e coincidem com uma nova onda de denúncias recebidas pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). Das 2.177 denúncias de assédio eleitoral registradas pelo órgão em 2026, mais de 427 foram apresentadas após o resultado da eleição presidencial, cerca de 19,6% do total. Em algumas publicações, o pedido para que empresários rompam relações profissionais com apoiadores do PT aparece de forma explícita. "Você tem uma empregada que é petista? Demita! Tem um funcionário que é petista? Demita!", escreveu a vereadora de Londrina Jessica Ramos Moreno, conhecida como Jessicão (PL). Outros conteúdos ampliam esse tipo de orientação para além das relações de trabalho. "Não ajude petista: na fila da regulação, em pedido de emprego, em nenhum tipo de favor", escreveu a influenciadora Josiflora,...
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