Trocar o sal de cozinha por versão com potássio poderia evitar 3 milhões de mortes por ano no mundo, estima estudo
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Replacing common table salt with a version containing more potassium and less sodium could prevent nearly 3 million deaths annually worldwide. This change could avoid roughly 15 out of every 100 deaths linked to kidney, circulation, and heart diseases. The alternative salt contains potassium chloride for a quarter of its composition. These estimates come from a study in Nature Health by researchers from The George Institute for Global Health in Australia. The research involved institutions from Europe and the United States. The study suggests this shift could also prevent over 10 million new cases of disease.
AdobeStock A troca do sal comum por uma versão com menos sódio e mais potássio poderia evitar quase 3 milhões de mortes por ano no mundo, segundo estimativas. Isso significa que cerca de 15 em cada 100 mortes causadas por doenças do coração, da circulação e dos rins poderiam ser evitadas. Nesse tipo de sal, um quarto da composição é de cloreto de potássio, que substitui parte do sal tradicional. O cálculo está em um estudo publicado na Nature Health por pesquisadores do The George Institute for Global Health, da Austrália, com participação de instituições dos Estados Unidos e da Europa. No cenário mais amplo, a troca também poderia impedir mais de 10 milhões de novos casos dessas doenças a cada ano. O trabalho é uma modelagem matemática, e não um experimento com pacientes. Os autores cruzaram informações de consumo de sal, pressão arterial e carga de doenças em 193 países com dados de estudos anteriores sobre o efeito do sódio e do potássio na pressão, para estimar o que aconteceria se os adultos passassem a temperar a comida com o sal enriquecido, em casa, na indústria e nos restaurantes. Agora no g1 Tempero que age nos dois lados da pressão O sódio em excesso faz o corpo reter ág...
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