Após falar em 'domínio das Américas', secretário de Estado de Trump embarca rumo à Colômbia

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<img src="https://s2-g1.glbimg.com/zstUESZBZcPeDXwhZmxgAyNtulw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/o/D/5JeqAnRb20MBHekArXlA/afp-20260716-c2dm7lh-v2-highres-secretaryofstatemarcorubiohoststheministerialon.jpg" /><br /> Marco Rubio faz discurso de abertura durante um evento intitulado "Ministerial sobre o ressurgimento do terrorismo político" no Departamento de Estado dos EUA em 16 de julho de 2026, em Washington BRENDAN SMIALOWSKI / AFP O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, embarcou nesta terça-feira (8) para a Colômbia, o que iniciou sua viagem pela América Latina, que integra o projeto do governo de Donald Trump de ampliar seu "domínio das Américas". Segundo o Departamento de Estado dos EUA, Rubio visitará a Colômbia, o Peru e o Equador, todos países que atualmente têm governos alinhados a Trump. A viagem ocorrerá entre os dias 8 e 10 de setembro, disse o departamento. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Em nota, o Departamento de Estado afirmou que Rubio buscará "fortalecer alianças importantes dos Estados Unidos na região". O comunicado afirma que o secretário de Estado se reunirá com o presidente equatoriano, Daniel Noboa, e com membros dos novos governos da Colômbia, liderado por Abelardo de la Espriella, e do Peru, da nova presidente Keiko Fujimori. "(A viagem ocorrerá) para discutir o apoio dos EUA à resposta da Colômbia ao terremoto, o reforço da cooperação no combate conjunto ao narcoterrorismo — que ameaça o nosso hemisfério — e os benefícios de relações comerciais mais estreitas entre os nossos países", afirmou o porta-voz do departamento, Tommy Piggott, no comunicado. O anúncio vem após o Departamento de Estado dos Estados Unidos reivindicar o "domínio" dos EUA sobre as Américas e tentar resgatar a chamada Doutrina Monroe, a estratégia utilizada por governos norte-americanos durante cerca de 200 anos para exercer poder e influência na América Latina. Em um vídeo divulgado no início de agosto (veja abaixo), o departamento afirma que o domínio do país em toda a América "nunca mais será questionado". EUA publicam vídeo sobre doutrina e falam em domínio sobre as Américas O Departamento de Estado citou ainda, no vídeo, a operação que capturou o ex-ditador venezuelano Nicolás Maduro, em 3 de janeiro deste ano, como o exemplo mais recente da aplicação da doutrina norte-americana no continente. E disse que o episódio enviou um "forte sinal a todo o hemisfério". Agora no g1

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