Rodrigo Valadares minimiza divergências no PL em Sergipe e faz críticas ao STF
<img src="https://s2-g1.glbimg.com/-qCuiDo6l87qm47rjSMXTP1A68o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/B/z/2wq4OsRAi6CKRk9Bfx1g/crop-foto-22-.png" /><br /> Candidato ao Senado por Sergipe Rodrigo Valadares (PL) concede entrevista à FM Sergipe. FM Sergipe O candidato ao Senado por Sergipe Rodrigo Valadares (PL) participou de uma entrevista na FM Sergipe na noite desta quinta-feira (10). A ordem das entrevistas foi definida por sorteio. Foram convidados para conversar, ao vivo, todos os candidatos dos partidos com representação no congresso nacional. Durante a entrevista concedida à jornalista Iara Lins, o candidato abordou temas como o cenário do PL em Sergipe, fim da escala 6x1, situações envolvendo o próprio histórico político e fez críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF). ✅ Página reúne todas as informações sobre as Eleições ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 SE no WhatsApp Rodrigo foi questionado sobre a situação do PL em Sergipe em relação a conflitos internos envolvendo fundo partidário citado pelo Coronel Rocha também candidato ao Senado pelo mesmo partido. "Essas questões são isoladas, pontuais e assuntos superados, pelo menos da minha parte. O que une o nosso povo, o povo da direita, a grande maioria do PL em Sergipe, é um sentimento único de que o Brasil não dá mais para ter este governo que aí está", disse. Ainda sobre a situação interna do PL no estado, Rodrigo foi questionado sobre qual foi o critério utilizado por ele para a distribuição dos recursos do fundo eleitoral para o financiamento das campanhas. "Se existe alguma insatisfação, são insatisfações isoladas, pois o nosso propósito é muito maior. E quem trabalha contra esse propósito apenas ajuda a esquerda a se manter no poder, o que nós não permitiremos. O nosso propósito é junto à família Bolsonaro, é junto aos conservadores e junto à direita reconstruir a nossa nação. [...] Os critérios não são estabelecidos por mim, são estabelecidos pelo TSE mediante as prioridades do partido e da campanha, e nós cumprimos as determinações legais", afirmou. Agora no g1 O político também foi questionado sobre uma acusação feita em 2020 por candidatos do PSL Sergipe — partido coligado ao PTB, pelo qual Rodrigo disputou a prefeitura de Aracaju —, em que o candidato teria prometido recursos do fundo eleitoral e que, segundo eles, não foram repassados: "Não sei se é isso que interessa aos nossos telespectadores, eu acho que a gente tem uma oportunidade de conversar sobre o futuro do Brasil, sobre temas importantes. Estamos em meio a uma crise brutal nos poderes da nossa nação como o STF [...] o que eu posso afirmar é que em 2020, ou em 2024 ou em 2026 insatisfações partidárias sempre existem. Dentro da minha última campanha em 2022 existia também uma expectativa em mim em relação à questão do fundo partidário que não foi cumprida e nem por isso eu saí esperneando." Outro tema abordado na entrevista foi a PEC da Blindagem, projeto de emenda à constituição que visa aumentar a proteção judicial para deputados e senadores. O político foi questionado por que assinou e defendeu projetos favoráveis à aprovação da PEC. Em sua fala, sem explicar seu posicionamento sobre o assunto, ele ressaltou o próprio histórico político e fez afirmações sobre o que gostaria de ser perguntado pela mídia, a exemplo dos prêmios recebidos como melhor deputado federal, aplicações de recursos no estado e que a blindagem da qual ele gostaria de falar, entre outros aspectos, é a dos ministros do STF. Em seguida, o político comentou sobre o que ele chamou de "injustiças" relacionadas aos atos golpistas do 8 de Janeiro, que ele classificou como "manifestação que saiu do controle". Ele também criticou as penas aplicadas a alguns manifestantes. "Imagina uma mulher pegar 14 anos de cadeia porque escreveu com batom em uma estátua", disse. Sobre o fim da escala 6x1, Rodrigo disse que defende um sistema de salário proporcional à hora trabalhada, em que haja liberdade entre o empregado e o empregador para combinar o regime de trabalho. "Trabalhar de manhã, ter o seu próprio negócio à tarde [...] Se não fosse assim, a nossa população não buscaria os meios alternativos como Uber, como iFood, como ter o seu próprio negócio, e a CLT engessa isso. O que eu defendo é uma revisão completa da CLT", afirmou. Em suas considerações finais, ele lamentou não ter mais tempo para expor temas considerados por ele importantes para a nação brasileira, a exemplo de impeachment de ministros do STF. A íntegra da entrevista com Rodrigo Valadares e demais candidatos está disponível no canal da FM Sergipe na internet. Agenda de entrevistas A agenda das entrevistas foi iniciada na última terça-feira com os candidatos Edvaldo Nogueira (PDT), Iran Barbosa (PSOL) e Delegado Alessandro (MDB). Já os candidatos Delegado André David (Republicanos) e André Moura (União Brasil) cancelaram as entrevistas ao vivo que seriam concedidas nesta quarta. Nesta quinta-feira, além de Rodrigo Valadares (PL), Coronel Rocha, do mesmo partido, também concedeu entrevista ao vivo. Já a candidata Renatinha (DC), que concorre, por partido sem representação no Congresso, teve uma entrevista gravada exibida nesta quinta. Nesta sexta-feira (11), a agenda de entrevistas conta com os candidatos Eduardo Amorim (Republicanos) e Rogério Carvalho (PT).
Read full article →