Influenciadora morta a tiros em Mãe do Rio pode ter sido vítima de 'queima de arquivo', diz PM
Polícia investiga morte de influenciadora em Mãe do Rio, no PA A Polícia Militar investiga a possibilidade de que a influenciadora Evelyn Lima Dantas, de 21 anos, tenha sido morta em uma ação de retaliação ou “queima de arquivo” por parte de uma facção criminosa. A hipótese é considerada uma das principais linhas de investigação porque, segundo o comandante do 19º Batalhão da Polícia Militar (19º BPM), Evelyn teria fornecido informações importantes durante investigações que resultaram em ações estratégicas de reforço policial em Mãe do Rio, no nordeste do Pará. Evelyn foi morta a tiros na madrugada desta quarta-feira (16), dias depois de deixar o sistema prisional. Segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) ela esteve custodiada na Unidade de Custódia e Reinserção Feminina de Ananindeua (UCRF) e foi liberada no dia 9 de setembro. Ela estava em liberdade provisória após ter sido presa preventivamente por suspeita de envolvimento na morte do sargento da reserva Antônio Anildo Alves, assassinado a tiros no município em 29 de julho deste ano. Segundo o comandante do 19º BPM, as informações fornecidas pela influenciadora durante investigações sobre a morte do policial contribuíram para ações realizadas pela polícia no município. Por isso, a possibilidade de que o assassinato tenha sido uma retaliação passou a ser considerada entre as linhas prioritárias do caso. "Nós trabalhamos fortemente com a hipótese de retaliação ou queima de arquivo por parte de alguma facção criminosa, sendo que essa é uma das principais linhas prioritárias de investigação e de informações que a gente tem", afirmou o comandante. ✅ Clique e siga o canal do g1 Pará no WhatsApp Crime Evelyn Lima Dantas. Reprodução / Redes sociais Evelyn foi encontrada morta na calçada de uma casa na Rua Bernardo Ferreira de Oliveira, no bairro São Francisco. A Polícia Militar foi acionada por volta das 3h57, após moradores relatarem ter ouvido vários disparos de arma de fogo. Segundo o pai da vítima, dois homens invadiram a casa por volta das 3h30, renderam Evelyn e a arrastaram até a frente do imóvel, onde ela foi atingida por vários tiros. Antes de fugir, os criminosos picharam na frente da residência a sigla “TCP”, referência ao Terceiro Comando Puro, facção criminosa do Rio de Janeiro. O pai da vítima relatou à polícia que os suspeitos fugiram em um carro, mas não soube informar o modelo ou a cor do veículo. A Polícia Civil investiga o caso e realiza diligências para identificar e localizar os responsáveis pelo assassinato. Até o momento, não há confirmação de que a facção tenha participação no crime. A hipótese de retaliação é investigada pelas forças de segurança. Informações que possam ajudar na identificação dos suspeitos podem ser repassadas pelo Disque-Denúncia, pelo telefone 181. O sigilo é garantido. Vídeos com as principais notícias do Pará
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