Defesa Civil interdita parte de escola após encontrar rachaduras em BH
Fotos de rachaduras na Escola Estadual Helena Pena, no bairro Sagrada Família, Região Leste de BH Reprodução/TV Globo Parte da Escola Estadual Helena Pena, no bairro Sagrada Família, na Região Leste de Belo Horizonte, foi interditada preventivamente após uma vistoria da Defesa Civil identificar trincas e rachaduras no prédio. Áreas como salas, banheiros e a diretoria foram isoladas. A escola, construída em 1945, não foi totalmente interditada e as aulas continuam normalmente, segundo a direção. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp Os problemas aparecem tanto na parte externa quanto em áreas internas da unidade e preocupam pais e alunos. A estudante Larissa, que está no terceiro ano, conta que tem medo por causa das rachaduras. "Fico tipo assim: nossa, a escola está cheia de rachaduras. Ela pode cair do nada", disse. Agora no g1 Pais relatam preocupação Na entrada da escola, a direção colocou um aviso para informar às famílias que a interdição é parcial e que as atividades continuam normalmente. A trancista Elis Regina Teixeira, mãe de uma aluna, disse que ficou apreensiva depois de saber da situação. "Não é uma solução, é só um comunicado, mas as aulas continuam. Os alunos estão vindo. Tem mãe que está com receio de trazer seus filhos para a escola", afirmou. "Eu mandei a Laura, mas eu ainda não sabia da total gravidade. Fiquei sabendo hoje, então a gente fica bem apreensivo", completou. A microempreendedora Tatiana Giffoni Mazzinghy também demonstrou preocupação com a situação e afirmou que os problemas no prédio não são recentes. Defesa Civil determina avaliação da estrutura Durante a vistoria, a Defesa Civil encontrou trincas e rachaduras nas paredes e em diferentes áreas internas da escola. O órgão determinou uma avaliação mais detalhada da estrutura para identificar as causas dos problemas e verificar as condições de outros pontos do prédio. Também deverão ser feitas as intervenções necessárias para corrigir as irregularidades encontradas. O vendedor Vladimir Anderson da Silva, tio de uma estudante, afirma estar preocupado com duas rachaduras próximas à sala onde a sobrinha estuda. Segundo ele, o local não está entre as áreas interditadas. "Vai esperar o quê? Cair, desabar, machucar alguém, matar alguém? Não dá para deixar as crianças assim. Isso não dá para esperar. Essa é a urgência", afirmou. A TV Globo entrou em contato com a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais para saber quais medidas serão adotadas, mas, até o momento da publicação desta reportagem, não obteve retorno.
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