Após banir veículos da Casa Branca, Trump diz que promove ataque às 'fake news': 'Devem ser detidas'

g1.globo.com · world

O presidente dos EUA, Donald Trump, fala com repórteres antes de embarcar no Air Force One na Base Aérea Conjunta Andrews, em Maryland, em 9 de setembro de 2026. Foto de BRENDAN SMIALOWSKI/AFP O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda feira (21) que seu governo promove um ataque às "fake news" no país, em meio a uma polêmica com a imprensa norte-americana. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Trump afirmou que as fake news "crescem como um câncer" nos EUA e as descreveu como uma ameaça à segurança nacional do país, por isso, segundo ele, "devem ser detidas". "A Casa Branca não está promovendo um ataque à imprensa livre, algo que eu valorizo. Ela está promovendo um ataque às FAKE NEWS, algo que cresceu como um câncer em nossos amados Estados Unidos da América. Elas são corruptas, intencionais, disseminadas, totalmente coordenadas e completamente fora de controle. São uma ameaça à nossa segurança nacional e precisam ser detidas, AGORA!", afirmou Trump, em sua rede social Truth Social. Agora no g1 A fala de Trump ocorreu em meio a uma polêmica com os jornais CNN, MS NOW e Politico, que foram banidos por ele de entrar na Casa Branca. Ele anunciou na sexta-feira o banimento aos três veículos de imprensa e os acusou, sem apresentar provas, de fabricar mentiras contra seu governo. Os três veículos de comunicação costumam fazer uma cobertura mais crítica ao governo dos EUA, mesmo assim eles são conhecidos como tendo um jornalismo consolidado. Os jornalistas tiveram seu acesso negado já durante o final de semana. Esses jornais afirmaram que entrarão nesta segunda com um processo na Justiça contra o banimento do governo Trump. Em sua fala nesta segunda, Trump tampouco deu exemplos sobre o que considera ser fake news. O presidente norte-americano também não citou nominalmente nenhum dos três veículos banidos da Casa Branca, porém sua fala tende a escalar a polêmic. Repórter da CNN faz transmissão ao vivo em rua de Washington, nos Estados Unidos, após ser impedida de entrar na Casa Branca por determinação de Donald Trump, em 19 de setembro de 2026. Anna Rose Layden/ Reuters

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