RN registra mais de 5 mil pedidos de medidas protetivas em 2026
<img src="https://s2-g1.glbimg.com/92B2ZjH3SjgSeahOiCj5ie1jDPg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/D/i/4d7ePIQ02HWqSYrdrSFQ/g1-2026-06-19t141658.966.png" /><br /> Violência contra a mulher Jainni Victória O Rio Grande do Norte registrou 5.089 solicitações de medidas protetivas de urgência entre janeiro e agosto de 2026, segundo dados da Polícia Civil. O número reforça o cenário de violência contra a mulher no estado e volta ao debate após o caso de uma técnica de enfermagem agredida pelo marido em Parnamirim, na Grande Natal. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp A vítima, Ingrid Katerine, de 30 anos, denunciou ter sido agredida e sufocada durante uma discussão na manhã desta quarta-feira (2). O suspeito foi preso em flagrante e permanece à disposição da Justiça. De acordo com o relato, os dois estão juntos há nove anos, mas vivem em casas separadas. A discussão teria começado quando Ingrid foi buscar um dos carros da família. Ela pediu que a filha do casal pegasse as chaves, mas o homem teria tomado o objeto das mãos da criança e saído com o veículo. Ainda segundo a vítima, essa não foi a primeira situação de violência no relacionamento. Ela afirmou que agressões verbais, psicológicas e físicas, como empurrões, já faziam parte da rotina do casal. Casos no RN De acordo com a Polícia Civil, entre janeiro e maio deste ano, foram contabilizados diversos registros desse tipo de crime no estado. As ameaças lideram a lista, com 2.293 casos. Em seguida aparecem: lesão corporal: 1.418 casos violência psicológica: 1.314 casos Quando a mulher decide denunciar e pedir proteção, a Polícia Civil pode solicitar à Justiça medidas protetivas de urgência. Entre janeiro e agosto deste ano, foram 5.089 pedidos feitos pela corporação no estado. Como buscar ajuda A orientação para vítimas de violência doméstica é procurar ajuda e denunciar. Os casos podem ser comunicados à polícia por meio das delegacias especializadas, da Polícia Militar e dos canais oficiais de denúncia. Veja como denunciar violência contra a mulher no Rio Grande do Norte Agora no g1
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