Mulher agredida no Paraná após rejeitar carona: ex-marido, que está preso, é suspeito de organizar crime de dentro da cadeia

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Police in Londrina, in northern Paraná, are investigating an attack on a woman who was assaulted after refusing a ride as she left work on Tuesday night. The case is being treated as attempted femicide. Detectives believe the order came from inside prison, from the woman's ex-husband, identified as André Stuco Bastos. Two other suspects, Leonardo César Doirado and Daniel Pinheiro dos Santos, were arrested the following day. A third participant in the attack is still at large. The outlet g1 reported it is still trying to identify a defense lawyer for André. The defense of the two men in custody did provide comment, but the report was cut off before recording what was said. Investigators now face the job of proving the link between the imprisoned ex-husband and the men who carried out the assault.

Polícia investiga agressão contra mulher após saída do trabalho em Londrina O ex-marido da mulher que foi agredida após rejeitar uma carona é suspeito de ser o mandante e organizar o crime de dentro da prisão. Ele foi identificado pela Polícia Civil (PC-PR) como André Stuco Bastos. A tentativa de feminicídio, como o caso é tratado pela polícia, foi registrada em Londrina, no Norte do Paraná, na noite de terça-feira (6). Além de André, dois suspeitos foram identificados e presos nesta quarta (7): Leonardo César Doirado e Daniel Pinheiro dos Santos. Um terceiro suspeito é procurado. O g1 tenta identificar a defesa de André. Ao g1 a defesa de Leonardo e Daniel informou que eles negam o crime. Clique aqui para ler na íntegra. ✅ Siga o g1 Londrina e região no WhatsApp Mesmo internada devido aos diversos ferimentos, a mulher prestou depoimento à polícia e explicou que negou a carona oferecida pelos suspeitos e continuou seguindo o caminho para casa. Entretanto, foi abordada alguns metros depois, agredida e colocada dentro do carro. Polícia passou pelo local onde a vítima foi deixada Reprodução "Me levaram lá para o Marisol [bairro de Londrina]. Lá onde começaram a me bater. Ele tava [sic] na linha com mais umas quatro ou cinco pessoas e falou assim, que dessa vez eles tinham me pegado para o meu ex-marido", a mulher relatou. A fuga dela só aconteceu porque ela se jogou de um barranco e correu para uma mata, onde se escondeu por mais de uma hora. Daniel e Leonardo foram presos após a mulher ser internada. Reprodução Os suspeitos foram encontrados depois que a polícia identificou o carro usado no crime. No depoimento ao delegado, Daniel e Leonardo ficaram em silêncio. Além da tentativa de feminicídio, também são investigados os crimes de sequestro, cárcere privado e roubo. Mulher foi abordada ao voltar do trabalho A mulher foi agredida por três homens, conforme a investigação apurou inicialmente, enquanto voltava do trabalho na noite de terça-feira. De acordo com a Polícia Militar (PM-PR), a vítima perdeu o último ônibus e retornava para casa a pé quando foi abordada por eles em um carro. Eles ofereceram uma carona a ela, mas a mulher recusou. Após recusar a carona pela segunda vez, um dos homens saiu do veículo e começou a agredi-la. Com os golpes, a mulher perdeu a consciência e acordou três horas depois, a quatro quilômetros de onde estava no momento das agressões. A vítima recebeu atendimento da equipe do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) e foi levada ao hospital. De acordo com os socorristas, a mulher estava com vários ferimentos pelo corpo. Inicialmente, a Polícia Militar registrou o caso como assalto. Depois, foi apurado que a mulher tem boletins de ocorrência registrados anteriormente contra o ex-companheiro por violência doméstica e ameaças. O que a defesa diz A advogada Bianca Selva, que representa Daniel e Leonardo, disse que eles negam o crime. Leia na íntegra: "A defesa esclarece que os acusados são apenas suspeitos e negam qualquer participação nos fatos. Neste momento, é importante que a investigação siga seu curso para que tudo seja devidamente esclarecido. A defesa se solidariza com a vítima e respeita o momento delicado pelo qual ela está passando, desejando sua recuperação. Ao mesmo tempo, é preciso preservar o direito de defesa e a presunção de inocência dos investigados." O g1 tenta identificar a defesa de André. VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias em g1 Norte e Noroeste.

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