Nova gestão da FICASE quer instituição mais moderna, eficiente e próxima
<p>A cerimónia de tomada de posse, realizada hoje, contou com a presença do ministro da Educação, Formação Profissional, Ensino Superior, Ciência e Inovação, Arnaldo Brito, e marcou também a entrada em funções de Celisa Eunice Pinto Semedo, como administradora executiva, e de Vasco Manuel Spínola, igualmente como administrador executivo.</p><p>Ao assumir as novas funções, José Carlos Brito afirmou que chega à liderança da FICASE num momento de “importantes desafios” e, simultaneamente, de “grandes oportunidades” para Cabo Verde.</p><p>“O novo ciclo governativo coloca a educação no centro da construção de um país mais justo, mais inclusivo, mais qualificado e mais preparado para o futuro”, afirmou.</p><p>Segundo o novo director, a nova presidência assume como princípio fundamental aproximar a FICASE daqueles para quem a instituição existe, nomeadamente crianças, jovens, famílias, escolas, delegações, municípios, Governo, colaboradores, parceiros, doadores e fornecedores.</p><p>“Queremos começar por garantir aquilo que é essencial, ou seja, a continuidade e a qualidade das respostas socioeducativas que chegam aos nossos beneficiários, particularmente num momento tão importante como é o início do ano lectivo”, sublinhou.</p><p>José Carlos Brito defendeu ainda a necessidade de preparar a FICASE para o futuro, através de uma instituição “mais moderna, mais eficiente, mais transparente, mais digitalizada e mais orientada para os resultados”.</p><p>Para isso, apontou a importância de melhorar o planeamento, garantir maior rigor na execução, acompanhar no terreno as acções desenvolvidas e assegurar a prestação de contas em tempo oportuno.</p><p>“Será fundamental fortalecer a capacidade institucional da FICASE, valorizar os seus recursos humanos e adequar a sua estrutura às responsabilidades que lhe são confiadas”, afirmou.</p><p>O novo responsável considerou igualmente essencial o reforço das parcerias, defendendo que nenhuma instituição pública consegue cumprir plenamente a sua missão de forma isolada.</p><p>“Nenhuma instituição pública consegue cumprir plenamente a sua missão sozinha. A educação é uma responsabilidade colectiva”, afirmou.</p><p>Neste sentido, José Carlos Brito manifestou a intenção de fortalecer as parcerias existentes e estabelecer novas alianças capazes de mobilizar recursos, conhecimento, inovação e oportunidades para os beneficiários da FICASE e para as suas famílias.</p><p>Por sua vez, o ministro da Educação, Formação Profissional, Ensino Superior, Ciência e Inovação, Arnaldo Brito, afirmou que a entrada em funções da nova administração marca “um novo ciclo” para a FICASE, que deverá ser pautado por “ambição, liderança, rigor, transparência, inovação e resultados”.</p><p>Arnaldo Brito defendeu uma instituição menos burocrática e mais orientada para a resolução dos problemas, capaz de responder “melhor e mais rapidamente” às necessidades das escolas, das famílias e dos adultos.</p><p>“Não queremos uma instituição burocrática. Queremos uma instituição que resolva. Não queremos processos que se eternizem. Queremos respostas que cheguem a tempo”, reiterou .</p><p>O ministro destacou ainda a necessidade de garantir uma utilização eficiente dos recursos públicos e de aproximar a FICASE das escolas, das famílias e das comunidades.</p><p>Para Arnaldo Brito, essa proximidade deve traduzir-se na capacidade de conhecer os problemas, compreender as necessidades, antecipar dificuldades e responder com eficácia, defendendo este como o padrão de serviço público que os cabo-verdianos devem exigir.</p><p>No encerramento, Arnaldo Brito desafiou o novo Conselho de Administração da FICASE a transformar a instituição numa estrutura mais moderna, robusta, eficiente, transparente, inovadora e próxima, com maior capacidade de resposta e plenamente orientada para o cumprimento da sua missão social e educativa.</p>
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