Uma mãe não tem de ser perfeita. Tem de ser “suficientemente boa”
Há o cansaço natural de ter filhos. E há outro que começa a ocupar tudo: o corpo, a cabeça, a relação com os filhos e a própria identidade. Entre a ideia da “boa mãe” e a exigência de conseguir fazer tudo, onde acaba o cansaço e começa o burnout parental?