António José Seguro pede medidas urgentes para habitação e outras duradouras "com o contributo de todos"

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António José Seguro pediu medidas urgentes para a habitação, acompanhadas de respostas mais duradouras que devem ser construídas «com o contributo de todos». Na sua leitura, o país não pode limitar-se a paliativos para um problema que vai ficando enraizado. A questão regressa regularmente ao primeiro plano da política portuguesa, alimentada pelo custo do arrendamento e da compra de casa. No arranque do debate, o Presidente da República afirmou que «há de facto um problema de habitação no país e, portanto, ele precisa de ser resolvido». A coincidência de diagnósticos entre estas vozes mostra que a gravidade do problema já não divide grande parte da classe política. A divisão aparece, isso sim, na hora de escolher as medidas concretas e os prazos para as aplicar. Seguro parece querer ocupar esse terreno com uma abordagem em duas frentes: alívio imediato para quem hoje sofre e reformas capazes de durar para lá de um ciclo político. Fica por saber se o «contributo de todos» se traduzirá em acordos à altura do problema.

"Há de facto um problema de habitação no país e, portanto, ele precisa de ser resolvido", referiu o Presidente da República.

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