​Aldeias SOS e ICCA promovem concurso de contos “Criança livre de abuso sexual”

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As Aldeias Infantis SOS de Cabo Verde e a ICCA promoveram o concurso de contos 'Criança livre de abuso sexual'. O concurso destina-se a estudantes do ensino secundário, com 12 a 18 anos, matriculados em escolas secundárias e equiparadas do país. Os participantes devem usar a escrita criativa para refletir sobre a prevenção do abuso sexual e participar nessa causa. Os temas indicados incluem os direitos da criança, o papel da família e da escola, a denúncia, a escuta, a proteção de vítimas, o acesso à ajuda, o respeito e a empatia. Cada participante poderá apresentar um conto original em português, com no máximo três mil palavras. O trabalho deve resultar sobretudo da criação intelectual do estudante, e obras produzidas integralmente por terceiros ou ferramentas de inteligência artificial não serão admitidas. Por causa da sensibilidade do tema, o regulamento proíbe identificar vítimas reais, supuestos agressores ou terceiros, recomendando elementos fictícios quando a história se inspirar em situações reais. A premiação prevê um portátil para o primeiro lugar, um tablet para o segundo, um telemóvel digital para o terceiro e até cinco menções honrosas.

O concurso destina-se aos estudantes do ensino secundário, com idades compreendidas entre os 12 e os 18 anos, matriculados em escolas secundárias e equiparadas de Cabo Verde, e pretende incentivar a reflexão crítica, a consciencialização e a participação juvenil na prevenção do abuso sexual de crianças e adolescentes. Segundo uma nota das Aldeias Infantis SOS Cabo Verde, através da escrita criativa, os participantes são convidados a abordar temas relacionados com os direitos da criança, prevenção do abuso sexual, papel da família e da escola, importância da denúncia e da escuta, proteção das vítimas, acesso à ajuda, respeito e empatia nas relações humanas. “O concurso procura, assim, ultrapassar uma abordagem meramente informativa, criando um espaço de expressão e participação onde os adolescentes possam reflectir sobre situações de risco, mecanismos de protecção e a responsabilidade colectiva na construção de ambientes seguros e protetores”, explica. Cada participante poderá apresentar um conto original em língua portuguesa, com um máximo de três mil palavras, devendo o trabalho resultar predominantemente da criação intelectual do próprio estudante. Não serão admitidos trabalhos integralmente produzidos por terceiros ou por ferramentas de inteligência artificial. Tendo em conta a natureza sensível da temática, o regulamento estabelece igualmente regras específicas de salvaguarda e proteção da identidade. Os participantes não deverão identificar vítimas reais, alegados agressores ou terceiros, devendo ser utilizados elementos fictícios sempre que a narrativa se inspire em situações reais. Serão atribuídos os seguintes prémios: primeiro lugar: computador portátil; segundo lugar: tablet; terceiro lugar: telemóvel digital. A mesma fonte informa que serão ainda entregue até cinco Menções Honrosas para trabalhos que se destaquem pela qualidade literária, originalidade e relevância da mensagem. As escolas que demonstrarem elevado envolvimento na promoção do concurso e na mobilização dos estudantes poderão igualmente receber o certificado “Escola Parceira da Proteção da Criança”. O júri será composto por cinco membros, incluindo especialistas em proteção infantil e direitos humanos, representantes das entidades promotoras, do Ministério da Educação, escritores e educadores. Os trabalhos serão avaliados com base na adequação ao tema, originalidade, qualidade literária, clareza da mensagem e promoção dos direitos, prevenção e procura de ajuda.

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