Polícia mira golpe que ‘clonava’ agências do banco BMG para enganar idosos no Rio
Civil Police in Rio de Janeiro launched an operation on Monday against a group suspected of financial fraud. The suspects allegedly used the name of BMG bank to deceive victims. Search and seizure warrants were executed in the neighborhoods of Irajá and Campo Grande. Investigators found that commercial establishments were set up using the bank's visual identity. This was done to attract vulnerable people and the elderly. The group promised legitimate financial services to convince victims to join.
Polícia faz operação contra grupo suspeito de aplicar golpes usando nome do Banco BMG no Rio A Polícia Civil do RJ iniciou, nesta segunda-feira (26), uma operação contra um grupo suspeito de aplicar golpes financeiros usando indevidamente o nome do banco BMG. Os agentes saíram para cumprir mandados de busca e apreensão em endereços nos bairros de Irajá e Campo Grande, na Zona Norte e na Zona Oeste do Rio. Segundo as investigações, estabelecimentos comerciais eram abertos com a identidade visual do banco para atrair clientes, principalmente idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade. Com a promessa de oferecer serviços financeiros legítimos, os golpistas convenciam as vítimas a entregar os celulares desbloqueados e permitir o acesso a informações pessoais e bancárias. A partir disso, eram feitos empréstimos e transferências via Pix sem o consentimento dos clientes, de acordo com a polícia. Celulares, computadores e documentos apreendidos na operação Reprodução ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Investigação identificou atuação na Zona Oeste A apuração é conduzida pela 57ª DP (Nilópolis) e investiga suspeitas de estelionato e associação criminosa. Os policiais identificaram uma atuação organizada, com pessoas responsáveis por atrair as vítimas, uso de contas bancárias de terceiros e movimentações financeiras fraudulentas. A investigação também apontou a ocorrência de golpes semelhantes na Zona Oeste do Rio. Durante a operação, os agentes buscam apreender celulares, computadores, documentos e registros bancários que possam ajudar a esclarecer como o esquema funcionava, identificar outros envolvidos e localizar novas vítimas. A polícia espera que a análise dos equipamentos eletrônicos permita rastrear o dinheiro movimentado e identificar possíveis beneficiários das fraudes. Procurado, o Banco BMG ainda não havia se manifestado até a última atualização desta reportagem. sala comercial tinha identificação visual do Banco BMG e, segundo a investigação, era usada para atrair vítimas Reprodução