Mulher é condenada a mais de 38 anos por matar e esconder corpo de jovem no AC; ela é 9ª sentenciada no caso

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Amanda de Lima Moura received a prison sentence of 38 years and 3 months for the death of 20-year-old Kesia Nascimento da Silva. The victim disappeared in Rio Branco in January 2020 and her body was never found. A court decided the defendant must start her sentence in a closed regime. She is the ninth person to be sentenced in this case. The court found her guilty of four crimes, including triply qualified homicide and hiding a corpse. She was also convicted of corruption of minors and participating in a qualified criminal organization.

Kesia Nascimento da Silva desapareceu em janeiro de 2020, em Rio Branco e nunca teve o corpo achado Arquivo pessoal Amanda de Lima Moura foi condenada a 38 anos e 3 meses de prisão pela morte de Kesia Nascimento da Silva, de 20 anos, assassinada em janeiro de 2020, em Rio Branco. Conforme o 1º Tribunal do Júri, ela deverá cumprir a pena inicialmente em regime fechado. A mulher é a nona pessoa a ser sentenciada pelo crime. Conforme a decisão dessa quinta-feira (29), o Conselho de Sentença considerou a ré culpada por quatro crimes: homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, corrupção de menores e participação em organização criminosa qualificada. Como o processo segue em segredo de justiça, o g1 não conseguiu localizar a defesa dela. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp 👉Contexto: Kesia tinha esquizofrenia e sumiu em 28 de janeiro de 2020 em Rio Branco, após deixar o filho em uma lanchonete da família, no bairro Floresta. A polícia concluiu à época que ela foi decapitada, esquartejada e teve o corpo jogado no Rio Acre. A motivação seria uma mudança de facção. O corpo de Kesia nunca foi encontrado. Consta na decisão que ela não poderá recorrer da sentença em liberdade. Agora no g1 LEIA TAMBÉM: Justiça condena a mais de 30 anos acusada de ordenar e assistir por videochamada morte de jovem no AC Grupo é condenado a mais de 110 anos pela morte de jovem que não teve corpo achado no Acre Ainda de acordo com a sentença, o homicídio foi cometido por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. A decisão também reconheceu a participação da condenada em uma facção criminosa que atuou com adolescentes no crime. À época, mediante o desaparecimento da vítima, a família chegou a procurar informações sobre o paradeiro da jovem. Dois meses depois, em abril de 2020, a Polícia Civil concluiu que ela havia sido assassinada e prendeu um dos suspeitos de participação no crime. Segundo as investigações, a vítima foi levada por integrantes de uma facção criminosa até as margens do Rio Acre, no bairro Taquari, onde foi morta. A morte teria sido decidida durante uma espécie de "tribunal do crime", por mulheres que autorizaram e assistiram a morte de Kesia. De acordo com as investigações da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), além dos nove acusados pelos crime, dois adolescentes também foram apontados pela polícia como participantes na morte de Kesia. Condenações anteriores Em novembro de 2020, a Justiça aceitou a denúncia contra nove pessoas suspeitas de envolvimento no assassinato. Os acusados também responderam por crimes como homicídio, ocultação de cadáver, corrupção de menores e participação em organização criminosa. Como os processos foram desmembrados, os julgamentos ocorreram em diferentes momentos. Em dezembro de 2021, quatro réus foram condenados a penas que, somadas, ultrapassaram 110 anos de prisão. Em maio de 2022, outros dois envolvidos receberam condenações. Camila Cristine de Souza Freitas foi sentenciada a 32 anos, 9 meses e 10 dias de prisão. Já José Natanael Aquino Duarte recebeu pena de 27 anos, 9 meses e 10 dias. Além disso, em setembro de 2022, Rita Rocha do Nascimento também foi condenada a mais de 30 anos de prisão. Ela acompanhou o julgamento por videochamada, pois estava presa em São Paulo. Já em março de 2023, Veralúcia Marques Coura foi condenada a mais de 29 anos de reclusão. Ela foi apontada como uma das responsáveis por ordenar a morte. Entre os demais réus estão: Thalysson Jesus da Silva, João Vitor da Cunha Pereira, Moisés Inácio da Silva e Ana Lúcia Barros de Oliveira. Amanda, que agora foi condenada, era a última das nove pessoas denunciadas pelo envolvimento no assassinato a ser julgada. Ela foi presa em fevereiro de 2026, em Rio Branco, após policiais identificarem um mandado de prisão em aberto durante uma abordagem. Reveja os telejornais do Acre

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