Entenda como funciona projeto de reintegração social que revisa penas e oferece serviços para detentas na PB

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A social reintegration project called Voz que Liberta has started in Paraíba. The initiative was launched in October at the Júlia Maranhão Women's Penitentiary in João Pessoa. It focuses on reviewing judicial processes for incarcerated women. Participants also get access to social assistance and professional training. Health services, including mammograms, are provided to the women. The project also offers support to the families of the detainees to help with their return to society.

Projeto “Voz que liberta” é lançado para mulheres privadas de liberdade Um projeto de reintegração social que revisa penas e oferece serviços à mulheres privadas de liberdade foi implantado na Paraíba. A iniciativa foi lançada neste mês de outubro na Penitenciária Feminina Júlia Maranhão, em João Pessoa. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Além da revisão de processos judiciais, o projeto "Voz que Liberta" promove acesso a serviços de saúde, cursos profissionalizantes e assistência social para a família das detentas. O objetivo é contribuir para a reinserção delas na sociedade. Entre os serviços de saúde ofertados estão: exames de mamografia e citológicos, implantes anticoncepcionais e serviços odontológicos. A manicure e artesã, Izandra Silva, foi a primeira beneficiada pelo projeto. A pena dela foi revisada após dois anos e meio. A jovem, natural de Manaus, no Amazonas, ganhou o direito à liberdade. "Eu tive que parar aqui pra ser outra pessoa. Ser mais mãe, porque eu tenho duas meninas pequenas me esperando. Eu só tenho a agradecer a Deus por essa oportunidade de voltar de fazer tudo diferente de mudar minha historia", disse Izandra. Projeto de reintegração social revisa penas e oferece serviços para detentas da Paraíba Reprodução/TV Cabo Branco Idealizada pela desembargadora Maria de Fátima Bezerra Maranhão, a iniciativa é do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), em parceria com o Governo do Estado e instituições da sociedade civil. "Muitas vezes elas cumprem suas penas e vão para o mundo, mas o mundo não lhes abre as portas. Nós estamos aqui para acompanhá-las, não só no período aqui como apenadas, mas quando daqui sair. Nós queremos que a porta do sol seja aberta para elas", destacou a desembargadora à TV Cabo Branco. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

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