BR-324 é liberada após interdição por buraco que provocou engarrafamento de até 30 km na Bahia

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A section of the BR-324 highway in Bahia was reopened Thursday morning. The road had been closed due to a hole in the pavement near Simões Filho. Crews worked through the night to fill the erosion and repave the area with asphalt. This closure caused major traffic jams over several days. On Wednesday, the line of vehicles reached 8 kilometers. On Tuesday night, traffic congestion was even more severe.

O trecho da BR-324 que estava completamente interditado por causa de um buraco na pista foi liberado no início da manhã desta quinta-feira (5), na altura de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador. A liberação ocorreu após serviços de recuperação realizados durante a madrugada. De acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), as equipes fizeram o fechamento da erosão e a pavimentação do trecho com asfalto. A interdição provocou longos congestionamentos nos últimos dias. Na quarta-feira (4), a fila de veículos chegou a 8 km, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Na noite de terça-feira (3), a TV Bahia apurou que o engarrafamento alcançou 30 km. Durante o período de interdição, os motoristas precisaram utilizar um desvio para seguir viagem. Caminhoneiros e outros condutores enfrentaram horas de espera na rodovia. Em entrevista à TV Bahia, motoristas relataram que chegaram a gastar seis horas no percurso entre Feira de Santana e Salvador. Normalmente, a viagem é feita em até duas horas. Buraco surgiu durante feriado A erosão apareceu na segunda-feira (2), feriado de Finados, no quilômetro 603 da rodovia. O problema provocou congestionamento de até 20 km durante o dia, em meio à movimentação intensa de veículos pelo feriadão. A situação se agravou na terça-feira (3), quando o trecho foi completamente interditado a partir das 18h. O local fica próximo de uma área onde uma grande cratera se abriu em julho deste ano. Apesar da proximidade, o DNIT descartou relação entre os dois problemas. Na ocasião, foram necessárias cerca de duas semanas de intervenções para recuperar a pista. Em agosto, o departamento decretou situação de emergência no trecho para viabilizar a contratação de uma obra emergencial e solucionar o problema definitivamente. Na época, o órgão informou que a primeira cratera havia sido provocada pela circulação de água em um aterro. Cerca de três meses depois, no entanto, a contratação da obra ainda não havia sido concluída.

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