Polícia Civil e Ministério Público arquivam denúncia de falhas na cobrança da taxa de lixo em Uberaba

g1.globo.com · economy
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The Civil Police and Public Ministry decided to archive a report regarding waste tax collection and landfill maintenance in Uberaba. The report was originally submitted in June by a special commission from the City Council. That commission had alleged financial losses for consumers and environmental damage. It specifically questioned the increase in tariffs for consumers. However, the investigating bodies found no irregularities in the charging process or the maintenance of the landfill.

Problemas na manutenção do aterro sanitário municipal em Uberaba foram apontados por vereadores Prefeitura de Uberaba/Divulgação Sem identificarem irregularidades na cobrança da taxa de lixo e na manutenção do aterro sanitário em Uberaba, Polícia Civil e Ministério Público decidiram pelo arquivamento do relatório apresentado pela Comissão Especial de Inquérito (CEI) instaurada pela Câmara Municipal. O documento foi protocolado em junho para análise dos órgãos e denunciava falhas que resultaram em prejuízos financeiros para os consumidores e danos ambientais. No relatório, a comissão questionava o aumento do custo da tarifa de lixo para os consumidores devido à exclusão equivocada de parte dos imóveis na cobrança da taxa e também o descarte inadequado de resíduos e registros de contaminação ambiental no aterro sanitário. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Relatório de CEI da taxa de lixo é aprovado e aponta falhas graves em Uberaba Em despacho assinado por quatro promotores, o Ministério Público posicionou que os apontamentos apresentados pela CEI foram esclarecidos ou já estão submetidos aos mecanismos competentes de fiscalização e controle. A promotoria ressaltou que o passivo ambiental referente ao aterro sanitário municipal já foi equacionado por meio de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assim como questões referentes a divergências na tarifa. Com isso, o entendimento da promotoria foi não prosseguir com a instauração de Inquérito Civil Público ou de Procedimento Investigatório Criminal sobre o caso. "Os apontamentos estritamente orçamentários estão afetos à jurisdição técnica do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais e inexistem quaisquer elementos indiciários da prática danos e crimes ambientais, de atos dolosos de improbidade administrativa, de danos ao erário ou de infrações penais", concluiu o parecer. Já o chefe do 5º Departamento de Polícia Civil do Estado de Minas Gerais, delegado César Felipe Colombari, informou que aguardava a posição do Ministério Público sobre o caso, pois uma eventual ação penal seria competência da promotoria. Como o órgão já manifestou que não haveria indícios de irregularidades, ele esclareceu que a Polícia Civil também fará o arquivamento do relatório sem abertura de novas investigações. "Como [os promotores] manifestaram pelo arquivamento, a PCMG também decidirá dessa forma, ante a ausência de elementos mínimos de autoria e materialidade delitiva", declarou. Para o procurador-geral do Município, Marcelo Venturoso, o resultado demonstrou a responsabilidade com que a administração municipal conduziu o processo e reforça a segurança jurídica dos atos da administração. LEIA TAMBÉM: Motorista que almoçava dentro de caminhão de lixo ganha na Justiça adicional de insalubridade e indenização de R$ 5 mil em MG Morador que denunciar descarte irregular de lixo em Uberaba pode receber até 5 salários mínimos de recompensa VÍDEOS: Veja tudo sobre o Triângulo Mineiro =

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