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Padre católico assassinado na Beira

Um padre afecto à paróquia Sagrado Coração de Jesus na Cidade da Beira, na Província de Sofala, foi assassinado na noite do passado domingo (19). A polícia prendeu três suspeitos. Landry Ikwel foi encontrado na casa residência que ocupava no bairr
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Padre católico assassinado na Beira

Um padre afecto à paróquia Sagrado Coração de Jesus na Cidade da Beira, na Província de Sofala, foi assassinado na noite do passado domingo (19). A polícia prendeu três suspeitos. Landry Ikwel foi encontrado na casa residência que ocupava no bairro da Manga com golpes de faca na barriga, no pescoço e sinais de ter sido envenenado. A Polícia da República de Moçambique (PRM) não encontrou sinais de roubo ao sacerdote católico que acabou por perder a vida no hospital. De nacionalidade congolesa, com 47 anos de idade, o padre Landry residia na Beira há quase uma década e recentemente liderou acções de combate à corrupção na congregação onde estava afecto. Três jovens foram detidos nesta terça-feira (21) em conexão com o assassinato.

ANC faz vontade da Frelimo e África do Sul extradita Chang para Moçambique

O ex-ministro das Finanças e assinante das dívidas ilegais, Manuel Chang, vai ser extraditado para Moçambique, anunciou nesta terça-feira (21) o Ministério sul-africano da Justiça e Desenvolvimento Constitucional confirmando a decisão política do par
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ANC faz vontade da Frelimo e África do Sul extradita Chang para Moçambique

O ex-ministro das Finanças e assinante das dívidas ilegais, Manuel Chang, vai ser extraditado para Moçambique, anunciou nesta terça-feira (21) o Ministério sul-africano da Justiça e Desenvolvimento Constitucional confirmando a decisão política do partido ANC em aceder aos desejos dos seus “camaradas” da Frelimo. “Eu decidi que o acusado, o senhor Manuel Chang, será extraditado para enfrentar julgamento pelos seus alegados crimes em Moçambique”, declarou em comunicado o ministro da Justiça e Serviços Correcionais da África do Sul, Michael Masutha. Pode-se ainda ler no comunicado que Masutha notou “que o pedido dos Estados Unidos da América foi submetido algumas semanas antes do que pedido da República de Moçambique. Contudo, analisando o assunto no contexto global, tendo em considerado os critérios do Tratados de extradição da África do Sul para os Estado Unidos e por outro lado o Protocolo de extradição da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral, assim como os factos relevantes, estou satisfeito que o interesse da Justiça será melhor servido acedendo ao pedido da República de Moçambique”. Contudo, mais do que os factos judiciais, parecem ter pesado na decisão os laços históricos dos partidos libertadores que estão no poder na África do Sul e em Moçambique, o ANC e a Frelimo, respectivamente, tal como prenunciara a ministra sul-africana da Cooperação e Relações Internacionais, Lindiwe Sisulu, em Fevereiro. Porém esta decisão do ministro Masutha é passível de recurso, pelas autoridades norte-americanas, o que pode adiar a extradição. Chang, que assinou as Garantias bancárias ilegais que possibilitaram os empréstimos da Proindicus, EMATUM e MAM foi detido pela Polícia Internacional (Interpol) a 29 de Dezembro no Aeroporto Internacional OR Tambo, onde estava em trânsito de Maputo para o Dubai, ao abrigo de um mandado de captura internacional emitido pela Justiça norte-americana. Contudo o United States District Court for Eastern District of New York não pretende julgar o ex-ministro das Finanças pelas violações da Constituição da República de Moçambique violações das leis orçamentais mas por fraude electrónica, fraude de valores mobiliários, suborno e branqueamento de capitais. Por outro lado, a decisão de extraditar Chang para Moçambique pode ser uma reafirmação da soberania da África do Sul no âmbito da guerra comercial entre os EUA e a China, afinal o país vizinho é um aliado comercial do país asiático no grupo dos países emergentes conhecido como BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Tendo em conta que a imunidade de deputado da Assembleia da República não foi levantada é expectável que Manuel Chang possa até ser detido quando chegar ao Aeroporto Internacional de Mavalane, mas será uma questão de tempo (pouco) até voltar a estar livre enquanto aguarda que a Procuradoria-Geral da República o acuse formalmente e quiçá possa ser julgado... nunca antes das Eleições Gerais de Outubro próximo.

Com crise e economia a desacelerar Millennium bim aumenta lucros bilionários

No terceiro ano da crise económica e financeira em que Moçambique está mergulhado e teve o Produto Interno Bruto a desacelerar para níveis de há duas décadas atrás o Millennium bim conseguiu aumentar ainda mais os seus lucros: o resultado líquido atin
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Com crise e economia a desacelerar Millennium bim aumenta lucros bilionários

No terceiro ano da crise económica e financeira em que Moçambique está mergulhado e teve o Produto Interno Bruto a desacelerar para níveis de há duas décadas atrás o Millennium bim conseguiu aumentar ainda mais os seus lucros: o resultado líquido atingiu o valor mais elevado dos últimos quatro anos, passando de 3,4 biliões em 2015 para 6,4 biliões de Meticais em 2018, a margem financeira cresceu de 11,4 biliões em 2017 para inéditos 12,3 biliões de Meticais. A crise que os moçambicanos vivem, precipitada por empréstimos ilegalmente contraídos em bancos estrangeiros, aliada a Política Monetária implementada pelo Banco de Moçambique está a ser uma oportunidade para lucros inéditos para as instituições financeiras que operam no nosso país. Suplantando os lucros de 9,8 biliões de Meticais e resultado líquido de 4 biliões de Meticais do Banco Comerciais e de Investimentos, considerado o maior banco em Moçambique, o Millennium bim obteve no exercício económico de 2018 os maiores proveitos desde que opera no nosso país. “O ano de 2018 pautou-se por um desaceleramento do crescimento da economia moçambicana. A tendência que se verificou ao longo do ano na descida das taxas de juro de referência, bem como o aumento da concorrência que se fez sentir no mercado, faziam adivinhar um ano com uma tendência de descida ao nível dos seus resultados. No entanto, a realidade sobrepôs-se registando o banco uma Margem Financeira que aumentou em 912 milhões de Meticais face a 2017”, afirma no seu Relatório e Contas do ano passado. No documento a instituição financeira regista que a margem financeira aumentou 8 por cento, totalizando 12,3 biliões de Meticais em 2018, face aos 11,4 biliões de Meticais apurados em 2017, impulsionada essencialmente pelo efeito positivo da redução no custo dos Depósitos, reflexo da queda das taxas directoras do mercado”. O Millennium bim explica que a estratégia para os lucros passou para aposta na “solidez financeira em detrimento da quota de mercado. Ainda assim, a captação de recursos teve uma evolução positiva, resultando numa taxa de crescimento de 14 por cento face ao ano anterior”. “Relativamente à carteira de activos financeiros, essencialmente constituída por títulos emitidos pelo Estado Moçambicano e Banco de Moçambique, designadamente Obrigações do Tesouro e Bilhetes do Tesouro, o banco gozou em 2018 da manutenção em carteira de títulos com maturidades longas e a taxas fixas altas, que favoreceram o bom desempenho num contexto de descida das taxas de mercado, sobretudo na primeira metade do ano”, afirma o banco reconhecendo que o investimento na Dívida Interna Pública rendeu dois terços dos seus lucros. A carteira de Títulos do Tesouro passou de 34,6 biliões em 2017 para 49,3 biliões de Meticais em 2018. Resultado líquido foi positivo em 6,4 biliões e activos cresceram para 148,9 biliões de Meticais O outro terço da Margem Financeira resultou de proveitos líquidos com comissões líquidas, que reduziram, assim como os serviços bancários de câmbios e intermediação, ainda assim renderam 4,1 biliões de Meticais em 2018, 13,5 por cento acima do valor apurado em igual período de 2017. O banco privado onde o Estado é accionista com 17,12 por cento assinalou ainda “O resultado líquido foi positivo em 6,4 biliões de Meticais em 2018 comparando com o resultado líquido positivo de 5,6 biliões de Meticais apurados em 2017, o que representa um crescimento de 14 por cento face aos resultados do ano anterior”. O Relatório e Contas mostra ainda que o Millennium bim ficou mais robusto, os activos totais evoluíram para 148,9 biliões de Meticais, um acréscimo de 10 por cento comparado ao ano anterior e os “capitais próprios aumentaram 17 por cento y/y, contribuindo no fortalecimento do rácio de solvabilidade, que evoluiu para 39 por cento em 2018, nível mais alto desde a implementação de Basileia II”. Além do Estado são accionistas do Millennium bim o banco português BCP, tem 66,69 por cento do capita, o Instituto Nacional de Segurança Social, 4,95 por cento, a Empresa Moçambicana de Seguros, 4,15 por cento, a Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade, 1,08 por cento, e Trabalhadores com 6,01 por cento. Recorde-se que o Millennium bim foi um dos 4 bancos moçambicanos que investiram nos empréstimos ilegais, mesmo sabendo que haviam sido contratadas violando a Constituição da República, segundo a Auditoria da Kroll o banco comprou 37,2 milhões de Dólares norte-americanos em dívidas da Proindicus... e empurraram os moçambicanos para a crise em 2016 da qual estão a tirar lucros!

Estabelecimentos comerciais abastecem-se ilegalmente de água através de residências vizinhas ...

A empresa Águas da Região de Maputo (AdeM) vai proceder, dentro em breve, à instalação de contadores totalizadores, numa primeira fase, em cerca de 30 condomínios e prédios, previamente identificados, na cidade de Maputo, visando mitigar as perdas de
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Estabelecimentos comerciais abastecem-se ilegalmente de água através de residências vizinhas ...

A empresa Águas da Região de Maputo (AdeM) vai proceder, dentro em breve, à instalação de contadores totalizadores, numa primeira fase, em cerca de 30 condomínios e prédios, previamente identificados, na cidade de Maputo, visando mitigar as perdas de água, cujo índice atingiu, em Abril, 21 por cento. As perdas de água fazem com que este líquido precioso não chegue a mais consumidores, para além de gerar uma queda na eficiência da rede de distribuição, representando encargos financeiros para a AdeM, que se reflectem negativamente na facturação. Com o objectivo de dar uma resposta cabal a este problema, o Departamento Técnico na Área Operacional de Maxaquene da AdeM realizou um levantamento, no terreno, com vista a identificar situações anómalas, que originam estas perdas de água, para a sua posterior correcção. O gestor do Departamento Técnico na Área Operacional de Maxaquene, na AdeM, Romão Moisés, explicou, a propósito, que uma das acções previstas no combate às perdas de água é a instalação de contadores totalizadores nos prédios e condomínios, onde se regista um consumo que não é fiável. Esta situação, conforme indicou, constitui uma das maiores preocupações da empresa, uma vez que ela depara-se, nos últimos tempos, com o registo de um elevado índice de perdas. Com efeito, numa visita efectuada, recentemente, a dois prédios localizados no Bairro Central, uma equipa da AdeM constatou a existência de residências, com contratos em dia, mas que fornecem ilegalmente água a alguns estabelecimentos comerciais vizinhos. “Nestes casos, os nossos clientes possuem contratos correspondentes ao escalão doméstico e fornecem água a lojas, sem vínculo contratual com a AdeM, que deviam ser consideradas clientes do escalão comercial”, explicou Romão Moisés, destacando o facto de isso acarretar enormes prejuízos na facturação da empresa. Foram, igualmente, apuradas, no bairro Central, situações em que os clientes removeram os contadores parciais de água, para outros locais propensos às ligações irregulares. “Queremos melhorar a situação das perdas. Estas constatações afectam negativamente a facturação da empresa, daí que resolvemos instalar contadores totalizadores, que vão aferir o volume de água que entra num determinado prédio ou condomínio, com vista a apurar o volume do líquido distribuído parcialmente, o que irá determinar a quantidade real das perdas e assim definir o respectivo plano de correcção”, concluiu o gestor.

Agência da Av. do Trabalho: Standard Bank apresenta nova cara e novas funcionalidades

Com vista a conferir maior conforto e comodidade, o Standard Bank abriu, na semana passada, a sua nova agência na avenida do Trabalho, na cidade de Maputo, em substituição da antiga. A nova agência, construída de raiz numa zona comercial e bastante mo
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Agência da Av. do Trabalho: Standard Bank apresenta nova cara e novas funcionalidades

Com vista a conferir maior conforto e comodidade, o Standard Bank abriu, na semana passada, a sua nova agência na avenida do Trabalho, na cidade de Maputo, em substituição da antiga. A nova agência, construída de raiz numa zona comercial e bastante movimentada, apresenta um espaço de atendimento maior, concebido para prestar um serviço de excelência aos clientes. Dotada da mais recente tecnologia existente no mercado, a agência dispõe de três caixas e igual número de ATM’s (duas normais e uma para depósitos), uma máquina para grandes depósitos, disponíveis 24 horas por dia, e um parque de estacionamento com segurança. A gerente da agência, Nilza Trindade, explicou que a entrada em funcionamento do empreendimento vai consolidar ainda mais a relação que o banco tem com os clientes, que há muito ansiavam por um espaço mais amplo e moderno. “Trata-se de uma agência implantada numa zona de fácil acesso, com tecnologia de ponta e design moderno, onde os clientes que estão ao nosso redor, e não só, poderão encontrar produtos e serviços à medida das suas necessidades”, disse a gerente. Para os clientes, o facto de ter sido dedicado maior espaço de atendimento, bem como o acréscimo do número de ATM’s constituem elementos diferenciadores da agência, que oferece um ambiente mais acolhedor e que permite maior interacção com os colaboradores. “Sentimo-nos mais cómodos no interior da agência pois possui um espaço maior em relação à antiga. O aumento do número das ATM’s ajudou-nos bastante. Já não precisamos de ficar muito tempo na fila para levantar dinheiro, e hoje já temos uma ATM para depósitos. As condições melhoraram significativamente”, considerou Janete Valente. Por seu turno, Joaquim Saíde mostrou-se impressionado com o novo empreendimento, principalmente com os serviços disponibilizados aos clientes. “Confesso que é uma agência moderna, construída a pensar nos clientes. Tem um parque de estacionamento e maior acessibilidade. Diferentemente da antiga agência, esta tem as ATM’s protegidas, e temos, ainda, a possibilidade de depositar o nosso dinheiro quando (a agência) estiver encerrada".

4º feira de algum fresca, chuviscos no Niassa e Zambézia; 28º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quarta-feira (22) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado, localmente muito nublado. Possibilidade de chuvas fracas a norte das pr
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4º feira de algum fresca, chuviscos no Niassa e Zambézia; 28º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quarta-feira (22) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado, localmente muito nublado. Possibilidade de chuvas fracas a norte das províncias de Niassa. Neblinas e nevoeiros locais. Vento de sueste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado temporariamente nublado. Possibilidade de chuviscos dispersos na costa da Província da Zambézia. Neblinas e nevoeiros principalmente nas terras altas do interior e ao longo do vale do Zambeze. Vento de sueste a sudoeste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado com períodos de muito nublado. Possibilidade de chuvas fracas ou chuviscos dispersos na zona costeira. Vento de sueste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 28 17 Xai-Xai 27 18 Inhambane 28 19 Vilankulo 27 18 Beira 29 18 Chimoio 26 13 Tete 31 20 Quelimane 29 18 Nampula 27 19 Pemba 30 22 Lichinga 25 14  

Governo continua adiar Lei do Conteúdo Local em Moçambique

A pouco menos de 1 mês de ser anunciado o maior investimento directo estrangeiro de sempre em Moçambique o Governo de Filipe Nyusi continua a adiar a Lei de Conteúdo Local para proteger as empresas moçambicanas. “Fizemos as alterações que foram recome
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Governo continua adiar Lei do Conteúdo Local em Moçambique

A pouco menos de 1 mês de ser anunciado o maior investimento directo estrangeiro de sempre em Moçambique o Governo de Filipe Nyusi continua a adiar a Lei de Conteúdo Local para proteger as empresas moçambicanas. “Fizemos as alterações que foram recomendadas e estamos a devolver para os tomadores de decisão”, revelou ao @Verdade o diretor nacional de Estudos Económicos e Financeiros no Ministério da Economia e Finanças. No próximo dia 18 de Junho a Anadarko Petroleum Corporation, e os seus parceiros no consórcio que vai explorar o gás natural existente na Área 1 do Bloco do Rovuma, vão anunciar a Decisão Final de investir 26,5 biliões de Dólares norte-americanos em Moçambique, mais do que foi investido por todos projectos nos últimos 5 anos. Durante o ano passado pelo menos 270 novas empresas estrangeiras registaram-se em Moçambique de olho nos negócios que os investimentos do gás natural na Província de Cabo Delgado vão demandar. As petrolíferas deixaram claro que consideram empresa moçambicana todas aquelas registadas no nosso país independentemente dos sócios serem estrangeiros, e o Governo calou-se. Tal como o anterior, que deu início a preparação da lei que poderá impor a presença do sector privado moçambicano como fornecedor de serviços e bens das petrolíferas, o Executivo de Filipe Nyusi vai atrasando a aprovação de um dispositivo legal que já tem idade de adolescente. Nesta segunda-feira (20), director nacional de Estudos Económicos e Financeiros no Ministério da Economia e Finanças, Vasco Nhabinde, entidade que liderou a preparação com a Confederação das Associações Económicas, admitiu ao @Verdade que “a bola está do lado do Governo, fizemos as alterações que foram recomendadas e estamos a devolver para os tomadores de decisão”. “Esteve no Conselho Económico (do Conselho de Ministros), foi debatida, foi recomendado fazer algumas alterações, sobre as quais nós já trabalhamos, vai ser devolvida ao Conselho Económico penso que daqui a mais uma semana e dali dependerá da decisão que o Conselho Económico e Social fizer para avançar”, revelou Vasco Nhabinde. O representante do Minstério da Economia e Finanças esclareceu ao @Verdade que “o draft que existe até hoje é de consenso com o sector privado, portanto aquilo que é a posição do sector privado ao nível técnico com o sector público estamos harmonizados”. Recorde-se que discursando na XVI Conferência Anual do Sector Privado o Presidente Filipe Nyusi afirmou que a Lei de Conteúdo Local dependia da boa vontade das petrolíferas que vão explorar o gás natural existente no Bloco do Rovuma.

FMI prevê que depois do PIB cair para 1,8 vai haver “uma recuperação para 6 por cento ...

O Fundo Monetário Internacional (FMI) confirmou nesta segunda-feira (21) a projecção avançada pelo @Verdade que a economia de Moçambique vai desacelerar para 1,8 por cento devido ao impacto do Ciclone IDAI. Contudo Ari Aisen projecta “uma recuperaçã
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FMI prevê que depois do PIB cair para 1,8 vai haver “uma recuperação para 6 por cento ...

O Fundo Monetário Internacional (FMI) confirmou nesta segunda-feira (21) a projecção avançada pelo @Verdade que a economia de Moçambique vai desacelerar para 1,8 por cento devido ao impacto do Ciclone IDAI. Contudo Ari Aisen projecta “uma recuperação para 6 por cento liderada muito pela agricultura”. Enquanto o Governo continua por rever em baixa o impacto do Ciclone Idai na economia nacional o FMI reviu o cenário macroeconómico de Moçambique. “Tanto o Idai como o Kennth vão causar uma revisão na taxa de crescimento, a nossa projecção era de 3,8 por cento antes do Idai acontecer, hoje a nossa projecção é de 1,8 por cento, claramente uma queda do desempenho da economia moçambicana esse ano, mas uma recuperação para 6 por cento liderada muito pela agricultura”, indicou o representante do Fundo em Moçambique. Ari Aisen, que apresentou em Maputo as Perspectivas Económicas para África Subsariana e Moçambique, disse que o impacto destas Calamidades Naturais: “É o que a gente chama ajuste em V, a verdade é um desempenho em V”. A boa notícia, de acordo com o representante do FMI é que “não é um choque que vai requerer muitos anos de crescimento para poder compensar”. Após a queda de 2019 e a retoma em 2020 o Fundo Monetário perspectiva que a economia moçambicana volte “para os 4 por cento, antes dos grandes projectos onde o crescimento dispara”, para 9,2 em 2023 e ultrapassa os 11,5 por cento em 2024, quando o projecto de exploração de gás natural na Área 1 da Bacia do Rovuma deverá entrar na fase de produção e exportação. Entretanto o @Verdade questionou ao representante do FMI como é que a agricultura, envolta em tantos desafios e com taxas de produção baixas, vai liderar o crescimento económico já em 2020 se em 2018 contribuiu para o Produto Interno Bruto com 0,9 pontos percentuais e essa deverá voltar a ser a contribuição a partir do próximo ano. “Quando você tem uma base estatística que cai muito, vinha com produção agrícola e depois há uma contracção, se restaurar a produção que havia anteriormente a taxa de crescimento será logo maior do que a anterior”, explicou Aisen.

HCB lança OPV de apenas 2,5 por cento do seu capital... para cumprir promessa de Nyusi

A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) lançou nesta segunda-feira (20) a Oferta Pública de Venda (OPV) das suas acções numa corrida contra o tempo para garantir o cumprimento da promessa de Filipe Nyusi, que está a pouco meses de terminar o seu 1º mand
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HCB lança OPV de apenas 2,5 por cento do seu capital... para cumprir promessa de Nyusi

A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) lançou nesta segunda-feira (20) a Oferta Pública de Venda (OPV) das suas acções numa corrida contra o tempo para garantir o cumprimento da promessa de Filipe Nyusi, que está a pouco meses de terminar o seu 1º mandato. Porém ,em vez dos 7,5 prometidos em 2017 pelo Chefe de Estado, estarão disponíveis na Bolsa de Valores de Moçambique (BVM) apenas 2,5 por cento do capital social da HCB cujos Administradores deram a entender não estarem muito preocupada com o valor que poderão obter dessa venda que é destinada apenas a cidadãos e empresas nacionais. Enfim arrancou o processo público que irá culminar a 12 de Julho com a admissão da Hidroeléctrica de Cahora Bassa na Bolsa de Valores de Moçambique. “Tem início hoje o processo de comunicação, divulgação desta operação, estendendo-se por um período de 4 semanas, a partir de 17 de Junho até 12 de Julho de 2019, todos os cidadãos, empresas e instituições nacionais com apetência e que sejam elegíveis poderão fazer a sua subscrição para a compra de acções da HCB”, declarou o Presidente do Conselho de Administração (PCA) da empresa, Pedro Couto. Esta OPV, que segundo Couto pretende alcançar “maior inclusão económica dos moçambicanos e acrescentar valor a expressão muito conhecida Cahora Bassa é nossa” e tornar a empresa “, é apenas para moçambicanos que sejam trabalhadores da HCB, pequenos investidores singulares, grandes investidores singulares, empresas onde os capitais nacionais sejam superiores a 50 por cento e fundos de pensão. O custo inicial de cada acção é de 3 Meticais. Investidores da BVM ouvidos pelo @Verdade garantem que é um bom investimento, a possibilidade de lucro é garantido e muito grande, comparando por exemplo com empresas de dimensão bem menor mas cujas acções estão hoje cotadas em 160 Meticais, caso das Cervejas de Moçambique, ou 900 Meticais, que é quanto valorizaram cada acção da Companhia Moçambicana de Hidrocarbonetos. No entanto esta Oferta Pública de Venda inicial contraria a promessa que Filipe Nyusi fez a 26 de Novembro de 2017, no Songo, de dispersar 2.060.661.944 acções correspondentes a 7,5 por cento do capital social da Hidroeléctrica de Cahora Bassa. Nesta primeira tranche a hidroeléctrica que produz energia para os sul-africanos vai apenas colocar no mercado 686.887.315 acções ordinárias, nominativas e escriturais, correspondentes a 2,5 por cento do seu capital social. HCB não revela quando pretende obter com Oferta Pública de Venda Couto explicou a jornalistas que após esta primeira tranche, “segue-se após um processo de avaliação como foi executado e analisa-se o momento de realização das tranches subsequentes”. “As razões que levaram a definição de uma tranche inicial são sobejamente conhecidas, o mercado de capitais ainda é inicial e a operação da HCB com 7,5 por cento da acções cotadas em bolsa é uma mudança grande em termos de envergadura e complexidade de acção, e a necessidade de inclusão obriga-se que se faça um processo de divulgação e aprendizagem dos cidadãos ou dos investidores nacionais”, tentou explicar o PCA. No discurso que fez durante a cerimónia pública que aconteceu na Cidade de Maputo, Pedro Couto afirmou que a cotação da HCB em Bolsa “representa um pilar adicional da consolidação do processo de gestão deste empreendimento, alicerçando-se assim cada vez mais a transparência e aderência às boas práticas internacionais de gestão corporativa, visto que passará a estar mais exposta ao escrutínio público”. Porém a Hidroeléctrica de Cahora Bassa continua a não revelar completamente várias nuances da sua gestão a começar pelo preço de venda de energia a Eskom, o @Verdade apurou que ronda os 0,51 cêntimos do Dólar por quilowatt/hora, dez vezes menos do que o preço que vende à Electricidade de Moçambique. Paradoxalmente a participação de 85 por cento do Estado Moçambicano na HCB é feita através da Companhia Eléctrica do Vale do Zambeze (CEZA), uma Sociedade Anónima que tem como único accionista a deficitária Electricidade de Moçambique e que foi criada para a gestão do serviço da dívida com os credores da reversão. Oficialmente a reversão ficou concluída em 2017. Além disso, questionado pelo @Verdade sobre quanto dinheiro a empresa que dirige pretende obter com esta OPV, o Presidente do Conselho de Administração da HCB passou o microfone para primeiro para o representante do Banco BIG, Joel Rodrigues que afirmou que “é difícil falar dos 7,5 por cento”. Resultados da HCB em 2018 são o dobro do valor base da venda de 2,5 por cento de acções Diante da insistência do @Verdade, afinal a abertura do capital na BVM é divulgada como uma fonte de financiamento alternativa aos bancos, o Administrador Financeiro da hidroeléctrica, Manuel Gameiro, começou por esclarecer que: “fonte de financiamento alternativa é um dos objectivos, entretanto a empresa persegue outros objectivos com esta transacção, para além da inclusão temos a questão, que é fundamental para uma empresa da dimensão da HCB, que é a consolidar o processo de aderência da empresa as boas práticas internacionais, que é um pilar fundamental para o crescente aumento da credibilidade da empresa junto de financiadores, fornecedores”. “Há-de recordar que a HCB é uma empresa de capital intensivo, a demanda recursos financeiros avultados quer para realizar investimentos de manutenção, de modernização, como para realizar investimentos de expansão e diversificação do seu negocio. Só para lhe dar uma ideia, só para o Capex Vital, que é o projecto imediato de modernização, estamos a falar de uma magnitude de cerca de 500 milhões de Euros. Portanto não existe outra alternativa para uma empresa como a HCB senão ter acesso permanente ao financiamento no mercado financeiro internacional, hoje a questão da credibilidade é fundamental”, acrescentou Gameiro. Manuel Gameiro admitiu que “é verdade que hoje a empresa pode não ter uma grande necessidade como tal, financeiramente a empresa está numa posição bastante saudável, mas tem projectos e tem ambições de médio e longo prazo de tornar-se numa empresa de referencia internacional, significa demandar fundos avultados para suportar os seus projectos. Portanto começar a criar hoje esse mercado de capitais para que a empresa a médio e longo prazo se beneficie da liquidez que será criada nesse segmento de mercado”. Ainda não foram tornadas públicas as Demonstrações Financeiras de 2018 da HCB contudo a empresa indica que fechou o exercício com um resultado líquido de 4,6 biliões de Meticais, o dobro do valor base a ser arrecada com a venda de 2,5 por cento de acções a 3 Meticais. Ademais a Hidroeléctrica de Cahora Bassa prevê duplicar esse resultado líquido em 2019, para 8,6 biliões de Meticais, e chegar a 2021 com lucros de 10 biliões de Meticais.

Inspecção Geral do Trabalho suspende dois Inspectores da província de Maputo

O Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social (MITESS), através da Inspecção Geral do Trabalho (IGT) na sequência de denúncias efectuadas pelas empresas Ourivesaria Kawaai e Gozo Azul, sedeadas na Ponta de Ouro, distrito de Matutuine, reportand
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Inspecção Geral do Trabalho suspende dois Inspectores da província de Maputo

O Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social (MITESS), através da Inspecção Geral do Trabalho (IGT) na sequência de denúncias efectuadas pelas empresas Ourivesaria Kawaai e Gozo Azul, sedeadas na Ponta de Ouro, distrito de Matutuine, reportando um caso de corrupção, iniciou um processo exaustivo de averiguação, tendo para o efeito deslocado uma equipa àquele distrito, com vista à audição dos representantes das empresas denunciantes, do inspector chefe da delegação da IGT da província de Maputo e de outros intervenientes no processo. Tendo em conta a legitimidade da denúncia, bem como os fundamentos arrolados, a Inspecção Geral do Trabalho decidiu instaurar processos disciplinares contra dois inspectores da delegação da província de Maputo, para a sua responsabilização.

Volume de carga manuseada nos portos nacionais cresce 35%

A carga manuseada nos portos nacionais conheceu um crescimento de cerca de 35%, no presente quinquénio. Em 2018, os portos moçambicanos manusearam cerca de 46 milhões de toneladas, contra cerca de 34 milhões em 2014. Do ponto de vista de contribuiçã
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Volume de carga manuseada nos portos nacionais cresce 35%

A carga manuseada nos portos nacionais conheceu um crescimento de cerca de 35%, no presente quinquénio. Em 2018, os portos moçambicanos manusearam cerca de 46 milhões de toneladas, contra cerca de 34 milhões em 2014. Do ponto de vista de contribuição de cada unidade portuária, o Porto de Maputo destaca-se, quer no volume da carga manuseada, quer na consolidação dos seus ritmos de crescimento, durante o quinquénio. Só em 2018, de um total de 46 milhões de toneladas manuseadas em todos os portos nacionais, o Porto de Maputo manuseou cerca de 19.5 milhões de toneladas, o equivalente a cerca de 42%. Esta informação foi revelada esta segunda-feira, 20 de Maio, pelo ministro dos Transportes e Comunicações, quando procedia à inauguração de cinco simuladores de guindastes, para a formação de operadores de máquinas, no futuro Centro de Formação Portuária do Porto de Maputo. O investimento neste equipamento tecnológico, dotado de softwares que permitem a simulação de operação de máquinas consoante as necessidades do porto, enquadra-se na estratégia de formação profissional da Sociedade de Desenvolvimento do Porto de Maputo (MPDC). Na ocasião, Carlos Mesquita referiu que os simuladores, ora inaugurados, sinalizam uma decisão muito importante para o desenvolvimento da actividade de formação portuária: “É nossa expectativa que contribuam para a melhor profissionalização dos trabalhadores, para atingirem cada vez mais melhores índices de eficiência do Porto de Maputo”, disse. O governante encorajou os gestores da MPDC a implementarem a sua estratégica iniciativa de criação de um centro de ensino técnico-profissional para operadores portuários, que vai colmatar não só as necessidades do Porto de Maputo, mas de todos outros operadores portuários do País. “Nessa perspectiva, exortamos a todos os intervenientes do ramo portuário a se juntarem e acarinharem esta iniciativa da MPDC, formando as necessárias sinergias, para evitar a duplicação de esforços na área de formação portuária que temos verificado, desde o encerramento da Escola Ferro-Portuária, em 2002”, frisou. A ausência de uma unidade de formação no País, conforme sustentou Carlos Mesquita, leva a que cada gestor portuário invista na formação de técnicos especializados para operarem equipamento portuário, suportando os elevados custos e demais constrangimentos daí decorrentes. Refira-se que a inauguração dos simuladores de guindastes foi testemunhada pelo vice-ministro do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Oswaldo Petersburgo, e do secretário permanente do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Celso Laice.

3ª feira fresca e de céu pouco nublado em Moçambique; 29º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê o seguinte estado do tempo para esta terça-feira (21) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado, localmente muito nublado. Possibilidade de chuvas fracas a nort
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3ª feira fresca e de céu pouco nublado em Moçambique; 29º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê o seguinte estado do tempo para esta terça-feira (21) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado, localmente muito nublado. Possibilidade de chuvas fracas a norte das províncias de Cabo Delgado e Niassa. Neblina e nevoeiro locais. Vento de sudoeste a sueste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado sendo nublado na faixa costeira. Possibilidade de chuviscos dispersos. Neblinas e nevoeiros principalmente nas terras altas do interior e ao longo do vale do Zambeze. Vento de variável fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu limpo passando a nublado. Possibilidade de neblinas e nevoeiros locais. Vento de nordeste a noroeste fraco a moderado rodando para sueste soprando por vezes com rajadas na faixa costeira de Maputo. Eis as temperaturas previstas para hoje: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 29 17 Xai-Xai 28 16 Inhambane 28 19 Vilankulo 28 18 Beira 28 19 Chimoio 26 14 Tete 31 20 Quelimane 29 19 Nampula 28 19 Pemba 30 22 Lichinga 25 14

Estudos de Desenvolvimento: Universidade Politécnica prepara novo doutoramento

A Escola Superior de Altos Estudos e Negócios (ESAEN), uma unidade orgânica da Universidade Politécnica, apresentou, na quarta-feira, 15 de Maio, em Maputo, dois novos cursos a serem ministrados, a partir do próximo mês de Agosto. Trata-se dos cursos
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Estudos de Desenvolvimento: Universidade Politécnica prepara novo doutoramento

A Escola Superior de Altos Estudos e Negócios (ESAEN), uma unidade orgânica da Universidade Politécnica, apresentou, na quarta-feira, 15 de Maio, em Maputo, dois novos cursos a serem ministrados, a partir do próximo mês de Agosto. Trata-se dos cursos de Mestrado em Pensamento Contemporâneo e Desenvolvimento e Doutoramento em Estudos de Desenvolvimento, que aguardam a avaliação e classificação do Conselho Nacional de Avaliação da Qualidade do Ensino Superior (CNAQ), para a devida acreditação. Rosânia da Silva, pró-reitora para a Área de Pós-Graduação, Investigação Científica, Extensão Universitária e Cooperação da Universidade Politécnica, disse que “aguardamos pelo CNAQ para fazer a acreditação destes programas apresentados. A mesma será feita ainda este mês de Maio, e esperamos iniciar em Agosto. Em Junho e Julho vamos retomar as inscrições”. O perfil de ingresso admissível para as candidaturas do grau de mestre é ter a classificação mínima de 16 valores. Os programas têm a duração de seis semestres, prorrogáveis num período de dois anos. Com o propósito de proporcionar uma formação académica avançada, de alta qualidade, e de produzir pesquisas originais na área de Estudos de Desenvolvimento, o programa é também aberto ao público externo e visa estudar e debater assuntos da actualidade, tendo já definidas três áreas do conhecimento: Filosofia, Epistemologia do Conhecimento e Metodologias, que serão leccionadas, na primeira fase do curso, como fase propedêutica. A segunda fase é a dos seminários obrigatórios, seguida pela terceira e última fase que contempla a pesquisa e a elaboração da tese. No final do curso, o estudante deverá ser capaz de demonstrar um conhecimento aprofundado na vertente dos Estudos de Desenvolvimento. “Queremos os melhores, por isso deixamos aberto para os que tiverem experiência comprovada. Não estamos a fechar a porta para os que tiverem nota inferior a 16 valores”, concluiu a pró-reitora. Importa referir que a primeira fase da estrutura curricular comum para doutorandos e a segunda fase de seminários obrigatórios terão cada, uma carga horária de 120 horas, terminando com o exame de qualificação, apresentação e defesa do projecto.

Eugénio Numaio esclarece que não está envolvido no tráfico de armas para a matança de ...

Eugénio Numaio, um dos sócios da empresa que está no epicentro do tráfico de armas de fabrico checo, que passam por Moçambique e são usadas na caça furtiva na África do Sul, esclareceu ao @Verdade que não participa da gestão da Investcon Lda. “A g
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Eugénio Numaio esclarece que não está envolvido no tráfico de armas para a matança de ...

Eugénio Numaio, um dos sócios da empresa que está no epicentro do tráfico de armas de fabrico checo, que passam por Moçambique e são usadas na caça furtiva na África do Sul, esclareceu ao @Verdade que não participa da gestão da Investcon Lda. “A gestão era com eles”, em alusão aos sócios sul-africanos Johan Stoltz e Gabriel Stoltz, explicou que Limnetzi Safaris “é deles, não faz parte daqueles 10 mil hectares que trabalharam comigo” e admitiu “acho que fui imprudente”. Na sequência da notícia publicada pelo @Verdade, “Armas que matam rinocerontes na África do Sul são compradas em Maputo com conivência de funcionários do Governo de Moçambique”, o cidadãos moçambicano Eugénio Numaio esclareceu que nada tem a ver com o tráfico de armas para a caça ilegal. Numaio, antigo Governador da Província de Gaza e ex-deputado da Assembleia da República, foi mencionado pelo @Verdade como sendo um dos sócios da Investcon Lda, empresa criada em Moçambique em 2006 pelos cidadãos sul-africanos Johan Rudolph Stoltz e Gabriel Petrus Stoltz, assim como o moçambicano Isaac Arnaldo Samuel. De acordo com uma investigação da organização não governamental Conflict Awareness Project a Investcon Lda adquiriu, entre 2013 e 2015, pelo menos 113 carabinas calibre 375 e 458 da marca CZUB em revendedores do ramo em Maputo, ExploAfrica /Afrocaça e Casa Fabião. Nesse período a caça ilegal do rinoceronte no Parque Nacional Kruger aumentou para mais de oito centenas de animais num ano, autópsias revelaram terem sido mortos por carabinas calibre 375 e 458, muitas apreendidas com caçadores ilegais e com os números de série das armas adquiridas pela Investcon Lda. Eugénio Numaio declarou ao @Verdade ter sido apresentado a Johan Rudolph Stoltz e Gabriel Petrus Stoltz, filho e pai, anos depois de estabelecer-se como empresário moçambicano no sector de turismo de conservação e protecção da fauna bravia na Província de Gaza que lhe pedida “assessoria”, “disserem que queriam identificar uma área para montar um empreendimento de conservação e safari especialmente de búfalos”. “Dei assistência nisso porque tenho um escritório de consultoria. Depois disseram que não gostariam separar-se de mim, em vez de me pagarem em dinheiro, ainda não temos vamos a busca de investimento, queremos dar uma percentagem no projecto, aceitei (25 por cento). Pensei que fosse coisa séria. Fui visita-los várias vezes no hotel na Matola (onde os Stoltz operavam o Vaquina Guesthouse), ao velho Gabriel e o jovem Johan com a esposa”, contou. “O meu mal foi aceitar a tal oferta, em vez de receber um pagamento pelos serviços que prestei” Numaio disse que o projecto a que se associou da Investcon Lda era para explorar 10 mil hectares em Dumela, no posto Administrativo de Pafuri, no Distrito de Chicualacuala, porém “demorou muito a sair o DUAT. Eles (Johan Stoltz e Gabriel Stoltz) à revelia compraram uma propriedade perto, a um senhor que tinha gado, e montaram um campismo. A gestão era com eles e nem tinha tempo para estar lá”. “Sei que requereram 5 armas que, segundo o Johan, no dia em que foram levar no Ministério do Interior, a chegada a propriedade um grupo assaltou-os e levaram as armas. Disse que reportaram o assunto a polícia, na esquadra da Mozal. Requereram mais 7 (armas) para começarem a caçar. Mas esse projecto é deles, não faz parte daqueles 10 mil hectares que trabalharam comigo”, afirmou Eugénio Numaio enfatizando que “se eles tinham outras actividade eram à parte, não sei o que se passou”. Numaio revelou que quando a investigação da Conflict Awareness Project foi revela, pela primeira no ano passado pelo programa televisivo Carte Blanche, “o Johan veio ter comigo disse que já accionamos nosso advogado em Nelspruit, antes de sentarmos para ver o que se passava”. Segundo Numaio após contactarmos um advogado em Moçambique decidiu a fazer uma exposição “ao Ministério do Interior, mencionamos as armas roubadas e as 7 requeridas. Nunca nos responderam”. Após a publicação do artigo do @Verdade, “Na semana passada falei novamente com o Johan, saiu mais uma notícia, apertei-lhe sobre o que aconteceu para sair novamente. Disse-me que suspeitam que a rede do sindicato dos caçadores pode ter aliança nas instituições que emitem as licenças e terem forjado alguma coisa em nome da nossa empresa”, ajuntou. “Eu acho que fui imprudente”, desabafou Eugénio Numaio que admitiu, “o meu mal foi aceitar a tal oferta, em vez de receber um pagamento pelos serviços que prestei”. Numaio apresentou ao @Verdade cópia de uma carta dirigida a Johan Rudolph Stoltz, na qualidade de Chairman of the board of directors of Investcon Lda, renunciando aos 25 por cento da quota que lhe foi atribuída pela “assessoria”, contudo “agora nem sei onde está o escritório, não sei se venderam o hotel, pode ser que haja banditismo”, concluiu.

REO confirma que Governo está financiar défice com Dívida Interna

O Relatório de Execução do Orçamento (REO) confirma as constatações do @Verdade que o Governo de Filipe Nyusi está a financiar a sua despesa maioritariamente com Dívida Pública Interna, foram 5,4 biliões só no 1º trimestre do corrente ano. O Or
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REO confirma que Governo está financiar défice com Dívida Interna

O Relatório de Execução do Orçamento (REO) confirma as constatações do @Verdade que o Governo de Filipe Nyusi está a financiar a sua despesa maioritariamente com Dívida Pública Interna, foram 5,4 biliões só no 1º trimestre do corrente ano. O Orçamento de Estado (OE) de 2019 foi aprovado com um défice de 93 biliões de Meticais, a expectativa do Executivo é obter 65,4 biliões desse dinheiro em falta principalmente com recurso a empréstimos ao banco central, aos bancos comerciais, instituições financeiras e através da emissão de Títulos de Dívida Pública do Tesouro e ainda obter 27,7 biliões de Meticais em donativos dos Parceiros de Cooperação. O @Verdade tem reportado as dificuldades que o Governo tem tido em vender Dívida Pública Interna contudo ainda assim as Obrigações do Tesouro emitidas entre Janeiro e Março de 2019 foram a maior fonte de financiamento do défice do OE, 5,4 biliões de Meticais correspondentes a 27,6 por cento de todo o financiamento do défice no período. Devido a esse endividamento o stock da Dívida Pública Interna cresceu para mais de 148 biliões de Meticais. A segunda fonte foram os donativos dos Parceiros para os Fundos Comuns de Apoio ao Sector de Educação, Saúde, ao Tribunal Administrativo e também ao Instituto Nacional de Estatísticas, de acordo com REO do Estado do 1º trimestre do corrente ano.

Mesquita quer “my loves” com cadeiras e promete automotoras para Beira

O ministro dos Transportes e Comunicações anunciou na Assembleia da República que os “my loves” vão continuar a transportar os moçambicanos porém terão de ter cadeiras e cobertura. Em campanha eleitoral Carlos Mesquita anunciou, para breve, automot
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Mesquita quer “my loves” com cadeiras e promete automotoras para Beira

O ministro dos Transportes e Comunicações anunciou na Assembleia da República que os “my loves” vão continuar a transportar os moçambicanos porém terão de ter cadeiras e cobertura. Em campanha eleitoral Carlos Mesquita anunciou, para breve, automotora para os corredores Maputo - Goba, Maputo - Ressano Garcia, Maputo - Chicualacuala, Beira – Moatize e Beira – Marromeu. Aproveitando a pergunta da bancada parlamentar do partido Frelimo o ministro Carlos Mesquita fez um balanço positivo do seu trabalho, particularmente no transporte urbano de passageiros na Cidade e Província de Maputo que passou a contar com 365 autocarros a operarem em 74 rotas e mais 18 a funcionarem durante a noite em 9 rotas. Realista o ministro dos Transportes e Comunicações admitiu que: “Os veículos de caixa aberta, poderão continuar a curto prazo, a servir de alimentadores dos principais corredores de transportes através da concessão de rotas. A legitimação dos mesmos, irá permitir a responsabilização dos automobilistas em caso de contravenções”. Porém Mesquita pretende que as carrinhas de caixa aberta que transportam pessoas, conhecidas popularmente por “my loves” passam a “reunir requisitos referentes a comodidade e segurança”, nomeadamente cadeiras e cobertura, como aliás funcionavam nos anos 90. Indiferente a responsabilidade do Governo, do qual é membro, na morte de dezenas de moçambicanos em naufrágios por viajarem em barcos inapropriados para o transporte de passageiro o titular dos Transportes prometeu embarcações para algumas das centenas de povoações e vilas que tem no transporte marítimo a única via de ligação com o resto de Moçambique. No transporte aéreo Carlos Mesquita falou sobre algumas melhorias que vão acontecer nos aeroportos da Beira, Nampula e Quelimane mas nenhum referência fez ao aeroporto internacional de Nacala que continua a receber apenas voos das LAM e parece servir melhor como salão de festas. Mesquita vangloriou-se das melhorias no transporte ferroviário de passageiros, em todas as lihas e anunciou a aquisição, em finais deste ano ou início do próximo, de mais 300 vagões e 90 carruagens para reforçar os sistema Ferroviários do Sul e Centro. “Acresce a este investimento que o Governo está a fazer, a aquisição de 4 automotoras do regime metrobus, que temos experiencia aqui o Maputo, com a introdução de 6 carruagens em cada automotora para cada um dos corredores Goba, Ressano Garcia, Chicualacuala, Beira – Moatize e Beira Marromeu” prometeu também o ministro Carlos Mesquita.

Gás extraído em Inhambane não serve para cozinhar em Moçambique nem baixa o custo da ...

O gás natural extraído em Inhambane nunca foi transformado em LPG (Liquefied Petroleum Gas ou GPL Gás liquefeito de Petróleo), e usado para cozinhar em Moçambique. “O gás de cozinha vem de diversas fontes, recebemos da Nigéria, já recebemos do Chile
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Gás extraído em Inhambane não serve para cozinhar em Moçambique nem baixa o custo da ...

O gás natural extraído em Inhambane nunca foi transformado em LPG (Liquefied Petroleum Gas ou GPL Gás liquefeito de Petróleo), e usado para cozinhar em Moçambique. “O gás de cozinha vem de diversas fontes, recebemos da Nigéria, já recebemos do Chile” revelou ao @Verdade o director da IMOPETRO, João Macandja. Apesar de estar a ser usado na produção de energia eléctrica o gás de Pande e Temane também não tem contribuído para a redução da factura que os moçambicanos pagam à Electricidade de Moçambique. Os moçambicanos não percebem porque razões sendo o país produtor de gás natural, desde 2001, o preço das botijas de gás não se torna mais barato e que motivos ditam a escassez do combustível em alguns períodos. A verdade é que grande parte do gás natural extraído pela petrolífera Sasol é exportado para a África do Sul e não é o adequado para ser transformado em gás de cozinha. Existe algum gás natural que é canalizado para cerca de 2 mil famílias na Província de Inhambane mas a sua massificação para o resto dos moçambicanos não tem viabilidade económica. “O gás natural, aquele que é extraído em Temane, chama-se LNG” começou por esclarecer ao @Verdade o director da Importadora Moçambicana de Petróleos (IMOPETRO), explicando que “é completamente diferente do gás usado nas botijas, nós estamos a usar o liquefeito, que é derivado de petróleo, um sub produto das refinarias de crude”. João Macandja clarificou que o LPG/GPL usado em Moçambique é uma mistura de probano e butano, “é a nossa especificação, tem a ver com o tipo de equipamentos que temos aqui, tem a ver com as temperaturas de África”. O director da IMOPETRO revelou que até 2012 o gás de cozinha era importado da África do Sul, “vinha da refinaria da Engen ou da refinaria da Sasol, que produzem a partir de carvão” em camiões cisterna. “Os volumes começaram a subir, hoje é quase impossível pensar que aquilo que Moçambique consome de gás (de cozinha) pode ser importado da África do Sul via camião. Nós estamos com um consumo hoje em dia de 150 toneladas, para as termos deveríamos receber no mínimo 8 camiões cisterna (de 20 toneladas) por dia, o que é um pesadelo, só para descarregar cada um demora 4 horas, e depois era preciso fazer o enchimento das botijas”, disse Macandja. De acordo com o nosso entrevistado Moçambique deixou de importar gás de cozinha da África do Sul “quando a Petromoc investiu na infra-estrutura de armazenam de cerca de 3 mil toneladas de GPL (na Matola), nessa altura deixamos de importar de camião (...) Na verdade o que nós passamos a ter é o efeito de economia de escala, a partir da altura em que começamos a lançar concursos para segmentos maiores”. Gás de Pande e Temane também não tem contribuído para a redução da factura que os moçambicanos pagam à EDM Portanto o gás natural extraído em Temane e Pande não serve as cozinhas dos moçambicanos, salvo uma pequena minoria que em Inhambane recebe-o canalizado, da produção anual que ronda os 185 milhões de gigajoules apenas 6 milhões de gigajoules são destinados ao nosso país e está a ser usado maioritariamente na produção de energia eléctrica pela Produtores Independentes Gigawatt Moçambique, Central Térmica de Ressano Garcia e, desde o ano passado, a Central Termoeléctrica de Ciclo Combinado de Maputo. Mas a energia produzida por estes Produtores Independentes (IPP, Independent Power Producer) com gás natural de Moçambique é um grande encargo para a Electricidade de Moçambique (EDM) e foi um dos motivos dos sucessivos aumentos dos preços da energia para os moçambicanos. O @Verdade apurou que quando entraram em funcionamento pleno, em 2016, custaram 238 milhões de Dólares dos 333 milhões que a EDM despendeu na compra de energia eléctrica para revender aos moçambicanos, enquanto a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) o custo foi de 41 milhões. Em 2017 a factura da Electricidade de Moçambique com Gigawatt Moçambique e a Central Térmica de Ressano Garcia subiu para 255 milhões de Dólares norte-americanos, enquanto o custo da HCB reduziu para 30 milhões. O @Verdade descortinou que o custo destes IPP´s é muito mais alto do que da Hidroeléctrica de Cahora Bassa. Enquanto a HCB vende cada quilowatt/hora a 3,5 cêntimos do Dólar a Gigawatt Moçambique e a Central Térmica de Ressano Garcia, vendem a 10 e 15 cêntimos do Dólar por quilowatt/hora, respectivamente. A dúvida que os moçambicanos têm porque motivos a EDM compra energia mais cara a Produtores Independentes se Cahora Bassa “é nossa” desde 2007 foi clarificada pelo Governo, na Assembleia da República. Eskom compra energia de Cahora Bassa por dez vezes que a EDM A HCB “foi concebida e desenvolvida exclusivamente para fornecer energia a África do Sul, existindo por isso contratos de longo prazo celebrados no período anterior a independências e cujas bases, mesmo com a reversão ainda se encontram em vigor”, declarou o ministro da Energia e Recursos Minerais, durante a última sessão de Perguntas ao Governo pelos deputados do Parlamento. “Com a independência nacional foram encetadas negociações que permitiram a alocação de energia do empreendimento de Cahora Bassa para Moçambique e foram estabelecidas as bases para incrementos subsequentes, dentro de uma reserva que foi crescendo mas ainda limitada até aos actuais 300 Megawatts de potencia firme, mantendo-se a África do Sul como o principal tomador com 80 por cento dos direitos. Procuramos assim seguir o mesmo processo e neste quadro que, após a reversão, foram negociadas alocações não firmes estando em curso um processo visando o incremento de potencia firme para mais 200 Megawatts em condições que assegurem mais disponibilidade para Moçambique e a sustentabilidade do empreendimento”, explicou semana passada Ernesto Max Tonela. O @Verdade sabe que os contratos da HCB com sul-africana Eskom e que remontam ao período anterior a independência nacional duram pelo menos até 2029. O @Verdade apurou que a Eskom compra a energia de Cahora Bassa a 0,35 cêntimos do Dólar por quilowatt/hora, dez vezes menos do que o preço que vende à Electricidade de Moçambique.

Xiconhoquices da semana: Especulação cambial; Mortalidade por malária e diarreia; ...

Os nossos leitores elegeram as seguintes Xiconhoquices na semana finda: Especulação cambial Definitivamente, este país é controlado por um bando de oportunista que a única coisa que sabem fazer é roubar ao já sofrido povo moçambicano. Exemplo diss
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Xiconhoquices da semana: Especulação cambial; Mortalidade por malária e diarreia; ...

Os nossos leitores elegeram as seguintes Xiconhoquices na semana finda: Especulação cambial Definitivamente, este país é controlado por um bando de oportunista que a única coisa que sabem fazer é roubar ao já sofrido povo moçambicano. Exemplo disso, é a especulação cambial perpetrada por alguns bancos comercais e empresas de exportações. Aliás, os bancos comerciais e algumas das principais empresas exportadores e importadoras aproveitaram a flexibilização da Lei Cambial para ganharem milhões através de transacções forwards e SWAPs. Para pôr cobro na situação, o Banco de Moçambique proibiu, desde o passado dia 4 de Abril, nas operações de compra e venda de moeda estrangeira o recurso à taxa de câmbio a prazo, permitindo que a compra e venda de moeda estrangeira só deva ocorrer por aplicação da taxa de câmbio à vista, em vigor na data e no momento da realização da operação. Mortalidade por malária e diarreia É deveras caricato quando milhares de pessoas morrem anualmente por causa de doenças curáveis e evitáveis como a malária e a diarreia. Estas doenças estão a ligadas a precariedade do saneamento meio e falta de acesso à água potável. O Governo moçambicano, como sempre, tem estado a fazer vista grossa para esta situação. Aliás, a única acção do Governo surge em resposta às tempestades que assolaram as regiões centro e norte do país. Por exemplo, cerca de meio milhão de moçambicanos vão ser vacinados contra a cólera na Província de Cabo Delgado. No Centro de Moçambique o surto que eclodiu após o Ciclone Idai está “controlado”, graças a vacinação de aproximadamente 900 mil pessoas. Negociações para Paz O processo das negociações para a Paz efectiva entre o Governo da Frelimo e o partido Renamo, para além de ser marcado po um secretismo exacerbado, tem vindo a mostra-se uma autêntica piada. Na verdade, trata-se um teatro para os moçambicanos aplaudirem. Desde que o Chefe de Estado, Filipe Nyusi, e o líder do partido Renamo, Ossufo Momade, encontraram-se pela primeira vez na Presidência da República, em Maputo, para acelerar o Desarmamento, Desmobilização e Reintegração dos militares do partido de oposição que tem atrasadas 17 das 22 actividades acordadas em Agosto de 2018, nada mais foi feito. Aliás, a situação continua na mesma e não se sabe se houve ou não desarmamento e reintregração dos militares da Renamo.

Pergunta a Tina: como é que uma pessoa que está a fazer tratamento do HIV pode saber se a ...

Boa tarde, gostaria de saber como é que uma pessoa que está a fazer tratamento do HIV desde 2005, pode saber se a carga viral é indetectável, estou preocupada com a minha tia gostaria de saber. Lurdes Boa tarde, Lurdes e obrigado por partilhares esta p
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Pergunta a Tina: como é que uma pessoa que está a fazer tratamento do HIV pode saber se a ...

Boa tarde, gostaria de saber como é que uma pessoa que está a fazer tratamento do HIV desde 2005, pode saber se a carga viral é indetectável, estou preocupada com a minha tia gostaria de saber. Lurdes Boa tarde, Lurdes e obrigado por partilhares esta preocupação, que é um questão muito importante para o tratamento das pessoas com HIV (TARV). Na verdade, só há pouco tempo é que se descobriu que uma pessoa seropositiva para o HIV não transmite a sua infecção à/ao parceira/o por via sexual, mesmo sem usar camisinha, desde que a sua Carga Viral seja indetectável. É por isso que se diz Intransmissível = Indetectável, ou abreviadamente I = I. Para que a carga viral seja indetectável, a única coisa que é preciso fazer, é tomar os medicamentos correcta e consistentemente. Em princípio, a maior parte das pessoas que recebem o Tratamento Anti-RetroViral, TARV, se tomarem os comprimidos como recomendado e não tiverem outras complicações, estarão com uma Carga Viral Indetectável ao fim de seis meses de tratamento, em média. Portanto, querida Lurdes, em princípio, a tua tia não transmitirá a infecção por HIV por via sexual a ninguém, se tiver cumprido o TARV como acima mencionado, pois a sua carga viral deverá estar indetectável. Se o problema é com o seu parceiro, ela também nunca será infectada por via sexual por ele, mesmo sem usar a camisinha, desde que ele tenha cumprido o TARV como acima indicado. Mas a confirmação absoluta só pode ser obtida depois de medir a Carga Viral. Para saber se ela é Indetectável, basta perguntar ao profissional de saúde, pois ele o sabe através do aparelho de laboratório que dá o resultado. Infelizmente, o nossos profissionais de saúde ainda não estão muito habituados a dar esta informação às pessoas em TARV, mas se perguntados, têm a obrigação de informar. Não só isso, mas deveriam também informar as pessoas sobre o significado de Intransmissível = Indetectável (I = I), e das suas implicações para as suas vidas. O conhecimento deste facto poderá ser um estímulo muito importante para a adesão ao TARV, uma das maiores falhas do nosso sistema de TARV a nível nacional. Para além disso, encoraja as pessoas a fazerem o teste e fornece um forte argumento de saúde pública para eliminar barreiras aos cuidados universais. Para muitas pessoas vivendo com o HIV, a informação de que já não transmitem o HIV por via sexual representa uma mudança de vida. Além de poderem optar por terem relações sexuais sem preservativo, muitas pessoas vivendo com o HIV com carga viral indetectável, sentem-se livres do estigma associado à convivência com o vírus. A consciência de que já não transmitem o HIV por via sexual pode dar-lhes uma forte intuição de que elas são agentes de prevenção na sua abordagem perante relacionamentos novos ou já existentes. Esta questão é tão importante, que numa recente conferência internacional sobre HIV foi dito que Intransmissível = Indetectável (I = I) é uma questão de direitos humanos. Todas as pessoas vivendo com HIV têm o direito a informação correcta relativa à sua saúde social, sexual e reprodutiva. Ainda há milhões de pessoas vivendo com HIV (e também profissionais de saúde) que ainda desconhecem os factos e implicações da I = I e o que isso significa para as suas vidas.  

Alguma chuva neste sábado em Cabo Delgado; 30º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta sábado (18) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado com períodos de muito nublado no extremo norte e ao longo da faixa costeira
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Alguma chuva neste sábado em Cabo Delgado; 30º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta sábado (18) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado com períodos de muito nublado no extremo norte e ao longo da faixa costeira da província de Cabo Delgado, onde há possibilidade de chuvas fracas ou chuviscos dispersos. Possibilidade de neblinas matinais. Vento de sueste a leste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado a muito nublado. Possibilidade de chuvas chuviscos nas províncias de Sofala e Manica. Possibilidade de neblinas matinais. Vento de sueste a leste fraco. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado a limpo. Possibilidade de neblinas matinais. Vento de sueste a nordeste fraco. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 30 17 Xai-Xai 28 15 Inhambane 28 19 Vilankulo 28 18 Beira 28 20 Chimoio 25 13 Tete 32 19 Quelimane 29 18 Nampula 28 18 Pemba 29 23 Lichinga 25 11  

Dias 15 e 17 de Julho: Maputo vai acolher primeira Conferência Internacional sobre Transporte ...

A capital do País vai acolher, entre os dias 15 e 17 de Julho próximo, a primeira Conferência Internacional sobre Transporte Aéreo, Turismo e Carga Aérea, através da qual se pretende promover uma reflexão sobre o desenvolvimento do turismo e o transpor
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Dias 15 e 17 de Julho: Maputo vai acolher primeira Conferência Internacional sobre Transporte ...

A capital do País vai acolher, entre os dias 15 e 17 de Julho próximo, a primeira Conferência Internacional sobre Transporte Aéreo, Turismo e Carga Aérea, através da qual se pretende promover uma reflexão sobre o desenvolvimento do turismo e o transporte aéreo em Moçambique, bem como as oportunidades do alinhamento estratégico entre os dois sectores. Durante o evento, que irá decorrer sob o lema «Consolidação e Promoção da Relação Estratégica para o Desenvolvimento do Mercado de Transporte Aéreo, Turismo e Carga Aérea», será, ainda, abordada a problemática sobre a quantidade e qualidade de infraestruturas existentes no País para atender às necessidades do transporte de carga aérea. Para o ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, que dirigiu, na quarta-feira, 15 de Maio, a cerimónia de lançamento, a conferência vai ajudar a conferir robustez e visibilidade ao transporte aéreo de carga e turismo, devendo resultar em captação de mais tráfego e gerar o aumento de passageiros, carga aérea, investimentos, entre outros benefícios directos e indirectos. Esta iniciativa, de acordo com Carlos Mesquita, «vai permitir a criação de sinergias e de uma plataforma de desenvolvimento dos aeroportos, do turismo e do serviço de transporte de carga aérea no País, bem como o aumento de tráfego de passageiros». Por isso, prosseguiu, a conferência deve servir para o mapeamento e sistematização de todo o potencial existente nos dois sectores para permitir uma reflexão objectiva, bem como a produção de recomendações sobre o caminho que o País deve trilhar nos próximos tempos, rumo ao desenvolvimento do transporte aéreo e do turismo. Na ocasião, o ministro dos Transportes e Comunicações referiu-se às acções que estão em curso com vista ao desenvolvimento do transporte aéreo e que vão concorrer para a materialização da meta definida no Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Turismo, que aponta 2025 como o marco para Moçambique figurar como um dos destinos mais vibrantes, dinâmicos e exóticos de África, mercê do seu potencial turístico. «No sector dos Transportes e Comunicações temos vindo a desenvolver infraestruturas aeroportuárias como os aeroportos de Maputo, Nacala, Pemba, Vilanculos e Xai-Xai, acções que viabilizam o desenvolvimento do turismo doméstico e internacional», disse o governante. Carlos Mesquita apontou, igualmente, a modernização da pista do Aeroporto Internacional de Maputo, que consistiu na reabilitação e ampliação, instalação de novos e modernos equipamentos de ajuda à navegação aérea, como factores que contribuíram para a sua certificação, em Outubro de 2018, «o que tem estado a impulsionar o movimento de aeronaves, passageiros e carga com a maior comodidade e segurança». Participarão na conferência cerca de mil delegados, representando potenciais investidores, gestores de infraestruturas aeroportuárias, operadores das maiores linhas aéreas mundiais, agências e operadores turísticos, fazedores de políticas, entre outros intervenientes nos ramos do turismo e transporte aéreo nacionais e internacionais.

Censo desmente 1,5 milhão de novos postos criados por Nyusi

Os resultados definitivos do Censo de 2017 indicam que existem apenas 1.181.003 cidadãos com “emprego digno” em Moçambique, desmentindo o 1,5 milhão de novos postos de trabalho que o Governo de Filipe Nyusi afirma ter criado desde 2015. “Fruto da
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Censo desmente 1,5 milhão de novos postos criados por Nyusi

Os resultados definitivos do Censo de 2017 indicam que existem apenas 1.181.003 cidadãos com “emprego digno” em Moçambique, desmentindo o 1,5 milhão de novos postos de trabalho que o Governo de Filipe Nyusi afirma ter criado desde 2015. “Fruto da conjugação da nossa acção governativa e dos investimentos do sector privado foram criados, desde 2015, cerca de 1,5 milhão de empregos maioritariamente ocupados por jovens sendo 526.724 por mulheres” afirmou nesta quarta-feira (15) a ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Vitória Diogo. No entanto os resultados definitivos do IV Recenseamento Geral da População e Habitação desmentem esses empregos que o Governo reiteradamente apresenta. Dos 8.174.377 moçambicanos em idade economicamente activas, com 15 ou mais anos de idade, apenas 1.181.003 trabalham em sectores cuja actividade laboral é fixa, remunerada mensal mediante um contrato de trabalho. São 343.079 na Administração Pública, 18.415 nas Autarquias locais, 78.983 na Empresas Públicas, 487.394 em empresas privadas, 26.233 em cooperativas, 17.716 em instituições sem fins lucrativos, 199.382 são trabalhadores por conta própria com empregados e 9.801 em organizações internacionais. Os restantes moçambicanos, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística, laboram em casa particular, 478.439, são trabalhadores familiares, 1.568.944 e por conta própria sem empregados existem 4.261.797 moçambicanos. Ora o Censo de 2017 indica ainda que não só estes trabalhadores conta própria sem empregados mas outras centenas de milhares são camponeses, 4.925.228. Aliás, nesta quinta-feira (16), o primeiro-ministro admitiu que os novos postos de trabalho foram criados sectores da agricultura, pescas, florestas, construção e comércio. Mesmo admitindo que muitos camponeses realizem trabalho assalariado e possam ter contratos de trabalho o facto é que o Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) tem registados apenas 1,4 milhão contribuintes. Os outros cerca de 7 milhões de moçambicanos, que não descontam para o INSS embora estejam em idade economicamente activa, não tem o chamado “emprego digno”, aquele que garante o direito à protecção social dos trabalhadores.

Nyusi não esclarece se foi incompetente ou conivente

O Presidente da República, Filipe Nyusi, perdeu mais uma oportunidade de esclarecer aos moçambicanos se foi incompetente - não vendo os empréstimos da Proindicus, EMATUM e MAM a serem contraídos dentro do Ministério que dirigiu entre 2008 e 2014 -, ou s
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Nyusi não esclarece se foi incompetente ou conivente

O Presidente da República, Filipe Nyusi, perdeu mais uma oportunidade de esclarecer aos moçambicanos se foi incompetente - não vendo os empréstimos da Proindicus, EMATUM e MAM a serem contraídos dentro do Ministério que dirigiu entre 2008 e 2014 -, ou se foi conivente - participando da criação do Sistema Integrado de Monitoria e de Protecção da Zona Económica e Exclusiva de Moçambique que culminou nas dívidas ilegais que precipitaram a crise em que o país está mergulhado desde 2016. Questionado pelo jornal Canal de Moçambique “Qual foi o seu papel nas dívidas ocultas”, o Presidente Nyusi respondeu enumerando realizações durante o seu mandato como Ministro da Defesa Nacional: “Agora temos o 1008, que é um tipo de helicóptero que está a voar. Foram reparados no meu tempo, alguma vez me fez pergunta?”. “Foram comprados no tempo do antigo Presidente Samora, mas pararam. O seu país tinha meios para voar. Quem fala desses, fala de outros meios. Então o ministro da Defesa é feito para resolver os problemas da Defesa. Quantos quartéis? Se for ver o quartel dos comandos ou se for ver a base naval de Pemba. Foram reabilitados no meu tempo e nunca ninguém me perguntou. Vamos lá a coisa mais simples, o avião da Força Aérea que eu as vezes uso foi adquirido no meu tempo, porque é que nunca houve pergunta”. Diante da insistência do jornalista Matias Guente o Chefe de Estado afirmou: “Agora você está a julgar”. “Até porque isso é embaraçoso para quem está a dirigir, porque eu não quero embaraçar o processo que está a correr ao nível da Justiça. Eu dei-lhe o exemplo de algumas coisas que aconteceram. Eu já adquiri um navio na Espanha e até compramos por mil dólares porque era um valor residual, reabilitamos e fiscaliza o mar. Então são coisas que não precisamos de procurar. As coisas serão explicadas. O tempo é responsável. Até porque eu ficaria mal embaraçar a justiça”, declarou ainda na primeira entrevista que concedeu a um órgão de comunicações social moçambicano desde que se tornou Chefe de Estado. Nyusi recorda-se de barco que custou mil Dólares mas não tem memória das embarcações que custaram centenas de milhões de Dólares Acontece que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) à Dívida Pública, a Auditoria realizada pela Kroll e até o antigo Presidente Armando Guebuza afirmaram que os empréstimos foram arquitectados na Proindicus, uma empresa titulada pelo Ministério dirigido por Filipe Nyusi no âmbito da criação do Sistema Integrado de Monitoria e de Protecção(SIMP) da Zona Económica e Exclusiva de Moçambique. Pelo menos um dos assessores do ministro da Defesa Filipe Nyusi, Eugénio Henrique Zitha Matlaba, rubricou, em Fevereiro de 2013, uma dos primeiros empréstimos à favor da Proindicus. Ademais o @Verdade revelou documentos que mostram que o ministro da Defesa Filipe Nyusi esteve envolvido na criação do Sistema Integrado de Monitoria e de Protecção da Zona Económica e Exclusiva de Moçambique. Relativamente a melhoria das condições das Forças de Defesa e Segurança, que Nyusi reclama o seu mérito, importa recordar que o ex-Presidente Guebuza declarou à CPI que os empréstimos foram contraídos porque o Governo da altura teve “que tomar medidas de natureza estratégico-militar” e a violação da Constituição da República, furtando-se a imperativa aprovação da Assembleia da República, foi necessária para que a Renamo não se apercebesse dos mesmos pois envolviam a aquisição de equipamento militar. Por outro lado, e à parte dos subornos que terão sido pagos e são de domínio público existem 500 milhões de Dólares norte-americanos, dos 2,2 biliões, que a consultora Kroll afirma estarem “sem explicação”, contudo do espião e Presidente do Conselho de Administração da Proindicus, EMATUM e MAM declarou que o dinheiro “foi utilizado para aquisição de equipamento militar” pelo Ministério da Defesa. É irónico que o Chefe de Estado tenha memória e vanglorie-se do barco comprado por mil Dólares a Espanha mas não se recorde de ter pago 7,2 milhões de Dólares norte-americanos por um Interceptor DV15, ou 19,4 milhões por um Interceptor WP18, 32,7 milhões por um Interceptor HSI32, 22,3 milhões por um barco de pesca Palangreiro ou mesmo 73,4 milhões de Dólares por um Ocean Eagle comprados à França. Se é compreensível que o Presidente Filipe Nyusi não queira falar sobre a parte criminal das dívidas ilegais existem questões administrativas, já apontadas pelo Tribunal Administrativo no Parecer sobre a Conta Geral do Estado de 2015, que podem e devem ser comentadas, afinal trata-se de uma auditoria às contas do Estado aprovada pela Assembleia da República. Além disso há responsabilidades políticas que devem ser assumidas pelos políticos que governavam Moçambique durante a contratação dos empréstimos violando a Constituição da República.

Governo passa, com ajuda dos deputados da Frelimo, pela última prova oral no Parlamento

O Governo de Filipe Nyusi passou, com a habitual ajuda dos deputados do seu partido, pela última prova oral na Assembleia da República. Com poucas realizações e muitas promessas o primeiro-ministro declarou que “contra factos não há argumentos”, ma
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Governo passa, com ajuda dos deputados da Frelimo, pela última prova oral no Parlamento

O Governo de Filipe Nyusi passou, com a habitual ajuda dos deputados do seu partido, pela última prova oral na Assembleia da República. Com poucas realizações e muitas promessas o primeiro-ministro declarou que “contra factos não há argumentos”, mas não é verdade. Por exemplo, o Executivo adiou a transferência dos serviços de educação primária e dos cuidados primários de saúde para os municípios porque na verdade receia que a gestão dos partidos de oposição possa revelar-se melhor e roubar-lhes votos. Sem responder muitas das 10 questões apresentadas pelos partidos de oposição e com a ajuda da bancada parlamentar da Frelimo para fazer demagogia o Governo esteve nesta quarta (15) e quinta-feira (16) em “prova oral” pela nona, e última, neste mandato iniciado em 2015. “Transcorridos quatro anos após o início do presente ciclo de governação, permitam-nos partilhar que conseguimos, até finais de 2018, realizar em mais de 60 por cento das metas previstas no Programa Quinquenal do Governo, mesmo perante situações adversas e desafiantes que enfrentamos” começou por faltar a verdade Carlos Agostinho do Rosário no seu discurso de encerramento. A verdade é que essas metas são estabelecidas em baixa e não em função da real necessidade do povo e para o desenvolvimento do país. O primeiro-ministro prometeu “prevemos concluir, até Dezembro do ano em curso, as obras de manutenção e melhoramento dos troços Pambara - rio Save - Muera, em Inhambane e Sofala; Inchope - Gorongosa - Caia, na província de Sofala e Rio Lurio - Metoro na província de Cabo Delgado”. São obras na única estrada que liga o Sul ao Centro e ao Norte de Moçambique e a sua reabilitação tem sido promessa desde há vários governos do partido Frelimo. Carlos Agostinho do Rosário anunciou o adiamento, mais uma vez, da transferência dos serviços de educação primária e dos cuidados primários de saúde para os municípios, “reiteramos que está em curso a avaliação das capacidades humanas, técnicas e financeiras existentes a nível de cada autarquia”. “Não nos opomos a descentralização dos serviços de educação primária e dos cuidados primários de saúde para os municípios, mas este processo tem que ser conduzido com responsabilidade e em estrita observância do quadro legal vigente no país”, faltou novamente à verdade. Na realidade o partido Frelimo receia que descentralizando esses serviços os governos municipais liderados pela oposição, mesmo com todas cortes orçamentais do executivo Central, mostre o seu bom trabalho e roube ainda mais voto a “centenária” formação que governa desde 1975. O primeiro-ministro prometeu também mais água mas apenas para a Cidade e Província de Maputo. Os 20.412.291 os cidadãos que consomem água não potável têm de esperar pelo governo que sair das Eleições de Outubro próximo. Esta foi a última sessão de perguntas ao Governo deste mandato, o @Verdade apurou que não deverá haver sequer revisão do Orçamento do Estado de 2019, cujas metas serão severamente afectadas pelos impactos dos ciclones Idai e Kenneth, e o Executivo espera aguentar-se com as ajudas e créditos bonificados que espera conseguir na Conferência Internacional de Doadores que está marcada para 30 de Maio e 1 de Junho na Cidade da Beira.

Dívida Pública Interna de Moçambique ultrapassa 148 biliões de Meticais... ...

Durante os primeiros 3 meses de 2019, devido a emissão de Títulos do Tesouro e empréstimos do Governo junto do banco central, a Dívida Pública Interna ultrapassou a fasquia inédita de 148 biliões de Meticais. Quando Filipe Nyusi tornou-se Presidente d
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Dívida Pública Interna de Moçambique ultrapassa 148 biliões de Meticais... ...

Durante os primeiros 3 meses de 2019, devido a emissão de Títulos do Tesouro e empréstimos do Governo junto do banco central, a Dívida Pública Interna ultrapassou a fasquia inédita de 148 biliões de Meticais. Quando Filipe Nyusi tornou-se Presidente de Moçambique essa dívida era de apenas 69,2 milhões de Meticais. “No período de Janeiro a Março de 2019, foram emitidos Bilhetes de Tesouro no montante de 18 biliões de Meticais e amortizações no valor global de 18,1 biliões de Meticais”, revela o Relatório de Execução do Orçamento (REO) do Estado de Janeiro a Março de 2019. O documento, a que o @Verdade teve acesso, indica ainda que durante o primeiro trimestre, foram emitidas Obrigações do Tesouro “no valor de 8,9 biliões de Meticais”. O REO explica que: “Do montante das obrigações do Tesouro imitidas 3,6 biliões de Meticais foram para a titularização das Dividas aos Fornecedores com valores superiores a 60 milhões de Meticas e 5,4 biliões de Meticais para o financiamento do Défice Orçamental”. Acrescem ao Stock da Dívida Interna 6,2 biliões de Meticais de adiantamentos que o Governo foi buscar ao Banco de Moçambique entre Janeiro e Março deste ano. Oficialmente não é conhecido que percentagem do Produto Interno Bruto (PIB) corresponde a actual Dívida Interna, que não inclui os passivos bancários e com fornecedores que tem sido acumulado pelas centenas de Empresas Públicas deficitária e grande parte em situação de falência técnica. No entanto um documento do Fundo Monetário Internacional a que o @Verdade teve acesso coloca em 19,2 por cento do PIB. Custo da Dívida Pública Interna é o dobro do Orçamento da Agricultura e Desenvolvimento Rural Recorde-se que quando Filipe Nyusi assumiu a Presidente de Moçambique a Dívida Pública Interna era de apenas 69,2 milhões de meticais e representava 6,5 por cento do Produto Interno Bruto. Devido a esta espiral de endividamento tem aumentado o esforço dos moçambicanos para paga-la, este ano os juros que o Governo terá de pagar da Dívida Interna estão estimados em 24 biliões de Meticais. Em 2014, último ano da governação de Armando Guebua, o serviço da Dívida Interna foi de 1,9 bilião de Meticais. O custo da Dívida Pública Interna em 2019 é o dobro do Orçamento do Estado para o sector da Agricultura e Desenvolvimento Rural, tem uma alocação de 13,8 biliões de Meticais, e equipara-se ao orçamento para a Saúde, que tem uma alocação de 29,2 biliões de Meticais.

Moçambique dá pequeno sinal para deixar de ser corredor de droga

A decisão do Tribunal Supremo (TS) em extraditar o cidadão paquistanês Tanveer Ahmed é um pequeno sinal da vontade que parece não existir para que Moçambique deixe de ser “um corredor privilegiado de tráfico de droga”. Ahmed é procurado pelas auto
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Moçambique dá pequeno sinal para deixar de ser corredor de droga

A decisão do Tribunal Supremo (TS) em extraditar o cidadão paquistanês Tanveer Ahmed é um pequeno sinal da vontade que parece não existir para que Moçambique deixe de ser “um corredor privilegiado de tráfico de droga”. Ahmed é procurado pelas autoridades dos Estado Unidos da América por tráfico de droga e foi detido em meados 2018, na Província de Cabo Delgado, na posse de vários quilos de cocaína e haxixe, porém foi absolvido. Para as autoridades do Estado do Texas, Tanveer Ahmed é um perigoso criminoso responsável pela aquisição e transporte de drogas pesadas a partir de vários países, com passagem por Moçambique, e de proceder o seu tráfico para os Estados Unidos da América (EUA). Contudo no nosso país Ahmed é um cidadão inocente embora tenha sido detido na Cidade de Pemba, em Agosto de 2018, juntamente com outros três cidadãos de nacionalidade tanzaniana, na posse de 34 quilogramas de cocaína e 1,5 quilos de haxixe. No julgamento Tanveer Ahmed foi absolvido mas os seus comparsas condenados. Detido novamente a 10 de Janeiro, em cumprimento de um mandato de captura internacional proveniente dos EUA e, depois de interpor recurso, teve a sua extradição confirmada nesta quarta-feira (15) pelo TS que “após exame circunstancial do pedido, os fundamentos da defesa e do Ministério Público, o Supremo concluiu que Tanveer Ahmed é, sem margem para dúvida, a pessoa procurada pelos EUA”. Há décadas que Moçambique é usado como porta giratória de estupefacientes. “O nosso país é tido como um corredor privilegiado de tráfico de droga, com destino a vários países do nosso continente, Europa, Ásia e América, principalmente, através das fronteiras marítimas”, disse a Procuradora-Geral da República no último Informe que prestou a Assembleia da República. Em 2010, os EUA acusaram o empresário Momade Bachir Sulemane de liderar uma bem financiada rede de tráfico de drogas e de lavagem de dinheiro, “é um traficante de narcóticos de grande escala em Moçambique e a sua rede contribui para a tendência crescente de tráfico de drogas e de lavagem de dinheiro relacionada com o mesmo”. No entanto nenhum dos conhecidos barões da droga é condenado, apenas os pequenos têm sido detidos e condenados. Em 2018 foram detidos 313 traficantes, 417 consumidores e apreendidos 155,1 quilos de cocaína, 62,7 quilogramas de efedrina e 5,2 toneladas de cannabis sativa (vulgarmente conhecida como soruma).

Realizadas 180 mil promoções, progressões e mudanças de carreira em Moçambique

O Governo realizou, durante o ano passado, “180.605 mil actos administrativos, sendo 62.520 promoções, 62.703 progressões e 55.382 mudanças de carreira”, revelou a ministra da Administração Estatal e Função Pública, Carmelita Namashulua, nesta qu
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Realizadas 180 mil promoções, progressões e mudanças de carreira em Moçambique

O Governo realizou, durante o ano passado, “180.605 mil actos administrativos, sendo 62.520 promoções, 62.703 progressões e 55.382 mudanças de carreira”, revelou a ministra da Administração Estatal e Função Pública, Carmelita Namashulua, nesta quarta-feira (15) precisando que “161.910 actos administrativos foram realizados nos órgãos locais do Estado”, com destaque para as províncias de Nampula e Zambézia. Respondendo a uma das cinco perguntas da bancada parlamentar do partido Frelimo a ministra disse que com o 1,8 bilião de Meticais alocado no Orçamento de Estado de 2018, “foi possível realizar um total de 180.605 mil actos administrativos, sendo 62.520 promoções, 62.703 progressões e 55.382 mudanças de carreira”. “Destes 18.585 actos administrativos foram realizados a nível Central, sendo 6.756 promoções, 8.644 progressões e 3.158 mudanças de carreira. 161.910 actos administrativos foram realizados nos órgãos locais do Estado, sendo 55.651 promoções, 54.001 progressões, 52.188 mudanças de carreira”, detalhou Carmelita Namashulua. A governante segmentou ainda os actos administrativos realizados por província: “a Cidade de Maputo teve 9.023 actos administrativos, a Província de Maputo 16.056 actos administrativos, Gaza 12.426 actos administrativos, Inhambane 15.126, Manica 18.070, Sofala 17.800, Tete 13.605, Zambézia 18.603, Nampula 21.611, Niassa 5.144 e Cabo Delgado 14.186”. Intervindo no primeiro de dois dias em que o Governo está na Assembleia da República a responder a 15 perguntas dos deputados a titular da Administração Estatal perspectivou que para o ano em curso, com um custo idêntico ao de 2018, o Estado deverá realizar “125.393 actos administrativos, distribuídos 109.539 para o nível local e 15.854 para o nível Central”. O IV Recenseamento Geral da População e Habitação indica existirem 343.079 funcionários na Administração Pública e mais 18.415 nas Autarquias Locais.  

Banco de Moçambique incapaz proteger os clientes de microfinanças

O aumento do crédito mal parado no nosso país esconde o drama vivido pelos clientes dos bancos de microfinanças, enquanto os devedores da banca tradicional podem renegociar e arrastar os pagamentos pelos tribunais os moçambicanos mais pobres e do sector i
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Banco de Moçambique incapaz proteger os clientes de microfinanças

O aumento do crédito mal parado no nosso país esconde o drama vivido pelos clientes dos bancos de microfinanças, enquanto os devedores da banca tradicional podem renegociar e arrastar os pagamentos pelos tribunais os moçambicanos mais pobres e do sector informal, na sua maioria mulheres, estão a perder os seus parcos haveres devido a crise económica e financeira. “Não temos um instrumento capaz de forçar as microfinanças a ter que renegociar com os seus clientes” admitiu o Administrador do Banco de Moçambique, Felisberto Navalha. Questionado durante o 2º Economic Briefing da Confederação das Associações Económicas (CTA), sobre que medidas o Banco de Moçambique pode tomar para proteger os muitos clientes das instituições financeiras de microfinanças que afectados pela crise económica e financeira ficaram incapazes de amortizar os seus empréstimos e por isso estão a ver confiscados os seus poucos bens duráveis, Navalha afirmou: “A microfinança são muitas instituições financeiras que lidam com pessoas que as vezes é muito difícil saberem onde estão, e o nosso quadro de intervenção infelizmente, neste momento, não temos um instrumento capaz de forçar as microfinanças a ter que renegociar com os seus clientes”. “(...) O princípio da Política Monetária é que, diferentemente das políticas sectoriais e fiscal que podem permitir o contacto directo com aqueles que são realmente os beneficiários, é como uma nuvem, olha para a economia, para os agentes económicos, para os clientes e mercados como um todo. Felizmente os bancos (comerciais) estão organizados em associação e conseguiram esse tipo de intervenções para ajudar os clientes locais (por exemplo em Sofala)”, esclareceu o Administrador do Banco de Moçambique.

Mais de 1200 antigos combatentes formados em cursos profissionalizantes

No âmbito da melhoria da empregabilidade dos cidadãos moçambicanos, em particular os jovens e as mulheres, o Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social (MITESS), através do Instituto Nacional de Emprego, IP (INEP) e do Instituto de Formação Pr
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Mais de 1200 antigos combatentes formados em cursos profissionalizantes

No âmbito da melhoria da empregabilidade dos cidadãos moçambicanos, em particular os jovens e as mulheres, o Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social (MITESS), através do Instituto Nacional de Emprego, IP (INEP) e do Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo (IFPELAC), tem implementado, no País, diversas medidas de promoção do emprego que resultaram na formação, entre 2015 e 2018, de 1242 antigos combatentes e seus dependentes em cursos profissionalizantes e de gestão de pequenos negócios. A este grupo foram atribuídos 406 kits de ferramentas de auto emprego de diferentes especialidades pelo INEP aos formandos que se destacaram durante a formação com vista à criação do auto-emprego e de mais postos de trabalho sustentáveis e geradores de renda. Ao grupo foram, ainda, atribuídos, em parceria com instituições do Estado e privadas, estágios pré-profissionais nas diferentes áreas de formação, nomeadamente culinária, serralharia, carpintaria, pintura civil, corte e costura, pedreiro de construção civil, mecânica-auto, refrigeração e canalização. Na província de Inhambane, por exemplo, António Gulela, residente no povoado de Mafassane, no distrito de Inharrime, beneficiou de um kit de ferramenta de corte e costura após a conclusão do curso, e, hoje, trabalha na sua residência como alfaiate, tendo como clientes os residentes da aldeia e zonas circunvizinhas. Actualmente, confecciona uniforme escolar e roupas de capulanas para diversos eventos e cerimónias. Ambiciona criar uma cooperativa de alfaiates com outros beneficiários e conta com o apoio dos técnicos do INEP, IP na criação dos estatutos da agremiação. Já na província da Zambézia, concretamente na cidade de Quelimane, Cacilda Eugénio foi formada pelo IFPELAC na área de mecânica-auto, tendo, em 2017, beneficiado de um estágio pré-profissional na empresa Rover Zambézia. Fruto do desempenho demonstrado durante os três meses de estágio, Cacilda Eugénio foi contratada em Outubro do mesmo ano e, hoje, com o salário que aufere, consegue sustentar a sua família. Na cidade da Beira, província de Sofala, três formandos receberam um kit de ferramenta de pedreiro de construção civil em 2017 e, actualmente, exercem as suas actividades no bairro da Manga Mascarenha, onde realizavam pequenas obras em residências. Com o crescimento do volume de negócio, contrataram mais sete trabalhadores, totalizando 10 membros. O grupo sonha em comprar um espaço para montar um estaleiro para a venda de material de construção civil.

Acesso a internet triplicou em Moçambique

O acesso a internet em Moçambique triplicou nos últimos 10 anos, 146.805 cidadãos tinham acesso a world wide web em 2007 e o Censo de 2017 revela que 1.607.085 usaram a rede global de computadores e telemóveis. A maioria dos internautas vivem na Provínci
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Acesso a internet triplicou em Moçambique

O acesso a internet em Moçambique triplicou nos últimos 10 anos, 146.805 cidadãos tinham acesso a world wide web em 2007 e o Censo de 2017 revela que 1.607.085 usaram a rede global de computadores e telemóveis. A maioria dos internautas vivem na Província de Maputo. Continuam a ser poucos os moçambicanos com acesso a internet, a taxa passou de 2,7 por cento para 6,6 por cento, que segundo os resultados definitivos do IV Recenseamento Geral da População e Habitação em termos absolutos representa a existência de 1.607.085 de cidadãos com acesso a rede global de computadores e telemóveis, dentre os quais 8,1 por cento são homens e 5,3 por cento mulheres. O Instituto Nacional de Estatística apurou que desse universo 1.309.517 acederam a web através de telemóvel enquanto 297.568 o fizeram por um computador ou tablet. A maioria estão nas zonas urbanas enquanto no meio rural, onde vive grande parte dos 27,9 milhões de moçambicanos somente 346.276 usam a net. Acompanhando a explosão demográfica na Província de Maputo, teve um crescimento de 60,7 por cento de habitantes em 10 anos, a região tem o maior número de navegadores da internet, em 2007 eram 24.743 e em 2017 passaram a ser 408.273. A Cidade de Maputo, que há 10 anos liderava o acesso com 78.007 internautas passou a ter 344.807 utilizadores. Nampula tem 143.151 internautas, Sofala tem 137.713 e a Zambézia 110.406. A província mais pobre de Moçambique, Niassa, tem o menor número de usuários da net, 42.790 apenas.

Moçambique está “pidir” 3,2 biliões de Dólares para reconstrução e compensações dos ...

O Governo quantificou em 3,2 biliões de Dólares norte-americanos as necessidades de reconstrução de infra-estruturas públicas e privadas, danificadas pelos ciclones Idai e Kenneth no Centro e Norte de Moçambique, assim como para a compensação por perd
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Moçambique está “pidir” 3,2 biliões de Dólares para reconstrução e compensações dos ...

O Governo quantificou em 3,2 biliões de Dólares norte-americanos as necessidades de reconstrução de infra-estruturas públicas e privadas, danificadas pelos ciclones Idai e Kenneth no Centro e Norte de Moçambique, assim como para a compensação por perdas de actividade produtiva aos cidadãos das províncias de Sofala e Cabo Delgado. Um desejo a ser apresentado no fim do mês na Conferência Internacional de Doadores que supera as perdas quantificadas pela CTA que estimou em 549,5 milhões os danos materiais e perdas de negócio dos seus associados. Embora o Executivo tenha anunciado nesta terça-feira (14) serem necessários 3.2 biliões de Dólares norte-americanos para a reconstrução e reposição das infra-estruturas públicas e privadas destruídas pelos ciclones Idai e Kenneth o relatório detalhado ainda não foi tornado público. O ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos disse na plenária da Assembleia da República, nesta quarta-feira (15), que “em termos de danos temos cerca de 1,5 bilião de Dólares, dos quais cerca de 840 milhões do sector público e cerca de 600 milhões do sector privado”. “No que diz respeito às perdas temos cerca de 1,5 bilião de Dólares, sendo que cerca de 181 milhões do sector público e cerca de 1,2 bilião referente ao sector privado” acrescentou João Machatine na sessão de perguntas dos deputados ao Governo. Ao @Verdade o ministro Machatine esclareceu que “danos referem-se a destruição de bens tangíveis, agora perdas são os prejuízos decorrentes da não realização de uma actividade”. 145 milhões de Dólares de danos só no sector empresarial de Sofala Contudo estes valores do Governo são muito superiores as estimativas apresentadas na semana passada pela Confederação das Associações Económicas (CTA) que quantificou em 549,5 milhões de Dólares as perdas dos sector privado. “As estimativas de danos preliminares indicam cerca de 145 milhões de Dólares, referente a danos só no sector empresarial”, indicou o economista Eduardo Sengo, durante o 2º Economic Briefing da CTA, tendo precisado que 141,9 milhões referem-se a danos na Província de Sofala, 1,6 milhão na Província de Manica, 1,1 milhões na Província de Tete e 600 mil na Província da Zambézia. Sengo, que é director executivo da CTA, projectou em termos de fluxo financeiros que as empresas esperavam a curto e médio prazo “404 milhões de Dólares, maioritariamente nas grande empresas industriais e do agro-negócio”, explicando que “essas perdas podem ser minimizadas se a empresa imediatamente voltar a funcionar”. “Em termos de emprego as grandes empresas tem cerca de 12 mil postos de emprego, o transporte e logística com o maior número de empregos afectados, seguido pelo sector da prestação de serviços e pela indústria” revelou o economista. “Apoios na reabilitação das empresas são necessários imediatamente para evitar um cenário grave” Uma dessas medidas, anunciada pelo Presidente Filipe Nyusi, concedia um desconto de 50 por cento da factura dos agentes económicos do sector de indústria e comércio. A Electricidade de Moçambique informou ao @Verdade que na província de Sofala 343 clientes beneficiam dessa isenção e esclareceu que outros agentes económicos que pretendam usufruir dela bastando apresentarem os documentos que possuem um estabelecimento industrial ou comercial licenciado com alvará de exercício de actividade económica e contactar a Direcção Provincial da Indústria e Comércio ou ao Conselho Empresarial Provincial. Contudo o @Verdade apurou que além do pacote de medidas iniciais para mitigar impactos económicos do ciclone Idai nenhuma outra medida concreta de apoio foi aprovada pelo Executivo. “São necessárias rapidamente todas as medidas já anunciadas pelo Governo, os apoios na reabilitação das empresas são necessários imediatamente para evitar um cenário grave” apelou o director executivo da Confederação das Associações Económicas no encontro que juntou no passado dia 9 o sector privado, os parceiros de cooperação e o Governo. Aliás os empresários moçambicanos no geral, não só os afectados directamente pelos ciclones, pedem ao Governo políticas fiscais de estímulo pois é um facto que o crescimento económico vai desacelerar ainda mais em 2019.

5ª feira de céu nublado no Centro e Norte de Moçambique; 31º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quinta-feira (16) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado com períodos de muito nublado. Possibilidade de chuvas fracas ao longo
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5ª feira de céu nublado no Centro e Norte de Moçambique; 31º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quinta-feira (16) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado com períodos de muito nublado. Possibilidade de chuvas fracas ao longo da faixa costeira. Vento de sueste a sudoeste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado com períodos de muito nublado ao longo da faixa costeira, onde prevê-se períodos de chuvas fracas ou chuviscos. Possibilidade de neblinas matinais, principalmente nas terras altas da província de Manica. Vento de sueste a sudoeste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado a limpo, temporariamente muito nublado ao longo da faixa costeira da província de Inhambane, onde prevê-se chuvas fracas ou chuviscos. Possibilidade de neblinas matinais. Vento de nordeste a noroeste fraco a moderado. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 31 16 Xai-Xai 28 15 Inhambane 29 20 Vilankulo 26 18 Beira 27 21 Chimoio 25 14 Tete 31 21 Quelimane 30 19 Nampula 26 20 Pemba 27 22 Lichinga 25 13

“Trajectória de cautela de redução das taxas de juro deveria se manter” em Moçambique, ...

O Fundo Monetário Internacional (FMI) embora encoraje o Banco de Moçambique a prosseguir com a redução das taxas directoras o seu representante em Maputo concordou, semana finda, com a manutenção das taxas de juro acima dos 20 por cento. Intervindo n
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“Trajectória de cautela de redução das taxas de juro deveria se manter” em Moçambique, ...

O Fundo Monetário Internacional (FMI) embora encoraje o Banco de Moçambique a prosseguir com a redução das taxas directoras o seu representante em Maputo concordou, semana finda, com a manutenção das taxas de juro acima dos 20 por cento. Intervindo no 2º Economic Briefing da Confederação das Associações Económicas (CTA) o representante do FMI em Moçambique, Ari Aisen, concordou com política monetária do banco central que desde Dezembro de 2018 interrompeu a descida da Taxa MIMO, nos 14,25 por cento, o que resultou na travagem da Prime Rate, nos 19,50 por cento, e consequente fixação das taxas de juro à retalho acima dos 20 por cento. “O nosso entendimento o choque de oferta naturalmente causa o aumento de preços a reacção de políticas monetárias, na nossa visão, não é de reagir com o aumento das taxas de juro em função do choque de oferta. Mas havendo a disseminação do aumento de preços além daqueles bens que são directamente afectados pela escassez obviamente que não haveria espaço para a política monetária, se fosse o caso, reagir e controlar essa disseminação que não seria bem vinda”, começou por esclareceu Aisen. Na óptica do representanto do FMI: “no aumento de preços temporário e transitório é de se esperar que, possivelmente, aquela trajectória de cautela de redução das taxas de juro deveria, em princípio, se manter”. As taxas de juro à retalho, que os moçambicanos pagam pelos créditos à banca comercial, iniciaram uma descida em finais de 2017, quando estavam nos 28 por cento. Em Dezembro de 2018 tinha descido para 20,70 por cento no entanto, desde que o Banco de Moçambique parou de reduzir da Taxa Mimo também ficou estática tendo em Março ascendido para 20,65 por cento.

Aprovado PoD do campo Mamba/Prosperidade que poderá endividar Moçambique em mais 2 biliões ...

O Conselho de Ministros aprovou nesta terça-feira (14) o Plano de Desenvolvimento (PoD) do campo Mamba/Prosperidade no Bloco do Rovuma. É mais um documento cujos termos os moçambicanos não têm conhecimento e não inclui, por exemplo, que quantidade de g
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Aprovado PoD do campo Mamba/Prosperidade que poderá endividar Moçambique em mais 2 biliões ...

O Conselho de Ministros aprovou nesta terça-feira (14) o Plano de Desenvolvimento (PoD) do campo Mamba/Prosperidade no Bloco do Rovuma. É mais um documento cujos termos os moçambicanos não têm conhecimento e não inclui, por exemplo, que quantidade de gás ficará para o mercado nacional. Por outro lado, se a Decisão Final de Investimento (DFI) acontecer ainda este ano, deverá obrigar o nosso país a mais um endividamento para assegurar a participação da ENH neste projecto onde serão investidos 25 biliões de Dólares norte-americanos. Reunido na sua 16ª sessão Ordinária o Governo de Filipe Nyusi validou o acordo de unificação dos campo de Mamba e Prosperidade, situados na Área 1 e 4 do Bloco do Rovuma, e a sua operação da unificada em terra pelos consórcios Rovuma LNG e Mozambique LNG. Foi também aprovado o PoD do projecto que deverá explorar as cerca de 85 triliões de pés cúbicos de gás natural que ali existem. Tal como os planos de desenvolvimento dos restantes projectos de gás natural no nosso país este também não é do domínio público e a medida que começam a ser implementados os moçambicanos descobrem que anúncios feitos pelos governantes do partido Frelimo e não desmentidos pelos investidores não passam de promessas de boa vontade. Uma dessas promessas está relacionada com a quantidade de gás natural que será destinada ao mercado moçambicanos, afinal todos esses projectos assentam os seus investimentos na exportação. Das reservas de Pande e Temane sabemos que hoje, quase duas décadas depois do sua negociação, o gás dedicado ao mercado doméstica não chega sequer para encher as botijas que o povo precisa para cozinhar. Hoje já é publico que afinal os 400 milhões de pés cúbicos de gás natural dia que foram prometidos serem disponibilizados pela Área 1 não serão disponibilizados a partir de 2024, mas talvez em 2030. Aliás o @Verdade apurou que estas quantidades de gás a ser disponibilizado ao mercado moçambicano não estão inscritas no Plano de Desenvolvimento aprovado pelo Governo para o Consórsio Mozambique LNG. Logo após o anúncio do Conselho de Ministros o Consórcio Rovuma LNG reiterou que poderá anunciar a sua Decisão Final de investir 25 biliões de Dólares norte-americanos em Moçambique ainda este ano, o que implica que a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), que tem 10 por cento no projecto, deverá encontrar financiamento para esses quase 2 biliões de Dólares que precisa de investir. Recorde-se que para garantir a participação da ENH no projecto da Área 1 o Estado moçambicano teve de emitir uma Garantia Soberana de 2,2 biliões de Dólares norte-americanos. Com contas atrasadas e “maquilhadas” braço empresarial do Estado nos projectos de gás natural já devia mais de 1 bilião de Dólares aos parceiros que a “levaram ao colo” no investimento da Área 4 Offshore.

Standard Bank: Já se pode aceder a contas através do reconhecimento facial

O Standard Bank apresentou, recentemente, duas novas funcionalidades pioneiras e inovadoras no mercado, que permitem aos seus clientes acederem ao aplicativo NetPlus, através da autenticação por impressão digital ou reconhecimento facial. Trata-se de d
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Standard Bank: Já se pode aceder a contas através do reconhecimento facial

O Standard Bank apresentou, recentemente, duas novas funcionalidades pioneiras e inovadoras no mercado, que permitem aos seus clientes acederem ao aplicativo NetPlus, através da autenticação por impressão digital ou reconhecimento facial. Trata-se de duas inovações digitais concebidas para conferir maior segurança e comodidade aos clientes, durante o uso do aplicativo do banco, bem como torná-los menos dependentes da intervenção humana para efectuar as suas transacções. Através destas funcionalidades, introduzidas no mercado no âmbito da digitalização dos produtos e serviços do Standard Bank, os usuários podem usufruir de todas as facilidades que o NetPlus oferece, tais como consultar o saldo, fazer movimentos nas suas contas, abrir novas contas, pagar facturas de serviços diversos, comprar recargas, efectuar depósitos a prazo ou transferências para o Mpesa, entre outras. Conforme explicou Mahomed Gulamo, gestor de clientes particulares do Standard Bank, o que se pretende é que os clientes tenham menos razões para se dirigirem a um balcão e que se sintam seguros para efectuar transacções através do seu dispositivo (telemóvel, computador ou tablet). “Estamos a passar para uma era digital na qual uma das vantagens é que as pessoas vão poder ter independência na movimentação das suas contas, por isso o Standard Bank aposta muito na segurança e conforto dos clientes”, disse. Para Mahomed Gulamo, estas duas funcionalidades são exemplo de uma perfeita combinação entre a comodidade e a segurança que os clientes buscam na sua relação com o banco: “Cada indivíduo tem características próprias e é aí que reside a vantagem do uso da autenticação por impressão digital ou do reconhecimento facial, que garantem a segurança necessária nas transacções, para além de fazerem o desbloqueio do aplicativo em tempo útil”. Importa realçar que a apresentação destas funcionalidades foi feita durante o Mayfair, um evento anual organizado pela Escola Internacional Americana de Maputo, do qual o Standard Bank é um dos principais patrocinadores.

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