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Xiconhocas da semana: Felisberto Uthui; Maria Wane e Lourenço Albino;

Os nossos leitores elegeram os seguintes Xiconhocas na semana finda: Felisberto Uthui Há, certamente, indivíduos que merecem uma suite nos quintos dos infernos. É o caso de Felisberto Uthui, um burlão profissional, que já simulou ser avogado, economi
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Xiconhocas da semana: Felisberto Uthui; Maria Wane e Lourenço Albino;

Os nossos leitores elegeram os seguintes Xiconhocas na semana finda: Felisberto Uthui Há, certamente, indivíduos que merecem uma suite nos quintos dos infernos. É o caso de Felisberto Uthui, um burlão profissional, que já simulou ser avogado, economista e engenheiro. O Xiconhoca, supostamente advogado de Alberto Chipande, que representa o general no caso de demolição de casas na cidade de Pemba, não é advogado e não está inscrito na Ordem dos Advogados de Moçambique. Aliás, o sujeito não passa de mais burlão da pior espécie. Maria Wane e Lourenço Albino Os antigos gestores da Empresa Municipal de Transporte Público de Maputo (EMTPM), Maria Wane e Lourenço Albino são exemplos pradigmáticos do que fazem todos os indivíduos que lhes são confiados os bens ou as instituições públicas e/ou de Estado. Essa dupla de Xiconhocas, durante a sua gestão, delapidou os cofres da EMTPM, deixando a empresa numa situação financeira bastante deplorável. Os Xiconhocas praticaram os crimes de abuso de cargo e participação económica em negócio, lesando o Estado. Juízes do Conselho Constitucional Os juízes do Conselho Constitucional não passam de um bando de Xiconhocas sem nenhuma réstia de escrúpulo. Depois de legitimarem as fraudes ocorridas nas últimas eleições autárquics, esse grupo de Xiconhocas, sem nenhum pingo de moral, decidiu pedir regalias, não obstante a vida principesca que os juízes levam. Não é novidade para os moçambicanos que os juízes do Conselho Constitucional não passam de uma corja de mafiosos improdutivos a serviço do partido no poder, Só indivíduos sem vergonha na cara são capazes de tamanha estupidez.

Chuvas com trovoadas no Centro e Norte, calor no Sul; 33º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia(INAM) prevê a continuação de ocorrência de chuvas moderadas a fortes (30 a 50 milímetros em 24 horas), localmente fortes (mais de 50 milímetros em 24 horas), acompanhadas de trovoadas severas e ventos com rajadas for
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Chuvas com trovoadas no Centro e Norte, calor no Sul; 33º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia(INAM) prevê a continuação de ocorrência de chuvas moderadas a fortes (30 a 50 milímetros em 24 horas), localmente fortes (mais de 50 milímetros em 24 horas), acompanhadas de trovoadas severas e ventos com rajadas fortes, até domingo(16) nos distritos de Mutarara, Moatize, Tsangano, Angónia, Chifunde, Magoé, Cahora Bassa, Zumbu, Macanga, Chiúta, Changara, Marávia, e cidade de Tete(na Província de Tete); nos distritos de Mocuba, Morrumbala, Lugela, Namarrói, Milange, Gurué, Alto Molocué, Nicoadala e cidade de Quelimane(na Província de Zambézia); nos distritos do Lago, Sanga, Cuamba, Muembe, Mecanhelas, Madimba, Ngauma, Majune, Maúia, Metarica, Mavago, Mecula, Marrupa, Nipepe e cidade de Lichinga(na Província de Niassa); e também nos distritos de Mueda, Nangade, Palma, Mocimboa da praia, Muidumbe, Macomia, Meluco, Ancuabe, Quissanga, Chiúre, Mecúfi e cidade de Pemba(na Província de Cabo Delgado). Entretanto para as províncias de Inhambane, Gaza e Maputo o INAM prevê a continuação de tempo quente, com céu pouco nublado, passando a muito nublado em Maputo, onde se espera aguaceiros acompanhados por vezes de trovoadas ou chuvas fracas locais. Vento de nordeste a sudoeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas na faixa costeira. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 33 23 Xai-Xai 31 21 Inhambane 31 25 Vilankulo 30 22 Beira 29 25 Chimoio 30 18 Tete 34 19 Quelimane 30 24 Nampula 33 33 Pemba 30 30 Lichinga 25 25  

Sábado quente no Sul e aguaceiros no Centro e Norte; 36º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este sábado(15) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula prevê-se: Céu geralmente muito nublado. Continuação de ocorrência de aguaceiros, fracos a m
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Sábado quente no Sul e aguaceiros no Centro e Norte; 36º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este sábado(15) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula prevê-se: Céu geralmente muito nublado. Continuação de ocorrência de aguaceiros, fracos a moderados, e chuvas, moderadas localmente fortes, acompanhadas de trovoadas, principalmente na província de Niassa. Vento de nordeste a sueste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas moderadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu geralmente muito nublado. Continuação de aguaceiros acompanhados de trovoadas e chuvas, podendo ser localmente moderadas e fortes nas províncias de Tete, Zambézia e no norte das províncias de Manica e Sofala. Vento de sueste, fraco a moderado, soprando com rajadas moderadas, principalmente em Manica, Zambézia e Tete. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo tempo quente localmente muito quente. Céu pouco nublado. Vento de sueste rodando para nordeste em Maputo, fraco a moderado. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 36 24 Xai-Xai 31 24 Inhambane 31 23 Vilankulo 30 22 Beira 30 25 Chimoio 28 17 Tete 30 17 Quelimane 32 24 Nampula 31 24 Pemba 31 25 Lichinga 24 18    

Pergunta a Tina: é verdade que antes de atingir 10 dias depois do período não se contrai a ...

Tina, é verdade que antes de atingir 10 dias depois do período não se contrai a gravidez? Querida, quando se fala de menstruação, nada é matemático. 10 dias depois do período, se tiveres um ciclo menstrual regular de 28 dias. Mas, caso contrário,
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Pergunta a Tina: é verdade que antes de atingir 10 dias depois do período não se contrai a ...

Tina, é verdade que antes de atingir 10 dias depois do período não se contrai a gravidez? Querida, quando se fala de menstruação, nada é matemático. 10 dias depois do período, se tiveres um ciclo menstrual regular de 28 dias. Mas, caso contrário, 10 dias talvez já não seja correcto. É verdade que existe aquilo a que se chama período fértil, quando a probabilidade de engravidar é maior, que normalmente se inicia por volta de 10 dias depois do fluxo menstrual. Mas até pode acontecer que seja oito dias, ou 12, não é matemático. O uso da camisinha elimina essas preocupações, quando usada correcta e consistentemente. Cuida-te!

Xiconhoquices da semana: Amadores que praticam pesca ilegal; Fraude nos exames; Biliões gastos ...

Os nossos leitores elegeram as seguintes Xiconhoquices na semana finda: Amadores que praticam pesca ilegal Moçambicanos são uma espécie de humanos que precisa de ser estudada. Não fazem sentido a situação que se tem estado a verificar no sector da p
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Xiconhoquices da semana: Amadores que praticam pesca ilegal; Fraude nos exames; Biliões gastos ...

Os nossos leitores elegeram as seguintes Xiconhoquices na semana finda: Amadores que praticam pesca ilegal Moçambicanos são uma espécie de humanos que precisa de ser estudada. Não fazem sentido a situação que se tem estado a verificar no sector da pesca no país. Os próprios moçambicanos são os principais promotores da pesca ilegal que tem estado a devastar os recursos marítimos do nosso belo país. Aliás, os moçambicanos que detém empresas de pesca, além de pescarem fora de áreas e espécies que não tem autorização fazem, têm estado a fazer subdeclaração do que pescam e exportam. Todos os anos, são registados inúmeras infracções protagonizadas por empresas moçambicanas, lesando o Estado. a título de exemplo, no ano em curso foram realizadas mais de 700 inspecções em embarcações que resultaram 101 actuações de multa que no total somam 80 milhões de meticais. Este facto mostra o quão medíocre somos como cidadãos deste país. Fraude nos exames Não há dúvidas que o nosso sistema de ensino é uma vergonha de proporções alarmantes. E uma das situações que contribue para isso são as recorrentes fraudes nos exames nacionais. A título de exemplo, o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH) anulou o exame da segunda época da disciplina de Física da 12ª classe, na cidade de Maputo, devido a uma fraude. A avaliação tinha sido marcada para última segunda- feira, mas não foi realizada, porque chegou aos ouvidos da inspecção do MINEDH informações segundo as quais alunos, só na capital do país, já tinham a prova antes da sua realização. Essa situação mostra a podridão das nossas instituições de ensino, até porque não é a primeira vez que se anula um exame no nosso país. Não se pode construir um país com indivíduos que vendem e que compram exames. Que Xiconhoquice! Biliões gastos na SIMO Somos, definitivamente, um país sem agenda. Exemplo pardigmático disso é o facto de, depois de gastar mais de 1,8 bilião de meticais nos dois anteriores softwares comprados para a Sociedade Interbancária de Moçambique (SIMO), o Banco de Moçambique(BM) ter contratado a empresa norte-americana Euronet para a instalação de um novo sistema informático para os pagamentos electrónicos interbancários no nosso país. Ou seja, oito anos após a criação da instituição que era suposto disponibilizar um sistema electrónico de pagamentos moderno, seguro, fiável, integrado, inclusivo e de acesso universal, temos estado a assistir a um verdadeiro elefante branco que, ao innvés de trazer dividendos para o país, tem estado a criar prejuízos financeiros avultados. Certamente, por detrás dessa Xiconhoquice toda, há interesses pessoais de um punhado de indivíduos ligados ao partido no poder.

Polícia moçambicana diz que há movimentação desregrada de armas de fogo nas embaixadas

O comandante-geral da Polícia da República de Moçambique (PRM), Bernardino Rafael, disse, com alguma apreensão, que algumas empresas de segurança privada – não poucas – ao serviço de embaixadas, representações diplomáticas e outra instituiçõe
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Polícia moçambicana diz que há movimentação desregrada de armas de fogo nas embaixadas

O comandante-geral da Polícia da República de Moçambique (PRM), Bernardino Rafael, disse, com alguma apreensão, que algumas empresas de segurança privada – não poucas – ao serviço de embaixadas, representações diplomáticas e outra instituições no território moçambicano movimentam de armas de fogo e praticam manobras militares sem a anuência do Ministério do Interior (MINT). Ele apelou ao cumprimento das regras estabelecidas pelo Estado em relação a essa matéria. Segundo o general, há igualmente transporte de avultadas somas em dinheiro sem a devida comunicação às autoridade da lei e ordem para efeitos de garantia de segurança. “A circulação de armas obedece a regras” que não estão a ser “acatadas pelas empresas de segurança ao serviço” de embaixadas e representações diplomáticas no país, afirmou Bernardino Rafael, na semana passada, dirigindo-se aos gestores de segurança corporativa, que colaboram com as embaixadas, instituições de petróleo, gás, indústrias alimentares, sectores de mineração e bancas. “Não estraguem as nossas normas”, movimentando “forças de outros países” para efectuarem manobras militares no país e/ou em instituições que nele funcionam. “É proibido”, não só em Moçambique, mas também, em qualquer outra parte do mundo. De acordo com Bernardino Rafael, “todas as empresas de segurança privada” são obrigadas a informar à PRM quando pretendem transportar dinheiro dos bancos e de outras instituições, pois “há esquemas” montadas em conluio com presumíveis bandidos “para facilitar o roubo desse dinheiro.” Ainda segundo afirmou o comandante-geral, a corporação deve estar a par da operação para ajudar a encontrar a melhor “estratégia de transporte” de fundos e evitar assaltos. Num outro desenvolvimento, ele apelou às empresas de segurança privada para não faltarem vencimentos aos seus trabalhadores, porque se isso acontecer cria situações para que eles se envolvam em roubos de bens das instituições a que são afectos ou observam greves.

Acidentes de carros provocam 19 óbitos e dezenas de feridos nas estradas moçambicanas

Os acidentes de viação mataram pelo menos 19 pessoas, feriram outras 45, das quais 25 com gravidade, e causaram vários danos materiais, na semana finda, em algumas estradas do país, segundo o Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM).
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Acidentes de carros provocam 19 óbitos e dezenas de feridos nas estradas moçambicanas

Os acidentes de viação mataram pelo menos 19 pessoas, feriram outras 45, das quais 25 com gravidade, e causaram vários danos materiais, na semana finda, em algumas estradas do país, segundo o Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM). Ao todo foram registados 23 acidentes de viação e os atropelamentos continuam a tirar sono às autoridades que lidam com a matéria de segurança rodoviária, tendo, no período em alusão, provocado 12 vítimas. A Polícia indica que as causas dos sinistros foram o recorrente excesso de velocidade e a má travessia de peões. Durante a fiscalização, houve apreensão de 340 cartas de condução devido a várias irregularidades. Na mesma operação, nove indivíduos caíram nas mãos da PRM por suposta condução ilegal e outros 13 por alegada tentativa de suborno aos agentes da Polícia de Trânsito (PT).

BM relaxa um bocado política monetária mas 2018 finda com juros acima de 22 por cento e o ...

O Comité de Política Monetária(CPMO) do Banco de Moçambique relaxou um bocado a política monetária restritiva que tem estado a implementar desde 2016 porém o ano vai findar com as taxas de juro acima dos 22 por cento e o dólar ultrapassando os 61 meti
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BM relaxa um bocado política monetária mas 2018 finda com juros acima de 22 por cento e o ...

O Comité de Política Monetária(CPMO) do Banco de Moçambique relaxou um bocado a política monetária restritiva que tem estado a implementar desde 2016 porém o ano vai findar com as taxas de juro acima dos 22 por cento e o dólar ultrapassando os 61 meticais. Reunida pela última vez este ano o CPMO decidiu: “Reduzir em 75pb a taxa de juro de política monetária, taxa MIMO, para 14,25 por cento; Reduzir em 75pb a taxa de juro da Facilidade Permanente de Cedência de Liquidez (FPC), para 17,25 por cento; Reduzir em 75pb a taxa de juro da Facilidade Permanente de Depósitos (FPD), para 11,25 por cento; Manter o coeficiente de Reservas Obrigatórias para os passivos em moeda doméstica em 14 por cento; e Manter o coeficiente de Reservas Obrigatórias para os passivos em moeda estrangeira em 27 por cento.” No entanto o Banco de Moçambique, que ao contrário da prática não fez conferencia de imprensa para anunciar estas decisões, alerta que “O nível de actividade económica continua baixo” e que “A conta corrente da balança de pagamentos registou um agravamento”. Um alerta que mostra pouca evolução comparativamente a Dezembro de 2017 quando o banco central assinalou que “a actividade económica continua fraca” e ainda contrasta com o discurso optimista do Presidente Filipe Nyusi que chegou mesmo a anunciar “o início do pós-crise” em Moçambique. Estará a contribuir para a retração da economia o elevado custo do dinheiro que embora não esteja nos 30 por cento de há 12 meses as taxas de juro a retalho vai fechar o ano nos 22,79 por cento. Relativamente a conta corrente o BM refere que no terceiro trimestre de 2018 registou-se um aumento em 871 milhões de dólares norte-americanos, “a reflectir o crescimento, não só das importações de bens de consumo intermédio, como também dos pagamentos de serviços ao exterior, relacionados com a actividade dos grandes projectos”. Pouco animador para economia é também a depreciação do metical que fechou o ano de 2017 nos 59,36 meticais face ao dólar norte-americano mas vai terminar 2018 nos 61,48 meticais. A saber que semântica o Presidente da República vai usar na próxima semana quando for a Assembleia da República realizar o seu quarto Informe sobre o Estado da Nação.

@Verdade Editorial: Um aborto de país

Ainda seremos um pais onde dê gosto viver? Infelizmente, a resposta para já é negativa, sobretudo quando olhamos para as acções do Executivo de Nyusi nos últimos anos de mandato. Na verdade, a situação é conjuntural e perdura anos. Há 43 anos de Ind
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@Verdade Editorial: Um aborto de país

Ainda seremos um pais onde dê gosto viver? Infelizmente, a resposta para já é negativa, sobretudo quando olhamos para as acções do Executivo de Nyusi nos últimos anos de mandato. Na verdade, a situação é conjuntural e perdura anos. Há 43 anos de Independência Nacional temos vindo a assistir a um país totalmente à mercê de indivíduos sem escrúpulos cuja única lógica de governação é espoliar os cofres do Estado em benefício próprio. Infelizmente, devido às políticas insensatas do Governo da Frelimo, Moçambique encontra-se mergulhado numa tragédia sem precedentes, impotente, a volta do seu próprio umbigo e incapaz de se erguer sobre os seus próprios pés. O Plano Economico e Social (PES) e do Orçamento de Estado (OE) para 2019 que foram aprovados recentemente pela Assembleia da República (AR), ou seja pela bancada parlamentar da Frelimo, mostra, de forma clara e objectiva, que estamos a ser governados por um Executivo ao serviço das multinacionais. Relativamente ao ponto sobre a criação de novos empregos para os moçambicanos no ano de 2019, o Governo da Frelimo decidiu continuar a manter na miséria e na humilhação a esmagadora maioria da população moçambicana. Peremptoriamente, Executivo de Nyusi, através do seu lacaio, o primeiro- -ministro Carlos Agostinho do Rosário, admitiu, durante defesa do PES e OE, que os milhões de novos empregos que o Governo está a criar nos sectores da agricultura e infra-estruturas são precários. Um Governo que se preze e respeita o seu povo deveria envergonhar- -se de criar empregos precários para a sua população, justificando que o mais importante é o trabalho e depois deve-se exigir ao Estado para criar condições. Diante desse tipo de pensamento, não temos dúvidas do país que seremos. É evidente que seremos um país mais medíocre do que já somos. O Estado tem a obrigação de criar condições para o seu povo. É deveras lamentável quando o povo confia o seu voto a uma corja de indivíduos que nem sequer se preocupa com o bem-estar e a dignidade dos seus eleitores, pelo contrário, tudo faz para a sua opulência seja cada vez maior e mais insolente. Aliás, o povo que o elegeu fica de mãos a abanar e quase sempre anestesiados com promessas contínuas de um futuro melhor e de múltiplas outras iniciativas infundadas, com o objectivo de torná-lo cada vez mais manso.

Juízes do Constitucional querem mais mordomias adequadas à sua “dignidade” acrescidas aos ...

Os sete Juízes Conselheiros do Conselho Constitucional(CC), que auferem salários base acima de 200 mil meticais aos quais acrescem bónus e as mordomias de membros de órgãos de soberania, pretendem incluir na sua Lei Orgânica remunerações mensais que s
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Juízes do Constitucional querem mais mordomias adequadas à sua “dignidade” acrescidas aos ...

Os sete Juízes Conselheiros do Conselho Constitucional(CC), que auferem salários base acima de 200 mil meticais aos quais acrescem bónus e as mordomias de membros de órgãos de soberania, pretendem incluir na sua Lei Orgânica remunerações mensais que sejam mais “adequados à dignidade”. O @Verdade apurou que para 2019 o Orçamento de Estado prevê que Hermenegildo Gamito e os seus pares possam embolsar pelo menos 400 mil meticais por mês. Enquanto a maioria dos moçambicanos nem sequer consegue obter um emprego com contrato de trabalho, e os poucos que os têm de usar a criatividade para adquirir os alimentos básicos para a sua sobrevivência, os Juízes Hermenegildo Gamito, Lúcia da Luz Ribeiro, João André Ubisse Guenha, Manuel Henrique Franque, Domingos Hermínio Cintura, Mateus da Cecília Feniasse Saize e Ozias Pondja submeteram à Assembleia da República um pedido de revisão da sua Lei Orgânica para fundamentalmente incluir nela os seus salários chorudos acrescidos de regalias e mordomias. “O Estado garante uma remuneração mensal, sob forma de salário base, subsídios e abonos adequados à dignidade e exclusividade no exercício da função” pode-se ler no artigo que pretendem incluir na Lei Orgânica ao qual se junta uma outra disposição para aumentar ainda mais os salários já elevados. “Na data em que perfizer dois anos e meio, sete e doze anos de serviço efectivo, o Juiz Conselheiro do Conselho Constitucional recebe diuturnidade especial correspondente a vinte por cento do vencimento líquido”, que o @Verdade apurou rondam os 300 mil meticais mensais. O novo artigo que ressalva, “as diuturnidades referidas no número anterior consideram-se, para todos os efeitos, sucessivamente incorporadas no vencimento e dispensa o visto prévio do Tribunal Administrativo”. A actual lei orgânica define que os Juízes Conselheiros do Conselho Constitucional gozam, em geral das honras, regalias e precedências próprias de membros de um órgão central de soberania as quais juntam-se “assistência médica gratuita para si, cônjuge, familiares a seu cargo; viatura protocolar; passaporte diplomático para si e seu cônjuge; subsídio de representação; passagem em primeira classe.” Na proposta assinada pelo presidente do CC, submetida à “casa do povo” no passado dia 16 de Outubro, os Juízes querem passar a ter “Residência condigna, devidamente mobilada, afecta pelo Estado ou, na sua falta, subsídio de renda de casa” e, caso residam em casa própria um “Subsídio de compensação”. Verba para salários dos Juízes em 2019 equipara-se a toda dotação do Hospital Geral da Polana Caniço Desejam ainda passar a receber subsídio de férias correspondente ao seu salário base, um subsídio de instalação no início do mandato, um subsídio de exclusividade e de risco e ainda seguro de vida e de incapacidade. À “assistência médica gratuita” os Juízes do CC querem incluir também os medicamentos, que quase sempre faltam quando o povo deles necessita. Indiferentes à falta de transporte que obriga os moçambicanos a viajarem como gado o Gamito e companhia pretendem juntar ao Mercedes protocolar uma viatura de afectação pessoal. Ademais, e embora exercendo cargos que não são vitalícios, os Juízes do CC querem garantir que mesmo que trabalhem apenas um mandato de cinco anos quando deixarem os postos continuem a auferir todo o salário incluindo os aumentos especial, subsídios actualizados, possam continuar a trocar de carros de alta cilindrada pegos pelo erário a cada cinco anos e ainda pretendem que a sua Lei Orgânica inclua uma pensão de sobrevivência correspondente a 100 por cento do vencimento base, a que têm direito o cônjuge e os herdeiros sobrevivos. Analisando os Orçamentos do Estado o @Verdade apurou que nos últimos anos a remuneração dos Juízes Conselheiros representou pouco mais de um terço de toda verba alocada ao Conselho Constitucional. Em 2016 foram 26.639.240 meticais, em 2017 baixou para 25.790.720 meticais e este ano voltou a aumentar para 26.166.060 meticais o que permite concluir que cada um dos sete venerandos embolsou pouco mais de 300 mil meticais por cada mês de trabalho. Entretanto para 2019 foram inscritos 34.982.580 meticais para os salários dos Juízes, tanto quando foi alocado este ano para o funcionamento do Hospital Geral da Polana Caniço. Com este aumento da verba salarial Hermenegildo Gamito e os seus pares deverão levar para casa pelo menos 400 mil meticais em cada mês do próximo ano.

Continuação de aguaceiros no Centro e Norte nesta 6ªfeira; 30º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta sexta-feira(14) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu geralmente muito nublado. Continuação de ocorrência de aguaceiros em regime fraco a
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Continuação de aguaceiros no Centro e Norte nesta 6ªfeira; 30º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta sexta-feira(14) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu geralmente muito nublado. Continuação de ocorrência de aguaceiros em regime fraco a moderado e chuvas fracas a moderadas localmente fortes, acompanhadas por vezes de trovoadas. Vento de nordeste a sueste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas moderadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu geralmente muito nublado. Continuação de aguaceiros acompanhados de trovoadas e chuvas, podendo ser localmente moderadas e fortes nas províncias de Tete, Zambézia e no norte das províncias de Manica e Sofala. Vento de noroeste a sueste fraco a moderado, soprando com rajadas moderadas. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado passando a muito nublado em Maputo. Possibilidade de chuvas em Maputo. Vento nordeste a sueste, fraco a moderado soprando por vezes com rajadas na faixa costeira. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 30 21 Xai-Xai 29 22 Inhambane 30 22 Vilankulo 30 22 Beira 29 22 Chimoio 28 18 Tete 29 23 Quelimane 31 24 Nampula 32 21 Pemba 32 25 Lichinga 25 16    

Mulher encontrada sem vida no fundo de uma mala na Matola

Uma mulher de pouca idade foi encontrada morta no interior de uma mala de madeira numa casa que arrendava no bairro Acordos de Lusaka, na cidade da Matola. As autoridades policiais suspeitam do namorado da vítima, ora em lugar desconhecido, e estão no seu e
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Mulher encontrada sem vida no fundo de uma mala na Matola

Uma mulher de pouca idade foi encontrada morta no interior de uma mala de madeira numa casa que arrendava no bairro Acordos de Lusaka, na cidade da Matola. As autoridades policiais suspeitam do namorado da vítima, ora em lugar desconhecido, e estão no seu encalço. A malograda, de 36 anos de idade, foi vista pela última vez, com vida, pelos vizinhos, na quinta-feira da semana passada, apurou o @Verdade. Porém, ninguém sabe ao certo em que dia o homicídio aconteceu. Ninguém ouviu gritos nem movimentos estranhos na habitação da mulher em causa. Contudo, uma pessoa próxima a ela disse que o casal não vivia uma relação saudável. Depois do assassinato, o cadáver foi atirado no fundo de uma mala e coberto com roupa. O cheiro nauseabundo do corpo em decomposição progressiva infestou a zona, mas ninguém sabia qual era a causa nem de que lado se fazia sentir. A vizinhança começou a fazer buscas intensas por uma coisa que causava um odor forte pelo bairro, até que um dos vizinhos lembrou que a mulher ora morta não dava nas vistas há dias. As buscas pela residência revelam o pior e o companheiro sumiu com quase todos os pertences da vítima. Comunicada a Polícia da República de Moçambique (PRM), na Matola, fez o trabalho que lhe compete e agora trabalha para localizar o suspeito.

Gerais 2019: Recenseamento entre Abril e Maio próximos

O recenseamento eleitoral de raiz para eleições presidenciais, legislativas e das assembleias provinciais, agendadas para 15 de Outubro de 2019, decorrerá de 01 de Abril a 15 de Maio próximos, nos distritos sem autarquias locais. De 16 de Abril a 15 de Ma
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Gerais 2019: Recenseamento entre Abril e Maio próximos

O recenseamento eleitoral de raiz para eleições presidenciais, legislativas e das assembleias provinciais, agendadas para 15 de Outubro de 2019, decorrerá de 01 de Abril a 15 de Maio próximos, nos distritos sem autarquias locais. De 16 de Abril a 15 de Maio, haverá actualização do mesmo processo nos distritos municipais e, simultaneamente, no estrangeiro, disse o Governo, na terça-feira (11). A Comissão Nacional de Eleições (CNE) tinha proposto ao Governo que o censo eleitoral teria lugar de 04 de Março a 02 de Maio de 2019, no território moçambicano, e de 03 de Abril a 02 de Maio do mesmo ano, no estrangeiro. De acordo com o decreto do Conselho de Ministros, no estrangeiro, o recenseamento eleitoral terá lugar no círculo eleitoral da Europa e do resto do mundo. Na Europa será em Portugal e na Alemanha. Em África será no eSwatini, na África do Sul, no Lesoto, no Botswana, no Malawi, na Tanzânia, na Zâmbia, no Zimbabwe e no Quénia. Refira-se que o calendário eleitoral divulgado pela CNE, há meses, indica que a actualização dos locais de constituição e funcionamento dos postos de recenseamento eleitoral iniciou em Julho passado e termina no dia 01 de Fevereiro de 2019. A inscrição de partidos políticos, coligações de partidos políticos e grupo de cidadãos eleitores proponentes, manifestando interesse em participar nas eleições gerais terá lugar de 20 de Maio a 03 de Junho de 2019. As candidaturas a presidente da república e para a eleição dos deputados da Assembleia da República (AR) e a membros das assembleias provinciais acontecerão de 08 de Junho a 06 de Agosto, no Conselho Constitucional (CC).

Zambézia e Sofala com maior volume de madeira comercial em Moçambique

O Inventário Florestal Nacional deste ano revela que as províncias da Zambézia e Sofala continuam a ser as que têm maior volume de árvores das espécies comerciais que já alcançaram o volume comercial de madeira em Moçambique. O documento, a que o
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Zambézia e Sofala com maior volume de madeira comercial em Moçambique

O Inventário Florestal Nacional deste ano revela que as províncias da Zambézia e Sofala continuam a ser as que têm maior volume de árvores das espécies comerciais que já alcançaram o volume comercial de madeira em Moçambique. O documento, a que o @Verdade teve acesso, indica que na Zambézia existem 24,29 metros cúbicos de madeira por hectare que permitem um corte anual de 948.526 metros cúbicos. Em Sofala existem 20,93 metros cúbicos de madeira por hectare possibilitando um corte anual de 270.425 metros cúbicos de madeira. Já a província de Cabo Delgado, apesar do seu menor volume comercial de madeira disponível por unidade de área, é a terceira com maior disponibilidade de corte anula, 202.844 metros cúbicos, como resultado da sua vasta área produtiva. A província de Gaza é aquela que tem o pior volume de madeira comercial disponível por hectare, apenas 1,02, no entanto Maputo é província com a menor disponibilidade de árvores que podem ser cortadas, apenas 1.972 metros cúbicos por ano.

TV Cabo condenada por fuga ao fisco em Moçambique

A TV Cabo Moçambique Limitada perdeu o segundo recurso que intentou ao Tribunal Administrativo, relativamente a uma condenação por fuga ao fisco, e terá de pagar pouco mais de 2,4 milhões de meticais ao erário nacional. No exercício fiscal de 2002
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TV Cabo condenada por fuga ao fisco em Moçambique

A TV Cabo Moçambique Limitada perdeu o segundo recurso que intentou ao Tribunal Administrativo, relativamente a uma condenação por fuga ao fisco, e terá de pagar pouco mais de 2,4 milhões de meticais ao erário nacional. No exercício fiscal de 2002 a empresa de televisão por cabo, onde o Estado moçambicano é accionista com 50 por cento através das Telecomunicações de Moçambique, declarou nas suas contas ter pago 11.247.836.230 meticais da antiga família a empresas estrangeiras, sediadas em Portugal, a título de assistência técnica à gestão que não estariam sujeitos a imposto e ao abrigo da Convenção existente entre o nosso país e o aquele país europeu para evitar a dupla tributação. No entanto o entendimento do fisco moçambicano não foi esse e , através da Repartição Especial de Maputo, a TV Cabo Moçambique foi notificada a pagar 1.124.783.623 meticais da antiga família a título de Contribuição Industrial – Taxa Liberatória, devida pelo pagamento de royalties a entidades residentes em Portugal. O @Verdade apurou que a empresa de televisão por cabo, que é também detida pelo o grupo português Visabeira, não concordando com o fisco moçambicano recorreu da decisão contudo viu o Juiz da 1ª Instância do Contencioso das Contribuições e Impostos da Repartição de Finanças de Maputo negar-lhe provimento pois entendeu que, ao abrigo da Convenção entre a República de Moçambique e a República Portuguesa , para evitar a dupla tributação em sede de impostos sobre o rendimento, “deveria a TV Cabo Moçambique ter pago o valor de 1.224.783.623 meticais (da antiga família), por falta de retenção na fonte das royalties pagas a entidades residentes em Portugal e, ainda, o pagamento de multa no montante igual ao do imposto”. Inconformada com a decisão a TV Cabo Moçambique recorreu, em 2011, ao Tribunal Administrativo(TA) argumentando a sua discordância no tocante à base para a fixação da matéria colectável, que deu origem ao Processo Fiscal 120/2003. Porém a 2ª Secção do TA confirmou o despacho proferido pelo Juiz da 1ª Instância do Contencioso das Contribuições e Impostos da Repartição de Finanças Especial de Maputo. “Assistência técnica consiste no fornecimento de know-how e não consubstancia lucros das empresas” A empresa de televisão por cabo recorreu novamente, para o Plenário dos Juízes Conselheiros do Tribunal Administrativo, que através do Acórdão nº47/2018, a que o @Verdade teve acesso, decidiu “em negar provimento ao recurso interposto pela TV Cabo Moçambique” e reconfirmaram o despacho do Juiz da 1ª Instância. “Relativamente ao facto de a apelante contestar a natureza dos rendimentos que serviram de base para a fixação da matéria colectável, pela Autoridade Tributária, alegadamente por aqueles rendimentos não estarem sujeitos à tributação por retenção na fonte(por não se tratar-se royalties), o argumento não procede, uma vez que se extrai do conceito de royalties, constante do nº 3 do artigo 12 da Convenção, parte final, que os pagamentos feitos a título de remuneração por assessoria consubstanciam royalties. Com efeito, a assistência técnica consiste no fornecimento de know-how e não consubstancia lucros das empresas”, pode-se ler no Acórdão nº47/2018. O @Verdade contactou a empresa para ouvir o seu posicionamento relativamente a esta terceira condenação mas a direcção da TV Cabo Moçambique abdicou do seu direito ao contraditório.

“Memorando Sobre Assuntos Militares” entre o Governo e a Renamo começa a emperrar e já ...

O maior partido da oposição em Moçambique, a Renamo, está arrepiado por conta da nomeação interina de três oficiais generais seus pelo Ministério da Defesa Nacional (MDN), para as funções de directores dos departamentos de Operações, de Informaç
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“Memorando Sobre Assuntos Militares” entre o Governo e a Renamo começa a emperrar e já ...

O maior partido da oposição em Moçambique, a Renamo, está arrepiado por conta da nomeação interina de três oficiais generais seus pelo Ministério da Defesa Nacional (MDN), para as funções de directores dos departamentos de Operações, de Informações Militares e de Comunicações. Diz que o acto constituiu uma violação “do espírito e da letra” do “Memorando de Entendimento Sobre Assuntos Militares”, assinado com o Governo a 06 de Agosto deste ano. O ministro da Defesa Nacional, Atanásio M’tumuke, mandou veicular, na terça-feira (11), um comunicado cujos indicados para os departamentos acima referidos eram o Brigadeiro Xavier António, o Comodoro Inácio Luís Vaz e o Brigadeiro Araújo Andeiro Maciacona. Em menos de 24 horas, a Renamo chamou a imprensa para reagir dizendo que o memorando rubricado pelo seu coordenador interino, Ossufo Momade, e o Presidente da República, Filipe Nyusi, “não prevê nomeações provisórias”, mas sim, definitivas. Os três oficiais ora nomeados, segundo o porta-voz daquele partido, José Manteigas, fazem parte de uma lista de “14 oficiais superiores e generais para dirigirem três departamentos do Estado-Maior General, uma brigada, dois batalhões independentes, quatro repartições do Exército, dois Estados-Maiores de Brigadas e dois batalhões independentes.” O que o ministro da Defesa Nacional fez, por instruções do Chefe do Estado, não passa de uma “solução paliativa e temporária” encontrada unilateralmente pelo Executivo, disse o deputado parlamentar e político. Na óptica do seu partido, a posição tomada por Atanásio M’tumuke pode culminar com uma “paz e reconciliação precárias, o que pode ditar a continuação da instabilidade no nosso país”. A Renamo apela ao Governo e ao Presidente da República para “cumprirem escrupulosamente” o “Memorando de Entendimento Sobre Assuntos Militares”, e “reverter com urgência as nomeações interinas em efectivas”, afirmou José Manteigas, reiterando que eles devem “ser fiéis à sua palavra.” Na semana finda, Filipe Nyusi, mostrou-se arreliado com a alegada demora da “perdiz” em apresentar a lista completa dos seus homens residuais para efeitos de desmilitarização, desmobilização e reintegração. Apelou à urgência nessa matéria. Na ocasião, o Chefe do Estado disse que iria dar instruções ao MDN para preencher interinamente as vagas livres, que já deviam ter sido ocupadas pelos oficias da Renamo. “Isso vai acontecer enquanto esperamos pela lista definitiva” deste partido. O @Verdade perguntou a José Manteigas de que lista se está a falar, afinal, tendo respondido que apenas Nyusi poderia esclarecer o assunto, porque desde que o Governo recebeu a lista dos 14 oficiais superiores e generais, as nomeações não conheceram avanços. Neste contexto, não se pode esperar que gaja apresentação “da lista dos homens residuais da Renamo, enquanto a outra lista não andou (...)”, declarou Manteigas. Refira-se que o processo de Desarmamento, Desmobilização e à Reintegração (DDR) deverá durar 210 dias (sete meses), segundo o cronograma apresentado pelo Governo.

Chuvas moderadas a fortes e trovoadas em Tete, Zambézia, Nampula, Cabo Delgado e Niassa; 31º ...

O Instituto Nacional de Meteorologia(INAM) prevê a ocorrência de chuvas moderadas (30 a 50 milímetros em 24 horas), localmente fortes (mais de 50 milímetros em 24 horas), acompanhadas de trovoadas severas e ventos com rajadas nos distritos de Mutarara,
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Chuvas moderadas a fortes e trovoadas em Tete, Zambézia, Nampula, Cabo Delgado e Niassa; 31º ...

O Instituto Nacional de Meteorologia(INAM) prevê a ocorrência de chuvas moderadas (30 a 50 milímetros em 24 horas), localmente fortes (mais de 50 milímetros em 24 horas), acompanhadas de trovoadas severas e ventos com rajadas nos distritos de Mutarara, Moatize, Tsangano, Angónia e Chifunde, Macanga, Chiúta, Changara e Cidade de Tete(na Província de Tete); no distritos de Mocuba, Morrumbala, Lugela, Namarrói, Milange, Gurué, Alto Molocué, Nicoadala e cidade de Quelimane(na Província de Zambézia); nos distritos de Malema, Lalaua, Ribaué, Murrupula, Mecubúri, Rapale, Meconta, Muecate e cidade de Nampula(na Província de Nampula); nos distritos do Lago, Sanga, Cuamba, Muembe, Mecanhelas, Madimba, Ngauma, Majune, Maúia, Metarica, Mavago, Mecula, Marrupa, Nipepe e cidade de Lichinga(na Província de Niassa); e ainda nos distritos de Mueda, Montepuez, Balama, Namuno, Meluco, Nangade, Mocímboa da praia e Palma(na Província de Cabo Delgado) até esta quinta-feira(13). Entretanto para as províncias de Inhambane, Gaza e Maputo o INAM prevê céu pouco nublado localmente nublado. Possibilidade de chuvas fracas locais. Vento nordeste a sueste, fraco a moderado soprando por vezes com rajadas na faixa costeira de Maputo e no interior de Gaza. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 31 20 Xai-Xai 32 19 Inhambane 31 23 Vilankulo 30 22 Beira 30 24 Chimoio 30 18 Tete 33 22 Quelimane 32 24 Nampula 31 22 Pemba 33 26 Lichinga 26 17  

União Europeia garante apoio à DDR do homens da Renamo e à realização das eleições de 2019

A União Europeia (UE) assegurou, na terça-feira (11), em Maputo, o apoio financeiro ao Desarmamento, à Desmobilização e à Reintegração (DDR) dos homens residuais da Renamo, processo que segundo o “Memorando de Entendimento Sobre Assuntos Militares
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União Europeia garante apoio à DDR do homens da Renamo e à realização das eleições de 2019

A União Europeia (UE) assegurou, na terça-feira (11), em Maputo, o apoio financeiro ao Desarmamento, à Desmobilização e à Reintegração (DDR) dos homens residuais da Renamo, processo que segundo o “Memorando de Entendimento Sobre Assuntos Militares”, assinado pelo Governo e pela Renamo, deverá levar 210 dias (sete meses), contados a partir de 06 de Outubro passado, data em que o Presidente da República, Filipe Nyusi, anunciou o seu início. A UE faz parte do grupo de contacto para o processo de paz em Moçambique. Após ser recebido pela presidente da Assembleia da República (AR), Verónica Macamo, o embaixador daquela organismo acreditado no país, António Sanches-Benedito Gaspar, disse à imprensa que está a mobilizar 50 milhões de euros para fazer face ao DDR. Contudo, na semana finda, Filipe Nyusi, mostrou-se agastado com a demora da Renamo em apresentar a lista completa dos seus oficiais para efeitos de desmilitarização, desmobilização e reintegração. Na sequência, ele apelou àquela formação política para apresentar ao Governo, com urgência possível, a lista em questão. Os apelos do Chefe do Estado surge dias depois de, em finais de Novembro passado, o porta-voz da Renamo, José Manteigas, ter dito à imprensa, à margem do Conselho Nacional, em Gorongosa, que apenas 14 oficiais foram integrados nos ramos de Defesa e Segurança, há algum tempo. Depois disso, não houve mais nada (...). O político falava num tom de reclamação, que sugeria que o Executivo estaria a ser lento na satisfação das exigências da “perdiz” relativamente à matéria em alusão. Nyusi disse, a partir da província de Nampula, onde orientava uma cerimónia de graduação de estudantes finalistas na Academia Militar Marechal Samora Machel, que iria dar instruções ao Ministério da Defesa Nacional (MDN) para preencher provisoriamente as vagas livres, que já deviam ter sido ocupadas pelos oficias da Renamo. “Isso vai acontecer enquanto esperamos pela lista definitiva” deste partido. Após o encontro que durou pelo menos uma hora, com o embaixador da UE, Verónica Macamo considerou que o apoio desta organização à DDR “é muito porque não é possível” pretender desmobilizar pessoas sem pensar no futuro das mesmas e como serão reintegradas na sociedade. António Gaspar, declarou que o encontro serviu para discutir vários assuntos, dos quais a forma de a sua instituição “ser mais eficaz” no apoio ao Parlamento moçambicano na governação e consolidação do sistema democrático. O encontro serviu igualmente para falar das eleições autárquicas que tiveram lugar no dia 10 de Outubro e das gerais marcadas para 15 de Outubro de 2019. “Na Europa, também teremos eleições em Maio” próximo, por isso, a discussão estendeu às formas como “podemos trocar experiências” em tornos desses processos eleitorais. A UE vai ainda mobilizar fundos no sentido de apoiar as acções de capacitação e aprovação da legislação que for necessária no contexto das eleições gerais.

Deve-se evitar excessos alimentares e bebidas alcoólicas na quadra festiva, segundo o MISAU

O Ministério da Saúde (MISAU) apela aos cidadãos para que prestem bastante atenção no prazo de validade dos alimentos que consumirem durante a quadra festiva, evitem excessos de comidas gordurosas, com muito sal, açúcar e o consumo de bebidas alcoólic
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Deve-se evitar excessos alimentares e bebidas alcoólicas na quadra festiva, segundo o MISAU

O Ministério da Saúde (MISAU) apela aos cidadãos para que prestem bastante atenção no prazo de validade dos alimentos que consumirem durante a quadra festiva, evitem excessos de comidas gordurosas, com muito sal, açúcar e o consumo de bebidas alcoólicas deve ser rigorosamente moderado. A directora nacional-adjunta para a área de assistência médica, Helenia Amade, disse que os dias festa devem ser considerados como tal e não para causar desmandos, principalmente por conta do consumo de bebidas alcoólicas. Deve prevalecer o bom senso nas pessoas. Falando esta terça-feira (11), em Maputo, numa conferência de imprensa que visava dar a conhecer o grau de preparação dos hospitais nacionais para esta quadra festiva, a fonte considerou que se a sociedade não “tomar as medidas prevenção” não existe preparação que surta os efeitos desejados. Para o MISAU, as escalas de trabalho em diferentes unidades sanitárias, para a quadra festiva, iniciam no dia 20 de Dezembro em curso e só cessam a 05 de Janeiro próximo. Helenia Amade, que também e ginecologista e obstetra, insistiu na necessidade de se evitar o consumo do álcool porque, segundo justificou, tem várias consequências negativas nas famílias e na sociedade em geral. Uma delas é a violação de crianças e mulheres e a outra é a sinistralidade rodoviária e, por conseguinte, mortes e traumas. Na quadra festiva passada, “as crianças de zero a 14 anos de idade foram as maiores vítimas de violação sexual devido ao consumo abusivo do álcool”, afirmou a fonte, ajuntando que a violência doméstica é outra consequência perniciosa, cujos efeitos são também devastadores para as famílias. Em todos os hospitais do país, os hospitais dispõem de 1.700 unidades de sangue. “Não estamos satisfeitos com esta quantidade e gostaríamos de ter mais, mas o que existe é aceitável (...) para que possamos trabalhar”. Num outro desenvolvimento, Helenia lembrou que o uso de objectos pirotécnicos, vulgos paixões, deve ser feito por pessoas preparadas para o efeito, porque são extremamente perigosos. Podendo causar incêndios, amputação dos membros inferiores ou superiores, entre outros danos humanos.

Nomeados directores interinos para cargos que a Renamo demora ocupar no Ministério da Defesa ...

O ministro da Defesa Nacional, Atanásio M’tumuke, nomeou os oficiais generais Brigadeiro Xavier António, Comodoro Inácio Luís Vaz e Brigadeiro Araújo Andeiro Maciacona, para exercerem, interinamente, as funções de diretores dos departamentos de Oper
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Nomeados directores interinos para cargos que a Renamo demora ocupar no Ministério da Defesa ...

O ministro da Defesa Nacional, Atanásio M’tumuke, nomeou os oficiais generais Brigadeiro Xavier António, Comodoro Inácio Luís Vaz e Brigadeiro Araújo Andeiro Maciacona, para exercerem, interinamente, as funções de diretores dos departamentos de Operações, de Informações Militares e de Comunicações, respectivamente. As nomeações resultam dos consensos alcançados entre o Presidente da República, Filipe Nyusi, e o coordenador da Renamo, o tenente-general (na Reserva) Ossufo Momade, “no âmbito do diálogo político para o alcance da paz efectiva, concórdia, reconciliação nacional e o fortalecimento da democracia e desencadeiam o processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração dos homens da Renamo (DDR), lê-se num comunicado enviado ao @Verdade, na noite de terça-feira (11). As nomeações acontecem poucos dias depois de Filipe Nyusi ter dito que iria dar instruções ao Ministério da Defesa Nacional (MDN) para preencher, provisoriamente, as vagas livres, que já deviam ter sido ocupadas pelos oficias da Renamo. “Isso vai acontecer enquanto esperamos pela lista definitiva da Renamo”, disse Nyusi, em Nampula, queixando-se da demora da Renamo em apresentar a lista completa dos seus oficiais para a desmilitarização, desmobilização e reintegração.

Época chuvosa já fez 13 mortos em Moçambique

Pelo menos 13 pessoas morreram em consequência das chuvas fortes que têm se registado no Centro e Norte de Moçambique desde Outubro passado, as descargas de raios atmosféricos continuam a ser a principal causa dos óbitos. A primeira vítima aconteceu
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Época chuvosa já fez 13 mortos em Moçambique

Pelo menos 13 pessoas morreram em consequência das chuvas fortes que têm se registado no Centro e Norte de Moçambique desde Outubro passado, as descargas de raios atmosféricos continuam a ser a principal causa dos óbitos. A primeira vítima aconteceu a 22 de Outubro no distrito de Macossa, na província de Manica. De acordo com o Instituto Nacional de Gestão de Calamidades(INGC), devido as chuvas fortes acompanhadas de trovoadas, a 22 de Novembro seis pessoas morreram na província do Niassa, todas vitimas por descargas atmosféricas. Já na província de Tete, a 25 de Novembro, três cidadãos morreram afogados. O mau tempo que vem fustigando a província da Zambézia desde a semana passada causou, no passado dia 9, a morte a três cidadãos que foram atingidos por descargas de raios atmosféricos. Sendo a principal causa de mortes directamente relacionadas com a época chuvosa importa recordar que caso o leitor esteja num campo aberto a caminhar durante uma tempestade transforma-se num alvo fácil de raios atmosféricos. As árvores isoladas não são recomendáveis e é preciso evitar o contacto com objectos metálicos e lugares com água. O INGC recomenda que na falta de um abrigo seguro é recomendável deitar-se no chão ou agachar-se para que o seu corpo não seja o ponto mais alto na área. Mesmo que esteja numa zona urbana é preciso ter o cuidado para não usar as torneiras ou chuveiros durante as tempestades, afaste-se das tomadas eléctricas e não use o telemóvel, pois são condutores e podem originar choques eléctricos. Caso o leitor esteja a conduzir durante chuva e descargas atmosféricas não saia da viatura, pois os carros estão preparados para repelir os raios, no entanto é preciso ter cuidado para não segurar nas partes metálicas.

Governo pondera aumentar ainda mais custo para pescar em Moçambique

O ministro do Mar, Águas Interiores e Pescas anunciou que o Governo pondera rever em alta as taxas de direitos de pesca, introduzidos em 2017. “Vamos continuar a ajustar de modo a que atinjamos a meta mínima de 5 por cento do royalties sobre o valor comer
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Governo pondera aumentar ainda mais custo para pescar em Moçambique

O ministro do Mar, Águas Interiores e Pescas anunciou que o Governo pondera rever em alta as taxas de direitos de pesca, introduzidos em 2017. “Vamos continuar a ajustar de modo a que atinjamos a meta mínima de 5 por cento do royalties sobre o valor comercial das capturas feitas anualmente” afirmou Agostinho Mondlane. O @Verdade apurou que essas taxas, somadas a revisão das licenças que vigoravam há 13 anos, aumentaram 171 por cento as receitas do sector em menos de um ano. Os armadores e empresários do sector reclamam em surdina. Na primeira conferência de imprensa que concedeu, na passada sexta-feira(07), o ministro Mondlane revelou que quando assumiu o cargo: “A contribuição no sector das pescas correspondia a cerca de 1 por cento das capturas totais anuais e sentimos que estávamos a cobrar taxas abaixo daquilo que é a prática internacional que é de pelo menos 5 por cento do royalties para o dono dos recursos que é o Estado e nós estávamos abaixo de 1 por cento”. “Nesse período desencadeamos a revisão das taxas cobradas pelas licenças de pesca tanto no mar como em água interiores, abrangendo os pescadores semi-industriais, industriais e os artesanais e isto levou que as receitas arrecadas para o Estado crescessem em cerca de 171 por cento, mais do que triplicaram em relação ao que cobrávamos em 2015” detalhou o governante. O @Verdade apurou que o Executivo tenha introduzido uma nova Lei das Pescas, em finais de 2013, a mesma nunca chegou a ser regulamentada, até ao ano passado quando foi aprovado, a 21 de Novembro pelo Conselho de Ministro, o Regulamento de Concessão de Direitos de Pesca e Licenciamento da Pesca. A nova legislação, que entrou em vigor a 29 de Dezembro de 2017 através da publicação em Boletim da República, deixou os empresários da pesca industrial e sem-industrial “à beira de uma ataque de nervos”, soube o @Verdade, pois introduziu no seu Artigo 43 taxas a serem pagas pelo direito de pescar em Moçambique e que foram estabelecidas tendo em conta o valor de mercado das espécies; o volume das capturas previstas e o rendimento das artes de pesca utilizadas; as zonas de pesca e o tipo de embarcação utilizada; e até mesmo os eventuais danos ambientais que resultem do exercício da actividade. Para a pesca industrial as novas taxas variam entre os 35.492,40 meticais, para a pescaria de comarte de arrasto em parelha na zona A, e os 14.400.000 meticais, para a pescaria de atum com arte de cerco com embarcações de porto no estrangeiro. Já os armadores semi-industriais passaram a ter de pagar direitos que variam entre 22.182,75 meticais, como taxa anual para pescaria de peixes pequenos pelágicos com arte de rede de arrasto, e 1.897.912,50 meticais, pelo direito de pesca da Kapenta. Agostinho Mondlane declarou ainda a jornalistas que é intenção do Governo “continuar a ajustar de modo a que atinjamos a meta mínima de 5 por cento do royalties sobre o valor comercial das capturas feitas anualmente”. Licenças não eram revistas há 13 anos Adicionalmente o Governo reviu em alta as taxas de licenças de pesca que estavam em vigor desde de 2004, e cujo Diploma ainda indicava os montantes em meticais da antiga família. Pescar o nosso famoso camarão custava aos armadores industriais somente uma taxa anual de 10.300 meticais (10.300.000 meticais da antiga família) e foi revista para 31.340 meticais. A gamba moçambicana era pescada por 3.100 meticais(3.100.000 meticais da antiga família) a taxa foi revista para 6.367 meticais. A pescaria da lagosta era taxa anualmente em 6.400 meticais(6.400.000 meticais da antiga família) foi agravada para 13.145 meticais e não estava sequer prevista a pesca da lagosta com arte de gaiolas. Outras pescarias também não estavam regulamentadas como a pesca do tubarão, do caranguejo de profundidade com arte de gaiolas.   Actividade artesanal não paga taxa de direito de pesca A pesca semi-industrial do camarão de superfície apenas estava regulamentada para a foz do rio Limpopo 100 mil meticais anuais (100.000.000 meticais da antiga família) foi reajustada para 148.147 meticais e introduzida taxa para pescaria no Banco de Sofala que custa 158.147 meticais. A pesca com linha de mão custava 2.100 meticais(2.100.000 meticais da antiga família) a Sul do Save e 1.800 meticais(1.800.000 meticais da antiga família)à Norte do Save, as taxas foram revistas para 110.908 e 96.531 meticais, respectivamente. A licença para a pesca da Kapenta na Albufeira de Cahora Bassa custava somente 22.900 meticais(22.900.000 meticais da antiga família), foi agravada para 100 mil meticais. A pesca artesanal, que corresponde a 92 por cnto de toda produção de pescado em Moçambique, não é condicionada à taxa de direito de pesca mas teve o custo das licenças reajustado, por também datavam de 10 de Novembro de 2004.  

Após gastar 1,8 bilião Governador do Banco de Moçambique reza pelo novo software da SIMO... ...

Depois de gastar mais de 1,8 bilião de meticais nos dois anteriores softwares comprados para a Sociedade Interbancária de Moçambique (SIMO) o Banco de Moçambique(BM) contratou nesta segunda-feira(10) a empresa norte-americana Euronet para a instalação d
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Após gastar 1,8 bilião Governador do Banco de Moçambique reza pelo novo software da SIMO... ...

Depois de gastar mais de 1,8 bilião de meticais nos dois anteriores softwares comprados para a Sociedade Interbancária de Moçambique (SIMO) o Banco de Moçambique(BM) contratou nesta segunda-feira(10) a empresa norte-americana Euronet para a instalação de um novo sistema informático para os pagamentos electrónicos interbancários no nosso país. “Rezamos para que a sua implementação seja rigorosa” disse apenas o Governador do banco central. O @Verdade sabe que a implementação plena da nova plataforma só acontecerá depois de 2020. Oito anos após a criação da instituição que é suposto disponibilizar “um sistema electrónico de pagamentos moderno, seguro, fiável, integrado, inclusivo e de acesso universal que permitisse massificar a utilização de meios de pagamentos electrónicos a nível nacional”, e 25 dias após o apagão da SIMO rede em Moçambique o principal acionista da Sociedade Interbancária de Moçambique rubricou um acordo com uma empresa norte-americana, fundada em 1994 na Hungria, para a compra da licença do seu software que deverá substituir o que que actualmente está em reutilização e é fornecido pela portuguesa BizFirst. “A nossa solução disponibilizada pela Euronet consiste num licenciamento perpétuo que responde as necessidades actuais do mercado, oferece serviços hoje disponibilizados pela SIMO rede e ainda novas funcionalidades apresentado a vantagem de estar certificada e responder as exigências dos diferentes sistemas de pagamentos internacionais” afirmou Luísa Samuel Nabel, directora do gabinete de assessoria jurídica do BM. A representante do banco central disse ainda ser “nossa convicção que hoje inicia uma nova caminhada rumo a unificação de todas as plataformas de pagamentos electrónicos em Moçambique, objectivo que só será possível alcançar com o profundo envolvimento de todas as instituições de crédito e sociedades financeiras da SIMO e da nossa parceira a empresa Euronet”. Após testemunhar a assinatura do contrato o Governador Rogério Zandamela, acompanhado pelos Administradores, quadros seniores do BM, gestores da SIMO e o presidente da Associação Moçambicana de Bancos, fez um brinde e apenas afirmou: “Rezamos para que a sua implementação seja rigorosa e esteja em linha não só com a letra mas também com o espírito do contrato que ambas partes acabaram de assinar”. Migrar da BizFirst para o sistema informático da Euronet é trabalho para mais de 12 meses O @Verdade não sabe se o Governador do banco central é religioso mas Zandamela, que foi desautorizado pelo Governo na sua pretensão de não voltar a usar o software da empresa BizFirst, bem pode rezar a todas as confissões religiosas existentes em Moçambique, e no planeta, mas terá de conviver com a plataforma portuguesa durante pelo menos os próximos 12 meses, senão outros tantos. É que só depois da assinatura dos contratos, em Maputo, e do mais do que provável primeiro pagamento à empresa norte-americana é que os engenheiros informáticos da Euronet irão começar a lidar com a solução para Moçambique. O @Verdade apurou, junto de engenheiros informáticos com experiência no ramo, que ultrapassadas as formalidades burocráticas não se trata apenas de instalar um novo software e depois ligar às plataformas que cada um dos bancos comerciais possui. Instalado o novo sistema informático na SIMO, que muito provavelmente será acompanhado por hardware novo, os engenheiros iniciarão o desenvolvimento de sistemas específicos para cada um dos 11 bancos comerciais que estão neste momento conectados à rede e depois vão desenvolver outros softwares para cada um dos vários serviços de pagamentos electrónicos existentes. Posteriormente será necessário efectuar um processo de ligação aos pelo menos três provedores globais de cartões de crédito dentre outros procedimentos que requerem não só o envolvimento dos engenheiros da SIMO e da Euronet mas também de cada uma das instituições cujos sistemas e serviços precisam de ser conectados. As fontes ouvidas pelo @Verdade afirmam que cada um destes procedimentos demora pelo menos 2 semanas. Os entrevistados do @Verdade recordam que aquando da entrada de um dos bancos comerciais, aquele que tem quota de mercado de 16 por cento, à SIMO rede os procedimentos demoraram mais do que 1 ano a serem migrados. Portanto migrar do software da BizFirst os mais de 2 milhões de cartões, cerca de 20 mil POS (Point of Sale) e pouco mais de mil ATM (Automatic Teller Machine) para o sistema informático da Euronet será trabalho para mais do que 12 meses. Solução SIBS custou 625 milhões e InterBancos 1,1 bilião de meticais Investigações do @Verdade apuraram que desde que a Sociedade Interbancária de Moçambique foi criada em 2011 os moçambicanos já investiram na empresa pelo menos 1,8 bilião de meticais e não tem “nada”, como Rogério Zandamela admitiu na Assembleia da República. No ano em que a instituição iniciou as suas actividades o Banco de Moçambique reportou nas suas contas: “O aumento destes investimentos deve-se à participação na Sociedade Interbancária de Moçambique (SIMO) no valor de 156.689 milhares de meticais.” Nessa altura a SIMO adquiriu o software a uma empresa portuguesa que no seu sítio na internet clama: “Entre 2010 a 2015 a SIBS em parceria com o processador interbancário local, implementou várias soluções que são o pilar do sistema de pagamentos Moçambicano.” Esse alegado “pilar do sistema de pagamentos Moçambicano” que revelou-se ineficaz tendo no seu auge apenas conseguido conectar 5 mil cartões, pouco mais de duas dezenas de POS´s e uma dezena de ATM custou mais 156.689 milhares de meticais em 2012 e outros tantos em 2013 e 2014 num total de 625.568.000 de meticais, cerca de 20,8 milhões de dólares ao câmbio da altura. Fontes ouvidas pelo @Verdade na explicaram que esse montante terá coberto não apenas os custos do sistema informático mas também equipamentos informáticos para a SIMO. Em 2015, ano em que a Sociedade Interbancária de Moçambique iniciou a aquisição da InterBancos, na expectativa de comprar também o software que operava a rede na altura denominada Ponto 24, o BM inscreveu no seu Relatório e Contas 273.593.000 de meticais, quantia idêntica foi reportada em 2016. No ano passado, para consumar a aquisição da InterBancos, o Banco de Moçambique pagou mais 645.410.000 de meticais. No entanto neste negócio com a InterBancos os bancos comerciais, que ficaram com a aura de salvadores dos moçambicanos por se terem juntado para pagar a chantagem da BizFirst, eram os proprietários da empresa que o Banco de Moçambique adquiriu por mais de 1,1 bilião de meticais, cerca de 24,4 milhões de dólares aos câmbios de então. O @Verdade apurou que o maior beneficiário dessa negociata, que apenas serviu para drenar dinheiro dos moçambicanos, foi o Banco Comercial e de Investimentos que na altura detinha 57 por cento da InterBancos. Paradoxalmente nenhum dos antigos responsável do Banco de Moçambique ou da SIMO envolvidos nas negociatas foi responsabilizado.

Com novas funcionalidades: Standard Bank reinaugura agência de Pemba

O Standard Bank reinaugurou, na sexta-feira, 7 de Dezembro, a agência de Pemba, na província de Cabo Delgado, que beneficiou de obras de ampliação e remodelação, inseridas no projecto de modernização e construção de novas agências com vista a propo
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Com novas funcionalidades: Standard Bank reinaugura agência de Pemba

O Standard Bank reinaugurou, na sexta-feira, 7 de Dezembro, a agência de Pemba, na província de Cabo Delgado, que beneficiou de obras de ampliação e remodelação, inseridas no projecto de modernização e construção de novas agências com vista a proporcionar mais espaço e conforto aos clientes, para além de conferir maior celeridade no atendimento. Localizada no centro da cidade de Pemba, a agência, implantada naquela urbe em 1996, apresenta, agora, padrões internacionais no que diz respeito à inovação, com destaque para a área digital, que funciona 24 horas por dia, equipada com ATMs para depósitos, bem como serviços de um balcão tradicional, tais como caixas (incluindo para grandes depósitos), casa para ATMs, onde o cliente pode efectuar as suas transacções com maior segurança e privacidade. O presidente do Conselho de Administração do Standard Bank, Tomaz Salomão, explicou que a reinauguração daquela agência demonstra o comprometimento do banco para com o desenvolvimento da cidade de Pemba, em particular, e da província de Cabo Delgado, no geral, que têm conhecido um crescimento assinalável mercê da descoberta de hidrocarbonetos na Bacia do Rovuma, do turismo, da exploração dos recursos minerais, entre outras actividades. “Por acreditarmos no potencial desta cidade, fomos o primeiro banco privado a instalar-se nesta região, em 1996. Por isso, estamos orgulhosos de ter contribuído amplamente para a bancarização de toda a província de Cabo Delgado, no financiamento de empreendimentos que têm estado a impulsionar o desenvolvimento deste ponto do País, incluindo a criação de vários postos de trabalho”, destacou Tomaz Salomão. Na ocasião, o presidente do Conselho de Administração do Standard Bank apontou, a título exemplificativo, a pintura do edifício em que se encontra a agência como símbolo do empenho do banco em apoiar na manutenção da cidade de Pemba. Na mesma vertente, o administrador delegado do Standard Bank, Chuma Nwokocha, referiu que, com a remodelação e modernização daquela agência, o banco pretende dar novo ímpeto ao seu contributo na dinamização da economia daquela província. “Os agentes económicos, incluindo os seus familiares, poderão encontrar soluções de depósito, poupança, financiamento, entre outras de que necessitem para concretizar os seus empreendimentos e sonhos”, garantiu Chuma Nwokocha, que acrescentou que, com as inovações introduzidas, “os clientes podem encerrar os estabelecimentos a qualquer hora do dia, na certeza de que terão como depositar as receitas de forma rápida e segura nas ATMs para depósito”. A cerimónia de reinauguração contou com a presença do governador da província de Cabo Delgado, Júlio Parruque, que, na sua intervenção, disse acreditar que a reinauguração daquela agência seja “um novo ponto de partida para a expansão do Standard Bank para outros distritos da província, em resposta antecipada à previsão de crescimento económico de Cabo Delgado, onde os serviços são indispensáveis”. “Pelo País fora, o Standard Bank tem dado mostras do compromisso de alargar os seus serviços com a abertura de novas e mais modernas agências, acompanhada por uma prestação de serviços orientada para o cliente”, sublinhou o governador. Por seu turno, a chefe de Serviços de Operações Gerais na Filial do Banco de Moçambique na cidade de Pemba, Julieta Govanhica, considerou que “a remodelação e modernização daquela agência faz jus a uma série de medidas que o Standard Bank tem vindo a tomar com vista ao fortalecimento da sua presença junto dos cidadãos, cujos resultados merecem o nosso apreço”.

Destacado papel dos parceiros de cooperação na geração de emprego e renda

A promoção de emprego não é um desafio reservado exclusivamente ao Governo. A dinâmica socioeconómica, influenciada pelas políticas governamentais, abrem espaço para que o sector privado e parceiros de cooperação proporcionem mais empregos, trazend
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Destacado papel dos parceiros de cooperação na geração de emprego e renda

A promoção de emprego não é um desafio reservado exclusivamente ao Governo. A dinâmica socioeconómica, influenciada pelas políticas governamentais, abrem espaço para que o sector privado e parceiros de cooperação proporcionem mais empregos, trazendo renda e o acesso ao trabalho rentável, que é a face mais visível da distribuição da riqueza no País. A esse propósito é importante destacar o papel dos parceiros sociais (empregadores e sindicatos) e dos parceiros de cooperação, na formulação de medidas que concorrem para a criação de oportunidades de emprego, quer através do financiamento a iniciativas de empreendedorismo e auto-emprego de cidadãos moçambicanos em geral e aos jovens empreendedores em especial. A conjugação dessas sinergias foi, recentemente, destacada pela Ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Vitória Diogo, na abertura do Seminário “Dia Nórdico-Moçambique para o Crescimento Inclusivo” durante o qual enalteceu a contribuição financeira que o Reino da Suécia tem dado na implementação da Política do Emprego. Estas acções conjugadas, de todos nós, já resultaram na criação, 1.308.236 empregos, de 2015 até Setembro do ano, dos quais 68.683 foram ocupados por cidadãos de nacionalidade estrangeira, sendo 1.112.001 ocupados por jovens e 457.883 apenas por mulheres, disse a ministra. Segundo a ministra, um dos desafios que o País irá enfrentar no futuro é o crescimento demográfico, pois dados do Instituto Nacional de Estatísticas indicam para o aumento das taxas de fecundidade e diminuição das taxas de mortalidade, fazendo com que, em 2040, a esperança de vida venha a aumentar para 67 anos, a taxa de mortalidade reduzido para 6.6 e a de natalidade para 27.1, o que significa que nas próximas décadas a proporção da população em idade de trabalhar irá aumentar. Vitória Diogo está segura que Moçambique deverá preparar-se para extrair os benefícios económicos do Dividendo Demográfico, o que pressupõe a criação de condições para que a população seja saudável, educada e tenha acesso ao trabalho digno, decente e produtivo. «Não é por acaso que o Programa Quinquenal do Governo 2015-2019 tem como enfoque o “homem”, ou seja, “melhorar as condições de vida do Povo moçambicano, aumentando o emprego, a produtividade e a competitividade, criando riqueza e gerando um desenvolvimento equilibrado e inclusivo, tendo como enfoque três das cinco prioridades: desenvolvimento do capital humano, Desenvolvimento de infra-estruturas e Promoção do Emprego, aumento da Produtividade e Competitividade», referiu a titular do MITESS. Ela garantiu que o enfoque tem sido dado ao reforço das medidas activas de emprego, promoção do auto-emprego e empreendedorismo; o estímulo ao sector agrário, pesqueiro, industrial e comercial, promoção do agro-processamento, conservação de cereais e povoamento dos tanques piscícolas, dentre outras medidas. Destacou ainda o estímulo ao Sector da Hotelaria e Turismo dada a capacidade de absorção de mão-de-obra. Noutro desenvolvimento, a governante lembrou que o Governo aprovou em 2016 a Política de Emprego sob o lema “mais e melhores empregos para os moçambicanos”. É dentro das linhas de implementação da Política de Emprego, conjugada com a implementação da Lei da Educação Profissional, que se vai alinhando a educação profissional às necessidade do mercado do trabalho através da participação do sector privado na gestão deste sub-sistema, criação do quadro nacional de qualificações, actualização dos curricula e modernização das instituições de educação profissional. Por seu turno, a embaixadora da Suécia, Marie Andersson de Frutos, considerou, na ocasião, que o Relatório do Mercado do Trabalho, ora lançado, vai ajudar os vários intervenientes no mercado de trabalho no processo de definição de estratégias e tomada de decisões. A diplomata realçou o facto de o documento apresentar dados desagregados por sectores, o que, para si, o torna mais útil e permite uma fácil análise do nível de crescimento por sectores de actividade. Marie Andersson de Frutos defendeu “um crescimento económico que promova a redução da pobreza, que é o objectivo principal da nossa cooperação, bem como a promoção do emprego digno e produtivo”.

ICM e Gapi criam crédito à comercialização agrícola

O Instituto de Cereais de Moçambique (ICM) e a Gapi assinaram, na segunda -feira, 10 de Dezembro, um acordo que cria a Linha de Crédito especial de apoio à Comercialização Agrícola. Este evento contou com a presença do Ministro da Indústria e Comérci
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ICM e Gapi criam crédito à comercialização agrícola

O Instituto de Cereais de Moçambique (ICM) e a Gapi assinaram, na segunda -feira, 10 de Dezembro, um acordo que cria a Linha de Crédito especial de apoio à Comercialização Agrícola. Este evento contou com a presença do Ministro da Indústria e Comércio, Ragendra de Sousa, membros do Conselho Consultivo do MIC e dos Conselhos de Direcção do ICM e da Gapi. Trata-se de uma linha de crédito que irá priorizar o financiamento das campanhas de comercialização agrícola, bem como algumas actividades de agroprocessamento, com prioridade para as regiões já identificadas como estratégicas pelo ICM. Após a consolidação desta fase inicial, prevê-se a possibilidade de se promoverem investimentos com vista à ampliação e modernização da capacidade de armazenamento dos bens comercializados e contribuir para uma maior e melhor utilização de infra-estruturas de armazenagem e processamento. Na ocasião, Ragendra de Sousa destacou a singularidade deste fundo, realçando que “a grande vantagem, é que fomos buscar práticas consolidadas e experiência na concessão de financiamentos, às pequenas e médias empresas, particularmente nas zonas rurais do lado da Gapi e juntamos a isso uma grande vontade e esforço do ICM, para voltar a fazer diferença na comercialização, introduzindo um profundo sentido económico”. O Ministro da Indústria e Comércio chamou atenção para os modelos de implementação, que devem promover efectivamente o sector, relegando ao Estado o papel de regulador, daí que reitera que “o ICM é braço do Estado e a Gapi é uma instituição financeira de desenvolvimento nacional, com muitos anos de experiência e implantação nacional. Mais uma razão para deixarmos este desafio de apoiar e criar mais produtores, mais empresários, mais pequenas e médias indústrias, a caminho da nossa industrialização, entregue nas vossas mãos”. Tendo como fundamento o facto de a maioria da população nacional viver, directa ou indirectamente, da agricultura sendo que a comercialização dos seus excedentes se reveste de importância fundamental, para poder haver um real acréscimo de renda das famílias, o ICM implementa a agenda do Governo de apoiar, facilitar e garantir que os agricultores possam tirar maior proveito das diversas culturas agrícolas, alimentares e de rendimento, que produzem, beneficiando de valores das transacções comerciais dessa produção. Por sua vez, Mahomed Valá, director geral do ICM, realçou o facto desta linha representar a disponibilidade, de financiamento, “os produtores intermédios terão a possibilidade de induzir um movimento muito importante de comercialização agrícola, através da criação de melhores condições para o armazenamento. Acredito que é um início com muita racionalidade, muita sustentabilidade e sobretudo muita responsabilidade”. Valá acrescentou que “nos próximos dias queremos já convocar o Comité Directivo, para o início da operacionalização desta linha, de modo a que, até ao final do primeiro trimestre de 2019, já tenhamos os primeiros beneficiários desta iniciativa«. António Souto, presidente da Comissão Executiva da Gapi, reconheceu que a confiança depositada na sua instituição, o que em parte é fruto do trabalho que esta já vem desenvolvendo no apoio às organizações de produtores e à comercialização rural, como um dos elementos da ligação aos mercados para as várias cadeias de valor, bem como um factor de fortalecimento dos comerciantes rurais, no âmbito do comércio transfronteiriço e da segurança alimentar e nutricional. “Vimos sendo um parceiro estratégico do Estado, nos desafios de desenvolvimento que Moçambique enfrenta. Portanto, os comerciantes rurais, de preferência nos locais onde está a produção, irão começar a ver casos práticos deste instrumento que, sobre a vossa orientação, foi criado e que compete-nos a nós, como instituição financeira de desenvolvimento, implementá-lo eficientemente e com boa governação”. Referiu António Souto destacou ainda a grande importância da cooperação institucional, no fortalecimento de um sistema financeiro mais inclusivo: ”Só juntando sinergias e aproveintando a experiência de instituições nacionais que já vem fazendo, podemos alcançar o tão almejado desenvolvimento, que norteia as nossas agendas», finalizou.

Aguaceiros em Tete, Zambézia, Nampula, Cabo Delgado e Niassa; 33º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quarta-feira(12) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu muito nublado. Continuação de ocorrência de aguaceiros ou chuvas fracas a moderadas
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Aguaceiros em Tete, Zambézia, Nampula, Cabo Delgado e Niassa; 33º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quarta-feira(12) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu muito nublado. Continuação de ocorrência de aguaceiros ou chuvas fracas a moderadas, localmente fortes em Nampula e Niassa, acompanhadas por vezes de trovoadas. Vento de sueste a nordeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu muito nublado com períodos de pouco nublado em Sofala e Manica. Continuação de aguaceiros ou chuvas fracas, sendo em regime moderado a forte no extremo norte de Tete e Zambézia, acompanhadas por vezes de trovoadas. Possibilidade de queda de granizos no interior de Tete e Zambézia. Vento de sueste a nordeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado com períodos de muito nublado. Possibilidade de chuvas fracas ou chuviscos locais. Vento sueste a sudoeste fraco a moderado, temporariamente de noroeste em Maputo, soprando com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 33 21 Xai-Xai 31 20 Inhambane 30 23 Vilankulo 32 20 Beira 29 18 Chimoio 27 19 Tete 30 20 Quelimane 30 24 Nampula 32 22 Pemba 32 26 Lichinga 22 17  

3ª feira de aguaceiros no Centro e chuvas fracas no Sul e Norte; 27º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta terça-feira(11) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu geralmente muito nublado. Continuação de ocorrência de aguaceiros e chuvas fracas
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3ª feira de aguaceiros no Centro e chuvas fracas no Sul e Norte; 27º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta terça-feira(11) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu geralmente muito nublado. Continuação de ocorrência de aguaceiros e chuvas fracas a moderadas localmente fortes, acompanhadas por vezes de trovoadas. Possibilidade de queda de granizos em Niassa e Cabo Delgado. Vento de nordeste a noroeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu muito nublado. Continuação de aguaceiros com trovoadas ou chuvas fracas a moderadas, localmente fortes. Possibilidade de queda de granizos no interior de Tete. Vento de noroeste a sudoeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas fortes. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu muito nublado. Aguaceiros ou chuvas fracas a moderadas, sendo fortes em Gaza e Inhambane, acompanhadas por vezes de trovoadas. Vento sueste a sudoeste, fraco a moderado soprando por vezes com rajadas fortes principalmente na faixa costeira. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 27 20 Xai-Xai 27 22 Inhambane 28 24 Vilankulo 30 21 Beira 29 24 Chimoio 27 17 Tete 27 19 Quelimane 29 25 Nampula 30 23 Pemba 32 26 Lichinga 26 17  

“Embarcações de Portugal, Espanha, França, África do Sul, Maurícias, Seychelles, ...

O ministro do Mar, Águas Interiores e Pescas esclareceu que não existe nenhum assalto chinês aos mares nacionais: “Qualquer embarcação que venha pescar tem que estar ao serviço de uma empresa nacional que está autorizada a operar em Moçambique”. A
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“Embarcações de Portugal, Espanha, França, África do Sul, Maurícias, Seychelles, ...

O ministro do Mar, Águas Interiores e Pescas esclareceu que não existe nenhum assalto chinês aos mares nacionais: “Qualquer embarcação que venha pescar tem que estar ao serviço de uma empresa nacional que está autorizada a operar em Moçambique”. Agostinho Mondlane desmistificou a fobia a China, “embarcações de Portugal, Espanha, França, África do Sul, Maurícias, Seychelles, Namíbia, etc, pescam nas nossas águas”, e revelou que muitos operadores moçambicanos praticam “subdeclarações tanto das capturas assim como das exportações”. Confrontado com as notícias dando conta que seis navios arrastões regressaram a China há poucas semanas com 359 toneladas de crustáceos e de peixe e que pelo menos 114 embarcações chinesas terão sido licenciadas para entrarem na pesca industrial em Moçambique o titular do Mar, Águas Interiores e Pescas esclareceu que: “Qualquer embarcação que venha pescar tem que estar ao serviço de uma empresa nacional que está autorizada a operar em Moçambique, com licença para determinada pescaria. Excepção coloca-se ao atum oceânico, pode-se licenciar empresas que tenham porto base no estrangeiro por ser uma espécie migratória”. “Fala-se em embarcações estrangeiras que estão a vir em número de 114, nós também ficamos surpreendidos com essa informação não sabemos de onde vem. A verdade é que nós temos estado a licenciar embarcações de empresas sediadas em Moçambique, é obrigatório que aqueles que queiram pescar nas nossas águas se constituam como empresas aqui em Moçambique, segundo a nossa lei. Depois solicitam pescar um ou várias espécies e nós verificamos em termos de disponibilidade de presença de embarcações para pescar por espécie se há lugar ou não” explicou o ministro Mondlane. Falando em conferência de imprensa na passada sexta-feira(07) o governante disse que por exemplo “para a pesca do camarão desde 2015 ainda não autorizei, há um diploma que encontrei que por uma questão de sustentabilidade veda a entrada de novas embarcações no banco de Sofala”. “A pesca ilegal começa a partir de nós próprios em Moçambique” De acordo com o Ministro do Mar, Águas Interiores e Pescas todas as 492 embarcações industriais e semi-industriais a operarem no nosso país “estão licenciadas de acordo das leis das pescas e respectivos regulamentos e estão sujeitas a monitoria, no caso mar, com o sistema por satélite”. Porque a lei moçambicana, tal como a de outros países, permite que empresas nacionais fretem embarcações em qualquer que seja o lugar, Agostinho Mondlane revelou que existem “embarcações de proveniência de vários países aqui em Moçambique não só da China, temos embarcações de Portugal, Espanha, França, África do Sul, Maurícias, Seychelles, Namíbia, etc, pescam nas nossas águas”. “A pesca ilegal começa a partir de nós próprios em Moçambique e depois inclui os que vem além mar”, não tem dúvidas Agostinho Mondlane que afirmou que informações postas a circular em alguma imprensa e nas redes sociais é encomendada por industriais da pesca nacional “que foram actuados por sonegação das quantidades capturadas de camarão e actuamos”. “Dados mostram uma estagnação da pesca semi-industrial e industrial” em Moçambique “Todas embarcações estão sujeitas a inspecções, no ano em curso já foram realizadas mais de 700 que resultaram 101 actuações de multa que no total somam 80 milhões de meticais. São infracções diversas, nuns casos de subdeclaração das capturas, noutros casos por pescar fora das zonas autorizadas para as artes que tem”, precisou o governante. Agostinho Mondlane declarou que até operadores pesqueiros industriais que estão há muito tempo em actividade fazem “subdeclarações tanto das capturas assim como das exportações. Não só dos valores dos volumes exportados como dos valores nos mercados de destino (...)há situações de exportadores que não repatriam as receitas” e por isso o sector das Pescas está a trabalhar com a Autoridade Tributária para que todos exportadores usem a Janela Única. “No novo regulamento quem sonegar dados ou fizer falsas declarações poderá correr o risco de perder a licença de pesca porque não podemos desenvolver no país uma indústria pesqueira de saque, queremos uma indústria pesqueira de desenvolvimento”, disse o ministro na primeira conferência de imprensa que realiza desde que está a dirigir o Pelouro do Mar, Águas Interiores e Pescas. Aliás, “os dados mostram uma estagnação da pesca semi-industrial e industrial” o ministro Mondlane detalhou que o sector que espera pescar 394 mil toneladas de pescado diverso, tem crescido desde 2015 uma taxa média anual de 9 por cento porém a pesca semi-industrial e industrial representa apenas 2,2 por cento. O @Verdade apurou que a pesca da lagosta que em 2017 foi de 237 toneladas reduziu para 130 este ano em 2019 deverá ficar-se pelas 150 toneladas. A gamba deverá chegar as 2.084 toneladas no próximo ano depois das 1.800 deste ano. O camarão que há dois registou 4.277 toneladas reduziu para 3 mil em 2018 e ficará nas 3.380 em 2019. O atum nacional deverá registar 1.100 toneladas em 2019, quantidade similar a de há dois anos, enquanto o atum estrangeiro deverá reduzir para apenas 500 toneladas contra as 3.200 desde ano e as 3.478 de 2017. Assinaláveis são os aumentos na pesca de peixe diverso, as 3.784 toneladas de 2018 deverão crescer para 5.768 em 2019, e do caranguejo que 150 toneladas deste ano poderá atingir as 270 no próximo ano. O governante revelou ainda que tendo em vista a preservação da espécies de pescado selvagens um novo regulamento entrará em breve em vigor que “vai impor que quem vai a pesca de espécies nativas também tem que desenvolver o potencial de produzir em aquacultura tanto no mar como nas águas interiores”. Actualmente a aquacultura contribuiu com 1 por cento de toda a pesca que se faz em Moçambique.

Esposa e família do empresário português raptado há dois anos no centro de Moçambique ...

A esposa do empresário português raptado a 29 de Julho de 2016, no distrito de Marínguè, província de Sofala, Salomé Sebastião, está em Maputo, desde a semana finda, para pressionar as autoridades moçambicanas a esclarecerem o desaparecimento do seu
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Esposa e família do empresário português raptado há dois anos no centro de Moçambique ...

A esposa do empresário português raptado a 29 de Julho de 2016, no distrito de Marínguè, província de Sofala, Salomé Sebastião, está em Maputo, desde a semana finda, para pressionar as autoridades moçambicanas a esclarecerem o desaparecimento do seu marido, Américo Sebastião, cujo processo de investigação já foi arquivado. Ela entregou à Assembleia da República (AR) mais uma petição através da qual exige que a vítima seja devolvida ao convívio familiar. Saliente-se que Portugal avisou, ano passado, que não iria se deixar vencer pelo cansaço, uma vez que Moçambique tem pautado por um “prolongado e insólito mutismo.” O documento – o terceiro de género a ser submetido ao Parlamento – foi igualmente entregue às bancadas parlamentares da Frelimo, da Renamo e do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), para que ajudem a obrigar o Governo a investigar e prestar explicações cabais em torno do caso. Em Setembro deste ano, a presidente da AR, Verónica Macamo, afirmou que recebeu uma carta dos parentes do empresário raptado, e não uma petição, conforme se propalava. A 26 de Outubro de 2018, a família de Américo Sebastião tomou conhecimento, por meio dos órgãos de comunicação social, de que “o processo de investigação foi arquivado, sem qualquer tipo de avanço”, disse, na última sexta-feira (07), a esposa da vítima, numa conferência de imprensa na capital moçambicana. Na data em alusão, a procuradora-chefe da República em Sofala, Carolina Azarias, anunciou o arquivamento das investigações ao desaparecimento do empresário, porque “infelizmente” não havia “pistas de quem possam ser os autores.” Ela esclareceu, contudo, que a suspensão da investigação não era definitiva, pois o caso poderia ser retomado assim que surgirem novos elementos com vista à responsabilização dos verdadeiros autores do crime. Na sequência, Salomé Sebastião mostrou-se completamente “surpresa” com a decisão, porquanto “não estava à espera.” Américo Sebastião foi raptado numa bomba de abastecimento de combustíveis em Nhamapadza, supostamente por indivíduos trajados de farda militar. Nesse ano, a região era palco do conflito político-militar entre o Governo e a Renamo. Volvidos mais de dois anos, o caso continua sem esclarecimento: não se sabe se a vítima goza ou não de boa saúde ou aconteceu-lhe o pior. Desde então, “não houve qualquer comunicação com a família” e os seus raptores, “nunca exigiram resgate”, assegurou Salomé Sebastião. A fonte disse que, na tentativa de esclarecer o assunto, as autoridades portuguesas ofereceram-se para ajudar o Governo de Moçambique mas este “nunca aceitou.” Salomé garante que ela e a família vão continuar de pedra e cal até que haja esclarecimento do desaparecimento do seu cônjuge. Aliás, prosseguiu, o Parlamento à única entidade à qual compete, constitucionalmente, “definir a política de defesa e segurança, ouvido o Conselho Nacional de Defesa e Segurança”, por isso, deve fazer valer o seu papel. “Há um cidadão que está desaparecido e é preciso encontrar mecanismos para o fazer regressar à casa”, disse Salomé, reiterando que se Moçambique não aceita ajuda internacional é porque “pode resolver esta questão e compreende que há capacidade” para o efeito. Em 2017, o Governo português “espremeu” a contraparte moçambicana exigindo explicações sobre o sumiço do seu concidadão. Porém, não teve resposta satisfatória, facto que originou crispação entre os dois países. Para além de Portugal ter acusado Moçambique de estar a ignorar as insistentes démarches da embaixadora de Portugal em Maputo, com vista a obter possíveis novos desenvolvimentos em torno do caso, considerou que o Governo do Presidente Filipe Nyusi estava a pautar por “um blackout quase absoluto.” E avisou que não iria se deixar vencer pelo cansaço, o mesmo que a família da vítima tem vindo a prometer.

Seis pessoas, a maioria adolescentes, morrem em clube nocturno na Itália

Seis pessoas, incluindo cinco jovens adolescentes, foram esmagadas até a morte na madrugada deste sábado após uma debandada em um clube nocturno lotado perto de Ancona, na costa adriática da Itália, disseram autoridades. As mortes ocorreram quando um
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Seis pessoas, a maioria adolescentes, morrem em clube nocturno na Itália

Seis pessoas, incluindo cinco jovens adolescentes, foram esmagadas até a morte na madrugada deste sábado após uma debandada em um clube nocturno lotado perto de Ancona, na costa adriática da Itália, disseram autoridades. As mortes ocorreram quando uma passagem que levava para fora da boate Lanterna Azzurra, na cidade de Corinaldo, desmoronou, causando a queda de dezenas de pessoas em uma trincheira abaixo. Três garotas, dois garotos e uma mãe que acompanhou seu filho ao evento morreram na queda. A polícia disse que os adolescentes tinham entre 14 e 16 anos, enquanto a mulher morta tinha 39 anos. Mais de 100 outras pessoas ficaram feridas, 13 delas seriamente, disseram autoridades. O corpo de bombeiros local disse que alguém poderia ter jogado uma substância como spray de pimenta na multidão, provocando uma corrida de pânico para as saídas de emergência. O vice-primeiro ministro Matteo Salvini, que também é ministro do Interior, disse que as primeiras indicações sugerem que havia muito mais pessoas do que o permitido dentro do clube, onde a popular rapper italiana Sfera Ebbasta deveria se apresentar. “As pessoas não podem morrer assim”, disse Salvini em um comunicado. “Encontraremos os responsáveis ??por essas seis vidas destruídas, aqueles que por malícia, estupidez ou ganância transformaram uma noite de festa numa tragédia”, acrescentou.

Surto de ebola na RDC iguala o mais mortífero da sua história com 280 mortos

O Ministério de Saúde da República Democrática do Congo (RDC) avaliou em 280 o número de mortes prováveis pelo surto do ébola no nordeste do país, segundo os últimos dados divulgados neste domingo por este organismo, um número que já iguala o mais
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Surto de ebola na RDC iguala o mais mortífero da sua história com 280 mortos

O Ministério de Saúde da República Democrática do Congo (RDC) avaliou em 280 o número de mortes prováveis pelo surto do ébola no nordeste do país, segundo os últimos dados divulgados neste domingo por este organismo, um número que já iguala o mais mortífero da sua história. Num relatório divulgado com números actuais até 7 de dezembro, as autoridades mostram que o total de casos está em 489, dos quais 441 foram confirmados em testes de laboratório e 48 são prováveis. Esta epidemia já igualou a mais mortífera da história da RDC, a que aconteceu na cidade de Yambuku, no norte do país, no final de Agosto de 1976 e é considerado como o primeiro surto do ébola registado. Com uma taxa de mortalidade de quase 90%, naquela ocasião morreram por causa do vírus 280 pessoas dos 318 casos que aconteceram. A actual epidemia é também a segunda maior de todo o mundo em número de casos, superando à registada no Uganda entre 2000 e 2001, na qual foram contabilizados 425 casos e 224 mortes, e só atrás da declarada em 2014 na Guiné, de onde se expandiu para Serra Leoa e Libéria.

River Plate vence Boca Juniors no prolongamento e é campeão da Libertadores

O River Plate derrotou o Boca Juniors por 3 a 1 após prolongamento para conquistar o título da Copa Libertadores neste domingo, em uma partida disputada em Madri, por causa da violência antes da partida da final agendadas inicialmente para Buenos Aires.
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River Plate vence Boca Juniors no prolongamento e é campeão da Libertadores

O River Plate derrotou o Boca Juniors por 3 a 1 após prolongamento para conquistar o título da Copa Libertadores neste domingo, em uma partida disputada em Madri, por causa da violência antes da partida da final agendadas inicialmente para Buenos Aires. A equipe do Boca abriu o placar pouco antes do intervalo por intermédio de Darío Benedetto, mas Lucas Pratto empatou para o River na metade do segundo tempo para forçar o prolongamento. Wilmar Barríos, do Boca, foi expulso com um minuto do tempo extra, e Juan Fernando Quintero, que saiu do banco de reservas, colocou o River à frente já na segunda parte do prolongamento, antes de Gonzalo Martínez fazer 3 a 1 nos segundos finais da partida, em contra-ataque, quando o Boca tinha todos os seus jogadores no ataque. O maior clássico da Argentina terminou empatado em 2 a 2 a 11 de Novembro, mas a segunda partida, no estádio do River, duas semanas depois, foi adiada quando jogadores do Boca ficaram feridos após adeptos do River atacarem o autocarro em que estavam. Autoridades do futebol sul-americano, então, decidiram transferir o jogo para o estádio do Real Madrid. O resultado significa que o River representará a América do Sul no Mundial de Clubes que começa no dia 12 nos Emirados Árabes Unidos.

Chuvas, trovoadas e ventos neste domingo em Inhambane, Sofala, Manica, Tete e Zambézia; 29º ...

O Instituto Nacional de Meteorologia(INAM) prevê a ocorrência de chuvas fortes (mais de 50 milímetros em 24 horas), localmente muito fortes (mais de 75 milímetros em 24 horas), acompanhadas de trovoadas severas e ventos com rajadas até 70 km/h e possibil
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Chuvas, trovoadas e ventos neste domingo em Inhambane, Sofala, Manica, Tete e Zambézia; 29º ...

O Instituto Nacional de Meteorologia(INAM) prevê a ocorrência de chuvas fortes (mais de 50 milímetros em 24 horas), localmente muito fortes (mais de 75 milímetros em 24 horas), acompanhadas de trovoadas severas e ventos com rajadas até 70 km/h e possibilidade de queda de granizos, a partir domingo(09) até terça-feira(11) nos distritos de Jangamo, Homoine, Morrumbene, Massinga, Vilankulo, Inhassoro, Govuro e Cidades de Inhambane e Maxixe(na Província de Inhambane); nos distritos de Chemba, Caia, Marromeu, Cheringoma, Maringué, Gorongosa, Muanza, Nhamatanda e Dondo, Buzi, Chibabava e cidade da Beira(na Província de Sofala); nos distritos de Guro, Tambara , Macossa, Bàrué, Manica, Gondola, Sussundenga, Machaze , Mossurize e cidade de Chimoio(na Província de Manica); nos distritos de Mutarara, Changara, Magoe, Cahora Bassa e Cidade de Tete(na Província de Tete); e também nos distritos de Chinde, Mopeia, Nicoadala, Namacurra, Maganja da Costa, Pebane, Mocuba, Morrumbala, Lugela, Ile, Gilé e Cidade de Quelimane(na Província de Zambézia). Entretanto para as províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula o INAM prevê céu pouco nublado localmente muito nublado. Ocorrência de aguaceiros ou chuvas fracas, localmente moderadas no interior de Niassa, acompanhadas por vezes de trovoadas. Vento de nordeste a sueste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Nas províncias de Gaza e Maputo o INAM prevê céu geralmente muito nublado. Aguaceiros fortes ou chuvas moderadas a fortes, acompanhadas de trovoadas, passando a regime fraco durante as primeiras horas de amanhã em Maputo e sul de Gaza. Vento de nordeste a sueste, soprando com rajadas moderadas a fortes. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 29 24 Xai-Xai 31 23 Inhambane 29 25 Vilankulo 32 25 Beira 34 25 Chimoio 33 20 Tete 34 23 Quelimane 32 25 Nampula 36 24 Pemba 32 26 Lichinga 28 22

2ªfeira de chuvas, trovoadas e ventos fortes Inhambane, Sofala, Manica, Tete e Zambézia; 26º ...

O Instituto Nacional de Meteorologia(INAM) prevê a continuação de ocorrência de chuvas fortes (mais de 50 milímetros em 24 horas), localmente muito fortes (mais de 75 milímetros em 24 horas), acompanhadas de trovoadas severas e ventos com rajadas até 7
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2ªfeira de chuvas, trovoadas e ventos fortes Inhambane, Sofala, Manica, Tete e Zambézia; 26º ...

O Instituto Nacional de Meteorologia(INAM) prevê a continuação de ocorrência de chuvas fortes (mais de 50 milímetros em 24 horas), localmente muito fortes (mais de 75 milímetros em 24 horas), acompanhadas de trovoadas severas e ventos com rajadas até 70 km/h e possibilidade de queda de granizos até terça-feira(11) nos distritos de Zavala, Inharrime, Jangamo, Homoine, Panda, Morrumbene, Massinga, Funhalouro, Vilankulo, Inhassoro, Mabote, Govuro e cidades de Inhambane e Maxixe(Província de Inhambane); nos distritos de Chemba, Caia, Marromeu, Cheringoma, Maringué, Gorongosa, Muanza, Nhamatanda, Dondo, Búzi, Chibabava, Machanga e cidade da Beira(na Província de Sofala); nos distritos de Guro, Tambara, Macossa, Bàrué, Manica, Gondola, Sussundenga, Machaze, Mossurize e cidade de Chimoio(na Província de Manica); nos distritos de Mutarara, Changara, Magoé, Cahora Bassa, Zumbu, Marávia, Chifunde, Macanga, Angónia, Tsangano e cidade de Tete(na Província de Tete); e ainda nos distritos de Chinde, Mopeia, Nicoadala, Namacurra, Maganja da Costa, Pebane, Mocuba, Morrumbala, Milange, Lugela, Ile, Gilé e cidade de Quelimane(na Província de Zambézia). Para as províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula o INAM prevê céu muito nublado. Aguaceiros ou chuvas fracas, localmente moderadas em Niassa, acompanhadas por vezes de trovoadas. Vento de nordeste a sueste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Nas províncias de Gaza e Maputo céu muito nublado. Aguaceiros ou chuvas fracas a moderadas, sendo fortes em Gaza e Inhambane, acompanhadas por vezes de trovoadas. Vento sueste a sudoeste, soprando por vezes com rajadas fortes. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 26 20 Xai-Xai 25 22 Inhambane 26 24 Vilankulo 24 18 Beira 24 20 Chimoio 21 18 Tete 29 22 Quelimane 29 25 Nampula 36 23 Pemba 32 26 Lichinga 29 18  

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