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34º em Quelimane, 33º em Tete e na Beira nesta 4ºfeira de chuviscos no Sul

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quarta-feira(13) em Moçmbique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula prevê-se céu geralmente muito nublado. Continuação de ocorrência de aguaceiros com trovoad
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34º em Quelimane, 33º em Tete e na Beira nesta 4ºfeira de chuviscos no Sul

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quarta-feira(13) em Moçmbique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula prevê-se céu geralmente muito nublado. Continuação de ocorrência de aguaceiros com trovoadas ou chuvas moderadas localmente fortes. Vento de nordeste a sueste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala prevê-se céu geralmente muito nublado. Ocorrência aguaceiros com trovoadas ou chuvas fracas localmente moderadas a forte nos distritos localizados ao longo do vale de Zambézia e na província de Tete. Vento de noroeste a nordeste fraco a moderado soprando por vezes com rajadas. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo prevê-se tempo quente e húmido com o céu muito nublado passando a pouco nublado na província de Inhambane. Possibilidade de ocorrência aguaceiros acompanhados de trovoadas ou chuvas fracas a partir da madrugada em Maputo e sul de Gaza. Vento de noroeste a nordeste, soprando por vezes de sueste em regime fraco a moderado em Maputo e Gaza. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 31 23 Xai-Xai 32 22 Inhambane 31 25 Vilankulo 31 23 Beira 33 23 Chimoio 32 18 Tete 33 24 Quelimane 34 25 Nampula 31 23 Pemba 31 25 Lichinga 27 17

Soldado tunisino morto e seis outros feridos em explosão de mina no centroeste da Tunísia

Um soldado tunisino morreu e seis outros ficaram feridos durante um confronto entre um grupo terrorista e soldados tunisinos em cadeias montanhosas de Chaâmbi, no centro-oeste da Tunísia, perto da fronteira com a Argélia, anunciou segunda-feira o porta-vo
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Soldado tunisino morto e seis outros feridos em explosão de mina no centroeste da Tunísia

Um soldado tunisino morreu e seis outros ficaram feridos durante um confronto entre um grupo terrorista e soldados tunisinos em cadeias montanhosas de Chaâmbi, no centro-oeste da Tunísia, perto da fronteira com a Argélia, anunciou segunda-feira o porta-voz do Ministério tunisino da Defesa, o coronel Belhassan Oueslati. O tiroteio coincidiu com uma explosão de mina que aleijou cinco das vítimas supracitadas e a outra foi baleado, tendo sido morto da mesma maneira o soldado acima anunciado, de acordo com o coronel Oueslati. O monte Chaâmbi e as cadeias montanhosas situados ao longo da fronteira com a Argélia são caraterizados por relevos e uma vegetação densos, constituindo um pesadelo para as autoridades tunisinas encarregues da segurança. Em 2012, numerosos confrontos entre forças de segurança e do Exército e grupos armados foram registados nas zonas do centro e do noroeste do país, indica-se. O ano de 2013 foi uma fase perigosa no tocante a operações militares realizadas a partir do monte Chaâmbi, onde várias dezenas de elementos do Exército e da segurança foram mortos ou ficaram feridos em ataques perpetrados em diferentes cidades a partir deste local por supostos terroristas que lá se refugiam.

Ministério do Interior fecha Moçambique ao Turismo

Centenas de cidadãos estrangeiros que escalaram a capital de Moçambique neste domingo(10), à bordo de um navio cruzeiro, foram impedidos de fazer Turismo pelo Ministério do Interior. “O problema que chegou até nós é que o cruzeiro chegou e as pessoa
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Ministério do Interior fecha Moçambique ao Turismo

Centenas de cidadãos estrangeiros que escalaram a capital de Moçambique neste domingo(10), à bordo de um navio cruzeiro, foram impedidos de fazer Turismo pelo Ministério do Interior. “O problema que chegou até nós é que o cruzeiro chegou e as pessoas não puderam sair porque a máquina que devia reconhecer os passaportes estava avariada”, explicou ao @Verdade o ministro Silva Dunduro. Há algumas semanas, turistas que chegaram noutro cruzeiro tiveram de escolher entre sujeitarem-se a horas de fila para obterem vistos e ficarem no conforto do navio... preferiram não visitar a cidade de Maputo! Desde há alguns anos Moçambique entrou no roteiro turístico dos cruzeiros que partem da África do Sul e navegam pelas quentes águas do Oceano Índico. A oportunidade para o nosso país tirar partido desse Turismo vai muito para além das taxas que os navios e visitantes têm de pagar por passarem pelas nossas fronteira. Da restauração ao artesanato, passando pelos serviços de transporte e monumentos as potencialidades estão cá. Por um lado inexploradas pelos empresários na cidade de Maputo, faltam sugestões de roteiros e diversão que alicie os passageiros a deixarem os cruzeiros , por outro o Ministério do Interior parece ignorar que o Turismo foi consagrado prioridade para diversificação da economia pelo Governo de Filipe Nyusi, pelo menos nos discursos. Aparentemente inconformados com a política de facilitação da emissão de vistos de turismo nas fronteiras os funcionários da migração esforçam-se por criar entraves a quem venha visitar o nosso país. Além do custo, agora baixou para 50 dólares norte-americanos, os zelosos funcionários arrastam durante cerca de 30 minutos a emissão de um simples vistos cujo processo, de uma forma geral, consiste na leitura biométrica de um passaporte, recolha de impressões digitais e a inserção de alguns dados. 20 mil visitantes que passaram pelo Porto não se transformaram em 20 mil turistas Entretanto o @Verdade apurou que há algumas semanas cerca de três centenas de viajantes de um cruzeiro que atracou no porto de Maputo preferiram não deixar o navio para não se darem ao incómodo de passar pelos funcionários da migração. Nesse dia, como aliás tem sido prática, estiveram presentes somente dois “guichés” de processamento. Se cada visto demora 30 minutos a ser tratado, 100 turistas precisavam de mais de 2 dias para terem as suas entradas tratadas para uma visita de poucas horas à chamada “cidade das acácias”. O demorado processo de emissão do visto turístico de fronteira acontece também nos aeroportos internacionais e nas fronteiras terrestres onde visitantes são tratados como se fossem migrantes ilegais. Mas os entraves criados pelo Serviço Nacional de Migração(SENAMI) não se ficam pela demora, o @Verdade soube, durante a 1ª sessão do Fórum do Turismo, dirigido pelo primeiro-ministro, que a instituição subordinada ao Ministério do Interior decidiu adicionar mais 1 dólar norte-americano ao custo do visto, “para pagar o formulário”! Osório Lucas, director-executivo do Porto de Maputo, revelou que mesmo quando não é necessário passar pela fila dos vistos, se os visitantes são oriundos de países da África Austral, grande parte dos turistas prefere ficar dentro do cruzeiro onde além do conforto da sua cabine, da comida e bebidas, tem várias opções de lazer que não encontram paralelo na cidade. “Insegurança, imagem negativa da cidade, falta de oferta de roteiros turísticos e de conteúdos capazes de atrair o turista” são alguns dos factores que segundo Osório Lucas, falando durante o Fórum de Turismo, contribuem para que os 20 mil visitantes que passaram pelo Porto no ano passado não se tenham transformado em 20 mil turistas. Aliás o diretor do Porto de Maputo revelou que para esta temporada “a MSC passou de 1 cruzeiro semanal em 2016/2017 para apenas dois em toda a época de cruzeiros”, que dura seis meses. “Cruzeiro chegou e as pessoas não puderam sair porque a máquina que devia reconhecer os passaportes estava avariada” Entretanto o @Verdade apurou que no domingo(10) um cruzeiro que atracou na capital moçambicana por algumas horas, transportando perto de cinco centenas de turistas, não conseguiu que nenhum deles visitasse a cidade de Maputo. “A migração chegou 45 minutos atrasada, requereu impressões digitais e fotografias de todos os passageiros e trazia apenas dois computadores que não funcionaram. Após 3 horas a cruzeiro cancelou a paragem em Maputo e partiu” disse ao @Verdade um dos passageiros, de origem norte-americana, visivelmente aborrecido e com a convicção que “Moçambique não quer turistas”. O @Verdade contactou a assessoria de imprensa do SENAMI para apurar o que teria acontecido mas a porta-voz ficou de pedir autorização superior para se pronunciar, e não o fez até ao fecho desta edição. Todavia o ministro da Cultura e Turismo, Silva Dunduro, confirmou ao @Verdade ter sido informado sobre o sucedido. “O problema que chegou até nós é que o cruzeiro chegou e as pessoas não puderam sair porque a máquina que devia reconhecer os passaportes estava avariada” afirmou. “Nós pensamos que deve haver alguma negligência porque há programação da chegada dos navios e alguma não correu bem, eu percebi da comunicação que tive com o meu colega(Ministro do Interior) que iam responsabilizar o diretor da cidade(de Maputo)”, acrescentou o ministro Dunduro visivelmente impotente diante da atitude do Ministério do Interior que desde sempre tem sido um dos maiores entraves ao Turismo em Moçambique. Hoje tentam complicar o processo de emissão de vistos que o Governo ao mais alto nível já assumiu “devem ser simplificados”, mas há vários anos que os agentes da Polícia de Protecção assim como da Polícia de Trânsito são “minas” sempre presentes no trajecto dos turistas.

Congresso do MDM “exige, com máxima urgência, a responsabilização dos autores do ...

O II Congresso do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) “exige, com máxima urgência, a responsabilização dos autores do sofrimento do povo, especialmente, os envolvidos nas dívidas ocultas que acentuam e aprofundam a miséria, pobreza, fome e des
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Congresso do MDM “exige, com máxima urgência, a responsabilização dos autores do ...

O II Congresso do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) “exige, com máxima urgência, a responsabilização dos autores do sofrimento do povo, especialmente, os envolvidos nas dívidas ocultas que acentuam e aprofundam a miséria, pobreza, fome e destruição da economia nacional”. Na reunião Magna, que decorreu na semana finda na cidade de Nampula, foram ainda revistos os Estatutos do Partido alargando de 60 para 84 o número de membros do Conselho Nacional, o seu órgão máximo. Em comunicado de imprensa a terceira maior força política em Moçambique refere que o Congresso “analisou a situação política, económica e social do país, tendo manifestado a sua preocupação com a contínua degradação das condições de vida do povo moçambicano”. “O Congresso exige, com máxima urgência, a responsabilização dos autores do sofrimento do povo, especialmente, os envolvidos nas dívidas ocultas que acentuam e aprofundam a miséria, pobreza, fome e destruição da economia nacional. O Congresso manifesta a sua solidariedade para com todo povo moçambicano, sufocado pela difícil situação politica, económica e social e do país”. Além disso, ao longo dos quatro dias da Magna Reunião do MDM, os Congressistas debateram e aprovaram diversas Resoluções com destaque “Resolução que aprova a participação do Partido nas Eleições Autárquicas de 2018; Resolução que aprova a participação do Partido nas Eleições Gerais de 2019, Presidenciais, Legislativas e Membros das Assembleias Provinciais; Resolução que aprova o Programa do Partido; Resolução que aprova a revisão dos Estatutos do Partido; Eleição do Presidente do Partido; Eleição dos Membros do Conselho Nacional; Apresentação do candidato do Partido as eleições intercalares de 24 de Janeiro”. “Não se pode olhar para a questão familiar como um entrave para o desenvolvimento e a consolidação de uma formação política” Lutero Simango, que apresentou o comunicado final do II Congresso, explicou que em jeito de resposta ao críticos que apontam o MDM como um partido maioritariamente de cidadãos da Região Centro foram revistos os Estatutos do Partido alargando o número de membros do Conselho Nacional de 60 para 84, “incluindo dois lugares reservados para às delegações do Partido na diáspora”. Sobre o alegado domínio do Partido pela família Simango, Lutero Simango afirmou que “se olharmos para a História cubana temos os irmãos Castro(Fidel e Raul), nos EUA temos o caso dos Kennedy, aqui em Moçambique podemos encontrar situações similares mas só olham para o MDM”. “Não se pode olhar para a questão familiar como um entrave para o desenvolvimento e a consolidação de uma formação política. Os que não querem ver o progresso do MDM encontram nesses detalhes forma de querer abater ou desviar dos sucessos que o Partido tem tido, é só ver que em cerca de nove anos o MDM conseguiu renovar dois mandatos na Assembleia da República, o MDM está a governar quatro municípios, está em todas Assembleias Municipais com a excepção de duas, e está em praticamente todas Assembleias Provinciais. Há partidos políticos que estão na arena nacional há mais de 20 anos e não têm conseguido aquilo que o MDM tem feito”. Os 84 notáveis do Movimento Democrático de Moçambique O Conselho Nacional, o órgão mais alto do MDM entre os seus Congresso, passou a ser dirigido por Casimiro da Cruz Pedro e ficou com a missão de “brevemente” ratificar as propostas do Presidente do Partido, dos candidatos à membros da Comissão Politica Nacional e o Secretariado Geral. Eis a nova composição do Conselho Nacional do Movimento Democrático de Moçambique, que se somam a um lugar reservado à diáspora: PROVÍNCIA DE NIASSA 1. Bendita Ernesto 2. Eugénio Bacar 3. Eusébio Meja 4. Iassine Àbilo 5. Mateus Malicua 6. Pedro Baptista Salimo   PROVÍNCIA DE CABO DELGADO 1. Abudo Amisse 2. Ancha de Saidia Muidine 3. Armando Carlos Cipriano 4. Augusto Afonso Zendungue 5. Celso Cornélio 6. Guidion Bilika   PROVÍNCIA DE NAMPULA 1. Adérito Basílio 2. André Américo 3. Argentino Calavete 4. Diamantino Renha 5. Fátima Abudo Chande 6. Felizardo Gabriel Afonso 7. Ismael Momade 8. José Manuel Soares 9. Latifa Amade 10. Mucussete Ussene 11. Natália Amade 12. Wiliam dos Santos   PROVÍNCIA DA ZAMBÉZIA 1. Manuel de Araújo 2. Joaquim Maloa 3. Casimiro da Cruz Pedro 4. Elisabete António 5. Emílio Nhanza 6. Ricardo Ntabue 7. Fátima Martinho 8. Nelson Viegas 9. Anchia Selemane 10. José Marcos Samboco 11. Lúcia Alprendra 12. Hélder B. Wajonda   PROVÍNCIADE TETE 1. Gracinda Ninita Ricardo 2. Manuel Jemes 3. Regina Manuel Pio 4. Vicente Adriano 5. Wacha Luís Limane   PROVÍNCIA DE MANICA 1. Elisa Wine Sabão Madrige 2. Armindo Vasco Nota 3. Humberto Tobiasse Escova 4. Maria Manuela Lourenço 5. Agostinho Pedro Veremo Mucacho 6. Chico Fernando Manuel 7. Arone Timóteo Mussualho   PROVÍNCIA DE SOFALA 1. Luís Manuel Maúne 2. Jorge José Muchanga 3. Luísa Mateus Cipriano 4. Francisco Sábado Joaquene 5. Domingos Joaquim Chamanga 6. Ivone Manuel Dlhakama 7. Nélia Mandava Joaquim 8. Zeca Zacarias Mortalia Miguel 9. Minigio Lino Zambeze 10. Horácio Amadeu 11. Jacinta Luís dos Remédios 12. José Manuel Moisés   PROVÍNCIA DE INHAMBANE 1. Julieta João Chinavane 2. Fernando Luciano 3. Reginaldo José Julião 4. Ana Jordão Vilanculos 5. Berta Fabião   PROVÍNCIA DE GAZA 1. Felicidade Américo Sitoi 2. Isaura Armando Mucavele 3. Joilson David Matusse Júnior 4. Manasse Alexandre Mondlovo 5. Xadreque Mazive   MAPUTO PROVÍNCIA 1. Agostinho Machava 2. Evaristo Varela 3. Luís Fumo 4. Manuel Julião Ngole 5. Rosalinda Paudamlila 6. Telma Marta Matsinhe   MAPUTO CIDADE 1. Adelaide Alves 2. Augusto Mbazo 3. Ernesto Sitefane 4. Esmael Rafael Guambe 5. Lúcia Américo 6. Manuel José Tembe 7. Nuno Miguel Merargi Tajú

Velhas estratégias para combater velhos problemas no comércio moçambicano

Os desmandos protagonizados pelos agentes económicos e/ou proprietários de alguns supermercados e estabelecimentos comerciais continuam arrepiantes e reúnem todas as condições para colocar a saúde dos moçambicanos pode estar em perigo. Segundo a inspec
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Velhas estratégias para combater velhos problemas no comércio moçambicano

Os desmandos protagonizados pelos agentes económicos e/ou proprietários de alguns supermercados e estabelecimentos comerciais continuam arrepiantes e reúnem todas as condições para colocar a saúde dos moçambicanos pode estar em perigo. Segundo a inspectora-geral da Inspecção Nacional de Actividades Económicas (INAE), Rita Freitas, os problemas de higiene e limpezas, por exemplo, fazem-se sentir igualmente nos estabelecimentos comerciais que funcionam nos aeroportos do país, onde se esperava que a situação fosse saudável. Nesses locais, não só os operadores não dispõem de licenças para o exercício das suas actividades, como também não fixam preços dos produtos. Estes são apenas parte de problemas muito antigos que ocorrem nos mercados, supermercados e estabelecimentos comerciais e afins do país, mas que têm sido debelados com recurso às mesmas medidas, diga-se com pouco efeito no que diz respeito à observância da disciplina. Nesta altura ao ano, Rita Freitas alerta aos cidadãos para que não se deixem enganar com as promoções de certos artigos e/ou produtos, incluindo alimentares. Tal situação, de acordo com a aquela responsável, por vezes não passa de um artifício para aumentar as vendas e, sobretudo, despachar os produtos cujos prazos de validade está prestes a expirar. “Nestes casos chamamos atenção ao consumidor: não se deixe emocionar com as promoções”, disse a inspectora-geral da INAE, reiterando que é preciso “comprar as quantidades necessárias” para evitar que a validade dos produtos adquiridos expire com o stock ainda em casa e sem alguém aperceber. Trata-se de promoções relâmpagos que não raras vezes induzem o consumidores a adquirir grandes quantidades sem ter em conta o prazo de validade. “As promoções acontecem quando o produto está prestes a expirar o prazo (...)” e poucas pessoas têm tido o cuidado de verificar isso. Rita Freitas falava esta segunda-feira (11), em Maputo, numa conferência de imprensa destinada à divulgação das actividades do resultado da inspecção realizada semana passada. De acordo com ela, as irregularidades não esgotam aí. Existem agentes económicos que reduzem ou mantêm o preço de determinados produtos só para ter mais clientes, enquanto diminuíram o peso. Assim, “continuamos a monitorar os preços” em coordenação com o Instituto Nacional de Normalização e Qualidade (INNOQ), no sentido de assegurar o peso de produtos vendidos seja real.

SELO: Negros: Filhos de Kemet em busca de um lugar construído pelos seus ancestrais - Por Raul ...

Os 500 anos de colonização e neles os de escravidão, donde o negro foi lhe retirada toda a sua dignidade e tudo o que lhe fazia ser humano, desde a sua terra, a língua, a identidade, a cultura, os hábitos, costumes, educação, seu nome, sua face, etc.,
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SELO: Negros: Filhos de Kemet em busca de um lugar construído pelos seus ancestrais - Por Raul ...

Os 500 anos de colonização e neles os de escravidão, donde o negro foi lhe retirada toda a sua dignidade e tudo o que lhe fazia ser humano, desde a sua terra, a língua, a identidade, a cultura, os hábitos, costumes, educação, seu nome, sua face, etc., não foram suficientes para apagar a sua história e o seu legado neste planeta que ele viu desenvolver. Entenda-se Kemet como Terra Negra; Antigo Egipto A.C; África; O verdadeiro berço da civilização humana. Num período não tão distante da história, pelo menos até os anos 60 do século XX, em algumas partes do mundo e sobretudo nos EUA, os negros, ou melhor “niggers”, como eram assim tratados pelos seus amos donos de escravos (igualmente para distingui-los do octoroon, quadroon e/ou mulato) eram enforcados, linchados, decapitados, esquartejados, cuspidos, humilhados, em suma, passaram pelas piores barbaridades que um ser humano pode imaginar. Até os bebés negros não escapavam da tamanha crueldade. Estes eram feitos de isca para capturar jacarés e crocodilos. Foram actos hediondos que alguns querem fazer o mundo e sobretudo o próprio negro esquecer. Os negros continuam sem valor algum. Culpam-nos dos seus maiores problemas. Acusam-nos de matarem-se uns aos outros descaradamente e serem os portadores das piores enfermidades do mundo. São eles os selvagens, sem luz, cruéis, sem honra, imundos e imbuídos de maldade. Para os caucasianos os negros são a indicação de maldade, de impureza. Pouco sabem que o homem branco não está na posição moral de acusar o negro de nada. Fizeram-nos acreditar que a miséria e sofrimento que os negros vivem hoje não tem nenhuma relação com os 500 anos de repressão e pilhagem por estes sofrida. Os negros africanos que hoje são escravizados no país irmão Líbia, ou ainda os que são propositadamente mortos aos montes no mar mediterrâneo, tentando atravessá-lo em busca do bem-estar social que a Europa lhes tirou há 500 anos atrás e ainda hoje tira, são considerados a escória do mundo. São apenas pretos a querer invadir a vida dos outros. No entanto, ao invadir a Europa e o ocidente, o negro está numa jornada para alcançar um lugar que o seu antepassado ajudou a construir e que outrora este foi a força de trabalho do tão designado “país desenvolvido”. Preocupa a maneira como o homem branco vem tentando apagar a história e origem do negro reduzindo-o a insignificância. O negro é a origem da espécie humana na terra, e até do próprio branco. Como prova disto, Mendel, por sinal um cientista europeu mostrou cientificamente que são encontrados no branco os genes do homem negro. Assim, mostrou Mendel que o caucasiano é recessivo e o negro dominante, geneticamente falando, porque segundo ele, olhos azuis e cabelo loiro são recessivos, pele negra e olhos castanhos são dominantes. Na mesma linhagem, Rogers (2004) refere que só há pouco menos de 6000 anos atrás com a migração de negros do norte de África, sobretudo do antigo Egipto, para Europa começaram a surgir os primeiros brancos como resultado de uma mutação génica. Facto que hoje testemunhamos na nossa jornada da procriação com intuito de multiplicarmo-nos para encher o planeta. Como exemplo elucidativo daquele acontecimento, traz o Prof. José Maria de Igreja Campos [http://www.verdade.co.mz/vozes/37-hora-da-verdade/63118-selo-raca-por-jose-maria-de-igrejas-campos-] uma passagem no seu artigo intitulado “Raça” que diz o seguinte: «…praticamente toda a população “branca”, tinha nos glóbulos vermelhos do seu sangue hemoglobina S característica da raça negra (Cá estão eles!) …A população alentejana absorveu os pretos ou estes absorveram os alentejanos»? Esta pergunta tem a sua resposta na mesma frase e pode ser também encontrada observando os mais novos habitantes do “novo continente” chamado Europa. A realidade trazida por Mendel e não só, é aceite pela comunidade científica europeia e mundial, mas infelizmente há quem tenta ignorá-la. Os negros foram os primeiros humanos a habitar a terra, há quase 1 milhão de anos, é facto cientificamente comprovado. Os antropólogos europeus ao pesquisarem sobre os seres humanos não pararam por muito tempo na Europa, porque não havia nada por lá para explicar a proveniência do homem, logo, tiveram de migrar para África. Como explica Brace (2006), não há esqueletos antigos do tipo caucasiano na Europa. As suas descobertas mostram que não havia brancos na Europa antiga, só havia negros africanos a viver por lá como Dubois 1903; 1915; e Diop 1955; 1967; 1974, já antes fizeram referência nos seus escritos. Devido a dominação e da ideia de superioridade racial perpetrada pelos caucasianos, aliada à ganância pelo poder e recursos durante a história da humanidade, o homem branco tentou apagar tudo que dava algum valor ao negro. Hoje, nos juramentos dos cursos de medicina fazem acreditar aos formados que Hipócrates, homem branco da Grécia antiga é o legítimo pai da Medicina, ocultando-se a existência de Imhotep, o verdadeiro pai da Medicina, homem negro do antigo Egipto que já praticava a medicina há milhares de séculos. A forma de beleza feminina vendida aos africanos tem olhos azuis e cabelo loiro, mas não nos contam a história da grande influência de Saartjie Baartman sobre a beleza das mulheres europeias do século XVIII. Alguns europeus ofuscados pela verdade detestam ver os africanos imigrar para Europa em busca de sobrevivência. No entanto, ignoram as reais causas por detrás dessa imigração em massa. Se tiras a terra e a cultura de alguém, negas-lhe a instrução ou educação e ensinas a detestar tudo sobre ela criando ódio e discordância entre os seus próximos e iguais, impondo crenças, ideologias, regimes, sistemas e tipos de governo os quais nunca compreenderam, como esperar que esta pessoa seja produtiva para si própria e para o mundo no geral? O racismo que o negro africano sofre tem raízes na sua origem aborígene e natural do planeta e isso incomoda aos que conhecem tal realidade e também aos cegos que apenas odeiam porque assim lhes foi ensinado. Os nossos irmãos da Líbia, do Egipto, da Argélia, etc., da chamada “África branca” que pela cor da pele acham-se superiores aos demais africanos devem procurar fugir da ignorância que lhes foi imposta e aceitar a verdadeira história. O mesmo vale para alguns africanos e caucasianos que ainda glorificam a raça branca como a mais pura da natureza. Já tentaram limpar etnicamente os negros há 5 séculos atrás e ainda tentam, mas cá estão eles, sempre estiveram e possivelmente sempre estarão. Resta apenas aceitar e conviver pacificamente com isso. A raça nunca foi uma chatice, muito menos um problema. Nós tornamo-la num problema pela falta de conhecimento sobre as suas origens e do que essencialmente ela é feita. Também porque nunca nos demos o tempo de questionar sobre quem realmente somos e o que fazemos neste planeta. Pouco nos preocupamos em entender as leis da natureza, as leis da física que são as que realmente nos orientam e focalizamo-nos em perder o precioso tempo com mesquinhices criadas pela sociedade e por um minúsculo grupo de indivíduos que não passa de pó de areia nesta vasta galáxia e universo onde respiramos. Urge pensar e agir como espécie e não como indivíduos, porque no final das contas somos todos seres humanos e viemos de um espaço comum. Somos todos filhos de um planeta capaz de prover à todos os que nele habitam. Somos apenas parentes distantes. Por Raúl Barata

Investidos 6.2 milhões USD: Cornelder de Moçambique inaugura novo acesso rodoviário e parque ...

O Terminal de Contentores do Porto da Beira passará a contar com um novo acesso rodoviário, bem como com uma área de 3 hectares para acondicionamento de contentores. A cerimónia de inauguração que será orientada pela Vice-Ministra dos Transportes e Co
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Investidos 6.2 milhões USD: Cornelder de Moçambique inaugura novo acesso rodoviário e parque ...

O Terminal de Contentores do Porto da Beira passará a contar com um novo acesso rodoviário, bem como com uma área de 3 hectares para acondicionamento de contentores. A cerimónia de inauguração que será orientada pela Vice-Ministra dos Transportes e Comunicações, Manuela Ribeiro, está agendada para o dia 12 de Dezembro, terça-feira, pelas 14.30horas, defronte a Pousada do CFM, junto ao acesso do Terminal de Carga Geral. A Cornelder de Moçambique, S.A no quadro do seu plano de Director de Desenvolvimento investiu recentemente cerca de USD 6.2 milhões no aumento da capacidade de acondicionamento de carga no seu parque de contentores, bem como na construção de um novo acesso rodoviário, comportando cinco faixas com opção de extensão para integrar mais duas. A nova infra-estrutura de acesso irá incrementar a capacidade do Terminal para receber contentores, principalmente nos períodos de pico, vésperas de chegada de navios, em que se regista maior tráfego de camiões transportando contentores para o embarque. Actualmente, o acesso ao Terminal de Contentores é feito por apenas uma estrada de uma faixa em cada sentido, um cenário que, por vezes, tem originado congestionamento de camiões que chega a provocar constrangimentos ao tráfego normal de viaturas nas vias urbanas próximas ao recinto portuário. O novo acesso deverá estancar esta situação e permitir que haja maior segurança e fiabilidade no acesso ao Porto da Beira. A inauguração deste novo acesso, aliado aos trabalhos aprofundamento do canal de acesso ao porto iniciado em Novembro último e a conclusão das obras de reabilitação da estrada nacional número 6, tornarão o Porto da Beira mais eficiente, competitivo e de rápida resposta às necessidades do mercado nacional e regional.

Produtos contrafeitos abundam nos mercados de Maputo

Há cada vez mais produtos falsificados colocados à venda nos mercados moçambicanos, em particular na cidade de Maputo. Os mesmos vão desde produtos alimentares, passar por bens de consumo, até aos artigos de escritório. A Inspecção Nacional de Activid
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Produtos contrafeitos abundam nos mercados de Maputo

Há cada vez mais produtos falsificados colocados à venda nos mercados moçambicanos, em particular na cidade de Maputo. Os mesmos vão desde produtos alimentares, passar por bens de consumo, até aos artigos de escritório. A Inspecção Nacional de Actividades Económicas (INAE) diz que está a fazer o trabalho que lhe compete com vista a travar este tipo de desmando, mas a situação é preocupante e, algumas vezes, tem enfrentado dificuldades para impor a ordem. “Tem dado entrada, nos últimos tempos, no país, muitos produtos contrafeitos e nós não temos controlado ao nível dos portos (...)”, admitiu a inspectora-geral daquele instituição do Estado, Rita Freitas. Segundo ela, pelo menos 12 armazéns de agentes económicos, situados na zona baixa da cidade de Maputo, foram alvos de inspecção. Deles, cinco não apesentavam nenhuma irregularidade, três não foram ainda abertos porque os proprietários encontram-se em parte desconhecidas. Entretanto, caso os donos não compareceram para colaborar com a INAE, será accionada a Procuradoria-Geral da República (PRG) no sentido de autorizar a respectiva abertura e inspecção. Nos outros quatro armazéns, as irregularidade detectadas trouxeram à tona o quão os produtos falsos são colocados à comercialização sem quem os clientes se apercebam e infestar uma larga rede do mercado nacional. Por exemplo, num dos armazéns foi achado tóner e tinteiros contrafeitos. A empresa que se dedicava a esta actividade ilícita importava as caixas para embalagem mas o produto era feito localmente e atribuído uma das marcas e referências de um outro produto mais procurada no mercado moçambicano. Rita Freitas disse, esta segunda-feira (11), numa conferência de imprensa que até os selos e as máquinas usadas para tinteiros eram falsificados. “Depois de encher os tinteiros, estes eram metidos num saco plástico” e deste invólucro para a embalagem final, dando-lhes aspectos e características que a olho nu eram imperceptíveis de que são adulterados. No referido armazém não só foram encontrados tóneres e tinteiros falsificados, como também houve detecção de perfumes de diversas marcas e materiais electrónicos. No caso destes últimos, a empresa importava apenas as estampas das marcas e caixas para embalagem. Alguns tinteiros foram retirados já das prateleiras dos estabelecimentos comerciais, alguns dos quais encerrados por se acreditar que tentaram colocar a saúde de milhares de pessoas em risco. De acordo com Rita Freitas, a colocação das marcas de cada televisor, por exemplo, era de acordo com a procura de clientes. Ou seja, as pessoas compravam electrodomésticos cuja marca era na verdade falsa. A romaria de contravenções não cessou por ai: foram igualmente achados chinelos, sapatilhas, camisas, camisetas, detergente em pó e outros produtos contrafeitos e em grandes quantidades prontos para serem espalhados no mercado. Alguns destes produtos eram misturados na mesma caixa supostamente para ludibriar as autoridades, disse a inspectora-geral da INAE, ajuntando que, num outro armazém, descobriu-se óleo de travão falso cuja proveniência era pretensamente a África do Sul. O fabrico, a promoção ou a venda de um produtos contrafeitos em Moçambique constitui crime, porque não só é prejudicial para os consumidores, como também lesa os proprietários de marcas comerciais e os vendedores honestos e autorizados. Neste contexto, Rita Freitas disse que o Instituto da Propriedade Industrial (IPI) será contactado no sentido de se pronunciar sobre os produtos encontrados e supostamente adulterados, bem como indicar os verdadeiros donos das marcas imitadas.

35ª no Xai-Xai, 34º em Maputo nesta 3ªfeira de chuva no Norte

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta terça-feira(12) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula prevê-se céu geralmente muito nublado. Continuação de ocorrência de aguaceiros com trovoa
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35ª no Xai-Xai, 34º em Maputo nesta 3ªfeira de chuva no Norte

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta terça-feira(12) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula prevê-se céu geralmente muito nublado. Continuação de ocorrência de aguaceiros com trovoadas ou chuvas moderadas localmente fortes. Vento de nordeste a sueste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala prevê-se céu pouco nublado localmente muito nublado. Aguaceiros com trovoadas ou chuvas fracas localmente moderadas a forte nos distritos localizados ao longo do vale de Zambézia. Vento de sueste a nordeste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo prevê-se tempo quente e húmido com o céu muito nublado passando a pouco nublado Possibilidade de ocorrência de trovoadas e aguaceiros ou chuvas fracas durante a noite de hoje e madrugada de amanhã em Maputo e sul de Gaza. Vento de leste a nordeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 34 21 Xai-Xai 35 22 Inhambane 32 23 Vilankulo 30 23 Beira 31 24 Chimoio 30 19 Tete 30 24 Quelimane 30 23 Nampula 29 22 Pemba 31 24 Lichinga 24 17

Justiça do Sudão liberta 24 mulheres acusadas de uso de roupas "escandalosas"

Um tribunal do Sudão declarou neste domingo a inocência de 24 mulheres, entre elas duas sul-sudanesas, detidas na quinta-feira passada estarem usando «peças (de roupa) escandalosas» numa festa realizada num salão particular no leste de Cartum.
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Justiça do Sudão liberta 24 mulheres acusadas de uso de roupas "escandalosas"

Um tribunal do Sudão declarou neste domingo a inocência de 24 mulheres, entre elas duas sul-sudanesas, detidas na quinta-feira passada estarem usando «peças (de roupa) escandalosas» numa festa realizada num salão particular no leste de Cartum. De acordo com o policial Mohammed al Samani, o juiz não viu o ato como um crime e liberou as mulheres. Elas ficarem quatro dias presas por usarem saias qualificadas como «curtas» e calças muito apertadas. O tribunal determinou uma multa de 10 mil libras sudanesas à organizadora da festa por fornecer «informações falsas» às autoridades para conseguir permissão para a realização do evento e outra de 5 mil libras sudanesas ao dono da banda que tocou no dia. A festa foi promovido nas redes sociais por uma sul-sudanesa dedicada à indústria da moda. O caso fez com que ativistas pedissem ao governo sudanês a anulação da lei que criminaliza o uso de roupas curtas.

Chuvas fortes com trovoadas severas em Cabo Delgado, Niassa, Tete e Zambézia

O Instituto Nacional de Meteorologia(INAM) prevê a ocorrência de chuvas moderadas a fortes (entre 30 a 50 milímetros em 24 horas), podendo ocorrer em regime forte (mais de 50 milímetros em 24 horas), acompanhadas de trovoadas severas e ventos com rajada
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Chuvas fortes com trovoadas severas em Cabo Delgado, Niassa, Tete e Zambézia

O Instituto Nacional de Meteorologia(INAM) prevê a ocorrência de chuvas moderadas a fortes (entre 30 a 50 milímetros em 24 horas), podendo ocorrer em regime forte (mais de 50 milímetros em 24 horas), acompanhadas de trovoadas severas e ventos com rajadas até 50 quilómetros por hora, nas províncias de Cabo Delgado, Niassa, Tete e Zambézia. Segundo um comunicado do INAM a chuva forte deverá incidir sobre quase todos os distritos da província de Cabo Delgado, de Niassa e de de Nampula; sobre os distritos de Zumbo, Cahora-Bassa, Marávia, Chiuta, Chifunde, Macanga, Angónia e Tsangano(na província de Tete); e  ainda nos distritos de Gurúè, Milange, Namarrói, Morrumbala, Lugela, Ilé, Gilé, Alto Molócue, Pebane, Mocuba, Maganja da Costa, Nicoadala e cidade de Quelimane(na província da Zambézia).

Premier League: City vence e deixa United a 11 pontos de distância

O Manchester City venceu este domingo o United em Old Trafford, por 2 a 1, e deixou a equipa de José Mourinho a 11 pontos de distância. Num dérbi bem disputado, com oportunidades de golo nas duas balizas, os lances de bola parada e dois desacertos de Luka
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Premier League: City vence e deixa United a 11 pontos de distância

O Manchester City venceu este domingo o United em Old Trafford, por 2 a 1, e deixou a equipa de José Mourinho a 11 pontos de distância. Num dérbi bem disputado, com oportunidades de golo nas duas balizas, os lances de bola parada e dois desacertos de Lukaku a aliviar (mal) bolas acabaram por ser decisivos no desfecho do jogo. A equipa de Guardiola colocou-se em vantagem aos 43«, por David Silva, que na sequência de um canto aproveitou um ressalto em Lukaku e bateu Di Gea. O United respondeu bem e empatou logo de seguida, através de Rashford, num lance com culpas para a defesa do City. O segundo tempo continuou com o mesmo ritmo e com os citizens a chegarem ao golo da vitória. Novamente num lance de bola parada, na cobrança de um livre, Lukaku facilitou e Otamendi não perdoou. Até ao final, e já com Ibrahimovic em campo, a equipa de Mourinho intensificou a pressão e esteve muito perto do empate. Mas Ederson no mesmo lance, aos 84», negou o golo a Lukaku e Mata. Minutos antes, parece ter ficado por marcar um penálti a favor do United, num pisão de Otamendi a Herrera.

"Futuro do Trabalho" debatido em Maputo

No âmbito da celebração do centenário da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social (MITESS) organizou, na sexta-feira, 8 de Dezembro, um debate subordinado ao tema “ Futuro do Trabalho”¸ qu
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"Futuro do Trabalho" debatido em Maputo

No âmbito da celebração do centenário da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social (MITESS) organizou, na sexta-feira, 8 de Dezembro, um debate subordinado ao tema “ Futuro do Trabalho”¸ que tinha como objectivo reflectir sobre os principais desafios e oportunidades ligados ao desenvolvimento e promoção do trabalho no País. A pertinência do debate, que também se enquadra no âmbito da implementação da nova Política de Emprego, deve-se ao facto de estarem a ocorrer profundas transformações no mundo com impacto no mercado de trabalho, tais como o desenvolvimento tecnológico, as mudanças climáticas, o crescimento demográfico, a globalização, entre outras. O debate incidiu sobre os temas “Trabalho e Sociedade”, “Empreendedorismo e Trabalho do Futuro para Jovens” e “Organização do Trabalho, da Produção e Governação no Trabalho”, apresentados, respectivamente, por Edmundo Werma (representante da OIT em Moçambique), Juscelina Guirengane (Presidente da ANJE-Associação Nacional dos Jovens Empreendedores) e MITESS, através da Direcção Nacional do Trabalho e da Inspecção-Geral do Trabalho. Para a ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Vitória Diogo, disse que este debate, realizado durante a II Sessão Extraordinária da Comissão Consultiva do Trabalho, constitui uma plataforma certa e privilegiada para os mais diversos intervenientes darem o seu contributo sobre as tendências e desafios do mercado de trabalho no País. Face às profundas transformações que se registam no mundo, em particular no mercado do trabalho, Vitória Diogo diz ser necessário aprender novas habilidades e desenvolver novas atitudes e mentalidade para triunfar no mercado de trabalho. “Para além de termos que saber nos adaptar, temos que saber redefinir estratégias de como usar melhor as nossas habilidades para aprimorar e incrementar os nossos níveis de empregabilidade, a cada momento”, considerou a ministra. Vitória Diogo também se referiu à criatividade, à inovação e à aplicação prática das ideias como elementos importantes para se ser competitivo no mercado de trabalho, bem como para abraçar o empreendedorismo. “A criatividade, a inovação e a aplicação prática das ideias traduzem-se em soluções que vão impulsionar o crescimento individual e institucional”, acrescentou. Por seu turno, o representante da OIT em Moçambique, Edmundo Werma, referiu que o evento afigura-se como uma oportunidade não só para identificar desafios e potencialidades, mas também para gerar possíveis consensos sobre o fututo do trabalho em Moçambique no âmbito da nova Política de Emprego. “As novas tecnologias têm muitas potencialidades mas também riscos, principalmente para as camadas populacionais com menos qualificações, daí a importância de investir sempre e mais na educação e na formação, e dar aos jovens a possibilidade de aceder a uma educação de qualidade para poderem competir a nível global”, concluiu Edmundo Werma.

Universidade Politécnica: Académicos e políticos reflectem sobre contributo da agricultura ...

O secretário-geral do partido Frelimo, Roque Silva, considera que o aumento da produção e produtividade agrícolas podem contribuir para a redução das exportações e estabilização da economia do País, que atravessa períodos de instabilidade. Para R
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Universidade Politécnica: Académicos e políticos reflectem sobre contributo da agricultura ...

O secretário-geral do partido Frelimo, Roque Silva, considera que o aumento da produção e produtividade agrícolas podem contribuir para a redução das exportações e estabilização da economia do País, que atravessa períodos de instabilidade. Para Roque Silva, é importante que o País não olhe só para as enormes quantidades de recursos naturais e energéticos de que Moçambique dispõe, como únicos factores capazes de gerar desenvolvimento. “Podemos ter escolas, estradas, hospitais, etc, mas se não tivermos comida na mesa do cidadão não estaremos a combater a pobreza. Temos de produzir comida em quantidades que permitam satisfazer as necessidades internas e exportar”, defendeu Roque Silva, quando falava na quinta-feira, 7 de Novembro, num debate sobre a agricultura, organizado pelo partido Frelimo e que teve lugar na Universidade Politécnica, em Maputo. O debate teve como oradores o deputado e presidente da Comissão do Plano e Orçamento da Assembleia da República, Eneas Comiche, o economista e académico João Mosca e o vice-ministro da Indústria e Comércio, Ragendra de Sousa e teve como objectivo discutir os desafios para o relançamento da produção e produtividade agrícola em Moçambique. Conforme explicou o secretário-geral da Frelimo, este é o primeiro tema de um ciclo de debates que visam “colher ideias que nos permitam acelerar o processo de desenvolvimento de Moçambique”. “Temos de olhar para o País como um todo e pensar que todos os moçambicanos podem sentar-se à mesma mesa e discutir problemas que atrasam o nosso desenvolvimento. Devemos ter a coragem e ousadia de nos abstrairmos das nossas diferenças e trazer diversos segmentos da sociedade para debater sobre questões de interesse nacional”, disse Roque Silva. “Estes debates vão influenciar a definição de estratégias que nos levem ao desenvolvimento e, por via disso, ao alcance dos objectivos do Governo, nomeadamente a criação de condições para o bem-estar de todos os moçambicanos”, acrescentou. Por seu turno, o reitor da Universidade Politécnica, Narciso Matos, realçou a importância da inclusão social nos debates que têm como finalidade encontrar soluções para os problemas do País, neste caso o fraco desenvolvimento da agricultura. “Temos, no País, diversas leituras e pessoas, com diferentes perspectivas e é necessário ter isso em conta quando se está a discutir questões de interesse nacional. Ouvindo todos os extractos da nossa sociedade podemos colher ideias, a partir das quais tomaremos decisões que vão ajudar a desenvolver Moçambique”, afirmou Narciso Matos.

Entra em vigor a 8 de Janeiro: INSS divulga novo Regulamento da Segurança Social Obrigatória

O INSS leva a cabo, de 11 a 22 de Dezembro de 2017, em todo o País, o processo de divulgação do novo Regulamento da Segurança Social Obrigatória, aprovado pelo Decreto nº 51/2017, de 9 de Outubro, junto dos parceiros sociais, do público-alvo e dos func
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Entra em vigor a 8 de Janeiro: INSS divulga novo Regulamento da Segurança Social Obrigatória

O INSS leva a cabo, de 11 a 22 de Dezembro de 2017, em todo o País, o processo de divulgação do novo Regulamento da Segurança Social Obrigatória, aprovado pelo Decreto nº 51/2017, de 9 de Outubro, junto dos parceiros sociais, do público-alvo e dos funcionários, tendo em vista a sua entrada em vigor a 8 de Janeiro de 2018. Para o efeito, brigadas constituídas por técnicos dos Serviços Centrais irão escalar todas as províncias, onde irão se reunir com os parceiros sociais e utentes do Sistema, os quais estarão representados pelos sindicatos, empregadores e associações que congregam Trabalhadores por Conta Própria, entre outros. Participarão ainda nos eventos, representantes de instituições como a Inspecção Provincial de Trabalho, o Instituto Nacional de Emprego, o Centro de Mediação e Arbitragem Laboral e o Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo, entre outros em representação de entidades públicas e privadas. Neste processo de divulgação, estão previstos encontros de socialização do novo instrumento legal com os funcionários das delegações provinciais do INSS. O novo regulamento contém, dentre várias inovações, a introdução da pensão reduzida para os trabalhadores que não reúnam condições para aceder a pensão por velhice e das pensões de sobrevivência vitalícia e temporária. O dispositivo legal prevê ainda a prerrogativa de os TCP efectuarem o pagamento adiantado das contribuições até ao máximo de 12 meses; a consagração legal dos acordos de amortização da dívida para permitir às entidades empregadoras saldarem as suas dívidas em prestações e a redução do prazo de realização do estudo actuarial, de 5 para 3 anos, com vista a uma avaliação regular da robustez e sustentabilidade do Sistema.

7ª edição Standard Bank Open arrancou no Tunduru

A 7ª edição do Standard Bank Open teve início no sábado, 9 de Dezembro, nos “courts” do Jardim Tunduru, uma competição promovida pelo banco em coordenação com a Federação Moçambicana de Ténis. Trata-se de um torneio que tem por objectivo mas
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7ª edição Standard Bank Open arrancou no Tunduru

A 7ª edição do Standard Bank Open teve início no sábado, 9 de Dezembro, nos “courts” do Jardim Tunduru, uma competição promovida pelo banco em coordenação com a Federação Moçambicana de Ténis. Trata-se de um torneio que tem por objectivo massificar a prática do ténis no País, contribuindo, deste modo, para a rodagem dos atletas nacionais, por forma a que estejam preparados para as diversas provas internacionais que se avizinham. O Open, que tem como patrono o Standard Bank e com um «Prize Money» de 500 mil meticais, movimenta mais de 300 tenistas nacionais e internacionais, divididos entre os escalões de mini-ténis para crianças, juniores, profissionais e veteranos. No entanto, o destaque vai para categoria de profissionais, na qual estão inscritos 36 atletas em seniores masculinos e 16 em femininos, contando com a participação, para além de nacionais, de tenistas oriundos de 7 país africanos, nomeadamente da República Democrática de Congo, África do Sul, Swazilândia, Zâmbia, Botswana, Zimbabwe e Lesotho. Figuram neste escalão, entre outros, nomes sonantes como o da tenista número 1 da República Democrática de Congo, Nancy Onya, das sul-africanas Ntokozo Zwane e Anesipho Mgcawu, dos zimbabweanos Liberty Nzula e Tyno Alufeyo, bem como dos moçambicanos Bruno Figueiredo, Jossefa Simão, Cláudia Sumaia e Marieta Nhamitambo. Na intervenção que marcou a cerimónia de abertura, o gestor de Marketing do Standard Bank, Alfredo Mucavela, explicou o envolvimento do banco neste torneio, avançando que o mesmo “serve de oportunidade para estar com aqueles que valorizam a nossa marca e com aqueles que sempre apoiaram o nosso banco, que são as comunidades”. “É por isso que o banco está aqui, neste evento, que continuará Standard Bank Open por muito mais tempo, pois valorizamos a comunidade na qual operamos”, garantiu. Num outro contexto, Alfredo Mucavela falou da vertente da massificação desta modalidade, que neste torneio movimenta cerca de 200 crianças no escalão do mini-ténis. “O objectivo do Standard Bank, nesta frente, é de ver esta criançada a semear algo novo. Queremos que, daqui, saiam talentos que irão representar o nosso País além-fronteiras”, manifestou Alfredo Mucavela. Discursando em representação do Ministério da Juventude e Desportos, a directora nacional adjunta do Desporto, Cláudia Simbine, valorizou o envolvimento do Standard Bank na massificação do ténis, assumindo que “este banco serve de exemplo e é um modelo a seguir para as outras modalidades desportivas em todo o território nacional”. “Temos a salientar que, desde 2011, o Standard Bank Open tem servido como um meio de massificação do ténis, bem como da promoção da marca Standard Bank. Ao longo destes anos, tem formado tenistas que têm sabido dignificar o País dentro e além-fronteiras”, referiu. Por fim, a directora nacional adjunta do Desporto assegurou que “não se pode falar do desenvolvimento do desporto e da sua contribuição para a saúde, o bem-estar e a exaltação da moçambicanidade, sem mencionarmos o enorme contributo dos nossos parceiros, neste caso particular do Standard Bank, que através do ténis vai firmando a sua marca”. Por sua vez, o presidente da Federação Moçambicana de Ténis, Valige Tauabo, agradeceu a oportunidade que o banco tem dado a cada ano para a materialização do Standard Bank Open. Na sua intervenção, Valige Tauabo referiu que “é o Standard Bank que, anualmente, através deste grandioso evento, tem unido a família do ténis, pelo que estamos muitos gratos a esta instituição bancária centenária do País".

Formação e financiamento da Gapi asseguram sucesso do Propesca

A Gapi-Sociedade de Investimentos e o IDEPA (Instituto de Desenvolvimento da Pesca e Aquacultura)??estão a realizar em conjunto, na província de Nampula, um programa de formação de operadores da cadeia de valor da pesca de pequena escala. Na última sema
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Formação e financiamento da Gapi asseguram sucesso do Propesca

A Gapi-Sociedade de Investimentos e o IDEPA (Instituto de Desenvolvimento da Pesca e Aquacultura)??estão a realizar em conjunto, na província de Nampula, um programa de formação de operadores da cadeia de valor da pesca de pequena escala. Na última semana de Outubro, 20 operadores do sector de pesca entre eles pequenos pescadores, processadores e comerciantes de pequena dimensão, todos eles do distrito Angoche, beneficiaram de formação em matérias de planificação de pequenos negócios de pescado. Esta capacitação insere-se na componente de assistência técnica apoiadas pelo programa governamental Propesca e cuja implementação tem sido assegurada pela Gapi,SI em todas as províncias costeiras do nosso país. Através dos serviços financeiros da Gapi e desde finais de 2016 mais de uma centena de micros e pequenas empresas do sector tiveram acesso a créditos na ordem dos 65 milhões de Meticais. A formação organizada e facilitada pela Gapi,SI, delegação de Nampula em colaboração com o IDEPA, visa melhorar as habilidades de gestão dos operadores de pesca de pequena escala, assim como a estimular as ligações de mercado na cadeia de valor da pesca. De modo a aumentar os rendimentos e o desempenho dos negócios, sobretudo dos pequenos pescadores que, na sua maioria, ainda exercem a sua actividade piscatória com recurso a tecnologias e aprestos prejudiciais ao meio ambiente, a Gapi organizou serviços financeiros orientados para as diferentes necessidades dos vários intervenientes. Com a implementação do Propesca, a Gapi,SI está a promover o fomento de motorização no seio dos pescadores artesanais para garantir a produtividade e ligação dos pequenos pescadores com as empresas de processamento e de comercialização de pescado. “Saímos daqui mais ricos. A formação ensinou-nos que é preciso modernizarmos a actividade e fazer dela uma solução que possa gerar rendimentos” – disse Sabino Assane, um comerciante de pescado residente na vila de Angoche. O Secretário Permanente do Distrito de Angoche, Ali Assane, na cerimónia de encerramento da formação, dirigindo-se aos operadores de pesca apelou para a colaboração entre a Gapi e os pescadores e comerciantes “como forma de garantir o que é preciso para prosperar nos vossos negócios.” O Director Regional Norte da Gapi, João Maunze, informou que actividades semelhantes já estão a decorrer ou em preparação nos outros distritos e localidades da costa norte de Moçambique abrangidos pelo Propesca. Maunze acrescentou que a Gapi, além de financiamentos provenientes do Propesca mobiliza e canaliza outros recursos próprios para o desenvolvimento da pesca. Para servir os micro negócios do sector, a Gapi está a instalar unidades de microcrédito nessas zonas. Em Abril do ano corrente abriu um serviço de microcrédito em Angoche que, até ao momento, já financiou 51 operações num montante total de 4.5 milhões de Meticais. A reparação e a manutenção de embarcações, incluindo uma oficina artesanal de barcos de madeira já beneficiaram de financiamento. Para assegurar um melhor acesso e valorização da produção dos artesanais ao mercado, a Gapi está também a reestruturar uma pequena-média empresa local – “Mariscos do Índicos” - participando no seu capital e apetrechando-a com meios capazes de melhorar os sistemas de conservação. Através da tecnologia melhorada da “Mariscos do Índico” a produção dos artesanais está a ser procurada por mercados internacionais e mesmo por mega-projectos. A Gapi está a investir nesta empresa, no âmbito da sua unidade de participações, visando a promoção do sector privado comercial. Em 2018, o financiamento total neste investimento deverá atingir um milhão de dólares, informou João Maunze.

Serviço da Dívida Pública Interna vai custar 19,7 bis, montante é seis vezes maior do que ...

A proposta de Orçamento de Estado(OE) para o próximo ano prevê um montante inédito para o serviço da Dívida Pública Interna, 19,7 mil milhões de meticais, para amortizar o endividamento interno do Estado que ultrapassa os 100 mil milhões de meticais
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Serviço da Dívida Pública Interna vai custar 19,7 bis, montante é seis vezes maior do que ...

A proposta de Orçamento de Estado(OE) para o próximo ano prevê um montante inédito para o serviço da Dívida Pública Interna, 19,7 mil milhões de meticais, para amortizar o endividamento interno do Estado que ultrapassa os 100 mil milhões de meticais. Esse valor, que se destina a pagar os juros devidos aos detentores dos títulos do Tesouro moçambicano, que são na maioria os bancos comerciais, é quase o dobro de toda alocação para a província de Nampula ou para a Zambézia. O montante supera em duas vezes todo orçamento previsto para Água e Obras Públicas e é seis vezes superior à dotação para todos os Programas de Protecção Social em Moçambique em 2018. Desde o início do ano que o @Verdade tem denunciado que o Governo aumentou de forma galopante a Dívida Pública interna através da emissão de Bilhetes do Tesouro, de Obrigações do Tesouro e com empréstimos directos do Estado ao Banco Central. A Dívida Interna do Estado, que entre 2011 e 2015 havia crescido apenas de 22,3 milhões de meticais para 69,2 milhões de meticais, disparou em mais de 1000% desde o início da governação de Filipe Nyusi e ascendia aos 100,4 mil milhões de meticais a 20 de Outubro de 2017. Para fazer face as amortizações dessa dívida na proposta de Orçamento de Estado para 2018 estão inscritos 19,7 mil milhões de meticais, valor superior ao previsto para o serviço da Dívida Pública Externa que é de 13,4 mil milhões de meticais. Comparativamente as dotações orçamentais para outros sectores fundamentais para a vida dos moçambicanos o montante alocado para o serviço da Dívida Interna supera todo orçamento previsto para a província de Nampula, para a qual o Executivo de Nyusi inscreveu somente 12,5 mil milhões, e ultrapassa também todo dinheiro previsto para a província da Zambézia, para a qual foram previstos 12,3 mil milhões de meticais. O custo do serviço da Dívida Pública Interna supera ainda todo o orçamento previsto para o sector de Águas e Obras Pública, que em 2018 deverá receber somente 7,1 mil milhões de meticais, e é seis vezes maior do que a verba alocada para todos os Programas de Protecção Social dos moçambicanos que terá somente 3,6 mil milhões de meticais. Recorde-se que o recurso ao endividamento interno tem aumento desde a descoberta das dívidas ilegais da Proindicus e MAM que levaram a suspensão do Programa do Fundo Monetário Internacional. Encargos das Dívidas Públicas Interna e Externa superam toda alocação da Saúde em 2018 Paradoxal é que grande parte destes 19,7 mil milhões, a maior alocação para o serviço da Dívida Pública Interna de sempre, vão ser usados não só para o pagamento dos juros mais principalmente para pagar os próprios Bilhetes do Tesouro assim como às Obrigações do Tesouro que o Governo vendeu a investidores. Preocupante é que a expiral de endividamento interno não vai parar em 2018, o Executivo de Nyusi prevê continuar a recorrer ao crédito interno para obter mais 19,2 mil milhões de meticais. “O que acontece é uma espécie de jogos Ponzi, isto é dívida paga com nova dívida” explicou ao @Verdade a economista Fernanda Massarongo Chivulele, que há alguns anos estuda a Dívida Interna do Estado moçambicano, em alusão ao esquema fraudulento de pirâmide que leva o nome do o imigrante italiano Charles Ponzi, em que são prometidos rendimentos garantidos elevados em troca de um investimento e os juros são pagos com o dinheiro obtido com a entrada de novas participantes ou com novos investimentos dos membros que já integram a pirâmide. Mais grave ainda é que a Dívida Pública Interna é principalmente detida pelos bancos comerciais, o Banco Comercial e de Investimentos tem cerca de 16%, o Standard Bank tem aproximadamente 13% e o Millennium Bim outros 10%. Portanto estes 19,7 mil milhões de meticais é mais dinheiro que não é alocado para os sectores prioritários e vai parar ao sector financeiro que continuará a não financiar os sector produtivo. Aliás os serviços das Dívidas Públicas Interna e Externa, que totalizam 33,1 mil milhões na proposta de OE para 2018, superam toda alocação prevista para a Sáude que fica-se por apenas 26,6 mil milhões de meticais.

Ferroviário da Beira representa Moçambique na “Champions” de basquetebol masculino

Graças a um dos dois “wild cards” atribuídos pela Federação Internacional de Basquetebol o Ferroviário da Beira vai representar Moçambique na fase final da Taça dos Campeões Africanos em seniores masculinos que começa a ser disputada nesta segund
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Ferroviário da Beira representa Moçambique na “Champions” de basquetebol masculino

Graças a um dos dois “wild cards” atribuídos pela Federação Internacional de Basquetebol o Ferroviário da Beira vai representar Moçambique na fase final da Taça dos Campeões Africanos em seniores masculinos que começa a ser disputada nesta segunda-feira(11) na cidade de Rades, na Tunísia. Terceiro classificado da fase zonal 6 os “locomotivas” da Beira são uma das duas equipas repescadas para a “champions”, assim como os tunisinos do Union Sportive Monastirienne (Tunisia). Os campeões nacionais estão inseridos no grupo B da prova que decorre até ao próximo dia 20 e vão enfrentar na primeira fase o Sport Libolo e Benfica (Angola), o Groupment Sportive Petroliers (Argélia), o AS Mazembe (República Democratica do Congo), o Gombe Bulls (Nigéria) e a Union Sportive Monastirienne (Tunísia). No grupo A estão agrupadas as equipas do Etoile Sportive Rades (Tunísia), a New Generation (República Democratica do Congo), a City Oilers (Uganda), o InterClube de Luanda (Angola), o Kano Pillars (Nigeria) e a Association Sportive Sale (Morocco).

“Ngoma Moçambique”: “Canção mais popular”, atribuída a Mr. ...

Os vencedores do concurso da música ligeira moçambicana, o “Ngoma Moçambique” – edição 2017 –, foram anunciados na última sexta-feira (08), numa gala, em Maputo. A maior condecoração, que é a da “melhor canção”, ficou nas mãos de Cambe
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“Ngoma Moçambique”: “Canção mais popular”, atribuída a Mr. ...

Os vencedores do concurso da música ligeira moçambicana, o “Ngoma Moçambique” – edição 2017 –, foram anunciados na última sexta-feira (08), numa gala, em Maputo. A maior condecoração, que é a da “melhor canção”, ficou nas mãos de Cambezo, que concorreu com o tema “Utumbi”. Os prémios revelação feminina e masculina – atribuídos a artistas que concorrem pela primeira vez – ficaram com para Rodália e Valdemiro Albino, respectivamente. Em 2016, o maior galardão foi para a música “Ha Deva”, de Jimmy Dludlu, enquanto os prémios revelação masculina e feminina foram ganhos por Cambezo, com a canção “Ndinaenda Kupi”, e Tânia Kim, com a letra “ Khale Ka Wa Tolo”. Este ano, o prémio pela “canção mais popular”, que durante quarto anos consecutivos foi, incontestavelmente, arrebatado por Mr. Bow, coube a Lourena Nhate, que entrou na parada com o tema “Awu Hembi”. O prémio pela “canção mais votada” coube ao artista Kota Balú, que concorrente com a música “Very Nice”. Em 2016, este o galardão ficou com o artista Anibalzinho, que interpretou a música “Ma Ouve dizer”. Em 2015, o prémio, para a mesma categoria, foi ganho por Aniano Tamele, com a peça “Mutchado”. O conceituado músico Salimo Mohammed foi agraciado com o galardão “carreira”, atribuído a artistas com mais de 25 anos de carreira ininterrupta. Na edição passada, a mesma condecoração ficou nas mãos de Xidimunguana, outra figura emblemática da nossa música. Nas edições passadas do “Ngoma Moçambique”, o galardão coube a Aly Faque e António Marcos, outros decanos da música moçambicana. Aliás, a banda Ghorwane, uma das concorrentes na edição 2017 do “Ngoma Moçambique”, apesar de não ter sido distinguida neste âmbito, recebeu um “prémio-surpresa”, por ao longo da sua longa estrada na música ter contribuído para a valorização da cultura moçambicana no território nacional e no estrangeiro. Por conta disso e para que ela continue a singrar por esse caminho, recebeu 300 mil rands, equivalentes a um milhão e trezentos mil meticais, de uma instituição sul-africana. Este montante até parecia uma espécie de reconhecimento e gratificação à grandeza desta banda, formada há 34 anos, pois os seus integrantes não deixaram os seus créditos em mãos alheias. Subiram ao palco, cantaram e encantaram o público. Depois de Filo e Deltino Guerreiro, em 2016, na premiação da última sexta-feira, as melhores vozes feminina e masculina foram as de Xixel Langa e Waka Sitoi. Nesta edição foram submetidas à avaliação do júri 400 candidaturas [100 a mais, comparativamente à edição passada], tendo sido apurados 60 concorrentes, dos quais 12 chegaram à finalíssima. Os vencedores foram apurados através do voto popular, avaliação do júri, de locutores de rádio e Disc Jockeys, vulgo DJs. Concorriam para a edição 2017 do “Ngoma Moçambique”, os artistas Sheila Jizuita, Justina Ubaka, Mr. Bow, Lourena Nhate, Gorowane, Tchakaze, Banda Marofe, Banda Gorowane, Juma Combola, Big Leo e Kota Balú.

Uma pessoa morta e outras desparecidas num naufrágio em Sofala

Uma cidadã morreu, outras nove desapareceram e outras pessoas foram resgatadas com vidas quando uma embarcação artesanal de passageiros e carga em que viajavam naufragou, na tarde da passada quinta-feira (07), em Sofala. As autoridades marítimas locais pr
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Uma pessoa morta e outras desparecidas num naufrágio em Sofala

Uma cidadã morreu, outras nove desapareceram e outras pessoas foram resgatadas com vidas quando uma embarcação artesanal de passageiros e carga em que viajavam naufragou, na tarde da passada quinta-feira (07), em Sofala. As autoridades marítimas locais presume que a tragédia resultou do maus tempo que se fez sentir naquele ponto do país. O acidente aconteceu à tarde, no rio Maria, que faz parte do banco de Sofala. As vítimas partiram da região de Wiriquize, no distrito de Muanza, para a Paria Nova, na Beira. O @Verdade apurou que na embarcação viajavam 32 e as nove desaparecidas não tinham sido encontradas até ao fecho desta edição. Segundo relatos de alguns sobreviventes, a embarcação partiu de Wiriquize por volta das 05h00 daquele dia. Tudo parecia estar a correr a contento, mas, de repente, no meio do percurso, as águas agitaram-se devido ao vento forte, quando chegaram no rio Maria. O desespero aumentou quando a águas começou a entrar no barco. Na tentativa de aliviar o barco e evitar o pior, os passageiros livraram-se de parte da carga que traziam, atirando-a ao mar, mas tudo não passou de um trabalho sem efeito algum. Algumas pessoas sobreviveram graças aos bidões que tinham, pois serviram-se dos mesmos para nadarem e chegar à costa.

Continuação de chuvas no Norte nesta 2ªfeira fresca no Sul

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta segunda-feira(11) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula prevê-se céu muito nublado. Aguaceiros com trovoadas ou chuvas moderadas localmente fortes
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Continuação de chuvas no Norte nesta 2ªfeira fresca no Sul

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta segunda-feira(11) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula prevê-se céu muito nublado. Aguaceiros com trovoadas ou chuvas moderadas localmente fortes em Cabo Delgado e Niassa. Vento de nordeste a leste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala prevê-se céu pouco nublado localmente muito nublado. Aguaceiros com trovoadas ou chuvas fracas localmente moderadas no extremo norte de Tete e Zambézia. Vento de sueste a leste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo prevê-se céu nublado com períodos de muito nublado. Aguaceiros com trovoadas ou chuvas fracas a moderadas em Maputo e sul de Gaza. Vento de sueste a nordeste fraco a moderado. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 25 18 Xai-Xai 27 19 Inhambane 30 21 Vilankulo 29 21 Beira 28 23 Chimoio 28 18 Tete 37 23 Quelimane 31 23 Nampula 29 23 Pemba 28 24 Lichinga 23 16

La Liga: Cristiano Ronaldo marca bisa em goleada do Real Madrid sobre o Sevilha

Cristiano Ronaldo comemorou o seu recente prémio Bola de Ouro marcando duas vezes pela primeira vez num jogo do Campeonato Espanhol de futebol nesta temporada, ajudando o Real Madrid a vencer o Sevilha neste sábado por 5 a 0 e ficar a cinco pontos do líde
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La Liga: Cristiano Ronaldo marca bisa em goleada do Real Madrid sobre o Sevilha

Cristiano Ronaldo comemorou o seu recente prémio Bola de Ouro marcando duas vezes pela primeira vez num jogo do Campeonato Espanhol de futebol nesta temporada, ajudando o Real Madrid a vencer o Sevilha neste sábado por 5 a 0 e ficar a cinco pontos do líder do Barcelona. O Real chegou muito desfalcado para a partida pelas ausências dos defensores Raphael Varane, Sergio Ramos e Dani Carvajal e do meia Casemiro, mas os comandados de Zinedine Zidane foram letais no ataque, marcando os cinco golos ainda no primeiro tempo. Nacho Fernández abriu o placar aos três minutos após ressalto de uma cobrança de um pontapé de canto. Cristiano Ronaldo, que ganhou nesta semana a sua quinta Bola de Ouro, marco o segundo golo aos 23 minutos após uma grande jogada coletiva, para logo em seguida fazer mais de pênalti. O alemão Toni Kroos ampliou o marcador aos 38 minutos em outra boa jogada coletiva e o lateral de 18 anos Achraf Hakimi selou a goleada aos 42 minutos do primeiro tempo. O Real Madrid está em terceiro lugar no campeonato espanhol com 31 pontos, mesmo número de pontos do Valencia. A equipe espanhola segue agora para os Emirados Árabes Unidos onde defenderá o seu título no Mundial de Clubes.

35º em Tete, 27º em Maputo neste domingo de chuva no Norte

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este domingo(10) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula prevê-se céu geralmente muito nublado. Continuação de aguaceiros com trovoadas ou chuvas modera
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35º em Tete, 27º em Maputo neste domingo de chuva no Norte

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este domingo(10) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula prevê-se céu geralmente muito nublado. Continuação de aguaceiros com trovoadas ou chuvas moderadas, localmente fortes. Vento de sueste a leste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala prevê-se céu pouco nublado, localmente muito nublado. Ocorrência de aguaceiros com trovoadas ou chuvas fracas a moderadas no extremo norte da província Tete e na Zambézia. Vento de sueste a leste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo prevê-se céu pouco nublado passando a muito nublado. Possibilidade de ocorrência de aguaceiros com trovoadas ou chuvas fracas a moderadas em Maputo e sul de Gaza. Vento de nordeste a sueste fraco a moderado, soprando com rajadas. Eis as temperaturas máximas previstas: Tete 36º Celsius; Inhambane, Beira e Quelimane 30º Celsius; Vilankulo, Chimoio e Nampula 29º Celsius; Pemba 28; Maputo 27º Celsius; Xai-Xai 26º Celsius; e Lichinga 25º Celsius.

Chuvas fortes com trovoadas severas em Cabo Delgado, Niassa, Nampula e Tete.

O Instituto Nacional de Meteorologia(INAM) alerta para a ocorrência de chuvas moderadas a fortes (entre 30 a 50 milímetros em 24 horas) podendo ocorrer em regime forte (mais de 50 milímetros em 24 horas), acompanhadas de trovoadas severas e ventos com raj
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Chuvas fortes com trovoadas severas em Cabo Delgado, Niassa, Nampula e Tete.

O Instituto Nacional de Meteorologia(INAM) alerta para a ocorrência de chuvas moderadas a fortes (entre 30 a 50 milímetros em 24 horas) podendo ocorrer em regime forte (mais de 50 milímetros em 24 horas), acompanhadas de trovoadas severas e ventos com rajadas até 50 quilómetros por hora, neste sábado nas províncias de Cabo Delgado, Niassa, Nampula e Tete. De acordo com o INAM o tempo chuvoso deverá incidir sobre quase todos os distritos das Províncias de Cabo Delgado e de Niassa; principalmente nos distritos de Memba, Eráti, Lalaua, Mecubúri, Nacarôa, Muecate, Monapo, Nacala-a-Velha Ribáué e Malema(na Província de Nampula); e ainda nos distritos de Chifunde, Macanga, Angónia e Tsangano(na Província de Tete).

Chuvas fortes com trovoadas severas

O Instituto Nacional de Meteorologia(INAM) alerta para a ocorrência de chuvas moderadas a fortes (entre 30 a 50 milímetros em 24 horas) podendo ocorrer em regime forte (mais de 50 milímetros em 24 horas), acompanhadas de trovoadas severas e ventos com raj
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Chuvas fortes com trovoadas severas

O Instituto Nacional de Meteorologia(INAM) alerta para a ocorrência de chuvas moderadas a fortes (entre 30 a 50 milímetros em 24 horas) podendo ocorrer em regime forte (mais de 50 milímetros em 24 horas), acompanhadas de trovoadas severas e ventos com rajadas até 50 quilómetros por hora, neste sábado nas províncias de Cabo Delgado, Niassa, Nampula e Tete. De acordo com o INAM o tempo chuvoso deverá incidir sobre quase todos os distritos das Províncias de Cabo Delgado e de Niassa; principalmente nos distritos de Memba, Eráti, Lalaua, Mecubúri, Nacarôa, Muecate, Monapo, Nacala-a-Velha Ribáué e Malema(na Província de Nampula); e ainda nos distritos de Chifunde, Macanga, Angónia e Tsangano(na Província de Tete).

"Dia da Fúria" por Jerusalém deixa 2 palestinos mortos e dezenas de feridos

Milhares de palestinos protestaram, dezenas ficaram feridos e ao menos dois morreram nos confrontos com tropas israelenses no “Dia da Fúria” contra o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como capital de Israel, e
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"Dia da Fúria" por Jerusalém deixa 2 palestinos mortos e dezenas de feridos

Milhares de palestinos protestaram, dezenas ficaram feridos e ao menos dois morreram nos confrontos com tropas israelenses no “Dia da Fúria” contra o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como capital de Israel, e o presidente palestino afirmou que Washington não pode mais ser mediador da paz. Nos mundos árabe e muçulmano, outros milhares de manifestantes foram às ruas nesta sexta-feira, dia sagrado para os muçulmanos, expressando solidariedade com os palestinos e revolta por Trump ter revertido uma tradição de décadas da política externa norte-americana. Soldados israelenses mataram um palestino a tiros perto da fronteira de Gaza, a primeira morte confirmada em dois dias de tumultos. Uma segunda pessoa morreu mais tarde devido aos ferimentos, disse um funcionário do hospital de Gaza. O Exército do Estado judeu disse que centenas de palestinos estavam rolando pneus em chamas e atirando pedras nos soldados através da fronteira. “Durante os tumultos, soldados das IDF (Forças de Defesa de Israel) dispararam seletivamente contra dois dos principais instigadores, e ferimentos foram confirmados”, disse. Mais de 80 palestinos foram feridos na Cisjordânia ocupada e em Gaza devido a disparos de munição letal e de balas de borracha dos israelenses, de acordo com o serviço de ambulâncias do Crescente Vermelho palestino. Dezenas mais passaram mal devido à inalação de gás lacrimogéneo. Na quinta-feira 31 pessoas já haviam ficado feridas. À medida que as orações de sexta-feira terminavam na mesquita de Al Aqsa, em Jerusalém, fiéis seguiram para os muros da Cidade Velha bradando “Jerusalém é nossa, Jerusalém é nossa capital” e “Não precisamos de palavras vazias, precisamos de pedras e Kalashnikovs”. Houve choques entre manifestantes e policiais. Em Hebron, Belém e Nablus, dúzias de palestinos atiraram pedras em soldados israelenses, que reagiram disparando gás lacrimogéneo. Em Gaza, controlada pelo grupo islâmico Hamas, os clamores para os fiéis protestarem foram proclamados nos alto-falantes de mesquitas. O Hamas pediu um novo levante palestino como as intifadas de 1987-1993 e 2000-2005, que juntas resultaram nas mortes de milhares de palestinos e mais de mil israelitas. “Quem quer que transfira a sua embaixada para Jerusalém ocupada se tornará inimigo dos palestinos e um alvo de facções palestinas”, disse o líder do Hamas, Fathy Hammad, enquanto manifestantes queimavam posteres de Trump em Gaza. “Declaramos uma intifada até a libertação de Jerusalém e de toda a Palestina”. A maioria dos países considera Jerusalém Oriental, que Israel capturou na Guerra dos Seis Dias de 1967 e anexou, um território ocupado, que inclui a Cidade Velha, sede de santuários judeus, muçulmanos e cristãos. O presidente palestino, Mahmoud Abbas, pareceu desafiador nesta sexta-feira. “Rejeitamos a decisão norte-americana sobre Jerusalém. Com esta posição, os Estados Unidos já não se qualificam para patrocinar o processo de paz”, disse Abbas em comunicado.

Zucula, Zimba e Viegas saem em liberdade após pagarem caução

Paulo Zucula, Mateus Zimba e José Viegas, os três arguidos detidos quarta-feira(06) em conexão com o caso de corrupção na compra de duas aeronaves de marca Embraer para as Linhas Aéreas de Moçambique foram interrogados pelo Tribunal Judicial da cidade
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Zucula, Zimba e Viegas saem em liberdade após pagarem caução

Paulo Zucula, Mateus Zimba e José Viegas, os três arguidos detidos quarta-feira(06) em conexão com o caso de corrupção na compra de duas aeronaves de marca Embraer para as Linhas Aéreas de Moçambique foram interrogados pelo Tribunal Judicial da cidade de Maputo e saíram em liberdade após pagarem caução determinada pela juíza Ludovina David. Zucula, antigo Ministro dos Transportes e Comunicações, Zimba, antigo Gestor Sénior da Sasol Pretroleum Temane e Viegas, antigo PCA das LAM, são suspeitos de terem recebido suborno de 800 mil dólares norte-americanos para garantirem a adjudicação de um negócio 70 milhões de dólares norte-americanos à construtora de aeronaves brasileira que em 2008 vendeu dois aviões comerciais a companhia aérea de bandeira moçambicana. Após a audição, nesta quinta-feira(07) o tribunal decretou como medida de coacção a liberdade provisória mediante pagamento de caução que ficou estabelecida em três milhões e quinhentos mil meticais para a libertação de José Viegas, seis milhões de meticais para o arguido Mateus Zimba e cinco milhões de meticais para Paulo Zucula. O @Verdade sabe que os três suspeitos pagaram as respectivas cauções nesta sexta-feira(08) e aguardam os passos subsequentes do caso em casa. Não se percebe a intenção da Procuradoria-Geral da República ordenar a prisão dos três suspeitos, tendo em conta que investiga o caso há mais de um ano e meio e até ao momento continua a trabalhar na instrução preparatória sem haver nenhum previsão de quando poderão ser julgados.      

Chuva forte em Cabo Delgado e Niassa, sábado fresco no Centro e Sul

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este sábado(09) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula prevê-se céu geralmente muito nublado. Continuação de chuvas ou aguaceiros com trovoadas, poden
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Chuva forte em Cabo Delgado e Niassa, sábado fresco no Centro e Sul

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este sábado(09) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula prevê-se céu geralmente muito nublado. Continuação de chuvas ou aguaceiros com trovoadas, podendo ocorrer em regime moderadas a forte nas províncias de Cabo Delgado e interior de Niassa. Vento de sueste a leste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas na faixa costeira de Cabo Delgado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala prevê-se céu pouco nublado, localmente muito nublado. Ocorrência de chuvas fracas localmente moderadas. Vento de sueste a leste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo prevê-se tempo quente e húmido, com o céu pouco nublado temporariamente nublado. Possibilidade de ocorrência de chuvas fracas ou chuviscos ao longo da faixa costeira. Vento de sueste fraco a moderado, rodando para nordeste em Maputo e Gaza, soprando por vezes com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 31 19 Xai-Xai 30 19 Inhambane 30 21 Vilankulo 28 20 Beira 28 23 Chimoio 26 18 Tete 35 24 Quelimane 31 23 Nampula 33 22 Pemba 27 24 Lichinga 25 17

Chuvas muito fortes com trovoadas severas em Cabo Delgado

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê a ocorrência de chuvas muito fortes (mais do 75 milímetros em 24 horas), acompanhadas de trovoadas severas e ventos com rajadas até 60 quilómetros por hora a partir da noite desta sexta-feira(08) na Província d
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Chuvas muito fortes com trovoadas severas em Cabo Delgado

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê a ocorrência de chuvas muito fortes (mais do 75 milímetros em 24 horas), acompanhadas de trovoadas severas e ventos com rajadas até 60 quilómetros por hora a partir da noite desta sexta-feira(08) na Província de Cabo Delgado. A chuva deverão fustigar principalmente osdistritos de Ancuabe, Mueda, Muidumbe, Montepuez, Macomia, Quissanga, Meluco, Palma, Mocimboa da praia, Nangade, Balama e cidade de Pemba.

Wydad de Casablanca representa África no Mundial de Clubes da FIFA em Abu Dhabi

O Wydad de Casablanca de Marrocos, representa África no Mundial dos Clubes da Federação Internacional de Futebol (FIFA) iniciado a 6 de Dezembro corrente nos Emiratos Árabes Unidos. Vencedor da Liga dos Campeões da Confederação Africana de Futebol (C
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Wydad de Casablanca representa África no Mundial de Clubes da FIFA em Abu Dhabi

O Wydad de Casablanca de Marrocos, representa África no Mundial dos Clubes da Federação Internacional de Futebol (FIFA) iniciado a 6 de Dezembro corrente nos Emiratos Árabes Unidos. Vencedor da Liga dos Campeões da Confederação Africana de Futebol (CAF), o Wydad que terminará a 16 do corrente, entrará na competição nos quartos-de-final, a 9 de dezembro, defrontado o Pachuca no estádio Zayed Sports City Stadium, em Abu Dhabi, a capital dos Emirados Árabes Unidos. No total, sete clubes participarão na competição, designadamente o Wydad de Casablanca, o Gremio do Brasil, vencedor da Taça Libertadores, o Urawa Red Diamonds do Japão, vencedor da Líga dos Campeões da Ásia, o Pachuca do México, vencedor da Líga dos Campeões da Concacaf de 2016-2017, o Auckland City da Nova Zelândia, vencedor da Liga dos Campeões da Ofc de 2017, o Al-jazira dos Emirados Árabes Unidos, vencedor da Líga pro dos Emirados Árabes, e o Real de Madrid, da Espanha. O clube espanhol, detentor do título, está igualmente qualificado para a competição enquanto vencedor da Líga dos Campeões da UEFA (União Europeia de Futebol Associação), tornando-se assim no primeiro detentor do título a qualificar-se para a competição seguinte. No entanto, o Aucland e o Al-Jazira entram na competição em jogo de qualificação para os quartos-de-final, ao passo que o Urawa, o Pachuca e o Wydad entram nos quartos-de-final. O Real de Madrid e o Grémio jogarão a partir das meias-finais. O jogo de abertura opôs o Auckland City ao Al-Jazira quarta-feira última.

Às escondidas, Governo de Nyusi aumentou preço da água potável em Moçambique

Notou que a factura de água ficou mais cara? O Governo de Filipe Nyusi aumentou, mais uma vez às escondidas, o custo do precioso líquido em Moçambique desde o passado dia 1 de Outubro. O preço mais elevado continua a ser praticado em Maputo, cidade e pro
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Às escondidas, Governo de Nyusi aumentou preço da água potável em Moçambique

Notou que a factura de água ficou mais cara? O Governo de Filipe Nyusi aumentou, mais uma vez às escondidas, o custo do precioso líquido em Moçambique desde o passado dia 1 de Outubro. O preço mais elevado continua a ser praticado em Maputo, cidade e província, porém os agravamentos mais significativos, 27% e 25%, aconteceram no custo da água em Nampula e em Pemba, respectivamente. O @Verdade descobriu que o Executivo, através do Conselho de Regulação de Águas(CRA), aprovou no passado dia 1 de Setembro o ajustamento das tarifas de água potável nos Sistemas sob gestão do Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água(FIPAG), com efeitos desde o passado dia 1 de Outubro. Tentativas de obter esclarecimentos do CRA, particularmente sobre as razões do aumento, não tiveram sucesso. Oficialmente a razão do aumento é a “salvaguarda da manutenção dos sistemas e da continuidade de fornecimento de serviço de qualidade”, de acordo com a Resolução nº 3/2017 do CRA publicada em Boletim da República de 13 de Setembro passado. Mas o @Verdade entende que os aumentos estão ligados à crise financeira que estamos a viver por causa das dívidas ilegais da Proindicus e MAM pois surgem para cobrir o défice resultante do agravamento dos custos de energia, combustíveis e produtos químicos que são fundamentais no processo de produção de água potável. Ironicamente alguns dos municípios que sofreram os maiores aumentos o precioso líquido está a ser racionado devido à falta de investimentos nos próprios Sistemas do FIPAG. Os citadinos de Maputo, Matola e Boane são os que vão continuar a pagar mais caro pela água canalizada. Dos anteriores 22 meticais, no escalão de consumo de 5 a 10 mil metros cúbicos mensais, o preço passou para 27,56 meticais por metro cúbico. Já no escalão de consumo mensal superior a 10 mil metros cúbicos, o custo passou de 35 meticais para 45,11 meticais por cada metro cúbico. De acordo com um relatório do CRA, de 2015, a água potável só chegava a 64% do mais d 2,1 milhões de habitantes destes três municípios. Os munícipes de Nampula também vão continuar a pagar muito caro pela água potável, no escalão de consumo mensal entre 5 a 10 mil metros cúbicos o preço passou de 22 meticais para 28,03 meticais por cada metro cúbico, enquanto no escalão de consumo mensal superior a 10 mil metros cúbicos o custo aumentou de 25,25 meticais para 29,04 meticais por metro cúbico. Apesar do precioso líquido não chegar a 30% dos mais de meio milhão de habitantes da chamada capital do Norte a cidade de Nampula enfrenta restrições no fornecimento de água por falta de capacidade da fonte actual para responder à demanda. Entretanto os residentes da cidade de Pemba, do posto administrativo de Murrébuè e do distrito de Metuge, começam a sentir os efeitos do desenvolvimento na conta de água. Sofreram um aumento de 20% no escalão entre 5 a 10 mil metros cúbicos e passam a pagar 25% mais alto no escalão de consumo mensal superior a 10 mil metros cúbicos. Porém, mesmo com custo alto, a água canalizada só chegava a cerca de 36% dos cerca de 200 mil habitantes que estão na área do Sistema na capital da província de Cabo Delgado. Eis os aumentos em cada um dos 15 sistemas de abastecimento de água potável sob gestão do FIPAG, detalhados por categoria e escalão de consumo: Taxas de serviços administrativos de água aumentaram 20% Note-se que o Executivo introduziu com esta Resolução uma nova sub-categoria para clientes com consumo até 5 mil metros cúbicos por mês que ficou estabelecida em 58,40 meticais por metro cúbico. As tarifas médias de referencia também foram agravadas para os montantes discriminados à seguir: Para além do aumento das tarifas o Governo de Nyusi decidiu ainda agravar em “20%, os valores das taxas de outros serviços, nomeadamente: depósito de garantia, vistoria, subscrição do contrato, corte e religação, aferição do contador, e encargos para contador danificado e/ou pela violação da instalação. O anterior aumento das tarifas de água aconteceu a 1 de Outubro de 2016.

@Verdade Editorial: O presente que ainda não foi entregue aos moçambicanos

Desde que foram despoletadas as dívidas contraídas ilegalmente pelo Governo da Frelimo, liderado na altura por Armando Guebuza, os moçambicanos esperam ver os envolvidos na maior fraude do país, quiçá do mundo, de todos os tempos, responsabilizados pel
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@Verdade Editorial: O presente que ainda não foi entregue aos moçambicanos

Desde que foram despoletadas as dívidas contraídas ilegalmente pelo Governo da Frelimo, liderado na altura por Armando Guebuza, os moçambicanos esperam ver os envolvidos na maior fraude do país, quiçá do mundo, de todos os tempos, responsabilizados pelo crime que cometeram contra toda uma nação. Os nomes dos sujeitos já são sobejamente conhecidos, e espanta- nos o silêncio cúmplice da Procuradoria- Geral da República (PGR). Mas, após um ano e meio a investigar o caso de corrupção na compra de duas aeronaves de marca Embraer pelas Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), a PGR ordenou esta semana a detenção de três arguidos, nomeadamente Paulo Zucula, antigo Ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Zimba, antigo Gestor Sénior da Sasol Pretroleum Temane, e de José Viegas, antigo PCA das LAM, enquanto continua a instrução preparatória da acusação. Sem sombras de dúvidas, esta situação pouco comum na Justiça moçambicana poderia considerar-se um presente de natal antecipado, porém, na verdade, os moçambicanos têm vindo a aguardar pela prisão dos arquitectos das dívidas ilegais, desde que o assunto foi divulgado pela imprensa internacional, em Abril de 2016. Razões para isso são várias, a destacar o custo de vida sem precedentes que tem sufocado o povo moçambicano nos últimos tempos. A auditoria às dívidas ocultas revelou que há por esclarecer o destino dos dois mil milhões de dólares contraídos por três empresas estatais entre 2013 e 2014. Está claro que esse dinheiro não foi usado para resolver os inúmeros problemas da população. Além disso, o relatório de auditoria apontou os nomes das figuras que, em nome do Estado moçambicano, arquitectaram o maior esquema de corrupção de sempre e deixaram um país todo em situação económica deplorável. No entanto, é uma fraude ou tentativa de lançar areia para os olhos dos moçambicanos apenas apresentar-nos os indivíduos que receberam suborno de 800 mil dólares norte-americanos para garantirem a adjudicação de um negócio 70 milhões de dólares norte- -americanos à construtora brasileira que vendeu duas aeronaves comerciais a companhia aérea de bandeira moçambicana. Não obstante ser um grande passo para responsabilização dos indivíduos que fazem dos cofres do Estado a sua vaca leiteira, é bom que se diga que esse não é o presente de natal que os moçambicanos estão à espera. Queremos, portanto, ver também os implicados no caso EMATUM presos enquanto continua a instrução preparatória da acusação, à semelhança do caso da compra de Embraer.

Sem vergonha e liderança (muito)pouco se pode combater a corrupção

Os funcionários afectos a diferentes instituições públicas na cidade de Maputo lesaram o Estado em 3.550.327 meticais, devido a actos de corrupção, de Janeiro a Novembro deste ano, segundo a governadora Iolanda Cintura. Para o jurista e jornalista Tomá
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Sem vergonha e liderança (muito)pouco se pode combater a corrupção

Os funcionários afectos a diferentes instituições públicas na cidade de Maputo lesaram o Estado em 3.550.327 meticais, devido a actos de corrupção, de Janeiro a Novembro deste ano, segundo a governadora Iolanda Cintura. Para o jurista e jornalista Tomás Vieira Mário, esta situação pode ser indicativo de que “se você não rouba do Estado é considerado tolo (...) , cobarde” e o pior de tudo é que a distinção entre o bem comum e individual” esfumou-se. Por conseguinte, corrupção tornou-se uma maneira de viver de que poucos ou ninguém se envergonha. A governante e Tomás Vieira Mário falavam esta quinta-feira (07), na Procuradoria-Geral da República (PGR), num encontro alusivo às celebrações do “Dia Internacional contra a Corrupção”, este sábado (09), sob o lema “unidos contra a corrupção para o desenvolvimento, a paz e a segurança”. Iolanda Cintura disse que, no período a que se referiu, a Procuradoria da Cidade de Maputo tramitou 28 processos relacionados com os crimes de corrupção e peculato. Por sua vez, Tomás Vieira Mário orientou uma palestra, na qual defendeu que os tentáculos desse comportamento desonesto, fraudulento ou ilegal que implica a troca de dinheiro, valores ou serviços em proveito próprio abarcam quase todos os sectores da administração pública e se imperar a falta de liderança, os corruptos infestarão a tudo e todos, comprometendo, desta forma, o futuro do país. Apesar dos múltiplos discursos de repúdio à corrupção e de todas as acções que visam combatê-la, continuamos a registar vários casos, admitiu a juíza Lúcia Maximiano, que moderava a apresentação do palestrante. Tomás Vieira Mário acredita que a falta de vergonha e liderança podem estar na origem desse mal. Ele não é novo no planeta mas representa uma “grave ofensa moral”. De acordo com o palestrante e presidente do Conselho Superior da Comunicação Social (CSCS), na sociedade moçambicana há cada vez mais pessoas – envolvidas em esquemas de corrupção – porque falta de vergonha, noção do bem e do correcto. Pode ser por isso que os valores de probidade e respeito pelo bem comum parecem ter se tornado fúteis. Segundo o jurista e jornalista, só quem é honesto tem vergonha. Esta é uma qualidade de gente “não propensa a enganar e defraudar para se apropriar (...) do bem comum”. Tomás Vieira Mário referiu-se ao processo da migração digital em Moçambique, nas mãos da Startimes, uma firma chinesa, e a Focus 21, holding da família Guebuza [ex-Presidente da República], tendo afirmado que este é um exemplo de promiscuidade entre o poder político e o sector privado. Tratou-se de um negócio milionário e típico de indivíduos sem vergonha. “A liderança ou falta dela pode ser uma das causas da corrupção (...)”, disse o interlocutor, salientando que só existe liderança quando há uma agenda clara, com previsão clara nítida de resultados, com um sistema de fiscalização e com as devidas formas de responsabilização àqueles que agirem em sentido contrário. E parece ser isso que falta no país. Se com o evento a que nos referimos a ideia era trazer soluções para estancar o mal em questão, diga-se que tal desiderato não foi logrado nem de longe. Participaram procuradores, juízes, funcionários e agentes do Estado, entre outros. Amélia Munguambe, procuradora-chefe da cidade de Maputo, contou, a titulo de exemplo, que há situações em que determinado dirigente de uma instituição pública é destituído por prática de corrupção mas o outro que o substitui, em vez de agir em sentido contrário, “segue as mesmas peugadas”. A magistrada questionou como é que um funcionário ou agente do Estado pode sentir vergonha numa situação em que existe uma cultura de que o suborno e a corrupção são práticas normais (...), não obstante todos os efeitos negativos decorrentes dela. A titulo de exemplo, a magistrada contou que há situações em que determinado dirigente de uma instituição pública é destituído por prática de corrupção mas o outro que o substitui, em vez de agir em sentido contrário, “segue as mesmas peugadas”. Para a conservadora Arlinda Nhaquila, só tem vergonha aquele que tem moral. “Podemos realizar tantos seminários (...), mas se não sairmos das palavras para a acção” pouca coisa ou nada vai mudar. O Estado precisa apostar na formação dos seus funcionários e incutir nelas o compromisso individual de cultivar os valores morais. Estes devem ser igualmente inculcados na sociedade.

Mais chuvas para Cabo Delgado, Nampula e Niassa até Fevereiro

A actualização da previsão climática sazonal para o período Dezembro-Janeiro-Fevereiro prevê mais chuvas nas províncias de Cabo Delgado, Nampula, Niassa e extremo norte da província da Zambézia e menos precipitação nas províncias de Maputo, Gaza,
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Mais chuvas para Cabo Delgado, Nampula e Niassa até Fevereiro

A actualização da previsão climática sazonal para o período Dezembro-Janeiro-Fevereiro prevê mais chuvas nas províncias de Cabo Delgado, Nampula, Niassa e extremo norte da província da Zambézia e menos precipitação nas províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Sofala, e sul da província de Tete. Baseado em dados actualizados no início de Outubro Instituto Nacional de Meteorologia(INAM) reviu a sua previsão inicial até ao fim da época chuvosa 2017/2018. Continua a haver previsão de chuvas em todo país porém as previsões iniciais de Agosto, que indicavam “chuvas normais com tendência para acima do normal para as províncias de Tete e Zambézia, grande parte das províncias de Sofala e Manica e Norte das províncias de Gaza e Inhambane” foram revistas. Há “uma maior probabilidade de ocorrência de chuvas normais com tendência para acima do normal nas províncias de Cabo Delgado, Nampula, Niassa e extremo norte da província da Zambézia”, indica um documento de Monitoria da época chuvosa e actualização da Previsão Climática Sazonal elaborado pelo INAM. O documento recebido pelo @Verdade revê ainda as chuvas normais - que estavam inicialmente previstas para as províncias de Niassa e Nampula, grande parte das províncias de Cabo Delgado, Gaza e Inhambane, faixa costeira de Sofala e sul de Manica-, apenas para as províncias de Zambézia, Tete e faixa costeira a Sul de Nampula. No entanto o INAM mantém a “maior probabilidade de ocorrência de chuvas normais com tendência para abaixo do normal para a província de Maputo, Gaza, Inhambane” e acrescenta nesta previsão as províncias de Sofala e sul da província de Tete. Entretanto a Monitoria da época chuvosa registou, entre os meses de Outubro e Novembro, chuvas “acima do normal climatológico, sobretudo nas províncias de Cabo Delgado, Nampula, Niassa, Zambézia, grande extensão da província de Tete, e partes isoladas das províncias de Manica, Sofala enquanto que a zona sul, particularmente a província de Maputo e alguns distritos das províncias de Gaza e Inhambane registaram chuvas abaixo do normal climatológico”, indica o documento que estamos a citar.

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