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6ª feira de verão no Sul e céu nublado no Norte; máxima 34º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta sexta-feira (19) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente nublado. Possibilidade de ocorrência de chuviscos locais na
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6ª feira de verão no Sul e céu nublado no Norte; máxima 34º em Maputo

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta sexta-feira (19) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente nublado. Possibilidade de ocorrência de chuviscos locais na faixas costeira. Neblina e nevoeiro locais. Vento de sueste a nordeste fraco, sendo moderado na faixa costeira. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado a limpo. Neblina e nevoeiro locais. Vento de sueste a nordeste fraco. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu geralmente limpo. Possibilidade de ocorrência neblina e nevoeiros locais. Vento de nordeste a noroeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas na faixa costeira. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 34 16 Xai-Xai 31 16 Inhambane 29 18 Vilankulo 27 17 Beira 28 16 Chimoio 26 12 Tete 31 18 Quelimane 29 15 Nampula 29 18 Pemba 28 19 Lichinga 21 17  

Membros do Conselho de Defesa e Segurança passam a ser julgados apenas pelo Supremo e ganham ...

A bancada parlamentar do partido Frelimo chancelou nesta quarta-feira (17) mais uma revisão a Lei do Conselho Nacional de Defesa e Segurança acrescentando termos para a cessação do Mandato ou declaração de incapacidade permanente dos seus membros. Na re
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Membros do Conselho de Defesa e Segurança passam a ser julgados apenas pelo Supremo e ganham ...

A bancada parlamentar do partido Frelimo chancelou nesta quarta-feira (17) mais uma revisão a Lei do Conselho Nacional de Defesa e Segurança acrescentando termos para a cessação do Mandato ou declaração de incapacidade permanente dos seus membros. Na revisão que os partidos de oposição não votaram favoravelmente, nem contra, os membros deste órgão do Estado passaram a ser julgados apenas pelo Tribunal Supremo e ganharam direito a viatura de função. Os deputados do partido Renamo abstiveram-se em relação as revisões que o Governo efectuou pela segunda fez em 2019 a Lei do Conselho Nacional de Defesa e Segurança. O Movimento Democrático de Moçambique também se absteve porém devido ao contencioso que continuar a ter solucionar relativamente ao deputado Geraldo de Carvalho que deixou de ser membro da bancada mas a Renamo está a arrastar o seu afastamento da Casa do Povo e por isso mantém-se na Comissão de Defesa, Segurança e Ordem Pública. Depois da inclusão do ministro do Mar, Águas Interiores e Pescas em Maio último o Governo de Filipe Nyusi voltou a rever a Lei que regula a Organização, Composição e Funcionamento do Conselho Nacional de Defesa e Segurança para incorporar as situações em que o mandato de um dos membros do órgão pode cessar: interdição, renúncia, incapacidade permanente ou morte. Os procedimentos para renúncia também foram facilitados e foi acrescentado um artigo sobre “Incapacidade permanente”. Além disso foi acrescido aos Direitos e regalias que já estavam previstas uma “viatura de função com opção de compra nos termos do regulamento de aquisição, aluguer e alienação de viaturas do Estado” e os membros deste órgão do Estado passaram a gozar “de foro especial e é julgado pelo Tribunal Supremo”.

MITESS materializa programa "Uma empresa e pelo menos 1 kit"

O Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social (MITESS) recebeu da Sasol, na quarta-feira, 17 de Julho, em Maputo, 40 kits de ferramentas para o auto emprego, destinados aos melhores formandos do Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborai
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MITESS materializa programa "Uma empresa e pelo menos 1 kit"

O Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social (MITESS) recebeu da Sasol, na quarta-feira, 17 de Julho, em Maputo, 40 kits de ferramentas para o auto emprego, destinados aos melhores formandos do Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo (IFPELAC). A ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Vitória Diogo, disse tratar-se do cumprimento do programa «Uma Empresa e pelo menos 1 kit», lançado em 2015, que visa a alocação de quatro mil kits, proporcionando a criação de 13.200 oportunidades de trabalho. Neste contexto, a Sasol, juntou-se à iniciativa ao disponibilizar o segundo lote, totalizando 80 kits de ferramentas de diversas especialidades, sendo mais uma alavanca na promoção do empreendedorismo e da cultura do trabalho, estimulando os jovens a iniciar a sua actividade económica geradora de renda. «É aos melhores que estimulamos com estes kits para que sirvam de referência na auto-superação. À Sasol, que hoje nos brinda com os 40 kits, reiteramos o nosso apelo, exortação e desafio para que recrute os melhores formandos que estagiaram na empresa, pois ainda não contratou nenhum», frisou a ministra. Por sua vez, a vice-presidente sénior da Sasol, para o pelouro dos Recursos Humanos, Charlotte Mokoena, reafirmou o compromisso assumido com o Governo, que visa estimular o crescimento económico e transformar as comunidades, ajudando a criar oportunidades de emprego e de carreira. «A Sasol, como um dos grandes actores da indústria, está desejosa e capaz de contribuir para o crescimento da economia de Moçambique, ajudando a responder às necessidades do seu povo. Nós valorizamos Moçambique e o seu povo e têmo-lo como central na estratégia da Sasol para a África Austral», enalteceu Charlotte Mokoena. Visivelmente emocionada, Vitória Benzane, que recebeu um kit de corte e costura, agradeceu pelo apoio: «Estou emocionada, muito obrigada. Eu vou criar uma sociedade de auto emprego. Vou trabalhar com outros jovens que fizeram costura, na minha zona residencial», disse Vitória Benzane. Já Arsénio Ernesto, a quem coube um kit de mecânica auto, referiu que o kit vai-lhe permitir dar continuidade à reparação de viaturas: «Vou continuar a trabalhar com automóveis e, deste modo, criar mais postos de trabalho na minha oficina», frisou. Importa realçar que a entrega destes kits enquadra-se nas acções de promoção do emprego, com vista a estimular a cultura do empreendedorismo e auto emprego, especialmente em jovens e mulheres.

Pergunta a Tina: minha esposa tem falta de apetite sexual, eu sofro de ejaculação precoce?

Pergunta à Tina: minha esposa tem 42 anos de idade, tem falta de apetite sexual, eu tenho 39 anos e sofro de ejaculação precoce, o que devo fazer? Cardoso Caro Cardoso, imagino como deve ser difícil para vocês a situação que estão a atravessar, ma
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Pergunta a Tina: minha esposa tem falta de apetite sexual, eu sofro de ejaculação precoce?

Pergunta à Tina: minha esposa tem 42 anos de idade, tem falta de apetite sexual, eu tenho 39 anos e sofro de ejaculação precoce, o que devo fazer? Cardoso Caro Cardoso, imagino como deve ser difícil para vocês a situação que estão a atravessar, mas acredito que poderão ultrapassá-la. Mas, o vosso relacionamento sexual sempre foi assim? Quando eram mais jovens, também acontecia isto? Ou terá sido a partir de algum acontecimento? Um parto da tua esposa? Alguma experiência sexual traumática? Alguma infidelidade conjugal? Precisas saber que a ejaculação precoce não é uma doença, mas apenas um problema da tua cabeça. Não consegues controlar a tua ejaculação porque partes para a relação sexual já com essa preocupação na cabeça. Existem milhões de homens em todo o mundo apoquentados com esse problema, que resulta quase sempre da maneira como eles encaram o sexo. Para esses homens, sexo é igual a erecção, penetração e orgasmo. Esquecem-se que sexo inclui também os preliminares. Se te concentrares de uma forma relaxada nos preliminares, usando os dedos e as mãos e a boca e a língua para estimular as zonas erógenas da tua esposa, aquelas que provocam excitação sexual, sem pressas, esquecendo a erecção e a penetração, verás que podes controlar melhor a ejaculação. Quanto à tua esposa, é normal que ela não tenha apetite sexual, se tu tens ejaculação precoce. A ejaculação precoce pode induzir uma grande frustração na mulher. Então, naturalmente que não terá muito desejo sexual. Se procederes como acima referido, verás que ela se sentirá mais realizada. Se te concentrares nos preliminares, esquecendo a erecção e a penetração, podes proporcionar um ou mais orgasmos à tua esposa. Se assim fizeres, ficarás mais confiante e seguro de ti, o que vai ajudar a controlar melhor a ejaculação. Tudo de bom para vocês, amigo Cardoso.

Governo não sabe quantas pessoas nascem e morrem em Moçambique

O Secretário Permanente do Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos revelou que o Governo não sabe quantos moçambicanos nasceram e morreram durante o quinquénio prestes a terminar. “Nós temos uma meta anual de registar perto de 1
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Governo não sabe quantas pessoas nascem e morrem em Moçambique

O Secretário Permanente do Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos revelou que o Governo não sabe quantos moçambicanos nasceram e morreram durante o quinquénio prestes a terminar. “Nós temos uma meta anual de registar perto de 1 milhão de crianças” declarou Didier Malunga que admitiu “o registo de óbitos é de difícil captação, sobretudo nas zonas rurais”. Esta semana o Professor Catedrático António Francisco considerou que “nós temos uma Administração Pública irresponsável”, pois não contabiliza os que morrem e aqueles que nascem. O registo de nascimento é um direito humano fundamental, pois é o reconhecimento legal da existência de uma criança e estabelece identidade, cidadania e laços familiares. Além disso o Professor António Francisco disse nesta terça-feira (16), durante uma Conferência do Observatório do Meio Rural que analisou a “Pobreza, Desigualdades e Modelos de Desenvolvimento” que “(...)enquanto nós não tivermos estatísticas vitais, das pessoas que nascem e das pessoas quem morrem vamos depender sempre do Censo e ninguém consegue dizer cientificamente se foi de facto completamente correcto, existe a taxa de omissão mas nós não temos nenhuma referência, o que deveria servir de referencia eram as estatísticas vitais”. “As pessoas podem perguntar para que serve contar os que morrem e aqueles que nascem, tem uma importância crucial. Eu acho que é um sistema que precisa de ser criado e não ficar não só com a Justiça, ou só com a Saúde, que fique na Administração Pública, por isso nós temos uma Administração Pública irresponsável por ineficiência ou por outras prioridades”, declarou Francisco que é doutorado em Demografia. Nesta quarta-feira (17) o Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos promoveu uma campanha de adesão ao registo de nascimento que se propõe a chegar a 18 distritos em Maputo e nas províncias de Gaza, Zambézia e Nampula com a meta de alcançar cerca de 1,4 milhão de pessoas. “Nós temos uma meta anual de registar perto de 1 milhão de crianças e estamos num caminho bom. O total de registos de nascimentos de menores de 1 ano no quinquénio é de aproximadamente 2 milhões de crianças, e o total de nascimento global de todo o quinquénio é de cerca de 6 milhões de pessoas”, revelou o Secretário Permanente do Ministério da Justiça que admitiu “o registo de óbitos é de difícil captação, sobretudo nas zonas rurais”. Didier Malunga explicou a jornalistas que existem “as barreira físico geográficas, que tem a ver com a ainda não total da distribuição geográfica das nossas repartições pelo país, por várias razões, temos as barreiras jurídicas de compreensão, mas temos também as barreiras sócio culturais”. “Relativamente ao registo de óbitos, enfrentamos os mesmos problemas, não há cultura de registar o óbito por várias razões. Quando o óbito acontece na comunidade normalmente as pessoas, até por razões sanitárias, logo é feito o enterro muito embora a lei diga não se pode fazer o enterramento sem o registo, mas esta norma só é aplicada onde temos cemitérios municipalizados. Grosso modo os dados dos óbitos são difíceis de equacionar porque nós temos vários processo de justificação, muitas vezes a morre na comunidade e é enterrada e só quando as pessoas que sobrevivam queiram seguir algum Direito aí é que vão atrás do registo”, argumentou. O Secretário Permanente do Ministério da Justiça declarou ainda que a campanha tem uma “estratégia em relação aos locais recônditos, falamos das barreiras físico geográficas, a campanha vai até lá para mobilizar e o registo vai até lá através de brigadas móveis que se desdobram”.

Grande procura por acções da HCB mesmo sem contas auditadas, saneamento da dívida com EDM ...

Como era expectável a procura pelas acções da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) superou a Oferta Pública de Venda (OPV) inicial que era de 2,5 por cento, acabando por serem subscritos 4 por cento do capital da maior produtora de energia em Moçambique
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Grande procura por acções da HCB mesmo sem contas auditadas, saneamento da dívida com EDM ...

Como era expectável a procura pelas acções da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) superou a Oferta Pública de Venda (OPV) inicial que era de 2,5 por cento, acabando por serem subscritos 4 por cento do capital da maior produtora de energia em Moçambique. Entretanto o @Verdade apurou que a empresa ainda não publicou as suas contas auditadas de 2018 e que para limpar as dívidas acumuladas ao longo de anos pela Electricidade de Moçambique (EDM) a HCB emprestou 6,5 biliões de Meticais ao Estado que repassou-os à distribuidora de electricidade que no entanto só saneou 4,9 biliões dessas mesmas dívidas. Pedro Couto, o presidente do Conselho de Administração da HCB, disse a jornalistas em Maputo que a decisão de alargar a Oferta Pública de Venda (OPV), que inicialmente foi de 2,5 por cento do capital social, deveu-se a grande procura verificada durante a primeira fase do projecto. De acordo com a Bolsa de Valores de Moçambique (BVM) 1.099 milhões de acções foram subscritas por 16.787 investidores dos quais 299 por trabalhadores da Hidroeléctrica que ficaram com 3.802.420; 14.019 são pequenos investidores que compraram 43.766.84; 4.732 cidadãos comuns adquiriram 335.484.200; e 160 empresas nacionais subscreveram 715.966.244 acções. Embora o investimento na maior produtora de energia de Moçambique seja seguro e pouco expectável que dê prejuízos os investidores também não terão lucros muito significativos. Tendo como referência, por exemplo, os dividendos distribuídos pela HCB em 2017, afinal as contas de 2018 ainda não foram publicadas, quem tenha feito o investimento máximo de 6 mil Meticais teria um lucro anual de aproximadamente 2 mil Meticais, dos quais ainda teria de pagar os devidos impostos e taxas! Na verdade o objectivo da HCB cotar-se na Bolsa de Valores de Moçambique é político, resultado de uma promessa eleitoral do Presidente Filipe Nyusi no âmbito da propagandeada inclusão financeira, e não o de financiar os investimentos que a empresa tem previstos. Aliás Pedro Couto declarou no lançamento da OPV, em Maio, que o propósito é da “consolidação do processo de gestão deste empreendimento, alicerçando-se assim cada vez mais a transparência e aderência às boas práticas internacionais de gestão corporativa, visto que passará a estar mais exposta ao escrutínio público”. Falta de transparência no saneamento da dívida com EDM Porém apesar de apregoar mais transparência e escrutínio a Hidroeléctrica de Cahora Bassa avançou para esta Oferta Pública de Venda sem a publicação do seu Relatório e Contas auditado do exercício de 2018, um dos requisitos exigidos pela BVM para a cotação de qualquer empresa, contudo não parece preocupar uma Bolsa que pretende ser séria mas nem sequer tem um índice de abertura e fecho das suas operações diárias, à semelhança de qualquer outra Bolsa de Valores. Entretanto o @Verdade apurou que as contas auditadas no passado da HCB escondem a que bancos a empresa está exposta, por exemplo em 2017 tinha um passivo não corrente de 6,1 biliões de Meticais. Além disso a Hidroeléctrica vangloria-se de ter amortização o empréstimo 800 milhões de Dólares contraído para pagar o custo da reversão do Estado português para o Estado moçambicano mas esses números estão escondidos nas suas contas publicadas. Também não é transparente nos Relatórios e Contas da HCB o preço a que vende energia a África do Sul assim como ao Zimbabwe. Igualmente sem transparência foi o saneamento da dívida que a Electricidade de Moçambique acumulou ao longo de décadas. No prospecto divulgado na BVM a Hidroeléctrica explica que primeiro limpou do seu Relatório e Contas adiantamentos recebidos do Governo da África do Sul, “no tempo do investimento inicial”, no valor de 6.498.927 milhares de Meticais. Em seguida “Concedeu-se um donativo (em forma de crédito) ao Estado (Ministério da Economia e Finanças) no montante igual ao da dívida sobre o Governo da África do Sul”. E a operação contabilística foi concluída com a “Utilização do donativo ao Estado para saldar parcialmente a dívida da EDM, no valor de 6.498.927 milhares de Meticais”. Pedidos de esclarecimentos do @Verdade à Administração da Hidroeléctrica de Cahora Bassa não foram respondidos. Estranhamente a Electricidade de Moçambique inscreveu nas suas contas auditadas de 2017 haver saneado apenas 4,9 biliões de Meticais. Portanto existe uma disparidade pelo menos 1,6 bilião de Meticais entre o que a HCB divulgou sem auditoria e aquilo que a EDM assumiu no seu Relatório e Contas auditado.

5ª feira de quase verão no Sul, chuviscos e frio no Norte

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quinta-feira (18) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente nublado na faixa costeira. Continuação de chuviscos locai
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5ª feira de quase verão no Sul, chuviscos e frio no Norte

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quinta-feira (18) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente nublado na faixa costeira. Continuação de chuviscos locais na faixa costeira. Neblina e nevoeiro locais. Vento de sueste a leste fraco, sendo moderado na zona costeira. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado, sendo muito nublado na província da Zambézia, onde a possibilidade de chuviscos locais. Neblina e nevoeiro locais. Vento de sueste a nordeste fraco, sendo moderado na província de Tete. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu geralmente limpo. Neblina e nevoeiros locais. Vento de nordeste a noroeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas na faixa costeira de Maputo. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 33 14 Xai-Xai 30 15 Inhambane 28 18 Vilankulo 26 15 Beira 26 16 Chimoio 25 12 Tete 30 17 Quelimane 28 15 Nampula 28 18 Pemba 29 20 Lichinga 21 10  

Parlamento ratifica recondução de Adelino Muchanga para presidência do TS

A Assembleia da República (AR) ratificou nesta terça-feira (16) a recondução de Adelino Muchanga para presidir o Tribunal Supremo (TS). O magistrado foi reconduzido pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, para dirigir o único tribunal que julga os d
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Parlamento ratifica recondução de Adelino Muchanga para presidência do TS

A Assembleia da República (AR) ratificou nesta terça-feira (16) a recondução de Adelino Muchanga para presidir o Tribunal Supremo (TS). O magistrado foi reconduzido pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, para dirigir o único tribunal que julga os deputados da Assembleia da República que também é o único órgão que pode responsabilizar criminalmente um Chefe de Estado em Moçambique. Através de voto secreto 183 deputados da AR votaram favoravelmente à resolução que reconduz Muchanga para um segundo mandato à frente dos destinos do TS, 12 deputados votaram contra e 3 votos foram considerados nulos. De 45 anos de idade Adelino Muchanga presidente a mais alta instância judicial de Moçambique desde 2014, altura em que foi nomeado para o cargo pelo então Chefe de Estado Armando Guebuza, depois de servir durante os 4 anos anteriores como vice-presidente do órgão de soberania. Em Fevereiro último, na abertura do Ano Judicial de 2019, o presidente do Tribunal Supremo prometeu: “Sabemos que o tempo da Justiça nem sempre coincide com o idealizado pela sociedade ou pelas partes. Mas, podemos assegurar que a supremacia do Direito continuará a ser nossa obrigação e nossa obsessão”. Ironicamente o TS envolveu-se na extradição do deputado Manuel Chang para Moçambique num processo aparentemente ilegal pois fê-lo através de um ofício solicitando à Presidente da AR “o consentimento para a imposição da medida de coacção máxima” ao ex-ministro que assinou as Garantias soberanas ilegais que possibilitaram os empréstimos de mais de 2,1 biliões de Dólares norte-americanos. Contudo a lei determina que a solicitação do levantamento das imunidades de um deputado compete ao juiz da causa que junta ao pedido uma cópia do despacho de pronuncia ou equivalente, ora em Moçambique não existe, ainda, nenhum juiz a julgar o deputado do partido Frelimo que está detido na África do Sul.

39 mortos 28 em acidentes de viação nas estradas de Moçambique

Pelo menos 39 pessoas morreram em 28 sinistros ocorridos nas estradas de Moçambique entre o passado dia 6 de Julho e domingo (14). Durante o 1º semestre deste ano os acidentes de viação tornaram-se na principal causa de mortalidade no nosso país, superan
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39 mortos 28 em acidentes de viação nas estradas de Moçambique

Pelo menos 39 pessoas morreram em 28 sinistros ocorridos nas estradas de Moçambique entre o passado dia 6 de Julho e domingo (14). Durante o 1º semestre deste ano os acidentes de viação tornaram-se na principal causa de mortalidade no nosso país, superando a malária. A Polícia da República de Moçambique reportou, em comunicado de imprensa, que durante a semana de 6 a 12 de Julho registou 25 acidentes de viação que causaram 30 óbitos e deixaram 62 feridos entre ligeiros e graves. Entretanto o @Verdade reportou mais dois óbitos no despiste de uma viatura de cabine dupla na Estrada Nacional nº 1, no Porto Administrativo de Mieze, na Província de Cabo Delgado no domingo (14). Outros três cidadãos perecerem em acidente de viação ocorrido no sábado (13) na Estrada Nacional nº 14, no Distrito de Majune, na Província de Niassa. Na sexta-feira mais quatro pessoas perderam a vida na colisão entre um camião e uma viatura de transporte semi-colectivo de passageiros na região de Honde, no Distrito de Bárué, na Província de Manica.

Grupos terroristas e de crime organizado aproveitam-se do desespero deixado pelo Idai e Kenneth ...

O recém nomeado representante do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) em Moçambique revelou que no seguimento dos ciclones Idai e Kennet “grupos terroristas e de crime organizado estão a aproveitar-se da situação precária e do
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Grupos terroristas e de crime organizado aproveitam-se do desespero deixado pelo Idai e Kenneth ...

O recém nomeado representante do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) em Moçambique revelou que no seguimento dos ciclones Idai e Kennet “grupos terroristas e de crime organizado estão a aproveitar-se da situação precária e do desespero das populações para o comércio ilícito ou recrutamento de pessoas desesperadas”. O nosso país tem recebido cada vez maior atenção do UNODC por ser uma conhecida rota do tráfico de heroína a partir de alguns países da Ásia para a África do Sul e Europa, por ser um dos países de origem do trafico de madeira e de marfim para a Ásia e mais recentemente pelo extremismo e radicalismo que continua a causar mortes na Província de Cabo Delgado. “No seguimento dos fortes ciclones tropicais que fustigaram Moçambique em Março e Abril, grupos terroristas e de crime organizado estão a aproveitar-se da situação precária e do desespero das populações para o comércio ilícito ou recrutamento de pessoas desesperadas que estão em busca de compensar as suas perdas”, revelou César Guedes recém indicado para chefiar o UNODC no nosso país. Em comunicado o UNODC refere as várias acções que tem estado a realizar em parceria com as autoridades moçambicanas, como a capacitação realizada em Abril passado para melhor controlar cargas em portos marítimos e aéreos, e revelou que brevemente Moçambique deve criar a Força de Interdição Conjunta de Aeroportos para aumentar a capacidade do Aeroporto Internacional de Maputo como forma de detectar e interceptar drogas, bens ilícitos e “passageiros de alto risco, incluindo terroristas e combatentes estrangeiros”. Esta maior atenção do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime com o nosso país foi um dos temas abordados no encontro que o Presidente Filipe Nyusi realizou na semana passada em Maputo com o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres. “Eu saudei as Nações Unidas por ter criado escritório anti-droga aqui em Moçambique, nós não queremos ser corredor de drogas, nós não queremos ter gente a consumir drogas, e para tal precisamos de combinar todas as forças do mundo”, declarou na ocasião o Chefe de Estado a jornalistas.

Assembleia da República revê união de facto para “comunhão plena de vida pelo período de ...

A Assembleia da República aprovou na generalidade a revisão da Lei da Família que define que “A união de facto pressupõe a comunhão plena de vida pelo período de tempo superior a 3 anos sem interrupção”, contra o anterior 1 ano estabelecido pela
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Assembleia da República revê união de facto para “comunhão plena de vida pelo período de ...

A Assembleia da República aprovou na generalidade a revisão da Lei da Família que define que “A união de facto pressupõe a comunhão plena de vida pelo período de tempo superior a 3 anos sem interrupção”, contra o anterior 1 ano estabelecido pela Lei 10/2004. Por consenso as três bancadas parlamentares votaram à favor das mudanças que incluíram a supressão do artigo que permitia o casamento de mulher ou homem com mais de 16 anos de idade. Dando seguimento a proibição das uniões prematuras em Moçambique os representantes do povo aprovaram a eliminação do número 2 do Artigo 30 da Lei da Família que permitia que o casamento de mulher ou homem com mais de 16 anos de idade quando ocorressem “circunstâncias de reconhecido interesse público e familiar e houver consentimento dos pais ou dos legais representantes”. Mas outro legado dos deputados em final de mandato na VIII Legislatura do Parlamento moçambicano será uma maior igualdade no tratamento legal das relações familiares entre mulheres e homens com a introdução, por exemplo, no Artigo 203 da determinação que “A união de facto revela também para efeitos sucessórios, nos termos da Lei das Sucessões”, equiparando-se em termos de direitos aos de um casamento convencional. Os representantes do povo acrescentaram um novo capítulo de Reconhecimento da união de facto onde preconizam que embora a mesma não careça de registo, “para efeitos de prova documental da sua existência, os unidos de facto poderão declarar perante autoridade administrativa da área de residência a ligação singular existente entre ambos”, no entanto ressalvam que o casal deve fazê-lo “pessoalmente e de mútuo acordo.” “A união de facto pressupõe a comunhão plena de vida pelo período de tempo superior a 3 anos sem interrupção”, contrariamente ao 1 ano da Lei 10/2004, porém indica que “A prova da duração da união de facto não carece de testemunhas, sendo suficiente a declaração dos unidos de facto, na mesma ocasião”. Outra revisão que fortalece as mulheres moçambicanas é a norma que estabelece: “A união de facto, no caso de morte de um dos unidos de facto ou ruptura de união, é reconhecida pelo tribunal”. Para além de um dos membros do casal a acção de reconhecimento da união de facto pode ser intentada pelos “herdeiros”. “O companheiro da união de facto sobrevivo tem o direito de continuar a habitar a casa” Com a revisão da Lei da Família milhares de mulheres moçambicanas deixarão de ser empurradas para fora das habitações ao abrigo do Artigo que estabelece: “O companheiro da união de facto sobrevivo tem o direito de continuar a habitar a casa que constituiu domicílio dos unidos de facto, mesmo que o bem pertença exclusivamente ao autor da sucessão.” Outra mudança à favor de quem viva em união de facto está relacionada com os Direitos de Perfilhação para efeitos de adopção. Os deputados reviram ainda alguns procedimentos relativos a "Averiguação oficiosa de paternidade” que em vez de ser remetida ao tribunal para a ser tratada com o Ministério Público.

4º feira de céu nublado e chuvisco na costa Norte; mínima 9º em Lichinga

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quarta-feira (17) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado sendo muito nublado na faixa costeira, onde há possibilidade de chuvas
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4º feira de céu nublado e chuvisco na costa Norte; mínima 9º em Lichinga

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quarta-feira (17) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado sendo muito nublado na faixa costeira, onde há possibilidade de chuvas fracas locais. Neblina matinal, nevoeiro local fraco a moderado. Vento de sueste a leste fraco, sendo moderado na zona costeira. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado a limpo. Neblina e nevoeiro locais. Vento de sueste a leste a fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu geralmente limpo. Neblina e nevoeiros locais. Vento de nordeste a noroeste fraco a moderado. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 29 13 Xai-Xai 28 14 Inhambane 27 17 Vilankulo 25 16 Beira 26 15 Chimoio 24 10 Tete 29 18 Quelimane 27 16 Nampula 26 18 Pemba 28 20 Lichinga 21 09  

Parlamento aprova criminalização de uniões prematuras mas não há dinheiro para manter as ...

A Assembleia da República aprovou por “aclamação e consenso” das três bancadas parlamentares a Lei de Prevenção e Combate às Uniões Prematuras que criminaliza com prisão quem celebrar uma união com criança, os pais que autorizem ou incentivem e
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Parlamento aprova criminalização de uniões prematuras mas não há dinheiro para manter as ...

A Assembleia da República aprovou por “aclamação e consenso” das três bancadas parlamentares a Lei de Prevenção e Combate às Uniões Prematuras que criminaliza com prisão quem celebrar uma união com criança, os pais que autorizem ou incentivem essas uniões e até o adulto que receber uma menor como “pagamento ou dádiva”. Contudo, e embora o novo dispositivo legal preveja “programas e incentivos” para combater este mal que afecta milhares de meninas, o Governo não previu um único metical para combater as uniões prematuras. Adiada durante anos, na revisão do Código Penal em 2014 o partido Frelimo foi inflexível na revisão da idade mínima para se casar com consentimento dos país que se manteve nos 16 anos de idade, só após anos de advocacia da Sociedade de Civil e pressão dos Parceiros de Cooperação o Governo assentiu em proteger a meninas que mesmo com menos de 15 anos de idade são desposadas por adultos ou outras crianças particularmente nas províncias de Nampula, Zambézia, Tete e Cabo Delgado onde esse tipo de união é culturalmente praticada. A partir de Novembro “A união entre duas pessoas formada com o propósito imediato de constituir família, só será permitida a quem tiver completado 18 anos à data da união”. A nova lei que entrará em vigor, em princípio, daqui a 3 meses pune “com pena de 2 a 8 anos de prisão e multa até 2 anos” o servidor público que celebrar ou autorizar a celebração de união no qual ambos ou um dos esposados seja criança. Também poderão ser condenados “a pena de 2 a 8 anos de prisão e multa até 2 anos, se pena mais grave não couber” o pai, mãe, tutor, padrasto, madrasta, qualquer parente na linha recta e até terceiro grau na linha colateral, o encarregado de guarda da criança ou da sua educação, ou a pessoa que de boa-fé tiver a criança na sua dependência ou sobre ela exercer poder equiparável ao parental ou de guarda, “que autorizar ou obtiver autorização para união de criança, instigar, aliciar ou não obstar a união”. Por outro lado “a pena de 8 a 12 anos de prisão será aplicada a quem entregar criança para união: Em troca de algum bem ou valor, para pagamento de dívida ou garantia desta; Como cumprimento de promessa ou de qualquer obrigação ou garantia desta”, o dispositivo legal sancionará com a mesma pena “a quem receber a criança entregue” em troca, pagamento ou dádiva. Adicionalmente a Lei de Prevenção e Combate às Uniões Prematuras sancionará com pena de 12 a 16 anos de prisão a violação de criança “na constância da união”, e pode ser agravada “se do acto resultar a transmissão de doença ou infecção sexualmente transmissível”. No entanto, apesar da nova lei prever programas e incentivos que o Governo deverá criar para combater as uniões prematuras assegurando o acesso à educação pelas raparigas, criando oportunidades para as famílias mais pobres, o facto é que o Ministério da Economia e Finanças julgou que “não resultarão encargos adicionais para o Orçamento do Estado”. Uma omissão notada e censurada pelo deputado e presidente da Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e de Legalidade , Edson Macuácua, que discursando na plenário disse: “Esta afirmação (do Ministério da Economia e Finanças) não corresponde a verdade pois da aplicação da presente lei resultará a criação de um novo órgão conforme previsto no artigo 50 que prevê a criação do Fundo do Combate às Uniões Prematuras”.

Crise das dívidas ilegais aumentou a pobreza em Moçambique, segundo estudo da UNU Wider

A crise económica e financeira que Moçambique enfrenta, precipitada pela descoberta das dívidas ilegais, aumentou a pobreza segundo um estudo do Instituto para Pesquisa sobre Desenvolvimento Económico da Universidade das Nações Unidas (UNU – WIDER).
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Crise das dívidas ilegais aumentou a pobreza em Moçambique, segundo estudo da UNU Wider

A crise económica e financeira que Moçambique enfrenta, precipitada pela descoberta das dívidas ilegais, aumentou a pobreza segundo um estudo do Instituto para Pesquisa sobre Desenvolvimento Económico da Universidade das Nações Unidas (UNU – WIDER). “Estimamos que o custo de compra da cesta básica refletidas nas linhas de pobreza pode ter aumentado entre 55 por cento e 70 por cento entre 2014/15 e Dezembro de 2016, superando a inflação registada no período. Esse aumento atingiu todas as áreas do país”. Tendo como referência a 4ª Avaliação Nacional da Pobreza, baseada nos dados do Inquérito aos Agregados Familiares sobre Orçamento Familiar (IOF) 2014/15, que mostrou que a incidência da pobreza reduzira de 54,7 por cento em 2008 para 49,2 por cento da população moçambicana os académicos do UNU-WIDER analisaram que impacto a crise económica que Moçambique vive desde a desde a descoberta dos empréstimos ilegais das empresas Proindicus e MAM teve. “A crise económica pode ter revertido essa tendência positiva e pode ter levado muitas famílias a um estado de pobreza. De facto, é mais provável que o maior efeito da crise económica em grande parte da população tenha sido o aumento dos preços dos bens importados, devido à rápida e significativa desvalorização da moeda nacional, que fez os preços internos subirem em 30 a 40 pontos percentuais entre Agosto de 2014 e Dezembro de 2016”, indica o documento tornado público na semana passada. Os académicos do UNU-WIDER corroboraram as constatações que o @Verdade, analisando os Índices de Preços no Consumidor compilados pelo Instituto Nacional de Estatística, revelou. Em Outubro de 2016 o preço da comida, grande parte importada, tinha aumentado 46,56 por cento, comparando a Dezembro de 2015. “Os preços dos alimentos, especialmente os de alimentos básicos, aumentaram muito mais do que os preços não alimentares, o que pode ter afetado desproporcionalmente as famílias mais pobres e mais vulneráveis”, pode-se ler no estudo. “Estimamos que o custo de compra da cesta básica refletidas nas linhas de pobreza pode ter aumentado entre 55 por cento e 70 por cento entre 2014/15 e Dezembro de 2016, superando a inflação registada no período. Esse aumento atingiu todas as áreas do país”, referem os académicos do Instituto para Pesquisa sobre Desenvolvimento Económico da Universidade das Nações Unidas que em Moçambique trabalham em estreita colaboração com o Governo. Aumento da pobreza foi maior nas províncias de Cabo Delgado, Tete e Manica Ademais o estudo indica que “os nossos resultados derivados de três simulações alternativas mostram que um grande número de domicílios que, nos níveis de preços experimentados em 2014/15, conseguiram comprar ou produzir para consumo próprio uma cesta básica de cerca de 2.150 quilocalorias por pessoa por dia e adquirir um conjunto de 13 itens básicos não alimentares, pode não fazer o mesmo ao enfrentar os níveis de preços em vigor em 2016, particularmente nos últimos meses do ano. Estimamos que a taxa de pobreza ao nível nacional pode ter aumentado para 55 por cento a 60 por cento da população, de 46,1 por cento em 2014/15”. “O aumento pode ser estimado em aproximadamente 8 pontos percentuais para áreas rurais e cerca de 10 pontos percentuais para áreas urbanas, com um aumento provincial entre 6 e 15 pontos percentuais, com Cabo Delgado, Tete e Manica sendo as províncias onde o aumento da pobreza foram maiores”, pode-se ler no estudo da UNU-WIDER que considerou ainda que “As estimativas do impacto do aumento dos preços nas taxas de pobreza são ligeiramente menores quando se considera que um aumento nos salários aumenta os salários mínimos - em média, 6 por cento ao ano -, mas não é qualitativamente diferente”. Os académicos do Instituto para Pesquisa sobre Desenvolvimento Económico da Universidade das Nações Unidas concluiram desejando que: “Os resultados deste estudo podem informar os formuladores de políticas sobre possíveis medidas de mitigação para os efeitos de aumentos súbitos de preços, mas também sobre os impactos microeconómicos das decisões macroeconómicas que afetam a confiança de organizações internacionais e parceiros de desenvolvimento na economia e nas instituições do país”. A julgar pelos discursos do Governo do partido Frelimo, que primeiro prometeu que os moçambicanos não seriam afectados pela crise das dívidas ilegais e que agora apregoa “não devemos esperar eternamente que os amigos nos ajudem, nas palavras do Presidente Filipe Nyusi no passado sábado (13) no Distrito de Chimbonila, é muito provável que o desejo dos académicos da UNU-WIDER seja ignorado. Aliás é importante não esquecer que embora a incidência percentual da pobreza tenha diminuído até 2015, o número de pobres na verdade aumentou de 9,7 milhões em 2003 para 11,8 milhões de moçambicanos. Quer isto dizer que em termos absolutos existirão, por causa das dívidas ilegais, ainda mais cidadãos pobres em Moçambique.

Avaliados em cerca de 95 milhões de dólares norte-americanos: Vêm aí cinco novas ...

O Governo, através do Ministério dos Transportes e Comunicações, vai adquirir, até finais de Maio do próximo ano, cinco novas locomotivas, noventa carruagens, 300 vagões e cinco automotoras, avaliados em cerca de 95 milhões de dólares norte-americano
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Avaliados em cerca de 95 milhões de dólares norte-americanos: Vêm aí cinco novas ...

O Governo, através do Ministério dos Transportes e Comunicações, vai adquirir, até finais de Maio do próximo ano, cinco novas locomotivas, noventa carruagens, 300 vagões e cinco automotoras, avaliados em cerca de 95 milhões de dólares norte-americanos. O investimento, a ser realizado em parceria com o Governo da Índia, foi anunciado pelo ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, quando procedia à entrega de autocarros à empresa de transporte público do município da Namaacha. “Até finais de Maio próximo, teremos os equipamentos disponíveis em Moçambique, devendo ser distribuídos pelas zonas Sul e Centro do País. As locomotivas e vagões trarão uma capacidade adicional para o transporte de minérios do ferro e outros que circulam entre a fronteira de Ressano Garcia e o Porto de Maputo, na perspectiva de transferir mais carga da rodovia para a ferrovia de modo a evitar-se congestionamentos e acidentes de viação nas estradas”, referiu o governante. A compra do referido equipamento será efectuada através de uma linha de crédito do governo indiano. Trata-se de cinco locomotivas, 90 carruagens, para o transporte de passageiros, 300 vagões e cinco automotoras. As carruagens, conforme indicou Carlos Mesquita, serão distribuídas equitativamente pelas zonas Sul e Centro, sendo que no Sul os beneficiários serão os corredores de Goba, Ressano Garcia e Chicualacuala, enquanto no Centro serão Beira-Marromeu e Beira-Moatize. “A região Norte do País não foi esquecida. Acontece que o corredor logístico do Norte tem uma operação privada, cujo acordo de concessão também contempla o transporte de passageiros, pelo que sempre que houver necessidade o operador incrementa a capacidade nos troços Nampula-Cuamba, Cuamba-Lichinga e Cuamba-Interlagos”, disse. Importa destacar que o processo de aquisição e gestão dos novos equipamentos, carruagens, vagões e automotoras ficará a cago da empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique.

MITESS entrega kits para auto-emprego

No âmbito da implementação da Política de Emprego e do respectivo Plano de Acção, o Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social (MITESS), em parceria com a Sasol, procede, na quarta-feira, 17 de Julho, à entrega de 40 kits de ferramentas para
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MITESS entrega kits para auto-emprego

No âmbito da implementação da Política de Emprego e do respectivo Plano de Acção, o Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social (MITESS), em parceria com a Sasol, procede, na quarta-feira, 17 de Julho, à entrega de 40 kits de ferramentas para o autoemprego. A cerimónia, a ser dirigida pela ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Vitória Diogo, contará com a presença do director-geral da Sasol, Ovídio Rodolfo, beneficiários dos kits, bem como dos quadros do MITESS e da Sasol. Durante a cerimónia, serão distribuídos kits aos melhores graduados dos centros de formação e formados em gestão de pequenos negócios para iniciarem o seu próprio negócio. Importa realçar que a entrega destes kits enquadra-se nas acções de promoção do emprego, com vista a estimular a cultura do empreendedorismo e auto emprego, especialmente em jovens e mulheres.

“A Gapi está a investir no desenvolvimento do País” - Filipe Nyusi, em Lichinga

“A Gapi está a investir no desenvolvimento do País” – afirmou o Presidente da República, este fim-de-semana, em Lichinga, no decurso da visita que efectuou ao Niassa. Filipe Nyusi saudou o contributo da Gapi ao visitar uma feira económica realiza
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“A Gapi está a investir no desenvolvimento do País” - Filipe Nyusi, em Lichinga

“A Gapi está a investir no desenvolvimento do País” – afirmou o Presidente da República, este fim-de-semana, em Lichinga, no decurso da visita que efectuou ao Niassa. Filipe Nyusi saudou o contributo da Gapi ao visitar uma feira económica realizada em Lichinga, cujo motivo central foi o início da actual campanha de comercialização agrícola lançada há uma semana, em Manica, onde a Gapi, em parceria com o Instituto de Cereais de Moçambique (ICM), deram início à operacionalização do Fundo Rotativo de Comercialização Agrícola. Ao visitar o pavilhão da Gapi, Nyusi interagiu com cerca de uma dúzia de agricultores e comerciantes rurais provenientes de cerca de 10 diferentes distritos de Niassa e que, beneficiando da oportunidade do evento, decidiram expor na capital provincial os seus produtos e serviços. Os comerciantes e agricultores que, sábado último, em Lichinga, interagiram com o Chefe de Estado fizeram referência ao facto da Gapi não ter apenas disponibilizado financiamento: “A Gapi ensina como criar a empresa e a fazer bom controle dos dinheiros e do negócio para não falharmos” – disse um dos presentes. Os gerentes das delegações da Gapi em Niassa, João Manjate e Salomão Chaile, informaram à comitiva do Chefe de Estado que os agricultores e comerciantes rurais presentes na feira têm beneficiado de programas de desenvolvimento rural como o Promer (Promoção de Mercados Rurais), Agro-Empreender, Agro-Jovem, PMEs-Norte e agora também pela LCCA (linha de crédito de apoio à comercialização agrícola). A Gapi, como instituição financeira de desenvolvimento, tem várias delegações em todas as províncias e equipes de assistência técnica que operam em cerca de uma centena de distritos para implementar programas e projectos, sob contrato com parceiros da cooperação bilateral e multilateral e mesmo com organismos governamentais. No caso de Niassa, segundo explicações dos gerentes locais da Gapi, os programas actualmente em curso estão a ser implementados com contribuições financeiras de instituições como o Fundo Internacional para o Desenvolvimento da Agricultura (FIDA), a Agência Dinamarquesa para a Cooperação (DANIDA), Banco Árabe para o Desenvolvimento Económico de Africa (BADEA) e do próprio Governo, particularmente do MIC, MITADER/DNPDR, MASA e do Tesouro Nacional. Em quase todos os programas que implementa, a Gapi comparticipa mobilizando fundos dos seus próprios accionistas privados. Para melhorar a percentagem de sucesso no surgimento de empresários nacionais e novas pequenas empresas, estes programas combinam actividades de capacitação e financiamento. As acções de capacitação têm sido feitas com base em metodologias recomendadas por organizações internacionais, particularmente a OIT. Nos últimos dois anos e meio, as equipes da Gapi trabalhando em vários distritos do Niassa organizaram mais de 120 acções de formação beneficiando cerca de 3 mil participantes entre agricultores, comerciantes rurais e jovens técnicos recém-formados. No mesmo período, as linhas de financiamento disponibilizaram créditos a cerca de 90 empresas locais num montante total na ordem dos 85 milhões de Meticais. As intervenções da Gapi no Niassa visam também contribuir para melhorar a inclusão financeira, através da criação de instituições de microcrédito locais. Além de actividades de apoio à literacia financeira, estimulando a criação de grupos de poupança e crédito participados e dirigidos pela comunidade, a Gapi está a finalizar um projecto para a constituição de um microbanco, dedicado a servir os investidores e negócios locais no Niassa. Num seminário realizado recentemente, em Maputo, foi referido que a constituição da Gapi, em 1990, surgiu de uma medida tomada pelo Conselho de Ministros, então dirigido pelo Primeiro Ministro Mário Machungo, para que Moçambique pudesse ter uma “instituição privada especializada no apoio ao surgimento de capitalistas nacionais” e assim capaz de responder aos desafios dos programas de privatização recomendados pelo FMI e Banco Mundial. Em 2007, quando Luísa Diogo era Primeira Ministra e Adriano Maleiane Governador do Banco de Moçambique, a missão desta instituição foi reforçada, enquadrando-a no sistema financeiro como Sociedade de Investimentos. No final da sua visita ao pavilhão da Gapi em Lichinga, o Chefe de Estado, que era acompanhado por vários membros do Governo, com destaque para o Ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane, exortou a equipe da Gapi a prosseguir o seu trabalho em prol do desenvolvimento do País.

Moçambique sonha com vaga no Mundial e faz projecção para disputar a edição de 2026

A selecção de Moçambique tem como principal objectivo a disputa de um Mundial. No entanto, a tarefa não será fácil de cumprir. Sem bons resultados e pouca estrutura, o futebol moçambicano ainda é um dos mais frágeis da África. Conseguir uma vaga no
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Moçambique sonha com vaga no Mundial e faz projecção para disputar a edição de 2026

A selecção de Moçambique tem como principal objectivo a disputa de um Mundial. No entanto, a tarefa não será fácil de cumprir. Sem bons resultados e pouca estrutura, o futebol moçambicano ainda é um dos mais frágeis da África. Conseguir uma vaga no Apuramento para 2022 é visto com desconfiança. O objectivo da direcção é investir para sonhar com uma possível chance, pelo menos, na Taça do Mundo de 2026. Em 2015, Moçambique viu o sonho de se classificar para o Mundial encerrado muito cedo. A equipa foi eliminada pelo Gabão, após disputa equilibrada e que só foi decidida nas penalidades. Os Mambas venceram a primeira partida por 1 a 0, golo de Pelembe, mas acabaram sofrendo uma derrota, pelo mesmo placar, e uma eliminação nos penáltis. A derrota, como mostra o portal Domínio de Bola, marcou a despedida do treinador croata Boris Pusic. O resultado ruim nos Apuramentos do Mundial não é uma novidade para os moçambicanos. Desde que entraram na disputa, em 1980, a selecção nunca conseguiu bons resultados nos confrontos. Com um aproveitamento de 31,4% em todas as partidas que já realizou, Moçambique só conseguiu avançar para a Terceira Eliminatória em duas ocasiões, 2010 e 2014. Nesta primeira, a equipa até conseguiu vitórias contra Tunísia e Quénia, mas não foi o suficiente para ficar com uma vaga. {youtube}UkpBfyDF4O4{/youtube} São 34 jogos disputados em Apuramentos, com apenas oito vitórias e o mesmo número de empates. Já as derrotas somam 18 partidas, algo que precisa ser aprimorado até a disputa para o Mundial de 2022. O seleccionador Abel Xavier sabe que é preciso mudar algumas coisas na federação, como mostra essa antiga entrevista dele para o portal Sapo. Por isso, sonhar com uma vaga ainda é algo distante. Força no continente Antes de pensar no Mundial, a equipa de Moçambique precisa mostrar força dentro do próprio continente. Os resultados nos apuramentos para a Taça das Nações Africanas também não são dos melhores. A última vez que conseguiram se classificar foi em 2010, quando a competição ocorreu em Angola. Na época, os Mambas não passaram da fase de grupos ao perder para Egipto e Nigéria, além de um empate com Benim. {youtube}XVCfIZ6T8EY{/youtube} Desde então, já foram cinco edições sem a presença moçambicana, que não conseguiu se apurar para 2019. Moçambique nunca venceu uma partida no torneio, e por isso tem um aproveitamento de apenas 5,6% nas quatro edições que jogou. São números que deixam qualquer um pessimista, e longe de acreditar que a equipa possa ter chance em qualquer jogo contra as grandes da África. Enquanto Moçambique sonha com uma vaga no Mundial de 2022, algumas outras selecções africanas já almejam resultados melhores. Desde 2014, quando Gana chegou nos quartos-de-final, nenhuma outra equipa conseguiu melhor resultado. As projecções para a Taça do Mundo no Qatar estão com Camarões. O portal de apostas da Betway colocava, no dia 11 de Julho, os Leões Indomáveis com 0,7% de chance de título mundial. Ou seja, a selecção africana com melhor possibilidade de bons resultados. Futuro dos Mambas O Apuramento para o Mundial de 2022 já deve começar neste ano, após anúncio oficial da CAF. A federação confirmou, em nota oficial, como vai funcionar a disputa pelas vagas do Qatar. As 26 melhores equipas no Ranking da FIFA têm vaga garantida na Segunda Eliminatória, enquanto as outras 28 vão disputar a primeira. As 14 melhores selecções vão enfrentar as 14 piores, e assim serão conhecidas as 20 partidas da segunda fase. Moçambique ainda aguarda o ranking oficial, após os pontos da Taça das Nações Africanas de 2019, para conhecer o adversário. Com resultados ruins, os Mambas ocupam a 117ª posição na FIFA e, assim, é a 30ª na CAF. O plantel comandado por Abel Xavier deve começar o Apuramento já na primeira eliminatória. Algo que pode ser bom, principalmente para acertar tacticamente a equipa e os seleccionados. Até 2026, Moçambique ainda possui um longo caminho para percorrer, e que não deve ser nada fácil. Uma nova gerações de jogadores deve surgir e, para aproveitar, é preciso que a federação cuide bem e consiga mais estrutura de treinamento na base de jogadores. Sonhar com a disputa de um Mundial deve continuar sempre como objectivo, mesmo que não seja para o Qatar e sim para épocas futuras.

Chuviscos no Norte, céu pouco nublado no resto de Moçambique esta 3ª feira

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta terça-feira (16) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de chuviscos locais. Neblinas o
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Chuviscos no Norte, céu pouco nublado no resto de Moçambique esta 3ª feira

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta terça-feira (16) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de chuviscos locais. Neblinas ou nevoeiros matinais locais. Vento de sueste a sudoeste fraco a moderado soprando por vezes com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado sendo muito nublado na província da Zambézia. Neblinas ou nevoeiros moderado localmente forte. Vento de leste a sueste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu limpo temporariamente nublado nas primeiras horas da manhã. Neblinas ou nevoeiros matinais locais. Vento de leste a nordeste fraco a moderado. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 29 13 Xai-Xai 28 14 Inhambane 27 17 Vilankulo 25 16 Beira 26 15 Chimoio 24 10 Tete 29 18 Quelimane 27 16 Nampula 26 18 Pemba 28 20 Lichinga 21 09  

Cinco mortos em dois despistes de viaturas no Norte de Moçambique

Pelo menos cinco pessoas morreram durante o fim-de-semana em dois acidentes de viação do tipo despiste ocorridos nas províncias do Niassa e de Cabo Delgado. Na capital de Moçambique um outro despiste foi registado, no entanto sem causar óbitos. Um cam
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Cinco mortos em dois despistes de viaturas no Norte de Moçambique

Pelo menos cinco pessoas morreram durante o fim-de-semana em dois acidentes de viação do tipo despiste ocorridos nas províncias do Niassa e de Cabo Delgado. Na capital de Moçambique um outro despiste foi registado, no entanto sem causar óbitos. Um camião transportando pessoas e carga a partir do Distrito de Majune, tendo como destino a Cidade de Lichinga, despistou-se no passado sábado (13) na Estrada Nacional nº 14 causando a morte de três pessoas e deixando outras quatro feridas. A velocidade excessiva é a causa aparente do acidente que aconteceu quando a viatura fazia a travessia da ponte sobre o rio Licuvi, a cerca de 80 quilómetros da Cidade Lichinga, na Província do Niassa. Outro despiste aconteceu neste domingo (14) na Estrada Nacional nº 1, envolveu uma viatura cabine dupla que partiu de Nangade com cinco ocupantes e tinha como destino a Cidade de Pemba, que após capotar sozinha, em aparente alta velocidade, causou a morte de duas cidadãs. O acidente que aconteceu no Porto Administrativo de Mieze, a cerca de 15 quilómetros da Cidade de Pemba, na Província de Cabo Delgado, deixou ainda três feridos dos quais um está em estado crítico. Na Cidade de Maputo, na madrugada de domingo, uma viatura de luxo e de alta cilindrada despistou-se na Praça do Destacamento Feminino tendo destruído um poste de iluminação pública e pegado fogo em seguida. Testemunhas contaram que o único ocupante, o motorista, saiu ileso da viatura com a ajuda de agentes da Polícia da República de Moçambique que na altura fiscalizavam o trânsito nas imediações do local. Durante o 1º semestre de 2019 os acidentes de viação tornaram-se na principal causa de morte em Moçambique, 769 óbitos foram registados pelas autoridades policiais.

Atraso do INE e manipulação do STAE poderá reforçar maioria parlamentar da Frelimo

A informação do Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre o número de moçambicanos com 18 anos ou mais desvendou não só os “fantasmas” que ditaram o aumento de deputados a serem eleitos na Província de Gaza mas também os milhões de potenciai
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Atraso do INE e manipulação do STAE poderá reforçar maioria parlamentar da Frelimo

A informação do Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre o número de moçambicanos com 18 anos ou mais desvendou não só os “fantasmas” que ditaram o aumento de deputados a serem eleitos na Província de Gaza mas também os milhões de potenciais eleitores que não foram abrangidos pelo recenseamento nas províncias onde a oposição historicamente obtém melhores resultados o que poderá reforçar a maioria parlamentar do partido Frelimo na próxima legislatura. A informação que o INE garante ter fornecido ao Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) e a Comissão Nacional de Eleições (CNE) a 25 de Maio de 2019 não só revela que não poderia ser recenseados os 1.166.011 cidadãos na Província de Gaza, pois apenas 836.581 têm idade igual ou superior a 18 anos, mas também indica que muitos moçambicanos serão privados do seu direito eleitoral. No maior Círculo eleitoral de Moçambique onde o STAE recenseou 2.361.973, de uma previsão de 2.793.912 potenciais eleitores, o do Instituto Nacional de Estatística contou 3.085.692 cidadãos com idade igual ou superior a 18 anos, portanto 723.719 eleitores que poderia ter aumentado os 45 deputados que a Província de Nampula vai eleger, uma redução de 4 mandatos comparativamente a 2014. Na Província da Zambézia foram são 2733.532 cidadãos com idade igual ou superior a 18 anos, mais 593.407 potenciais eleitores do que os 2.140.125 inscritos pelo Secretariado Técnico de Administração Eleitoral. O Círculo eleitoral perder dois mandatos para a Assembleia da República. Noutro círculo eleitoral onde o partido Frelimo não vence o INE contou 1.286.737 potenciais eleitores, comparativamente aos 1.028.374 recenseados pelo STAE o que resultou na redução de 2 deputados que a Província de Sofala vai eleger nas Legislativas do próximo dia 15 de Outubro. Contudo, e embora os INE apareça a mostrar as manipulações efectuadas pelos órgãos eleitorais, na verdade a instituição tem responsabilidades na divulgação tardia dos resultados definitivos do IV Recenseamento Geral da População e Habitação que deveria ter sido disponibilizados a 30 de Junho de 2018, à tempo do STAE e CNE reajustarem sem desculpas as suas projecções de potenciais eleitores.

Moçambique vence Mundial B de Hóquei em Patins

Arredada da elite do hóquei em patins mundial por Angola a selecção de Moçambique conquistou no passado sábado (13) o Mundial B. Na segunda prova mais importante da modalidade, agora designada por Campeonato Intercontinental, que decorreu na Espanha, os
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Moçambique vence Mundial B de Hóquei em Patins

Arredada da elite do hóquei em patins mundial por Angola a selecção de Moçambique conquistou no passado sábado (13) o Mundial B. Na segunda prova mais importante da modalidade, agora designada por Campeonato Intercontinental, que decorreu na Espanha, os “Ngonhamas” fizeram o pleno seis vitórias em seis jogos. Sem preparação nenhuma os “Ngonhamas” coroaram a sua participação nos mundiais de hóquei em patins que decorreram na cidade espanhola de Barcelona com a sexta vitória em sete jogos realizados, falharam apenas o play-off de acesso ao principal Campeonato do Mundo quando perderam para Angola na passada quarta-feira (10) por 4-1. No sábado (13) a nossa selecção defendeu a sua honra diante de Andorra que ao contrário da fase de grupo, onde os moçambicanos haviam vencido sem dificuldade por 3-1, deu imensa luta. Uma disputadíssima 1ª parte na Arena Sant Cugat Del Valles terminou sem golos porém, no quinto minuto da 2ª parte, Adrià Antequera abriu o marcador para Andorra, uma selecção que praticamente jogava em casa. Dois minutos depois Moçambique empatou, pelo stick de Pedro Martins, e Filipe Vaz fez a cambalhota no marcador no minuto 17. Andorra que procura afirmar-se no hóquei mundial empatou por Gerard Miquel. Filipe Vaz, no minuto 26, bisou e deu nova vantagem para Moçambique que sentiu a final ganha quando Mário Rodrigues fez o seu golo já habitual no Campeonato. O moçambicano que joga no Sport Alenquer e Benfica de Portugal foi o melhor marcador da competição com 22 golos. Mas antes do cronómetro estourar Arnau Dilmé anda fez o 3-4 para Andorra, mas o “Ngonhamas” defenderam com garra a vantagem e ficaram o título de consolação afinal o objectivo principal é regressar ao Mundial principal de onde a nossa selecção está arredada desde 2017. Eis a classificação final do Campeonato Intercontinental:

Governo de Nyusi deseja centralizar no representante do Estado na Cidade de Maputo poderes do ...

Em vez de apenas proceder “as necessárias adaptações” à Lei de Representação do Estado na província o Governo de Filipe Nyusi pretende criar um novo enquadramento legal para acomodar a representação do Estado não eleita na Cidade de Maputo. No d
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Governo de Nyusi deseja centralizar no representante do Estado na Cidade de Maputo poderes do ...

Em vez de apenas proceder “as necessárias adaptações” à Lei de Representação do Estado na província o Governo de Filipe Nyusi pretende criar um novo enquadramento legal para acomodar a representação do Estado não eleita na Cidade de Maputo. No documento contestado pela edilidade dirigida por Eneas Comiche é proposto que o Secretário de Estado absorva as competências do actual Governador e ainda centralize várias atribuições dos órgãos municipais legitimados pelo voto popular. O desejo do Executivo de Nyusi começa por pretender revogar o Artigo 23 da Lei nº7/2019 de 31 de Outubro que determina, no seu número 2, que “É aplicável à Representação do Estado na Cidade de Maputo o regime previsto na presente Lei com as necessárias adaptações sendo os demais aspectos regulamentados pelo Governo”. A proposta, a que o @Verdade teve acesso, propõe como órgãos do Estado na Cidade de Maputo o Secretário de Estado e um Conselho da Cidade de Maputo. Em vez de apenas representar o Estado, dirigir os serviços de representação e o seu Conselho, o dispositivo legal submetido pelo Governo à Assembleia da República propõe que o Secretário de Estado na capital do país tenha adicionalmente competências de: “supervisar as direcções da Administração do Estado na Cidade de Maputo; determinar e acompanhar, em coordenação com o presidente do Conselho Municipal, medidas preventivas ou de socorro, em caso de eminência ou ocorrência de acidente grave ou de eventos extremos mobilizando e instruindo os serviços relevantes, sem prejuízo de medidas tomadas pelos órgãos centrais do Estado; praticar actos administrativos e tomar decisões indispensáveis, sempre que circunstâncias excepcionais de interesse público o exijam, devendo comunicar imediatamente ao órgão competente”. Já o Conselho da Cidade de Maputo, que deveria assemelhar-se aos serviços de representação do Estado na província, tem competência adicionais alargadas de coordenação, gestão e monitoria no sectores da Função Pública; Economia e Finanças; Património; Saúde; Género, Crianças e Acção Social; Educação e Desenvolivmento Humano; Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional; Cultura; Juventude e Desporto; Agricultura e Segurança Alimentar; Indústria e Comércio; Turismo; Transportes e Comunicações; Justiça e Assuntos Religiosos; e ainda no âmbito do Trabalho e Segurança Social. “Proposta de Lei reflecte um certo retrocesso de Descentralização” Algumas destas competências são atribuições do actual Governo da Cidade de Maputo mas outras foram descentralizadas para o Município da Cidade de Maputo e por isso Eneas Comiche, o edil eleito em 2018, considerou que a “proposta de Lei reflecte um certo retrocesso de Descentralização pretendendo-se voltar a centralizar as atribuições que já pertencem ao Município de Maputo.” “Não nos parece estar claro a representação do Estado ao nível dos Distritos Municipais; É evidente o conflito de competências do representante do Estado na Cidade de Maputo e os órgãos do Conselho Municipal, plasmadas na Constituição da República e no artigo 3 da Lei 6/2018 de 3 de Agosto, republicada pela Lei 13/2018 de 17 de Dezembro e outras disposições legais”, acrescenta ainda o Edil da Cidade de Maputo num ofício enviado ao presidente da Comissão de Administração Pública e Poder Local da Assembleia da República, Lucas Chomera. Outra centralização ou potencial foco de conflito é o facto do Município da Cidade de Maputo possuir cinco directores de serviços municipais, nomeadamente, Finanças, Mobilidade, Transportes e Trânsito e Educação e a proposta de estrutura da representação do Estado no mesmo espaço geográfico prever quatro directores da Cidade. Mais importante e única cidade do Tipo A, o Município da Cidade de Maputo é o mais pequeno do país com uma superfície de 346,77 quilómetros quadrados, divididos em sete distritos municipais com 63 bairros e uma população de 1.120.867 habitantes, tem a maior densidade populacional de Moçambique 3.736.

Cornelder promove na região austral as potencialidades do Corredor da Beira

A Cornelder de Moçambique S.A. (CdM), concessionária dos Terminais de Contentores e de Carga Geral no Porto da Beira, bem como demais entidades públicas e privadas congregados na iniciativa “Beira Corridor” vão organizar nos próximos dias 2 e 3 de Ag
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Cornelder promove na região austral as potencialidades do Corredor da Beira

A Cornelder de Moçambique S.A. (CdM), concessionária dos Terminais de Contentores e de Carga Geral no Porto da Beira, bem como demais entidades públicas e privadas congregados na iniciativa “Beira Corridor” vão organizar nos próximos dias 2 e 3 de Agosto em Harare, Zimbabwe, uma Conferência e Torneio de Golfe, visando promover os serviços do porto, as potencialidades do Corredor da Beira e, sobretudo, a fidelização dos seus clientes. O evento corporativo que se avizinha é parte de uma estratégia liderada pela CdM, mas que congrega os vários actores da cadeia logística do Corredor da Beira, como sejam os Caminhos de Ferro de Moçambique, Transportadores Rodoviários, Agentes Transitários, Linhas de Navegação e Empresas de Logistica. Ainda no decurso deste ano, esta iniciativa vai escalar a Zâmbia e a República Democrática do Congo, outros dois importantes mercados regionais. Espera-se que, no total, cerca 400 homens de negócios, entre representantes de instituições e entidades públicas das áreas tributária, transportes de diversas linhas de navegação, agentes transitários e transportadores, participem nestas realizações nestes países vizinhos. Recorde-se que a iniciativa Beira Corridor já escalou no ano transacto países como Zâmbia, Zimbabwe e Malawi, onde até então reuniu, num mesmo espaço, mais de 700 delegados. Volvidos 4 meses após a passagem do ciclone IDAI que fustigou, de forma particular, a Cidade da Beira, causando avultadas perdas humanas e materiais, os promotores desta iniciativa acreditam que esta seja uma oportunidade ímpar para demonstrar aos vários utentes do Corredor que as operações anteriormente afectadas decorrem, actualmente, a bom ritmo. “O Corredor da Beira está a funcionar em pleno. Os estragos foram enormes, mas nada impede o funcionamento normal do nosso Corredor. É importante ir a esses países e transmitir esta mensagem para que continuem a usar esta rota, mesmo depois de tudo quanto aconteceu”, assegurou Jan Laurens de Vries, Administrador Delegado da Cornelder de Moçambique. Importa realçar que o Porto da Beira, apesar do impacto do IDAI, prevê manusear, até ao fim do presente ano, 290 mil contentores e cerca de 2.5 milhões de toneladas de carga geral.

2ª feira de chuviscos no Norte, céu nublado no Centro e algum sol no Sul

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta segunda-feira (15) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado com períodos de muito nublado ao longo da faixa costeira, onde há po
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2ª feira de chuviscos no Norte, céu nublado no Centro e algum sol no Sul

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta segunda-feira (15) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado com períodos de muito nublado ao longo da faixa costeira, onde há possibilidade de chuviscos locais. Neblinas ou nevoeiros matinais locais. Vento de sueste a sudoeste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado com períodos de muito nublado. Neblinas ou nevoeiros moderado localmente forte. Vento de sueste a sudoeste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu limpo temporariamente nublado nas primeiras horas da manhã. Neblinas ou nevoeiros matinais locais. Vento de nordeste por vezes de noroeste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas na faixa costeira. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 29 14 Xai-Xai 27 15 Inhambane 27 18 Vilankulo 26 16 Beira 25 17 Chimoio 22 11 Tete 29 16 Quelimane 28 16 Nampula 26 18 Pemba 28 20 Lichinga 19 09    

Domingo soalheiro mas frio em Moçambique; mínima de 9º em Lichinga

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este domingo (14) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado temporariamente muito nublado ao longo da faixa costeira, onde há possibili
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Domingo soalheiro mas frio em Moçambique; mínima de 9º em Lichinga

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este domingo (14) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado temporariamente muito nublado ao longo da faixa costeira, onde há possibilidade de chuviscos locais. Neblinas ou nevoeiros matinais locais. Vento de sueste a sudoeste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado temporariamente muito nublado nas províncias de Tete e Zambézia. Possibilidade de chuviscos na costa norte da província da Zambézia. Neblinas ou nevoeiros matinais locais. Vento de sueste a leste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu geralmente pouco nublado. Neblinas ou nevoeiros matinais locais. Vento de sueste a nordeste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas na faixa costeira. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 29 14 Xai-Xai 27 16 Inhambane 26 18 Vilankulo 25 16 Beira 26 16 Chimoio 23 10 Tete 28 19 Quelimane 27 15 Nampula 26 17 Pemba 28 20 Lichinga 22 09

Pergunta a Tina: há três meses que não vejo meu ciclo menstrual normal e fiz o teste de ...

Boa tarde, mana Tina. Chamo-me Teresa, tenho 32 anos, mãe de um filho de 13 anos, há três meses que não vejo meu ciclo menstrual normal e fiz o teste de gravidez, acusou positivo, mas tenho miomas no útero, sempre que faço relação sexual com meu parce
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Pergunta a Tina: há três meses que não vejo meu ciclo menstrual normal e fiz o teste de ...

Boa tarde, mana Tina. Chamo-me Teresa, tenho 32 anos, mãe de um filho de 13 anos, há três meses que não vejo meu ciclo menstrual normal e fiz o teste de gravidez, acusou positivo, mas tenho miomas no útero, sempre que faço relação sexual com meu parceiro tenho tido hemorragia vaginal, acabo não percebendo o que é. Há dois dias atrás tive umas dores fortes como cólicas, um pouco de sangramento, fui ao hospital recebi tratamentos e as dores atenuaram, fico sem saber o que é mesmo, será que é por causa do mioma? Peço a tua ajuda. Boa tarde, mana Teresa. Tens razão, deve ser mesmo por causa dos miomas. Todos esses problemas de que te queixas costumam ocorrer quando uma gravidez é acompanhada de miomas. Deves ir rapidamente a uma consulta de obstetrícia para fazer uma ecografia e eventualmente outros exames especializados. Esta situação precisa ser bem assistida, pois pode causar problemas mais inconvenientes, incluindo parto prematuro, que certamente queres evitar. Também poderá ser necessário fazer uma cesariana, em vez de parto normal. Entretanto, enquanto houver hemorragia, devem abster-se de praticar relações sexuais. Tudo de bom para ti, querida Teresa!

Moçambique vence Alemanha e disputa título do Mundial B de Hóquei em Patins

A selecção nacional de Moçambique vai disputar na noite deste sábado (13) a final do Campeonato Mundial B de Hóquei em Patins, também denominado Campeonato Intercontinental, diante de Andorra. Os «Ngonhamas» sofreram mas acabaram por vencer
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Moçambique vence Alemanha e disputa título do Mundial B de Hóquei em Patins

A selecção nacional de Moçambique vai disputar na noite deste sábado (13) a final do Campeonato Mundial B de Hóquei em Patins, também denominado Campeonato Intercontinental, diante de Andorra. Os «Ngonhamas» sofreram mas acabaram por vencer, no tempo extra, a selecção da Alemanha nas meias-finais. Nesta sexta-feira (12) Mário Rodrigues voltou a ser decisivo para a vitória da nossa selecção que enfrentou uma forte Alemanha. O luso descendente abriu o placar no oitavo minuto de jogo mas os alemães deram réplica e Peinke Yannick restabeleceu a igualdade. Antes do intervalo Filipe Vaz colocou Moçambique novamente em vantagem. A 2º parte foi muito renhida, os alemães mostraram a sua qualidade e vontade de vencer acabando por empatar no minuto 16 por Thiel Max. Peinke Yannick gelou os «Ngonhamas» fazendo a cambalhota no marcador. Valeu Mário Rodrigues que empatou o jogo a 3 golos e levou a decisão. A primeira metade do prolongamento foi de muitos nervos em ambas selecções mas antes do apito Mário Rodrigues desempatou e depois fez o 3-5. Mário Rodrigues voltou a marcar no início dos minutos derradeiros mas a Alemanha não se deu por vencida e Lucas Karscheu reduziu e Mats Zilken voltou a assustar os moçambicanos quando fez 5-6. Imperial Mário Rodrigues sentenciou a vitória por 5-7, nos segundos finais. Na noite deste sábado a nossa selecção volta a encontrar Andorra, a quem venceu sem dificuldades na fase de grupos, mas desta vez para disputar o título do Mundial B.        

Sábado de céu nublado e frio; mínima de 8º em Lichinga

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este sábado (13) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Neblinas ou nevoeiros matinais locais. Vento de su
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Sábado de céu nublado e frio; mínima de 8º em Lichinga

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este sábado (13) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Neblinas ou nevoeiros matinais locais. Vento de sueste a sudoeste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado localmente muito nublado. Neblinas ou nevoeiros matinais locais. Vento de sueste a sudoeste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado temporariamente muito nublado. Neblinas ou nevoeiros matinais locais. Vento de sueste a leste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 28 14 Xai-Xai 27 15 Inhambane 27 17 Vilankulo 26 16 Beira 25 15 Chimoio 24 09 Tete 27 16 Quelimane 27 14 Nampula 27 17 Pemba 30 18 Lichinga 22 08  

Guterres só trouxe apoio moral mas disse que o mundo tem obrigação de apoiar Moçambique ...

António Guterres veio à Moçambique trazer pessoalmente o apoio moral da Organização das Nações Unidas (ONU) aos moçambicanos, que ainda estão em situação humanitária devido aos ciclones Idai e Kenneth, e ao Governo de Filipe Nyusi que não tem con
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Guterres só trouxe apoio moral mas disse que o mundo tem obrigação de apoiar Moçambique ...

António Guterres veio à Moçambique trazer pessoalmente o apoio moral da Organização das Nações Unidas (ONU) aos moçambicanos, que ainda estão em situação humanitária devido aos ciclones Idai e Kenneth, e ao Governo de Filipe Nyusi que não tem conseguido que os Parceiros de Cooperação desembolsem sequer o 1,2 bilião de Dólares que prometeram. “As Nações Unidas estiveram e estão ao lado do povo moçambicano apelando a Comunidade Internacional para que apoie Moçambique à escala da dimensão dos problemas, quer na resposta (humanitária) quer na reconstrução” declarou o Secretário-Geral da ONU. Guterres, que já tinha visitado o nosso país no exercício de todas as funções oficiais que teve, começou por declarar que a sua visita é “de expressão clara de solidariedade. Solidariedade minha mas sobretudo solidariedade das Nações Unidas com o povo moçambicano, com o seu Governo, que atravessaram uma situação extremamente difícil com os dois ciclones que tiveram”. “Moçambique tem aqui uma autoridade moral inegável, porque é hoje claro que estes desastres naturais que se repetem com cada vez maior intensidade e com maior devastação tem muito a ver com as alterações climáticas, ora Moçambique praticamente não contribui para o aquecimento global, mas Moçambique está na primeira linha das vítimas desse mesmo aquecimento global e isso dá-lhe o direito de exigir da comunidade internacional uma forte solidariedade e um forte apoio quer na resposta aos dramas criados pelas tempestades que assolaram o país, quer na reconstrução e na preparação do país para as situações futuras”, disse o SG da ONU numa directa aos países mais ricos e que mais contribuem para as Mudanças Climáticas. António Guterres, que falava a jornalista após reunir com o Chefe de Estado em Maputo, apelou “a comunidade internacional para que apoie Moçambique à escala da dimensão dos problemas, quer na resposta (humanitária) quer na reconstrução” e revelou que o apelo humanitário de emergência que a instituição que dirige lançou em Março, de 282 milhões de Dólares norte-americanos, “está longe de estar inteiramente cumprido”. Para além desse montante, que é apenas para assistência humanitária a 1,7 milhão de moçambicanos que ainda vivem sob efeitos directos do Ciclone Idai, na Região Centro, o @Verdade apurou que as Nações Unidas estão a procura de mais 104 milhões de Dólares para que as suas agências possam continuar a apoiar os cidadãos afectados pelo Ciclone Kenneth, na Região Norte, e precisa de outros 55,2 milhões de Dólares norte-americanos para fazerem face às necessidades de emergência de 700 mil pessoas que na Região Sul estão a ser castigados pela seca. O Secretário-Geral da ONU lembrou que na Conferência de Doadores que o Estado moçambicano organizou para mobilizar 3,2 biliões de Dólares foram prometidos 1,2 bilião de Dólares que até hoje não foram disponibilizados. “É evidente que vai ser preciso mais, mais ajuda, mais apoio da comunidade internacional a Moçambique para poder responder efectivamente, e não apenas mais apoio mas a concretização rápida dos apoios prometidos. Essa é outra questão decisiva em relação a solidariedade da Comunidade Internacional, é preciso não apenas apoiar mas apoiar à tempo”, concluiu Guterres que nesta sexta-feira (12) vai ver com os próprios olhos os dramas que ainda se vivem na Cidade da Beira.

“Inacção indesculpável” da Renamo em Gaza dita chumbo do Conselho Constitucional

O maior partido de oposição em Moçambique, assim como as Organização da Sociedade Civil que observam as eleições, foi incapaz de apresentar provas da evidente manipulação do recenseamento eleitoral na Província de Gaza. “O pedido do Partido Renam
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“Inacção indesculpável” da Renamo em Gaza dita chumbo do Conselho Constitucional

O maior partido de oposição em Moçambique, assim como as Organização da Sociedade Civil que observam as eleições, foi incapaz de apresentar provas da evidente manipulação do recenseamento eleitoral na Província de Gaza. “O pedido do Partido Renamo não junta nenhum elemento de prova material ou testemunhal”, indica o Conselho Constitucional (CC) no Acórdão que considerou “uma inacção indesculpável” o facto da formação política não ter impugnado o processo no nível provincial. Venâncio Mondlane explicou ao @Verdade que: “É por isto que na última revisão do pacote eleitoral se aniquilou e eliminou o princípio da impugnação prévia”. O Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou nesta quinta-feira (11) que no dia 25 de Maio do presente ano informou ao Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) e à Comissão Nacional de Eleições (CNE) que a população em idade eleitoral na Província de Gaza é de 836.581, menos 329.430 pessoas do que os 1.166.011 recenseados no Círculo Eleitoral onde o partido Frelimo obtém “vitórias retumbantes”. Esta informação do INE corrobora as Organizações da Sociedade Civil que observaram Recenseamento para as Eleições Gerais de 15 de Outubro que ao longo do processo denunciaram publicamente a inscrição de menores, estrangeiros e de cidadãos registados mais do que uma vez, no entanto nenhum cidadão eleitor ou partido político reclamou por escrito, durante os 3 dias de exposição dos cadernos de recenseamento eleitoral, junto da respectiva entidade recenseadora, essas irregularidade ao abrigo do Artigo 41 da Lei do Recenseamento Eleitoral. No passado dia 24 de Junho o porta-voz da CNE, Paulo Cuinica, confrontado por jornalistas com os números absurdos de cidadãos recenseados e que ditaram um aumento de mandatos para a Assembleia da República a serem eleitos na Província de Gaza, passou de 12 para 22 mandatos, enfatizou que esses números tinham sido aprovados por consenso nas comissões distritais e provinciais de eleições que incluem representantes dos partidos Renamo e MDM. Na Comissão Nacional de Eleições a ditadura do voto do partido Frelimo chancelou-os apenas. O processo eleitoral desenvolve-se em cascata, não podendo uns actos sobreporem-se a outros Inconformado o maior partido de oposição recorreu ao Conselho Constitucional que, através do Acórdão nº 6/CC/2019 de 9 de Julho, começou por constatar que: “o requerimento do partido RENAMO, verifica-se, desde logo que, é uma reprodução de um conjunto de artigos, publicações e declarações avulsas de várias entidades e organizações da sociedade civil, sem, contudo, apresentar a sua petição com base em algum fundamento de ordem jurídico - Constitucional ou legal que possa ter sido violado para consubstanciar o pedido.” “O pedido do Partido RENAMO não junta nenhum elemento de prova material ou testemunhal dos factos que apresenta para fundamentar a sua acusação de falsidade no processo de atribuição de mandatos, manipulação, má-fé, do que acusa no ponto II da sua petição, desleixo e incúria propositada do STAE e manipulação de dados do recenseamento eleitoral, entre as demais grosseiras acusações que dirige contra o STAE e CNE, que demonstrem de forma inequívoca a ocorrência de irregularidades e ilegalidades cometidas pelos órgãos de administração eleitoral na província de Gaza, durante as operações de recenseamento eleitoral naquela província”, refere ainda o Acórdão do CC que estamos a citar. O Conselho Constitucional declarou ainda que a Renamo foi incapaz de cumprir a legislação eleitoral que ajudou a conceber, aprovou na Assembleia da República e está em vigor desde 2014. Os Juízes Conselheiros referem que quando “a Comissão Provincial de Eleições de Gaza aprovou, por deliberação nº 3/CPE – Gaza/2019, de 13 de Junho, os dados do recenseamento eleitoral e os respectivos mapas de centralização provincial” o partido Renamo “não se tendo conformado com os dados aí aprovados e apresentados publicamente, tinha ali a sede própria para os impugnar”. “Esta atitude do Recorrente configura uma inacção indesculpável no seu procedimento que desencadeia consequências legais: a privação ao direito de recorrer das decisões subsequentes dos órgãos da administração do recenseamento eleitoral em matérias atinentes à centralização do recenseamento eleitoral, em homenagem ao já referido princípio da aquisição progressiva dos actos eleitorais, consonante com a jurisprudência deste Conselho Constitucional, segundo o qual, os diversos estágios, depois de consumados e não contestados no prazo legalmente conferido para o efeito, não podem ser ulteriormente impugnados (…). O processo eleitoral desenvolve-se em cascata, não podendo uns actos sobreporem-se a outros. É preciso que uma determinada fase prossiga regularmente para que a outra siga de forma válida”, afirmou o CC que, por isso, declarou “o improvimento do recurso”. “Não temos como encontrar provas disto se não for pela centralização dos dados” Contudo o maior partido de oposição discorda do Conselho Constitucional, Venâncio Mondlane, o mandatário eleitoral, esclareceu ao @Verdade que embora não tenham tido observadores à toda extensão dos distritos, “ao nível das províncias tivemos em todas elas” e que o que aconteceu “em Gaza foi manipulação de escritório, de secretaria, não foi manipulação feita nos postos de recenseamento”. “Não temos como encontrar provas disto se não for pela centralização dos dados, porque são cerca de 400 mil eleitores que não existem, quando eles fazem a centralização colocam eleitores que não foram recenseados pelas brigadas, então nessas brigadas onde estão os nossos fiscais não tens como ver isso”, argumentou Mondlane. O mandatário do partido Renamo afirmou que é por causa destas situações “que na última revisão do pacote eleitoral se aniquilou e eliminou o princípio da impugnação prévia. A parte do recenseamento não existe nada escrito sobre a sua impugnação prévia, nunca houve, nem a CNE nem o Conselho Constitucional falam nisso por sabem que isso não está escrito e não podem recorrer a isso”. Venâncio Mondlane explicou ainda que o partido não contestou durante a exposição dos cadernos eleitorais porque: “abaixo da CNE, isso que eles estão a dizer que nós não reclamamos, a lei só permite duas coisas: reclamar sobre comissões, isto é eu vou-me inscrever e por alguma razão o meu nome não vem, foi omitido, correcções de nome ou dados mal digitados, pode corrigir o que foi mal registado, é único espaço que lei permite”. Nesta altura do processo eleitoral já “não se pode fazer mais nada” Por seu turno Adriano Nuvunga, porta-voz de cinco organizações da Sociedade de Civil que observaram o recenseamento eleitoral e esta semana exigiram a repetição do processo nas províncias de Gaza, Zambézia e Cabo Delgado, clarificou ao @Verdade que não apresentaram nenhum reclamação das irregularidades que foram identificando e denunciando por que durante os e dias em que se afixam os cadernos “em muitos locais os cadernos não foram colocados, não há cadernos como tal, colam as listas e aquilo é rapidamente removido, portanto não há um momento claro de exposição de cadernos como a lei prevê”. “Depois colado na parede é difícil percorrer aqueles nomes todos e ver aqueles que, eventualmente, estão repetidos. O que nós estamos a dizer é que a questão dos números consolidados aconteceu também depois da exposição dos cadernos, se lembrar-se nós ao longo do processo vínhamos mostrando evidências de que se estava a recensear crianças e estrangeiros na Província de Gaza, particularmente, mas não tínhamos ainda a dimensão do problema”, disse Nuvunga. O porta-voz das cinco organizações da Sociedade de Civil referiu no entanto que “junto às brigadas foram colocadas as denuncias de irregularidades, mas elas diziam que não tem competência para receber. Os tribunais distritais, que são as entidades que recebe esse tipo de processos só agora é que foram activados, orientados para o dia das eleições”. Adriano Nuvunga reconheceu que nesta altura do processo eleitoral já “não se pode fazer mais nada, a lei numa parte diz que se pode pedir a anulação de inscrições, pode-se ir solicitando anulação de inscrições eventualmente duplicadas mas isso exigiria a abertura por parte do STAE dos cadernos consolidados à disposição da Sociedade Civil, isso ainda não está”.

Com a inauguração de um novo balcão em Mangungumete: Standard Bank apoia inclusão ...

O Standard Bank inaugurou, na terça-feira, 9 de Julho, um balcão na povoação de Mangungumete, localidade de Maimelane, distrito de Inhassoro, na província de Inhambane, tornando-se, assim, o primeiro banco a instalar-se naquela zona, atravessada pela Est
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Com a inauguração de um novo balcão em Mangungumete: Standard Bank apoia inclusão ...

O Standard Bank inaugurou, na terça-feira, 9 de Julho, um balcão na povoação de Mangungumete, localidade de Maimelane, distrito de Inhassoro, na província de Inhambane, tornando-se, assim, o primeiro banco a instalar-se naquela zona, atravessada pela Estrada Nacional Número Um (EN1) e que serve de ponto de acesso à região de Temane, onde é extraído e processado o gás natural. Construído de raiz, o balcão foi concebido para conferir conforto e comodidade aos clientes e está dotado da mais recente tecnologia existente no sector bancário. O espaço possui caixas de atendimento ao público, ATM’s modernas (normais e para depósitos, disponíveis 24 horas por dia), para além de um parque com segurança. Intervindo na cerimónia de inauguração, bastante concorrida pela população, o presidente do Conselho de Administração do Standard Bank, Tomaz Salomão, afirmou que a instalação daquela infra-estrutura representa o compromisso do banco em contribuir para o desenvolvimento do distrito de Inhassoro, da província de Inhambane, assim como do País. “Vamos continuar a cumprir com as nossas obrigações perante o nosso País com vista ao seu desenvolvimento. As nossas acções estão alinhadas com os programas do Governo para a construção de uma economia forte e que sirva os moçambicanos”, realçou Tomaz Salomão. O comprometimento do Standard Bank com o desenvolvimento do País foi, também, reforçado pelo respectivo administrador delegado, Chuma Nwokocha, que considerou que o balcão vai impulsionar o crescimento económico da província de Inhambane e do País. “Mangungumete é um ponto estratégico e esta é uma forma de estarmos mais próximos dos nossos clientes. É parte do nosso compromisso ajudar na inclusão financeira da população. Este é o primeiro e único balcão desta zona, onde se pode encontrar todos os tipos de produtos e serviços disponíveis em qualquer parte do País”, disse Chuma Nwokocha. Na ocasião, o governador da província de Inhambane, Daniel Chapo, referiu que a instalação do Standard Bank naquele ponto vai facilitar a gestão financeira dos rendimentos dos cidadãos, que antes guardavam o dinheiro em casa devido às longas distâncias que tinham que percorrer para depositá-lo, por exemplo, sem contar com os riscos a que estavam expostos. “A presença de uma multinacional (neste caso a Sasol) movimenta um elevado número de pessoas que precisam de aceder aos serviços bancários para a satisfação das suas necessidades financeiras, e até pouco tempo tinham que ir a Vilanculo ou à vila de Inhassoro para efectuar transacções”, sublinhou. Nesse sentido, o governador encorajou o Standard Bank a apostar cada vez mais na sua expansão para que “todo o cidadão tenha a oportunidade de ter onde fazer as suas poupanças ou obter investimento para o início ou expansão dos seus negócios”. A importância do balcão de Mangungumete na inclusão financeira da população, assim como na bancarização da economia foi um dos aspectos que foram mencionados pela directora da Filial do Banco de Moçambique em Inhambane, Angélica Macave, para quem o Standard Bank está a responder aos apelos do Governo na construção de uma sociedade cada vez mais inclusiva financeiramente. “O balcão vai ajudar a dinamizar a actividade económica desta região. A sua implantação é um marco importante, enquadrado na estratégia do Governo de desenvolvimento rural, materializada através do projecto ‘Um Distrito Um Banco’”, acrescentou.

Novos autocarros para transporte público: "Plano 1. ...

A Autarquia da Vila da Manhiça, na província de Maputo, conta a partir desta quarta-feira, 10 de Julho, com um reforço de três novos autocarros alocados pelo Ministério dos Transportes e Comunicações, a serem geridos pela recém criada Empresa Municipa
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Novos autocarros para transporte público: "Plano 1. ...

A Autarquia da Vila da Manhiça, na província de Maputo, conta a partir desta quarta-feira, 10 de Julho, com um reforço de três novos autocarros alocados pelo Ministério dos Transportes e Comunicações, a serem geridos pela recém criada Empresa Municipal de Transportes da Manhiça (EMTM). Com efeito Manuela Rebelo, vice-ministra dos Transportes e Comunicações, efectou a entrega dos autocarros à EMTM, tendo reiterado na ocasião que o acto enquadra-se no âmbito do cumprimento do «Plano 1000», que assinala os esforços do Governo de Moçambique, em procurar soluções para responder à demanda do serviço de transporte público. «A entrega destes autocarros marca o início das actividades da EMTM, para responder à crescente demanda do serviço de transportes para ligar a vila autárquica da Manhiça à cidade de Maputo e aos outros distritos vizinhos», afirmou Manuela Rebelo. Num outro desenvolvimento, a vice-ministra exortou aos operadores de transporte público para o uso racional dos autocarros alocados aos diversos distritos e vilas municipais: «Os operadores confiados à gestão destes meios devem redobrar esforços para assegurar uma boa qualidade do serviço prestado aos utentes», referiu. Por sua vez, António Matos, presidente do Conselho de Administração da AMT, disse que a entrega dos autocarros à recém criada EMTM, visa assegurar o transporte condigno nas cidades, localidades e postos administrativos de Maluana, Kalanga e da Ilha Josina Machel. «Nós subscrevemos à preocupação do crescimento do distrito e do intercâmbio dos passageiros que vêem de Moamba, Maputo, Palmeiras e Marracuene, razão do reforço nestas rotas», frisou António Matos. O anfitrião do evento, Luís Munguambe, presidente do Conselho Autárquico da Vila da Manhiça, disse que os três autocarros vão reforçar o transporte na vila e este acto marca também o início da operacionalização da EMTM. «Queremos agradecer ao Governo, por entender que o nosso município não é uma ilha e que este incremento vai beneficiar também a outros distritos da Manhiça. Apelamos aos utentes, para que usem e paguem pelos serviços, de modo a que seja fácil o retorno investido», apelou Luís Munguambe. Refira-se que a província de Maputo foi contemplada, este mês, com um reforço de 42 autocarros, dos quais 35 foram entregues no Município da Matola, 3 na Manhiça e os restantes 4 serão alocados, ainda esta semana, aos distritos da Namaacha e Matutuíne.

Agência Lusa e Universidade Politécnica debatem sobre as 'Fake News' em Moçambique

O combate ao fenómeno da intensa proliferação das Fake News, em Moçambique e no mundo, em geral, através das diversas redes sociais, incluindo Órgãos de Comunicação Social constituiu objecto de debate, na quarta-feira, 10 de Julho, numa conferência
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Agência Lusa e Universidade Politécnica debatem sobre as 'Fake News' em Moçambique

O combate ao fenómeno da intensa proliferação das Fake News, em Moçambique e no mundo, em geral, através das diversas redes sociais, incluindo Órgãos de Comunicação Social constituiu objecto de debate, na quarta-feira, 10 de Julho, numa conferência realizada na Universidade Politécnica, em Maputo. Trata-se de uma abordagem sobre as diversas manifestações das notícias falsas, produzidas e disseminadas com o intuito de induzir o leitor ao erro, fomentar boatos, desinformar, manchar a honra de personalidades, manipular a opinião pública, visando alcançar determinados resultados. Promovida pela agência portuguesa de notícias, Lusa, sob o tema “Combate às Fake News – Uma questão democrática”, o encontro reuniu jornalistas, académicos, políticos, representantes da sociedade civil, entre outros actores da vida económica e social. A abertura do evento esteve a cargo da Pró-Reitora para Área de Pós-Graduação, Investigação Científica, Extensão Universitária e Cooperação da Universidade Politécnica, Rosânia da Silva, que congratulou a Agência Lusa pela iniciativa que aborda um tema polémico e importante no mundo moderno. “A Universidade Politécnica, ao longo dos seus cerca de 24 anos de existência, tem mantido abertas as suas portas para o debate pluralista, numa clara posição de defesa dos princípios da liberdade académica e do livre pensamento”, referiu Rosânia da Silva, desejando, em seguida, que as ideias a serem debatidas contribuam para construir um pensamento teórico e linhas de orientação sobre como lidar com o fenómeno das Fake News no País e no mundo. Ainda sobre o evento, constituído por três painéis, nomeadamente “Da origem das Fake News até hoje”, “O trabalho no terreno e as Fake News” e “As academias no combate às Fake News”, o presidente do Conselho de Administração da Agência Lusa, Nicolau Santos, referiu que hoje em dia a questão da desinformação é vital porque passa pelos Órgãos de Comunicação Social tradicionais e não só, sobretudo por novos órgãos não tradicionais e que não se regem pela ética jornalística. “A desinformação não visa apenas aos políticos, mas também empresas e empresários e, às vezes, pessoas individuais, que são atingidas com calúnias, difamações às quais é muito difícil responder”, frisou. Este problema, conforme sustentou Nicolau Santos, torna-se mais actual, pois estima-se que cerca de 60 por cento das pessoas que vivem no planeta, ou seja, 4,2 mil milhões de pessoas, só se informam através das redes sociais e não recorrem aos meios tradicionais para se informarem, sendo através destes veículos que surgem muitos problemas das Fake News. Importa destacar que até pouco tempo o combate às notícias falsas era efectuado através de desmentidos, retratações, entre outros, mas que estes métodos sempre se mostraram pouco eficazes, dada à velocidade pela qual às Fake News se propagam, através da internet.

Tempo quente e soalheiro no Sul e Centro, céu nublado no Norte esta 6ª feira

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta sexta-feira (12) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Neblinas ou nevoeiros matinais locais. Possibi
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Tempo quente e soalheiro no Sul e Centro, céu nublado no Norte esta 6ª feira

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta sexta-feira (12) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Neblinas ou nevoeiros matinais locais. Possibilidade de ocorrência de chuvas fracas ao longo da faixa costeira das províncias de Cabo Delgado e Nampula. Vento de sueste a sudoeste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado localmente muito nublado. Neblinas ou nevoeiros matinais locais. Possibilidade de ocorrência de chuvas fracas ao longo da faixa costeira da província da Zambezia,de manha. Vento de sueste a sudoeste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu geralmente pouco nublado. Neblinas ou nevoeiros matinais locais. Vento de sueste a leste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 31 14 Xai-Xai 31 13 Inhambane 28 15 Vilankulo 26 16 Beira 26 16 Chimoio 24 10 Tete 28 16 Quelimane 28 14 Nampula 26 16 Pemba 28 18 Lichinga 21 09  

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