Mozambique



Chuvas em Maputo e Gaza nesta 3ª feira de calor no Centro e Norte de Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta terça-feira (22) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu geralmente pouco nublado. Vento de nordeste fraco a moderado. Para as províncias d
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Chuvas em Maputo e Gaza nesta 3ª feira de calor no Centro e Norte de Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta terça-feira (22) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu geralmente pouco nublado. Vento de nordeste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala tempo ameno a quente com céu geralmente pouco nublado. Vento de nordeste a sueste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas na faixa costeira. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu geralmente muito nublado. Aguaceiros com trovoadas ou chuvas fracas a moderadas. Vento de sueste fraco a moderado soprando por vezes com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 22 18 Xai-Xai 23 18 Inhambane 25 20 Vilankulo 28 19 Beira 30 22 Chimoio 33 19 Tete 41 21 Quelimane 37 22 Nampula 35 21 Pemba 31 22 Lichinga 30 17  

Descentralizando controlo e intimidação - Por Joseph Hanlon

Esta eleição foi diferente. Cobri todas as eleições multipartidárias em Moçambique e a Frelimo sempre exigiu dos seus membros “vitória a todo custo”. Mas estas parecem que são as primeiras eleições gerais em que a Frelimo exerceu poder de forma
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Descentralizando controlo e intimidação - Por Joseph Hanlon

Esta eleição foi diferente. Cobri todas as eleições multipartidárias em Moçambique e a Frelimo sempre exigiu dos seus membros “vitória a todo custo”. Mas estas parecem que são as primeiras eleições gerais em que a Frelimo exerceu poder de forma organizada, mas descentralizada. Relatos de observadores e dos nossos correspondentes, a partir das assembleias de voto, na quarta-feira, mostraram novo ambiente de controlo, muito mesquinho. Os presidentes de mesa insistiam que os observadores deviam se manter de pé (impedindo-os de sentar-se), ou porque não podiam permanecer nas assembleias de voto por mais de 30 minutos ou mesmo recusavam-lhes o acesso às assembleias de voto por alegadas irregularidades. Isto sucedeu depois das comissões provinciais e distritais de eleições recusarem credenciar observadores independentes e delegados de candidaturas de partidos concorrentes, enquanto emitia milhares de credenciais para grupos de observadores nunca mais vistos, mas leais a Frelimo como o Conselho Nacional da Juventude (CNJ) e SIM – em alguns casos sem sequer constar o nome dos observadores nas credenciais. Muitos destes observadores” são quadros locais da Frelimo e do Estado e nossos correspondentes reportaram que os “observadores” davam instruções aos Membros de Mesa de Voto (MMV). Os observadores e delegados de candidaturas que questionavam alguns procedimentos no decurso da votação eram intimidados pelos MMVs, delegados de candidatura e pelos observadores ligados à Frelimo. Às vezes parecia intimidação por um grupo de pessoas que já se conheciam um ao outro. O presidente de mesa chamava a Polícia ou ameaçava chamar a Polícia para intervir. Embora não tenha havido uma ameaça directa, para os observadores esta era uma clara ameaça. Muitos observadores individuais ou delegados de candidaturas de partidos da oposição sentiram-se muito intimidados para emitir qualquer comentário ou levantar crítica. Este clima da coordenada intimidação e controlo foi reportado pelos observadores e correspondentes em muitos lugares e foi algo novo que se vou nestas eleições. Esse clima de controlo e intimidação criou espaço para má conduta em pequena escala em grande nível do que o relatado no passado. A eleitores conhecidos da Frelimo não era exigido mergulhar os dedos na tinta indelével nem sequer pintar a ponta do dedo. Muitas pessoas foram surpreendidas com boletins de voto extras – e efectivamente foram encontrados nas urnas vários boletins juntos dobrados juntos durante a contagem, indiciando que foram introduzidos juntos dobrados. Os observadores relataram situação generalizada de inobservância das regras durante a contagem. Os editais de apuramento parcial não foram afixados à entrada dos locais onde funcionaram as assembleias de voto, conforme exigido por lei. Os MMVs foram vistos a preencher editais do lado de fora da assembleia de voto e até na traseira das viaturas que transportavam as urnas à sede do distrito. Observadores comentaram o quão comum era ver sacos contendo boletins de voto sem não selados. As operações eleitorais de Moçambique estão agora totalmente politizadas. Por exigência da Renamo na última década, há representação de partidos políticos com assento parlamentar em todas as comissões eleitorais e no STAE a todos os níveis. A Renamo acreditava que tendo mais pessoas nos órgãos eleitorais poderiam impedir a fraude. Mas não teve o efeito desejado. Os assentos dos partidos políticos nos órgãos eleitorais são atribuídos proporcionalmente ao número de assentos no parlamento, e os assentos da sociedade civil nos órgãos eleitorais são, na prática, concedidos a pessoas de grupos da sociedade civil alinhadas a partidos, na mesma proporção. Isto dá à Frelimo uma maioria em todas as comissões eleitorais. Nas eleições anteriores, a Comissão Nacional de Eleições (CNE) tentou ser equilibrada e relactivamente neutra, mas nas eleições autárquicas do ano passado e nas eleições gerais deste ano, a CNE votou de acordo com o alinhamento partidário. Assim foi hierarquicamente: as comissões de eleições provinciais, distritais bem como o STAE a todos níveis foram dominados pela Frelimo, e eles usaram seu poder para recusar credenciais a observadores independentes e colocar as pessoas da Frelimo nas assembleias de voto. Dois acontecimentos consolidaram essa ideia de controlo e intimidação. Em Gaza, a CNE e STAE recensearam mais de 300.000 eleitores do que a população adulta em idade eleitoral, de acordo com o censo da população de 2017. Quando o presidente do Instituto Nacional de Estatística recusou-se a falsificar os resultados do censo para coincidir com o recenseamento, ele foi forçado a renunciar por Filipe Nyusi, presidente República da Frelimo. Era uma mensagem clara do controlo da Frelimo. Dez dias antes da votação, um esquadrão da morte da Polícia da elite matou o chefe da observação eleitoral da sociedade civil independente em Gaza, numa rua de Xai-Xai, em plena luz do dia. Era uma mensagem clara de intimidação à observação independente. A Frelimo sempre foi muito descentralizada. A mensagem da liderança era simplesmente “devemos vencer a todo custo”, cabendo, às bases decidir o que fazer e como fazê-lo. E como as eleições locais mostraram, esta mensagem era interpretada de maneira diferente em cada lugar. Mas a diferença desta vez foi uma aparente segunda ordem superior, pedindo uma melhor organização a nível local e “goleada” nas eleições. A Frelimo está a ganhar por uma grande margem, e a tomada de decisões e acções descentralizadas torna muito difícil avaliar o contributo da fraude. Ontem (17 de Outubro), porém, a União Europeia notou correctamente o “campo de jogo desnivelado” e o “clima de medo”. A nova demonstração de controlo e intimidação, sem dúvida, desempenhou um papel importante na victória “esmagadora”.

Centenas de empregos criados por Nyusi vão ser cortados na indústria mineira

Embora os 1,6 milhões de empregos surgidos desde 2015 não passem de propaganda, alguns milhares de postos de trabalho foram efectivamente criados durante o 1º mandato de Filipe Nyusi. Porém, ainda antes de ser confirmada a sua mais do que provável reelei
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Centenas de empregos criados por Nyusi vão ser cortados na indústria mineira

Embora os 1,6 milhões de empregos surgidos desde 2015 não passem de propaganda, alguns milhares de postos de trabalho foram efectivamente criados durante o 1º mandato de Filipe Nyusi. Porém, ainda antes de ser confirmada a sua mais do que provável reeleição, duas multinacionais da indústria mineira anunciaram que vão cortar centenas de postos de trabalho em Moçambique. A companhia mineira australiana Syrah Resources esperou a votação acontecer no passado dia 15 de Outubro para anunciar que tenciona reduzir quase um terço dos 650 trabalhadores que emprega na mina de grafite que explora no Distrito de Balama, na Província de Cabo Delgado. Com pouco mais 1 ano de operação, foi inaugurada pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, em Abril do ano passado, a Syrah Resources tornou público que vai realizar uma revisão operacional, reduzindo significativa a produção já no último trimestre de 2019 e em 2020, com o objectivo de economizar 22 milhões de dólares ao longo de um ano em Balama. “À luz das profundas mudanças estruturais que estão a ocorrer actualmente no mercado de grafite, a Syrah tomou medidas claras e disciplinadas para reduzir temporariamente os volumes de produção e permitir reequilíbrio do mercado” explicou em comunicado de imprensa o director geral da Syrah, Shaun Verner. Além do corte de empregos a empresa passará por uma reestruturação corporativa para economizar 1,5 milhão de dólares, principalmente por meio da “redução no número da direcção executiva”. Outra mineradora que também deverá despedir funcionários em Moçambique é a Vale, que explora carvão mineral em Moatize, gere o Corredor Logístico Integrado de Nacala é ainda opera um Porto em Nacala-à-Velha. A multinacional de origem brasileira anunciou na semana passada, de acordo com o Jornal Zitamar, a “reavaliação” da sua estratégia de produção de carvão mineral no nosso país com a sua produção trimestral a registar novo declínio, principalmente do carvão mineral com alto valor comercial. O mais recente Relatório de Execução Orçamental do Governo revela que a contribuição da indústria da indústria extrativa para os cofres públicos está a reduzir, no 1º semestre de 2019 rendeu 1,8 bilião de Meticais, uma redução de 14,8 por cento comparativamente aos 2,1 biliões gerados em igual período de 2018. Estes anúncios mostram a realidade do tipo de economia criada no nosso país onde o mercado de emprego no sector privado não depende da vontade dos políticos pois contrariam as expectativas criadas pelo Presidente Nyusi que no acto da inauguração da mina em Cabo Delgado prometeu que “os mais de 650 trabalhadores agora em exercício, 90% dos quais jovens moçambicanos, podendo ascender a 1000 que poderão adquirir o emprego na fase de plena produção, farão deste empreendimento o seu posto de colheita de rendas. O país sai a ganhar e a qualidade de vida vai melhorar”.

Renamo esperava que a Frelimo tivesse "vergonha para não atingir esta magnitude de ...

O partido Renamo não vai aceitar os resultados das Eleições Gerais do passado dia 15 de Outubro em Moçambique e já pediu a sua anulação. No entanto o maior partido de oposição não tem provas do “enchimento de urnas e impedimento de eleitores de ex
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Renamo esperava que a Frelimo tivesse "vergonha para não atingir esta magnitude de ...

O partido Renamo não vai aceitar os resultados das Eleições Gerais do passado dia 15 de Outubro em Moçambique e já pediu a sua anulação. No entanto o maior partido de oposição não tem provas do “enchimento de urnas e impedimento de eleitores de exercerem os seus direitos cívicos” tendo admitido que tinha a expectativa que o partido Frelimo “teria pelo menos um pouco de vergonha para não atingir esta magnitude de fraude a que se atingiu”. O apuramento parcial da Comissão Nacional de Eleições indica vitória muito folgada de Filipe Nyusi na eleição Presidencial e do partido Frelimo nas Legislativas e Provinciais. O secretário geral do partido Renamo denunciou que no dia 15 de Outubro “assistiu-se a uma violência total caracterizada pelo impedimento e expulsão dos delegados de candidatura e dos MMVs dos partidos políticos, protagonizados pelos presidentes das mesas de votação com a ajuda de agentes da PRM. Prisões arbitrárias de delegados de candidatura e de eleitores que tentassem reclamar seja o que fosse. Enchimento de urnas, impedimento de eleitores de exercerem os seu direito cívico, de escolher os seus dirigentes através do voto secreto, directo e pessoal”. “Face a isto a Renamo se distancia dos resultados que estão sendo anunciados pelos órgãos de comunicação social, por não corresponderem à vontade do eleitorado”, declarou André Magibire em conferencia de imprensa na sede nacional da formação política na Cidade de Maputo. O secretário geral do maior partido de oposição afirmou que “o partido Frelimo com esta arrogância e prepotência está claramente a demonstrar que não quer a paz, aliás violou a alínea h do número 3 do Acordo de Cessação definitiva de hostilidades militares, assinado a 1 de Agosto de 2019 entre o presidente da Renamo, Ossufo Momade, e o Presidente da República, Filipe Nyusi, que passo a citar: não praticar actos de violência e intimidação na prossecução de objectivos políticos”. O partido Renamo pediu a anulação da votação “em todo o território nacional e que o país se prepare para novas eleições que devem ser supervisionadas por entidades idóneas”. Confrontado sobre os motivos que levaram o partido a participar do pleito tendo em conta que antes da votação existiam evidências da preparação de fraude maior do que a historicamente conhecida, concretamente os 300 mil «fantasmas» recenseado na Província de Gaza, Magibire reconheceu: «nós fomos apelando para possibilidade de fraude, estávamos a chamar atenção da sociedade moçambicana e não só para que ficassem vigilantes por forma a evitar que essa fraude ocorresse». «Nós como lutamos pela democracia fomos às eleições conscientes que o nosso adversário teria pelo menos um pouco de vergonha para não atingir esta magnitude de fraude a que se atingiu», declarou ainda o secretário geral da Renamo. Renamo não tem provas das fraudes que denuncia e poderá nem conseguir eleger os governadores de Nampula e Zambézia Questionado pelo @Verdade se este ano, ao contrários dos pleitos anteriores, o partido tem provas para sustentar as suas denúncias de fraude nos tribunais Magibire argumentou: “Quem apresenta o recurso ou reclamação são delegados de candidatura na Mesa (de voto). Estamos a dizer que muitos delegados de candidaturas assim como os MMVs foram escorraçados da mesas o que significa que em muitos sítios essa reclamação pode não ter sido possível”. Nas eleições anterior os recursos do partido Renamo foram recusados por insuficiência de provas, aliás em Julho, quando se tornou evidente a manipulação do recenseamento eleitoral, o partido recorreu ao tribunal que não deu provimento a denuncia justamente porque “o pedido do Partido Renamo não junta nenhum elemento de prova material ou testemunhal”, argumentou o Conselho Constitucional no seu Acórdão. Os resultados parciais do pleito começaram a ser divulgados pelas autoridades eleitorais e indicam que Filipe Nyusi vai ser reeleito com uma margem bem maior do que os 57 por cento obteve em 2014 e que o partido Frelimo poderá aumentar os 144 deputados que teve durante a última Legislatura da Assembleia da República. Bem mais problemático para o partido Renamo é que os resultados parciais iniciais indiciam que poderá nem sequer conseguir eleger os Governadores nas províncias onde tradicionalmente tem sido mais forte. Na Província de Nampula o partido Frelimo liderava com 64,48 por cento dos votos, estando processadas apenas 30,41 por cento das 3.486 assembleias de voto. Com 40,14 por cento das 3.219 assembleias de voto processadas o partido no poder liderava a contagem das Provinciais na Zambézia com 68,87 por cento dos votos. Ossufo Momade, que já estava fragilizado desde que Mariano Ngongo decidiu contestar publicamente a sua liderança, vai reunir nesta segunda-feira (21) a Comissão Política do seu partido. O encontro vai ser numa instância hoteleira na na Cidade de Maputo o que indica que o regresso a guerra poderá não estar iminente, embora milhares de guerrilheiros da Renamo continuem nas matas com armas que deveriam ter sido entregues antes das Eleições Gerais, como preconiza o terceiro Acordo de Paz.

Projecto de Massificação do Ténis: "Objectivo é formar campeões"

Um total de 160 alunos de doze escolas primárias da província e cidade de Maputo vão participar no próximo sábado, 26 de Outubro, nos courts do Jardim Tunduro, na final inter-escolar da segunda edição do “Projecto de Massificação do Ténis”, prom
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Projecto de Massificação do Ténis: "Objectivo é formar campeões"

Um total de 160 alunos de doze escolas primárias da província e cidade de Maputo vão participar no próximo sábado, 26 de Outubro, nos courts do Jardim Tunduro, na final inter-escolar da segunda edição do “Projecto de Massificação do Ténis”, promovido pelo Standard Bank, em parceria com a federação moçambicana da modalidade. Trata-se de um projecto lançado no passado mês de Agosto, envolvendo três mil petizes, provenientes das escolas EPC 4 de Outubro, EPC Tunduro, Christian Academy in Mozambique, EPC Guaxene, EPC Acordos de Roma, EPC Guava, EPC Lhanguene Centro, EPC Lhanguene Piloto, EPC Minkadjuine, EPC Bagamoyo, Escola Primária Amílcar Cabral e EPC Wiriyamu. Para a efectivação deste projecto, que visa a descoberta de talentos, foi criada uma equipa multidisciplinar, composta por monitores da Federação Moçambicana de Ténis (FMT) e apoiada por professores de educação física das escolas envolvidas, sendo que os melhores alunos a serem apurados na final vão participar na abertura do Standard Bank Open. Para o vice-presidente da Federação Moçambicana de Ténis para a Área da Formação, Virgílio Tivane, os alunos têm-se dedicado bastante nos treinos, o que permitiu uma rápida assimilação das técnicas e táticas da modalidade. “Os alunos atingiram, durante este período, um nível que nos surpreendeu. É interessante notar que eles aprenderam mais do que esperávamos, uma vez que se trata de um desporto novo. Na final, vamos seleccionar os mais talentosos para serem lapidados. O nosso objectivo é formar campeões”, disse Virgílio Tivane, que falava durante os jogos de preparação para a final, na qual participarão 15 alunos de cada escola. A dedicação dos alunos foi, também, um dos aspectos realçados por Laura Nhavene, monitora da FMT e antiga atleta da modalidade, que considera haver muito talento nas escolas. “É uma grande oportunidade que as crianças têm de conhecer o ténis que, como sabemos, não faz parte do nosso currículo e esperamos que no futuro seja uma das modalidades ensinadas nas aulas de educação física”, referiu Laura Nhavene, que sublinhou que o projecto inclui, também, a formação dos professores “de modo a assegurar que os petizes não aprendam o ténis, só através desta iniciativa”. Por seu turno, a representante da Escola Primária Completa Acordos de Roma, Eulália Matsena, afirmou que a importância do projecto não reside somente na formação dos alunos, mas também na promoção do intercâmbio entre as instituições de ensino. “Os alunos treinaram bastante e hoje, para além de mostrarem o que aprenderam com os monitores, estão a conhecer-se uns aos outros. É uma iniciativa que deve continuar e abranger mais escolas pois trata-se de uma modalidade nova”, frisou. No seio dos petizes reina muita expectativa em torno da final, onde serão os principais protagonistas. Nilza Ricardo, aluna da 7ª classe na Escola Primária Completa de Wiriyamu, promete esmerar-se durante a preparação para fazer jus ao facto de ter sido seleccionada para o derradeiro jogo. “Vou ganhar a final, pois a nossa formação foi boa. A interacção com os monitores era excelente e ensinaram-nos de forma dedicada”, garantiu Nilza Ricardo, de 12 anos de idade.

Standard Bank prevê redução da taxa de juro no final deste mês

Na sequência das Decisões Finais de Investimento (DFI), para a exploração de gás natural na bacia do Rovuma, na província de Cabo Delgado, a taxa de juro, em vigor, poderá ser reduzida pelo Comité de Política Monetária, em finais deste mês, devend
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Standard Bank prevê redução da taxa de juro no final deste mês

Na sequência das Decisões Finais de Investimento (DFI), para a exploração de gás natural na bacia do Rovuma, na província de Cabo Delgado, a taxa de juro, em vigor, poderá ser reduzida pelo Comité de Política Monetária, em finais deste mês, devendo ser, adicionalmente, reajustada em Dezembro próximo. Esta tendência, segundo o economista chefe do Standard Bank, Fáusio Mussá, poderá ocorrer, igualmente, ao longo do próximo ano, com algum impacto positivo para a economia nacional. O economista fez este pronunciamento à margem do Standard Bank Master Class, uma iniciativa da Incubadora de Negócios desta instituição financeira, ocorrida, recentemente, em Maputo, visando a capacitação e desenvolvimento das Pequenas e Médias Empresas (PME), por forma a beneficiarem das oportunidades que os projectos de Gás Natural Liquefeito (GNL) oferecem. “Com o encaixe financeiro resultante das DFI, existem vários tipos de impactos que podemos esperar no País. O primeiro seria de alguma estabilidade cambial. Moçambique depende muito de importações. Tem um défice na balança de transacções correntes, pelo que é de se esperar que à medida que iniciar a exportação do GNL, o País vai gerar excedentes de moeda externa, que vão ajudar a manter a moeda relativamente estável”, explicou. Neste contexto, conforme sustentou, é também de se esperar que o Banco Central esteja mais confiante para continuar a cortar as taxas de juro: “A partir daí, nós pensamos que haverá uma série de efeitos positivos para a economia nacional”, frisou. «Mas se torna imperioso perceber que o GNL, por si só, não vai resolver os problemas do País. Para que haja estabilidade económica é preciso perceber o papel que a agricultura pode desempenhar em Moçambique e como capacitá-la, para que o País deixe de depender de uma agricultura de subsistência e experimente uma melhoria da produtividade agrícola, assim como o desenvolvimento da cadeia de valor do sector». Na opinião do economista chefe do Standard Bank, se Moçambique adoptar políticas económicas que ajudem a canalizar os recursos do sector do gás para o sector da agricultura, visando a sua capacitação e transformação, ter-se-á, a prazo, uma melhoria do rendimento da população. “Se todo este investimento não for capaz de gerar excedentes a serem investidos para outros sectores da economia, então teremos duas economias isoladas: uma economia tradicional que não conversa com a nova economia que vai ser gerada pelo gás em Moçambique, colocando-se grandes dúvidas sobre a sustentabilidade e ainda sobre um crescimento económico não inclusivo”, disse. Sobre a grande animosidade geral que decorre das DFI, o economista referiu ser necessária uma acção coordenada e uma gestão macroeconómica saudável, sendo, sobretudo, premente que haja uma boa governação, uma vez que esses recursos podem, também, ser desperdiçados. Entretanto, o economista chefe do Standard Bank mostrou-se optimista que Moçambique saberá tirar o máximo benefício dos recursos do gás, para que o País possa crescer, sempre olhando para as questões de sustentabilidade, uma vez que esses recursos são esgotáveis. Num outro desenvolvimento, Fáusio Mussá indicou que Moçambique enfrenta vários desafios na consolidação da democracia e da paz. Contudo, as DFI do ponto de vista económico trazem grandes oportunidades para o País. Os projectos de GNL são de uma escala de investimento muito superior ao Produto Interno Bruto (PIB): “Se considerarmos os três projectos, em conjunto, estamos a falar de três vezes o valor do PIB de Moçambique”, concluiu. Importa realçar que, no Standard Bank Master Class, o banco partilhou com as PME as projecções de crescimento da economia, a visão geral sobre o sector do Petróleo e Gás, mercados cambiais, risco e seguros e acesso ao crédito.

Tempo fresco Sul, muito calor no Centro e Norte de Moçambique nesta 2ª feira

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta segunda-feira (21) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de aguaceiros com trovoadas o
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Tempo fresco Sul, muito calor no Centro e Norte de Moçambique nesta 2ª feira

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta segunda-feira (21) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de aguaceiros com trovoadas ou chuvas fracas locais. Vento de nordeste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu nublado passando a pouco nublado. Possibilidade de chuvas fracas ou aguaceiros com trovoadas. Vento de sueste a nordeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas na faixa costeira. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado passando a muito nublado. Possibilidade de aguaceiros acompanhados por vezes de trovoadas ou chuvas fracas locais. Vento de nordeste a noroeste fraco a moderado, rodando para sueste e soprando soprando por vezes com rajadas fortes no final do dia de segunda-feira(21). Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 29 21 Xai-Xai 33 22 Inhambane 32 23 Vilankulo 30 19 Beira 32 20 Chimoio 35 20 Tete 42 26 Quelimane 35 24 Nampula 36 22 Pemba 31 24 Lichinga 31 17

Domingo de muito calor em Maputo e Gaza, céu nublado e chuvisco no Centro e Norte

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê a continuação de ocorrência de calor intenso, caracterizada por tempo muito quente com temperaturas máximas que variam de 37 a 42 graus celsius até dia 20 de Outubro de 2019, nos distritos de Matutuíne
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Domingo de muito calor em Maputo e Gaza, céu nublado e chuvisco no Centro e Norte

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê a continuação de ocorrência de calor intenso, caracterizada por tempo muito quente com temperaturas máximas que variam de 37 a 42 graus celsius até dia 20 de Outubro de 2019, nos distritos de Matutuíne, Boane, Namaacha, Marracuene, Moamba, Magude, Manhiça e cidades de Maputo e Matola (na Província de Maputo) e ainda nos distritos de Chicualacuala, Massangena, Chigubo, Mabalane, Chibuto, Mandlakazi, Bilene, Massingir, Guijá e cidades de Chókwé e Xai-Xai (na Província de Gaza). Espera-se mudança do estado do tempo no final do dia de Domingo (20), caracterizado por ventos com rajadas fortes até 60 km/h, aguaceiros moderados, trovoadas moderadas. Entretanto para as províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula o INAM prevê céu pouco nublado localmente muito nublado. Aguaceiros acompanhados por vezes de trovoadas ou chuvas fracas localmente moderadas em Niassa. Vento de nordeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Nas províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala está previsto céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de aguaceiros com trovoadas ou chuvas fracas localmente moderadas na Zambézia. Vento de nordeste a noroeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas na faixa costeira. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 38 21 Xai-Xai 36 22 Inhambane 30 23 Vilankulo 30 21 Beira 30 22 Chimoio 33 19 Tete 39 25 Quelimane 33 22 Nampula 34 21 Pemba 30 24 Lichinga 28 15  

Pergunte a Tina: sinto uma dor forte na bexiga e nisso acabo tendo sangramento com um cheiro ...

Tina, estou a 2 meses sem ver período menstrual e ainda não fui fazer nenhum teste de gravidez mais por vezes sinto uma dor forte na bexiga e nisso acabo tendo sangramento com um cheiro não muito agradável. Eu não sei se realmente estou grávida porque n
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Pergunte a Tina: sinto uma dor forte na bexiga e nisso acabo tendo sangramento com um cheiro ...

Tina, estou a 2 meses sem ver período menstrual e ainda não fui fazer nenhum teste de gravidez mais por vezes sinto uma dor forte na bexiga e nisso acabo tendo sangramento com um cheiro não muito agradável. Eu não sei se realmente estou grávida porque não sinto enjoo só o peito fica duro e dorido. O pode aconselhar me? Solange Solange só posso recomendar ir a uma consulta de ginecologia, o mais rápido que conseguires primeiro para tirares a dúvida sobre a eventual gravidez e depois saber que dor é essa na bexiga porque sem dares detalhes pode ser causada por imensas coisas, umas mais preocupantes do que outras.

"Légua da Beira”: Mais de um milhão de meticais vão premiar os vencedores

A Cornelder de Moçambique SA (CdM), por ocasião das celebrações do seu 21º aniversário, promove, no próximo dia 9 de Novembro, na cidade da Beira, Província de Sofala, a terceira edição da «Légua da Beira”, uma competição popular, com um
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"Légua da Beira”: Mais de um milhão de meticais vão premiar os vencedores

A Cornelder de Moçambique SA (CdM), por ocasião das celebrações do seu 21º aniversário, promove, no próximo dia 9 de Novembro, na cidade da Beira, Província de Sofala, a terceira edição da «Légua da Beira”, uma competição popular, com um percurso de 7.5 quilómetros. Espera-se que o evento - cujo objectivo é fomentar a actividade desportiva, promovendo, desta feita, a saúde e o bem-estar - envolva cerca de três mil atletas, entre locais e estrangeiros. A competição terá como ponto de partida e chegada o Largo dos Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) e irá movimentar atletas de várias categorias, tais como: Populares, Veteranos, Federados, Trabalhadores da CdM, Comunidade Portuária, Estudantes e Hinterland. Na corrida, que acontece sob o lema “Juntos Corremos pela Beira”, estão em jogo, como tem sido habitual, prémios monetários aliciantes, avaliados em mais de 1 milhão de meticais. As inscrições terão lugar no edifício do Pavilhão dos Desportos da Beira, nas instalações da Associação Provincial de Atletismo de Sofala (APAS), com início previsto para o dia 18 de Outubro e o término no dia 5 de Novembro. Esta prova, que conta com assessoria técnica da APAS, segue regulamentos em vigor na modalidade e o apuramento dos resultados será feito por cronometragem electrónica, processada por uma entidade especializada e com ampla experiência em eventos deste tipo. No mesmo local – Largo dos CFM -, serão realizadas, em simultâneo, actividades como uma Feira de Saúde, no quadro do tradicional programa denominado “Porto Saudável», que integra uma série de abordagens no campo da saúde e bem-estar físico e mental, nomeadamente testes de HIV/SIDA, diabetes, tensão arterial e consultas de oftalmologia. Haverá ainda espaço para a realização de sessões de ginástica aeróbica, música e teatro, para além da disponibilização de serviços de identificação civil e de atribuição de NUIT, oferecidos pelo Departamento de Identificação Civil-DIC e pela Autoridade Tributária de Moçambique (AT), respectivamente.

FADM “assestaram mais um golpe de artilharia” contra malfeitores em Cabo Delgado

Sete dias após “um golpe de artilharia” vitorioso as Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) “assestaram (...) mais um golpe de artilharia contra um agrupamento de malfeitores que se havia refugiado no sul do posto administrativo de Miangalewa
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FADM “assestaram mais um golpe de artilharia” contra malfeitores em Cabo Delgado

Sete dias após “um golpe de artilharia” vitorioso as Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) “assestaram (...) mais um golpe de artilharia contra um agrupamento de malfeitores que se havia refugiado no sul do posto administrativo de Miangalewa, no distrito de Mocimboa da Praia, em Cabo Delgado”. A ofensiva das FADM parece ter acossado os insurgentes que há 2 anos aterrorizam o Norte da Província de Cabo Delgado, desde o passado dia 8, quando o exercito realizou um ataque de artilharia na região de Mbau, entre os rios Messalo e Muera, no Distrito de Mocímboa da Praia, que não há registo de ataques dos “Al Shabaab” contra civis. Entretanto um comunicado do Ministério da Defesa Nacional indica que “as Forças de Defesa e Segurança assestaram, no dia 16 de Outubro, mais um golpe de artilharia contra um agrupamento de malfeitores que se havia refugiado no sul do posto administrativo de Miangalewa, no distrito de Mocimboa da Praia, em Cabo Delgado”. “Depois deste ataque os malfeitores colocaram-se em fuga, tomando diferentes direções, sendo que alguns destes, foram neutralizados em Chitolo, Mocimboa da Praia e outros na região de Nova Zambézia, em Macomia” refere ainda o comunicado recebido nesta quinta-feira (17) pelo @Verdade onde o Governo indica que “as populações continuam a regressar para suas respectivas povoações, outrora destruídas pelos malfeitores”.

Bancos que com a crise ganharam mais de 100 biliões dão “esmola” para reconstrução de ...

Catorze Bancos filiados na Associação Moçambicana de Bancos (AMB) contribuíram com um donativo de 34,5 milhões de Meticais para a reabilitação do Hospital Central da Beira gravemente afectado pelo Ciclone Idai. Este montante é quase uma esmola compara
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Bancos que com a crise ganharam mais de 100 biliões dão “esmola” para reconstrução de ...

Catorze Bancos filiados na Associação Moçambicana de Bancos (AMB) contribuíram com um donativo de 34,5 milhões de Meticais para a reabilitação do Hospital Central da Beira gravemente afectado pelo Ciclone Idai. Este montante é quase uma esmola comparando com mais de 100 biliões que estas instituições financeiras facturaram com a crise da dívida pública de Moçambique. O Banco de Sangue, o Bloco de Imagiologia, a Psiquiatria, o Centro Ortopédico, o Banco de Socorro, a Ginecologia e os serviços administrativos da maior unidade sanitária do Centro de Moçambique foram gravemente danificados pelo Ciclone Idai que em Março massacrou a Cidade da Beira. Nesta quinta-feira (17) os bancos Millennium bim, Standard Bank, Mozabanco, Barclays, BCI, Letsengo, Bayport, Banco Único, Banco Mais, SOCGEN, My Bucks, First Capital Bank, Socremo e UBA contribuíram com um donativo de 34,5 milhões de Meticais, para a reabilitação do Hospital Central da Beira. Este montante é uma “esmola” quando comparado com os lucros bilionários que estas instituições financeiras obtiveram apenas desde que a crise económica e financeira iniciou em Moçambique. Apenas os lucros do Millennium bim, BCI e Standard Bank entre 2016 e 2018 ascende a 80 biliões de Meticais, montante equivalente a ajuda prometida pelos Parceiros de Cooperação internacional na Conferência Internacional de Doadores para a reconstrução de infra-estruturas públicas e privadas, danificadas pelos ciclones Idai e Kenneth no Centro e Norte de Moçambique. Aliás os ganhos facturados pelos bancos comerciais derivam da subida das taxas de juro e principalmente de investimentos na Dívida Pública Interna de Moçambique.

Metical reage mal as Eleições Gerais em Moçambique

A moeda moçambicana parece ter reagido mal as Eleições Gerais do passado dia 15, tendo agravado a sua depreciação em relação aos principais dividas. O Metical que em Junho apreciou-se para 61,75 em relação ao dólar norte-americano e 4,18 relativamen
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Metical reage mal as Eleições Gerais em Moçambique

A moeda moçambicana parece ter reagido mal as Eleições Gerais do passado dia 15, tendo agravado a sua depreciação em relação aos principais dividas. O Metical que em Junho apreciou-se para 61,75 em relação ao dólar norte-americano e 4,18 relativamente ao rand sul-africano foi transaccionado nesta quinta-feira (17) a 62,89 por dólar e 4,24 por rand. Desde o ano passado que o Banco de Moçambique coloca entre os riscos internos que influenciam as suas decisões de Política Monetária o Acordo Paz, assinado em Agosto, e as eleições Presidenciais, Legislativas e Provinciais do passado dia 15. Com a inflação controlada o mercado cambial, que oficialmente passou a ser regulado pelo mercado, é o espelho mais actualizado das expectativas do sector produtivo e particularmente financeiro da Economia. No final do 2º trimestre a moeda nacional apreciou-se substancialmente depois de em Abril ter sido cotado a 64,63 por dólar e 4,60 por rand, a 18 de Junho foi transaccionado a 61,75 em relação ao dólar norte-americano e 4,18 relativamente ao rand sul-africano. Desde então boas perspectivas animaram a economia moçambicana, foi tomada uma importante decisão de investimento num dos projectos de gás natural da Bacia do Rovuma, os apoios para a reconstrução pós ciclones Idai e Kenneth começaram a ser materializados e o Governo rubricou o terceiro Acordo de Paz com o partido Renamo. Porém o Metical inverteu a sua tendência de apreciação, quando a campanha eleitoral iniciou a cotação do dólar era de 61,92 e do rand 4,06, na véspera da votação já estava nos 62,82 e 4,24 e nesta quinta-feira subiu para 62,89 por dólar e manteve-se nos 4,24 por rand. Mais do que os vencedores o expectativa eleitoral em Moçambique é sempre como irá reagir o partido Renamo a mais uma derrota. Por outro lado esta depreciação sugere que as mais-valias de 880 milhões de dólares norte-americanos, do negócio entre a Total e a Occidental Petroleum, ainda não entraram nos cofres públicos.

Observadores estrangeiros consideram Eleição em Moçambique “ordeira”, “calma”, ...

Convidados pelo Governo da Frelimo, hospedados em hotéis de luxo à beira mar, sem problemas de credenciação, alimentados com camarões frescos e direito a escolta policial para abrir caminho das viaturas de luxo em que se fazem transportar as oito missõe
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Observadores estrangeiros consideram Eleição em Moçambique “ordeira”, “calma”, ...

Convidados pelo Governo da Frelimo, hospedados em hotéis de luxo à beira mar, sem problemas de credenciação, alimentados com camarões frescos e direito a escolta policial para abrir caminho das viaturas de luxo em que se fazem transportar as oito missões estrangeiras que observam as Eleições Gerais do passado dia 15 em Moçambique consideraram que a votação foi “ordeira”, “calma”, “satisfatória”, “pacífica” e até “transparente”. Só faltou saudarem a reeleição de Filipe Nyusi. Acatando o aviso do seu anfitrião, que através do ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, José Pacheco, deixou claro que estavam em Moçambique para “testemunhar eleições livres, justas, transparentes e credíveis”, os observadores internacionais legitimaram nesta quinta-feira (17) mais um pleito inquinado por fraudes, intimidação e assassinatos. Para a Missão de Observação da Comunidade dos Países da África Austral(SADC) “o ambiente em torno das assembleias de voto foi na generalidade pacífico, delegados de partidos e candidatos, observadores nacionais e estrangeiros estiveram presentes na maioria das assembleias de voto observadas”. A zimbabweana Oppah C.Z. Muchinguri- Kashiri disse que a SADC concluiu que “o período pré-eleitoral e a votação das eleições de 2019 foi na generalidade pacífico e conduzido de maneira ordeira”. Já a Missão de Observação da União Africana (UA) “notou melhorias na legislação e gestão eleitoral por forma a garantir que decorresse em linha dos padrões regionais e internacionais de uma eleição democrática”. “Apesar dos desafios políticos e o ambiente de segurança a votação foi no geral calma e bem administrada” avaliou o nigeriano GoodLuck Jonathan que chefiou a Missão de Observação da UA. Outro antigo chefe de Estado africano, o ganês John Dramani Mahama, que a Missão de Observação do Instituto Eleitoral para a Democracia Sustentável em África (EISA), saudou Moçambique “por conduzir eleições regularmente e o seu compromisso de manter uma paz sustentável”. “Embora o processo ainda não esteja concluído a Missão de Observação eleitoral do EISA nota que o dia da votação decorreu de forma satisfatória”, avaliou o EISA. Comissão Nacional de Eleições cumpriu “missão de organizar as eleições Presidenciais, Legislativas e Provinciais de modo transparente” A Missão de Observação da Commonwealth considerou que “o dia da votação foi largamente pacífico”. O queniano Kalonzo Musyoka, que chefiou a Missão, chamou atenção para “alguns casos onde a presença policial nas proximidades das assembleias de voto ultrapassou a barreira dos 300 metros, determinados pela lei eleitoral, mas ficamos impressionados com a confiança e entusiasmo dos membros das assembleias, na sua maioria jovens de ambos os sexos”. Na óptica da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) “o acto eleitoral do passado 15 de Outubro decorreu, na generalidade, em consonância com as práticas internacionais de referência, no respeito pelos princípios democráticos e políticos consagrados na Constituição da República de Moçambique e de acordo com o estabelecido na lei eleitoral do país”. O coordenador da Missão de Observação Eleitoral CPLP, Mário Mendão, enfatizou “o excelente trabalho desenvolvido pelas autoridades eleitorais sem prejuízo da possibilidade de aperfeiçoamento do processo”. André da Silva Neto, Chefe da Missão do Fórum Eleitoral Comunidade dos Países da África Austral (SADC-ECF), reconheceu “que a Comissão Nacional de Eleições de Moçambique cumpriu com a sua missão de organizar as eleições Presidenciais, Legislativas e Provinciais de modo transparente”. Até a Missão da União Europeia, único Parceiro de Cooperação que comparticipou nos custos das Eleições deste ano, “entende que se realizou uma votação bem organizada”, embora tenha sido “precedida por uma campanha marcada por violência, limitações as liberdades fundamentais e dúvidas sobre a qualidade do recenseamento eleitoral”, declarou o eurodeputado Sánchez Amor que chefia a equipa. Avaliação contrária têm as Organizações da Sociedade Civil moçambicanas cujos observadores, enfrentando inimagináveis dificuldades para obterem uma simples acreditação da Comissão Nacional de Eleições, reportam inúmeras tentativas de fraude, intimidações e pelo menos dois baleamentos mortais protagonizados por agentes da Polícia da República de Moçambique. Tentativas de fraude, intimidações e pelo menos dois baleamentos mortais por agentes da polícia Uma pessoa morreu baleada e espancada pela Polícia, no Distrito de Nacala-Porto, na Província de Nampula, durante a contagem de votos, reportam nossos correspondentes. O caso deu-se na Escola Secundária São Vicente de Paulo, bairro de Ontupaia. Às 19h50 havia disparos de armas de fogo pela Polícia e a população a acender pneus, reportam nossos correspondentes. No mesmo posto, quatro pessoas foram baleadas nos membros inferiores quando a Polícia tentava dispersar as pessoas aglomeradas de acordo com o do Centro de Integridade Pública (CIP). No Distrito de Angoche, a Polícia disparou granadas de gás lacrimogéneo para dispersar dezenas de eleitores que pretendiam controlar voto na EPC de Namaripe. Após a votação, eleitores apoiantes da Renamo permaneceram perto do posto de votação. A confusão começou quando simpatizantes da Renamo suspeitaram que os presidentes de mesas das assembleias de votos estavam munidos de boletins de votos preenchidos a favor da Frelimo. A Polícia não permitiu a revista dos presidentes o que gerou confusão no local. A população nas proximidades do posto de votação aproximou-se do local. Face à eminente confusão, a Polícia disparou 7 tiros ao ar e granadas de a gás lacrimogéneo para dispersar a multidão aglomerada. Ainda neste distrito costeiro da Província de Nampula um cidadãos foi baleado mortalmente alegadamente após ter-se apoderado de uma arma das mãos de um agente da Lei e Ordem. No local, três salas de aulas foram incendiadas pela Polícia. Não houve desaparecimento de urnas. Já na EPC Eduardo Mondlane um membro da Frelimo foi espancado por simpatizantes da Renamo por ter sido encontrado com uma faca e uma catana no interior do posto de votação. Na Ilha de Moçambique, especificamente no Gulamo, a Polícia disparou três tiros para o ar por volta das 19h00 para dispersar a população que se amotinou no local para assistir a contagem. Na Província da Zambézia, no Distrito de Namacurra, alguns simpatizantes da Renamo não abandonaram o recinto de votação na Escola Primária Saciana e não havia disparos da Polícia ainda. No Distrito de Morrumbala, três agentes da Unidade de Intervenção Rápida (UIR), quatro agentes da Polícia de Proteção e seis militares das Forças Armadas de Defesa de Moçambique, todos altamente armados, impedindo a população de aproximar-se da EPC de Sabe, onde decorria a contagem de votos. O CIP apurou neste Distrito da Província da Zambézia evidências que o partido Frelimo distribuiu dinheiro a Membros das Mesas de Voto na véspera do dia da votação. Presidentes das assembleias de voto terão recebido envelopes com 20 mil Meticais na Administração distrital para distribuírem pelos integrantes das mesas. No distrito de Derre, o presidente de uma mesa de voto invalidou votos do candidato da Renamo, colocando tinta indelével com o dedo polegar em cada boletim com voto válido para a Renamo. O caso registou-se na Escola Primária de Guerissa. Na Província de Sofala, no Distrito de Dondo, o presidente da assembleia de voto número 08, na EPC Samora Machel, foi agredido por um membro da mesa indicado pelo MDM. O MMV do MDM teria notado suposta movimentação de mochilas no interior da mesa de voto. Informado sobre o assunto, o presidente não quis colaborar, o que originou uma confusão. A Polícia foi chamada a intervir para repor a ordem. Na Província de Manica, no Distrito de Sussundenga a Polícia expulsou eleitores das proximidades do posto de votação da EPC de Munhinga. Era simpatizantes do MDM e da Renamo que depois de votar decidiram permanecer no local para evitar enchimento de urnas. Na Cidade de Chimoio, um cidadão foi detido por fazer campanha pela Frelimo durante a votação. O caso deu-se na Escola Secundária Eduardo Mondlane. Ainda em Chimoio foi detido um delegado de candidatura da Renamo na Escola Secundária 7 de Abril acusado de fazer campanha durante a votação.

Sábado de muito calor mas com céu nublado em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este sábado (19) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Aguaceiros acompanhados por vezes de trovoadas ou
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Sábado de muito calor mas com céu nublado em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este sábado (19) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Aguaceiros acompanhados por vezes de trovoadas ou chuvas fracas a moderadas. Vento de nordeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de aguaceiros com trovoadas ou chuvas fracas, podendo ocorrer em regime moderado. Vento de nordeste a sueste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado. Vento de nordeste a noroeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas na faixa costeira. Eis as temperaturas previstas: Cidade Máx ºC Mín ºC Maputo 35 20 Xai-Xai 34 19 Inhambane 31 21 Vilankulo 29 20 Beira 29 22 Chimoio 31 18 Tete 38 26 Quelimane 31 23 Nampula 33 22 Pemba 32 23 Lichinga 30 15  

6ª feira de céu pouco nublado com aguaceiros no Centro e Norte de Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta sexta-feira (18) em Moçambique nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de aguaceiros acompanhados por ve
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6ª feira de céu pouco nublado com aguaceiros no Centro e Norte de Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta sexta-feira (18) em Moçambique nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de aguaceiros acompanhados por vezes de trovoadas ou chuvas fracas a moderadas localmente fortes na faixa costeira. Vento de sueste a sudoeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de aguaceiros com trovoadas ou chuvas fracas, podendo ocorrer em regime moderado na província da Zambézia. Vento de sueste a leste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado localmente muito nublado. Vento de sueste a nordeste fraco a moderado. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 30 19 Xai-Xai 30 19 Inhambane 29 21 Vilankulo 28 21 Beira 28 22 Chimoio 29 15 Tete 35 19 Quelimane 30 21 Nampula 32 21 Pemba 28 23 Lichinga 26 13  

Acidentes de viação causam oito mortos na Província de Nampula

Pelo menos oito pessoas morreram em dois acidentes de viação registados desde o fim-de-semana na Província de Nampula, o sinistro mais mortal aconteceu nesta terça-feira (15) quanto uma viatura de transporte de passageiros despistou-se na vila de Namialo.
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Acidentes de viação causam oito mortos na Província de Nampula

Pelo menos oito pessoas morreram em dois acidentes de viação registados desde o fim-de-semana na Província de Nampula, o sinistro mais mortal aconteceu nesta terça-feira (15) quanto uma viatura de transporte de passageiros despistou-se na vila de Namialo. O “chapa” de 15 lugares fazia o trajecto entre as cidades de Nampula e de Nacala Porto transportando 25 passageiros e muita carga quando a alta velocidade causando a morte de sete cidadãos e deixando outros 12 feridos. Ainda na Província de Nampula um cidadão perdeu a vida no Hospital Central devidos a um traumatismo crânio encefálico grave contraído durante um acidente de viação.

Gerais 2019: União Europeia não observou ilícitos nas Eleições

O Chefe da Missão de Observação da União Europeia (UE), o eurodeputado Nacho Sánchez Amor, afirmou que a votação das sextas Eleições Presidenciais, Legislativas e terceiras Províncias decorreu “de uma forma tranquila, pacífica e ordeira”.
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Gerais 2019: União Europeia não observou ilícitos nas Eleições

O Chefe da Missão de Observação da União Europeia (UE), o eurodeputado Nacho Sánchez Amor, afirmou que a votação das sextas Eleições Presidenciais, Legislativas e terceiras Províncias decorreu “de uma forma tranquila, pacífica e ordeira”. “O dia das votações decorreu na generalidade de uma forma tranquila, pacífica e ordeira. É verdade que havia muitas filas, as pessoas perdiam um bocadinho a paciência, mas isso é uma demonstração do desejo do povo moçambicano de participar nas eleições”, afirmou Nacho Sánchez Amor após reunir nesta quarta-feira (16) com a Presidente da Assembleia da República de Moçambique. O eurodeputado, que representa o único Parceiro de Cooperação que financiou as Eleições Gerais no nosso país, disse ainda a jornalistas, sobre a contagem dos votos que “estamos numa fase muito inicial de apuramento dos dados, e só quando houver mais informação é que poderemos ter uma opinião sobre esta segunda fase e a que vai a seguir que tem a ver com os possíveis recursos judiciais”. Pelo menos um cidadão foi baleado mortalmente pela Polícia da República de Moçambique, no Distrito de Angoche, e quase uma centena de tentativas de fraude, favoráveis ao partido Frelimo, foram reportadas pelas Organizações da Sociedade Civil moçambicana que estão a observar o pleito da última terça-feira (15).

Raparigas tem melhor aproveitamento escolar do que rapazes no Sul de Moçambique

As raparigas nas províncias de Inhambane, Gaza, Maputo e Cidade de Maputo obtiveram, durante o ano de 2018, melhor aproveitamento escolar primário e secundário do que os rapazes. Na “Terra da boa gente” 50,1 por cento dos estudantes que passaram de
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Raparigas tem melhor aproveitamento escolar do que rapazes no Sul de Moçambique

As raparigas nas províncias de Inhambane, Gaza, Maputo e Cidade de Maputo obtiveram, durante o ano de 2018, melhor aproveitamento escolar primário e secundário do que os rapazes. Na “Terra da boa gente” 50,1 por cento dos estudantes que passaram de classe no ensino primário no ano passado eram do sexo feminino e no ensino secundário o aproveitamento melhorou ainda mais com 56,2 por cento dos aprovados a serem raparigas. Muito melhor estiveram as meninas de Gaza que representaram 51 por cento dos que passaram nas classes primárias e 58,7 por cento foram aprovadas no ensino secundário. Na Cidade e Província de Maputo as raparigas do primário representaram pouco mais do 50 por cento dos alunos aprovados enquanto no ensino secundária a percentagem de meninas que passaram subiu para pouco mais de 56 por cento. Pior aproveitamento no ensino primário em Moçambique tiveram as meninas da Província de Sofala e nas classes do secundário as alunas da Província da Zambézia é que tiveram piores aproveitamento escolar em 2018.

PRM admite baleamento de civil, detidos 98 cidadãos durante a votação e início do ...

A Polícia da República de Moçambique (PRM) em Nampula admitiu que um civil “tentou arrancar uma arma de fogo a um agente da polícia e sem sucesso acabou sendo alvejado” mortalmente elevando para dois os óbitos no pleito desta terça-feira (15). Apesa
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PRM admite baleamento de civil, detidos 98 cidadãos durante a votação e início do ...

A Polícia da República de Moçambique (PRM) em Nampula admitiu que um civil “tentou arrancar uma arma de fogo a um agente da polícia e sem sucesso acabou sendo alvejado” mortalmente elevando para dois os óbitos no pleito desta terça-feira (15). Apesar destas mortes, dos muitos tiros que disparou para o ar, do gás lacrimogéneo que usou e das dezenas de ilícitos eleitorais que resultaram na detenção de 98 cidadãos a PRM avaliou que a votação e início da contagem de votos das Eleições Gerais decorreu “num ambiente de paz e de tranquilidade”. “Tivemos um registo (de morte) em Angoche onde um indivíduo, no processo ainda de votação, tentou arrancar uma arma de fogo a um agente da polícia e sem sucesso acabou sendo alvejado, uma vez que os outros membros da polícia tiveram que intervir para garantir que este instrumento não se mantivesse em mãos alheias”, revelou o porta-voz no Comando Provincial da PRM em Nampula, Zacarias Nacute. Entretanto a Sala da Paz, plataforma de observação eleitoral que agrega várias Organizações da Sociedade Civil moçambicana, reportou ter “constatado o baleamento mortal de uma pessoa na Escola Secundária São Vicente Paulo, em Nacala Porto”. O porta-voz da polícia na Província da Zambézia, Sidner Lonzo, disse a jornalistas terem registado “alguns tumultos, cinco ilícitos eleitorais, concretamente nos postos de Nangumele em Mocuba, Sangariveira na área jurisdicional da 3a esquadra, no Luabo dois ilícitos e Regone no distrito de Quelimane. Dois casos em Mocuba, uma cidadã de 30 anos de idade foi encontrada na posse de cinco boletins (de voto) preenchidos e tentaram introduzir numa das urnas na EPC de Nangumele. Em Sangariveira foi encontrado um indivíduo também na posse de cinco boletins de voto já preenchidos, prestes para introduzi-los nas urnas”. “Foi possível deter 26 indivíduos, 17 na Maganja da Costa estavam na assembleia de voto e tentaram perturbar a ordem colocando barricadas. Disparos aconteceram apenas no distrito de Nicoadala porque a população foi extremamente resistente e violenta, tendo em conta que usou paus e catanas, a nossa polícia efectuou alguns disparos para o ar e felizmente com isso conseguiu dispersar a população”, pormenorizou Lonzo. 98 detidos durante a votação e início do apuramento das Eleições Gerais No distrito do Lago, na província do Niassa, a polícia indicou ter detido três pessoas suspeitas de agitação durante a contagem de votos, o porta-voz da corporação, Alves Mate” explicou que “populares, após a votação, aglomeraram-se nas assembleias de voto, exigindo a contagem na sua presença”. Na Província de Tete, no Distrito de Macanga, dois simpatizantes do partido Renamo foram detidos na posse de uma arma de fogo após causarem distúrbios em algumas assembleias de voto no povoado de Catondo. “Interceptamos os dois jovens de mota, mandamos parar, quiseram empreender uma fuga mas conseguimos neutralizar e descobrimos que tinham uma pistola municiada com uma bala na camara”, esclareceu o Comandante da PRM em Macanga, António Sinalo. Ainda durante a terça-feira (15), na Província de Gaza, a PRM registou um ilícito na Cidade de Xai-Xai, “quando quatro indivíduos tentaram perturbar o decurso normal do processo no bairro 11, no Distrito do Chókwè tivemos uma caso que envolve um número mais ou menos grande, esses indivíduos tentaram falsificar documentos para poderem-se identificar como delegados de mesa e tudo mais”, declarou o Comandante provincial, Feliciano Chongo. Já o Comando da Polícia da República de Moçambique avaliou em Maputo, nesta quarta-feira (16), que “no geral o processo de votação em todo o território nacional decorreu num ambiente de paz e de tranquilidade”, no entanto sem mencionar nenhum óbito. “Tivemos alguns ilícitos na EPC da localidade de Ilha de Inharingue onde cerca de 300 membros e simpatizantes do partido Renamo vandalizaram aquela escola e tentaram sem sucesso, graças à pronta intervenção da polícia, apoderar-se de nove urnas de votos e de seguida incendiaram cinco casas de construção precária. Desses indivíduos nove foram detidos, tidos como cabecilhas daquela situação”, disse ainda o porta-voz do Comando da PRM, Orlando Modumane. Modumane precisou que na Cidade de Maputo foram registados sete ilícitos eleitorais, nas províncias de Nampula e Maputo registaram-se cinco e quatro ilícitos, respectivamente, tendo no entanto “as províncias de Gaza e Nampula registado o maior número de detidos, com 24 e 23, respectivamente”.

Tempo quente com céu nublado em Moçambique nesta 5ª feira

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo nesta quinta-feira (17) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de chuvas fracas ou chuviscos no ex
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Tempo quente com céu nublado em Moçambique nesta 5ª feira

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo nesta quinta-feira (17) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de chuvas fracas ou chuviscos no extremo norte das províncias de Niassa e Cabo Delgado. Vento de sueste a sudoeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas ao longo da costa. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado localmente muito nublado. Aguaceiros ou chuvas fracas, podendo ocorrer em regime moderado na província da Zambézia. Vento de sudoeste a sueste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas na faixa costeira. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu muito nublado passando a pouco nublado. Vento de sueste a nordeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas na faixa costeira de Inhambane. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 30 19 Xai-Xai 28 17 Inhambane 28 20 Vilankulo 28 21 Beira 28 21 Chimoio 27 16 Tete 33 21 Quelimane 30 21 Nampula 32 20 Pemba 30 24 Lichinga 25 15  

Gerais: Momade mostra evidências de fraude e avisa “é isto que provocou as hostilidades ...

A maioria das assembleias de voto abriu as 7 hora desta terça-feira (15) para as sextas Eleições Presidenciais e Legislativas, e primeiras Provinciais, em Moçambique. “Apenas 7 mesas não abriram em Cabo Delgado”, precisou o director do STAE. O candid
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Gerais: Momade mostra evidências de fraude e avisa “é isto que provocou as hostilidades ...

A maioria das assembleias de voto abriu as 7 hora desta terça-feira (15) para as sextas Eleições Presidenciais e Legislativas, e primeiras Provinciais, em Moçambique. “Apenas 7 mesas não abriram em Cabo Delgado”, precisou o director do STAE. O candidato do partido Renamo a Presidente da República apresentou evidencias de fraude e avisou ao seu “irmão Nyusi”, “isto não é democracia, é isto que provocou as hostilidades militares no passado”. “Das 20.570 mesas, incluindo no estrangeiro, podemos dizer que temos com sucesso a abertura da grande maioria, no território nacional contamos com 20.162 mesas. Apenas 7 mesas não abriram em Cabo Delgado, nomeadamente 3 no Distrito de Macomia, em Quiterajo, 2 mesas no Distrito de Muidumbe, em Rua Rua, e uma 1 mesa no Distrito da Mocímboa da Praia, em Muangadza”, detalhou no primeiro balanço com jornalistas o director do Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE). O candidato presidencial do partido Frelimo, Filipe Nyusi, afirmou depois de votar na Escola Secundária Josina Machel que Moçambique deve-se orgulhar por conseguir organizar ciclicamente eleições. “Vamos acreditar e vamos confiar, são as eleições mais observadas (de sempre) no país e da região (Austral de África) se calhar”, apelou Nyusi que justificou a não credenciação de alguns milhares de observadores moçambicanos com o facto de “nas últimas eleições tivemos cerca de 10 mil observadores mas agora estamos acima de 40 mil por isso que a gestão do próprio processo não é fácil”. A verdade é que 2.915 observadores moçambicanos não foram acreditados, embora os seus pedidos tenham sido submetidos há mais de 1 mês aos órgãos eleitorais. Para o Centro de Integridade Pública aconteceu um deliberado bloqueio a observação eleitoral nas províncias de Gaza, Zambézia e Tete. Entretanto na Província de Nampula, em cinco mesas instaladas na Ilha de Moçambique, a votação teve de ser interrompida cerca das 8 horas devido a confrontações verbais entre os presidentes das assembleias de voto e delegados do partido Renamo que alegavam indícios de fraude. Ossufo Momade, que deveria ter votado numa dessas assembleias as 8 horas, só conseguiu exercer o seu direito cívico as 8h45 depois da intervenção das autoridades policiais e órgãos eleitorais para acalmar os ânimos. O candidato presidencial do maior partido de oposição mostrou a jornalista evidências de tentativa de fraude e declarou que se “os resultados forem manipulados nunca podemos aceitar, estamos determinados em fazer qualquer coisa que o povo nos indicar. Foi apanhado um cidadão com boletins de votação, isto não é democracia, é isto que provocou as hostilidades militares no passado e nós queríamos apelar a Frelimo que não continuasse com este procedimento porque nunca vamos ter a paz”. “Quero fazer um apelo ao Comandante em Chefe, que é o presidente da Frelimo, para que apelasse aos seus camaradas para que não continuassem a fazer brincadeiras de mau gosto, eu Ossufo Momade quero a paz, quero a tranquilidade, quero o bem estar da população moçambicana”, acrescentou.

Cumprido mais um ritual democrático que não resolve a pobreza presente dos moçambicanos

Moçambique cumpriu mais um ritual democrático nesta terça-feira (15), fazendo fé nas promessas dos políticos o futuro será diferente para melhor. Mas para três raparigas que não fazem parte dos 13,1 milhões de eleitores inscritos o presente é mais u
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Cumprido mais um ritual democrático que não resolve a pobreza presente dos moçambicanos

Moçambique cumpriu mais um ritual democrático nesta terça-feira (15), fazendo fé nas promessas dos políticos o futuro será diferente para melhor. Mas para três raparigas que não fazem parte dos 13,1 milhões de eleitores inscritos o presente é mais urgente. Vivem num passeio a poucos metros de onde são guardados os milhões de dólares das mais-valias sem saberem o que vão comer e representam a maioria das jovens moçambicanas: uma é mãe abandonada pelo pai dos seus filhos, outra padece de tuberculose e é seropositiva enquanto a terceira aguarda por um marido que foi ganhar dinheiro para lhe dar um tecto. A mais crescida tem 32 anos de idade, encontrou na avenida Samora Machel o poiso temporário para criar um rapaz de 3 anos de idade, “eu estava no lar, depois zangou com o meu marido, o pai deste aqui”. É o seu sétimo filho, “morreu cinco, fiquei com dois, o outro está com tia” explicou ao @Verdade a jovem que embora resida em Maputo não está a beneficiar da redução que a mortalidade infantil registou de 93,6 por cento em 2007 para 67,3 por cento em 2017. A viver há mais de uma semana no passeio frontal de um dos muitos estabelecimentos comerciais encerrados, aparentemente em resultado da crise económica e financeira que Moçambique vive desde 2016, está outra jovem que não foi votar embora entre os seus parcos pertences tenha um lenço do partido Frelimo. Contou ao @Verdade que não foi votar porque não se recenseou e vive na rua desde que a avó com quem residia faleceu e outros parentes a expulsaram da habitação no Distrito Urbano de Katembe. O mesmo passeio, próximo ao megalómano edifício do Banco de Moçambique que custou pelo menos 300 milhões de dólares, é ainda alojamento de uma terceira jovem, de 33 anos de idade, que também não foi votar porque está doente. Deitada sobre uma capulana com a cara do candidato do partido Frelimo disse ao @Verdade que tem «uma tosse que não pára», magra e visivelmente fraca tem sinais evidentes de uma tuberculose. Além do passeio como lar, acreditam elas temporário, e do não exercício do direito cívico de votar as jovens raparigas partilham uma escolaridade básica, a falta de emprego e o desamparo familiar que teve numa união matrimonial a esperança de sair da pobreza. Nas promessas dos candidatos presidenciais nada indicia que, quem quer que vença a eleição, tenham soluções objectivas para romper o ciclo da pobreza em que estão mergulhadas não apenas para estas raparigas mas as dezenas de milhões de moçambicanos que vivem na pobreza. Quiçá mais democrático seria encontrar forma de distribuir os biliões gastos em eleições injustas e no circo das campanhas eleitorais pelos moçambicanos que não tem tecto nem sabem o que vão comer nesta quarta-feira (16).

Em reconhecimento aos progressos que o País registou: Moçambique premiado pela Organização ...

A Organização Internacional da Aviação Civil (ICAO, sigla em inglês) atribuiu a Moçambique um prémio de mérito em reconhecimento aos progressos que o País registou na promoção da segurança aérea em 2018, tendo atingido 66.7% do cumprimento dos re
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Em reconhecimento aos progressos que o País registou: Moçambique premiado pela Organização ...

A Organização Internacional da Aviação Civil (ICAO, sigla em inglês) atribuiu a Moçambique um prémio de mérito em reconhecimento aos progressos que o País registou na promoção da segurança aérea em 2018, tendo atingido 66.7% do cumprimento dos requisitos impostos por aquele organismo, que exige uma média de 60% aos 193 estados membros. O prémio foi atribuído no decurso da 40ª Assembleia da ICAO, realizada entre os dias 24 de Setembro e 4 de Outubro, em Montreal, no Canadá, tendo sido apresentado ao ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, na segunda-feira, 14 de Outubro. Conforme explicou o director-geral do Instituto da Aviação Civil de Moçambique (IACM), João Abreu, Moçambique foi agraciado por ter elevado os padrões de segurança de voo e por ter feito progressos significativos na resolução de deficiências de supervisão da segurança operacional do transporte aéreo. Para Carlos Mesquita, este resultado, alcançado na última auditoria feita ao País, está associado às reformas que têm sido implementadas pelo Governo com vista a superar o índice de cumprimento das convenções da ICAO, que se situava em 44%, em 2014. As reformas resultaram, por exemplo, na saída de Moçambique da lista negra do espaço aéreo europeu, abertura do espaço aéreo doméstico para novos operadores, aprovação da nova Lei da Aviação Civil e da primeira directiva de segurança sobre uso de veículos aéreos não tripulados (drones), certificação dos aeroportos internacionais de Maputo e Nacala, entrada de Moçambique no grupo de países subscritores do Mercado Comum de Transporte Aéreo no continente africano, introdução de novos paradigmas nos acordos bilaterais de transporte aéreo, entre outras realizações. “Para o Governo, esta distinção representa um profundo reconhecimento do trabalho que temos vindo a realizar. Porém, acresce as responsabilidades de todos os intervenientes da aviação civil moçambicana para a consolidação e aumento dos níveis de reconhecimento internacional que Moçambique está a atingir”, disse o ministro, que também apelou ao IACM a prosseguir com as reformas em curso. Na ocasião, Carlos Mesquita apontou como desafios da aviação civil a continuidade das reformas legais em curso no sector, o licenciamento dos aeródromos e pontos de entrada, bem como a certificação dos aeroportos da Beira e Nampula, cujos trabalhos já estão na fase final. “Precisamos de honrar esta distinção da ICAO, consolidando os ganhos conseguidos no cumprimento das convenções internacionais sobre a aviação civil, implementando os planos estabelecidos na componente de segurança aérea, formação de quadros, melhoria das infraestruturas aeroportuárias, entre outras acções”, concluiu.

Para se concentrarem nos seus negócios: "PME devem terceirizar TIC a profissionais ...

A Incubadora de Negócios do Standard Bank acolheu, recentemente, um debate sobre a manutenção de infraestruturas de tecnologias de informação e comunicação (TIC), durante o qual profissionais da área defenderam a necessidade de as pequenas e médias e
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Para se concentrarem nos seus negócios: "PME devem terceirizar TIC a profissionais ...

A Incubadora de Negócios do Standard Bank acolheu, recentemente, um debate sobre a manutenção de infraestruturas de tecnologias de informação e comunicação (TIC), durante o qual profissionais da área defenderam a necessidade de as pequenas e médias empresas (PME), assim como as startups terceirizarem a gestão e manutenção dos serviços inerentes à tecnologia para poderem concentrar-se no seu negócio. Durante o debate, organizado pela Tic Tech Talk em parceria com a Associação Moçambicana de Profissionais e Empresas de Tecnologias de Informação (AMPETIC), os oradores consideraram que, ao chamar para si a responsabilidade de gerir e manter infraestruturas de tecnologias de informação e comunicação, as PME podem perder o foco do seu negócio e, consequentemente, não obter retornos do seu investimento. “As PME devem deixar os profissionais tratarem disso. As empresas de tecnologia investem elevadas somas de dinheiro na criação de data centers e infraestruturas críticas necessárias para que as PME trabalhem. Ou seja, elas absorvem o maior stress em termos de investimento (habilidades necessárias para a gestão e manutenção, técnicos, segurança, entre outros aspectos)”, disse Eugénio Novele, director técnico da Internet Solutions Moçambique. A vantagem da terceirização destes serviços, acrescentou Eugénio Novele, é que as PME passam a dedicar-se única e exclusivamente ao seu negócio. “Elas passam a ter mais tempo para se preocupar com o mercado e a concorrência, bem como com o que acontece na sua área de negócio”. “Já temos, no País, empresas que fazem isso, com clouds e sistemas locais. Conferem maior flexibilidade em termos de conectividade e permitem que as PME se foquem naquilo que é o seu dia-a-dia”, sublinhou. Na ocasião, Célia Hofmeister, directora executiva da Tsolnet Moçambique, apelou às PME e startups nacionais que actuam na área das TIC a firmarem parcerias com empresas experientes e de créditos reconhecidos para prestarem serviços às multinacionais. Em paralelo, devem investir na formação para, a médio ou longo prazo, serem autónomas. “As parcerias devem trazer conhecimento, experiência e, acima de tudo, segurança. Acredito que temos bastante potencial no País, mas precisamos de estar expostos às tecnologias e investir na formação”. Estes debates, de acordo com Cíntia Banze, representante da AMPETIC, têm como objectivo contribuir para o desenvolvimento das TIC no País, através da promoção da interacção entre os profissionais e empresas da área. “A ideia é falar sobre questões correntes de tecnologia. Desta vez falamos da problemática das PME que têm de gerir e manter infraestruturas tecnológicas sem que esse seja o seu negócio”, referiu Cíntia Banze. Por seu turno, David Dimande, técnico de infraestruturas tecnológicas, realçou a importância do evento, que, na sua opinião, contribui para a troca de experiências entre os profissionais. Entretanto, reforçou a importância da participação de estudantes, que devem preocupar-se em projectar as suas carreiras. “Eles serão contratados pelas empresas, por isso devem participar nestes fóruns para aprenderem com os mais experientes”. Para além de Eugénio Novele e Célia Hofmeister, o debate teve como oradores Pedro Fernandes (director executivo da Área de Desenvolvimento e Integração de Aplicações na Vodacom), Victor Mourana (director executivo regional de Serviços Profissionais na Microsoft) e Sides Chissaque (fundador e director-geral da Brainstorm Academy). Importa realçar que a Incubadora de Negócios do Standard Bank é um empreendimento concebido no âmbito da visão e estratégia do banco, cuja materialização passa pela implementação de iniciativas que fomentam a inovação e o empreendedorismo, que são os mentores do crescimento económico do País. Para além do espaço físico, a incubadora oferece desde a formação até à interação com outras empresas e órgãos ou entidades governamentais, tendo em vista a criação de condições para o surgimento e estabelecimento de empreendimentos sustentáveis, que terão um impacto positivo na economia e na sua cadeia de valores, gerando riqueza e inclusão financeira para os cidadãos.

Em Construção Civil, Contabilidade, Gestão, Informática e Hotelaria: Politécnica gradua ...

O Instituto Médio Politécnico (IMEP), uma unidade orgânica da Universidade Politécnica, graduou, na sexta-feira, 11 de Outubro, em Maputo, um total de 56 estudantes formados em vários cursos. Trata-se de 19 formandos dos cursos de Construção Civil, 19
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Em Construção Civil, Contabilidade, Gestão, Informática e Hotelaria: Politécnica gradua ...

O Instituto Médio Politécnico (IMEP), uma unidade orgânica da Universidade Politécnica, graduou, na sexta-feira, 11 de Outubro, em Maputo, um total de 56 estudantes formados em vários cursos. Trata-se de 19 formandos dos cursos de Construção Civil, 19 de Contabilidade, 7 de Gestão, 10 de Informática e 1 de Hotelaria, que receberam os seus diplomas, na XV cerimónia de graduação do IMEP. A construção de conhecimento, habilidades e atitudes sólidas, são os elementos necessários para se saber ser, estar e fazer numa sociedade responsável e competente, segundo referiu Narciso Matos, reitor da Universidade Politécnica, que discursava após a entrega de certificados e premiação dos cinco melhores formandos em representação de cada curso. “Aos graduados faço votos de felicidades e sucesso. Sigam o exemplo da professora Natália Folgado, que volvidos 24 anos de carreira, passa para a reforma com reconhecimento”, acrescentou Narciso Matos. Por sua vez, Isabel Zandamela, directora geral do IMEP, disse que a ocasião marca uma etapa nova na vida dos graduados, com a certeza de que as competências adquiridas contribuirão para o sucesso de cada formando na vida laboral ou aos que prosseguirem com os estudos. “Esperamos que sejam profissionais de sucesso e melhorem o desempenho das instituições em que vierem a se enquadrar, porque parte significativa da força de trabalho não está devidamente qualificada, e este é o momento certo, para assumirem o desafio de reverter este cenário, com determinação e responsabilidade”, exortou Isabel Zandamela. Na ocasião, Loide Kunhonha, graduada em Contabilidade, foi agraciada com um prémio de estágio profissional e material de trabalho, para além de incentivo financeiro, oferecido pela direcção do IMEP, como a melhor aluna com 17 valores. “Primeiro quero agradecer a Deus por nos ter guiado e pela sabedoria que nos deu para conseguirmos realizar os nossos sonhos. Aos professores, tutores e encarregados de educação, agradecemos por terem acreditado e investido todo o vosso esforço em nós”, concluiu Loide Kunhonha, falando também em representação dos formandos. Importa referir que desde a sua criação, o IMEP já graduou um total de 583 alunos. Os cursos do IMEP têm a duração de três (3) anos, funcionando nos turnos laboral e pós-laboral, e visam dotar os alunos de capacidades básicas para o ingresso no mercado de trabalho.

4ª feira fresca e de céu nublado em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quarta-feira (16) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Chuvas fracas a moderadas acompanhadas por ve
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4ª feira fresca e de céu nublado em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quarta-feira (16) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Chuvas fracas a moderadas acompanhadas por vezes de trovoadas principalmente no extremo norte das províncias de Cabo Delgado e Niassa. Vento de sueste a leste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado localmente muito nublado. Chuvas fracas localmente moderadas acompanhadas por vezes de trovoadas nas províncias da Zambézia Vento de sueste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado com períodos de muito nublado. Possibilidade de ocorrência de chuvas fracas locais. Vento de sueste a leste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 27 19 Xai-Xai 27 19 Inhambane 29 20 Vilankulo 28 20 Beira 28 21 Chimoio 26 15 Tete 34 21 Quelimane 30 21 Nampula 31 21 Pemba 31 22 Lichinga 24 15  

SELO: Tudo Pode Mudar! – por Fernando Sueia

Não sei vocês, mas sei mais de mim, pois incalculáveis vezes vi histórias se transfigurando num pestanejar de olho, que até disseram que era fruto da palhota: sabe-se que se vive num mundo onde se associa à prosperidade do Homem aos rituais da palhota.
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SELO: Tudo Pode Mudar! – por Fernando Sueia

Não sei vocês, mas sei mais de mim, pois incalculáveis vezes vi histórias se transfigurando num pestanejar de olho, que até disseram que era fruto da palhota: sabe-se que se vive num mundo onde se associa à prosperidade do Homem aos rituais da palhota. Por outras, para a sociedade, ninguém se alimenta do seu suor, ninguém alcança o sucesso financeiro sem pactos, porém nem sempre… Há aqueles que combatem a vida honestamente. Já Vi muitos e muito! Desde que me foi apresentada a consciência de viver, já vi mudança, manifestando a sua existência, demonstrando a pujança, erguendo a voz que todos querem ouvi-la só quando soa lindamente e bem afinada. Foi aos gritos, gritos que até os ensurdecidos ouvem até saciar os ouvidos, que vi gente que ninguém acreditava no seu potencial, porque lhe faltava como, onde e quem, pessoas com costas frias quanto a Rússia, costas frias como um coração de quem atinge orgasmos múltiplos, matando para viver ou não perder o poder, até pessoas sem pomada para escovar os sapatos metamorfoseando seus destinos para o melhor. Por outras, já fiquei boquiaberto sem pestanejar o espanto, tirei chapéu embora tivesse os cabelos como se fossem roupas saindo do fardo, mas tudo para reconhecer as mudanças em vidas: pobres ficando ricos. Tudo isso, dando razão ao velho ditado: a vida dá voltas, e eu acrescento, tudo pode mudar. No entanto, as voltas dadas pela vida acontecem em função daquilo que somos e fazemos. Para perceberemos melhor, a temperatura é um bom exemplo, e as previsões de pessoas que se comportam como meteorologistas das vidas dos outros nunca acertam, apenas calham. Elas sempre prevêem um céu nublado, enquanto te espera um dia cheio de sol. Agora, permitam que eu faça a seguinte questão: Quem nunca viu um golo faltando gotículas de segundo para o juiz quebrar a ansiedade dos adeptos? Creio que mesmo quem acompanha o futebol ocasionalmente já viu e ainda vê fortes emoções nos atletas enquanto ninguém mais acredita num empate ou uma reviravolta. A fórmula sempre foi a mesma: fé + trabalho. É uma fórmula não estudada pelos Pitágoras, embora seja mais importante que tudo quanto se aprende nas escolas. Sim, exatamente isso. Não adianta saber o delta, calcular a massa molecular, conjugar verbos se você é uma pessoa sem fé no que faz, sem mãos excitadas para o trabalho que a vida nos dá. Todo o homem que cultiva a fé e a rega torna a sua vida em uma terra de exploração de sucesso renovável. Tudo, na vida, pode mudar, mas depende daquilo que fazemos para e pela mudança. Ninguém deve lançar uma semente de limão para colher uvas, no entanto se pode enxertar os planos, pode-se prosseguir sem se precisar de recuar, sem desenterrar a semente. Aliás, os homens sábios transformam os erros em oportunidades, os inteligentes em lições, e os fracos em motivos para cruzar os braços e deixar os sonhos desvanecerem. Na vida, tudo pode mudar, mas nós precisamos de estimular a transformação com as nossas acções, caprichar a nossa fé, persistência e amar o trabalho de viver… Por Fernando Sueia

Jovem assassinada pelo namorado na Província de Maputo

Uma jovem foi assassinada na noite do passado domingo (13) no bairro da Machava Baião, na Província de Maputo, ao que tudo indica pelo seu namorado com recurso a um objecto cortante. O criminoso, que depois de detido tentou suicidar-se, confessou a Polí
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Jovem assassinada pelo namorado na Província de Maputo

Uma jovem foi assassinada na noite do passado domingo (13) no bairro da Machava Baião, na Província de Maputo, ao que tudo indica pelo seu namorado com recurso a um objecto cortante. O criminoso, que depois de detido tentou suicidar-se, confessou a Polícia da República de Moçambique que o crime derivou de desavenças e com recurso a um espelho cortou o pescoço da jovem. O assassino revelou que o crime iniciou na Matola-Rio mas transportou a sua vítima, gravemente ferida, para o bairro da Machava Baião onde a abandonou a esvair-se de sangue.

Nyusi demorou 3 meses para promulgar Lei de Prevenção e Combate às Uniões Prematuras em ...

O Presidente da República, Filipe Nyusi, demorou três meses para promulgar e mandar publicar a lei que criminaliza com prisão quem celebrar uma união com uma criança, os pais que autorizem ou incentivem essas uniões e até o adulto que receber uma meno
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Nyusi demorou 3 meses para promulgar Lei de Prevenção e Combate às Uniões Prematuras em ...

O Presidente da República, Filipe Nyusi, demorou três meses para promulgar e mandar publicar a lei que criminaliza com prisão quem celebrar uma união com uma criança, os pais que autorizem ou incentivem essas uniões e até o adulto que receber uma menor como “pagamento”. Adiada durante vários anos não estão claras as razões que levaram o Chefe de Estado a precisar de 3 meses para promulgar a Lei de Prevenção e Combate às Uniões Prematuras que foi aprovada por unanimidade na Assembleia da República em meados de Julho último. “A união entre duas pessoas formada com o propósito imediato de constituir família, só será permitida a quem tiver completado 18 anos à data da união” é uma das inovações do dispositivo legal que poderia entrar em vigor já no próximo mês mas devido ao atraso do Presidente Nyusi fica adiado para o início de 2020. A Lei de Prevenção e Combate às Uniões Prematuras pune “com pena de 2 a 8 anos de prisão e multa até 2 anos” o servidor público que celebrar ou autorizar a celebração de união no qual ambos ou um dos esposados seja criança. Poderão ser condenados “a pena de 2 a 8 anos de prisão e multa até 2 anos, se pena mais grave não couber” o pai, mãe, tutor, padrasto, madrasta, qualquer parente na linha recta e até terceiro grau na linha colateral, o encarregado de guarda da criança ou da sua educação, ou a pessoa que de boa-fé tiver a criança na sua dependência ou sobre ela exercer poder equiparável ao parental ou de guarda, “que autorizar ou obtiver autorização para união de criança, instigar, aliciar ou não obstar a união”. Além disso “a pena de 8 a 12 anos de prisão será aplicada a quem entregar criança para união: Em troca de algum bem ou valor, para pagamento de dívida ou garantia desta; Como cumprimento de promessa ou de qualquer obrigação ou garantia desta”, o dispositivo legal sancionará com a mesma pena “a quem receber a criança entregue” em troca, pagamento ou dádiva. A lei ainda sancionará com pena de 12 a 16 anos de prisão a violação de criança “na constância da união”, e pode ser agravada “se do acto resultar a transmissão de doença ou infecção sexualmente transmissível”.

Instituto Nacional de Petróleo ainda não terminou Auditoria a custos recuperáveis da ...

O nosso país continua na iminência de perder vários milhões dólares norte-americanos devido ao atraso do Instituto Nacional de Petróleo (INP) em auditar os investimentos de 7,9 biliões de dólares dos quais 7,6 biliões foram declarados como recuperáv
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Instituto Nacional de Petróleo ainda não terminou Auditoria a custos recuperáveis da ...

O nosso país continua na iminência de perder vários milhões dólares norte-americanos devido ao atraso do Instituto Nacional de Petróleo (INP) em auditar os investimentos de 7,9 biliões de dólares dos quais 7,6 biliões foram declarados como recuperáveis pelas petrolíferas Anadarko e Eni nos exercícios económicos até 2017. Numa altura em que a Anadarko já não está em Moçambique, e nos Estados Unidos da América deixou de existir ao ser adquirida pela Occidental Petroleum, e a ENI já vendeu parte de activos que inicialmente detinha no nosso país e o INP continua sem terminar auditoria às suas contas relativas aos exercícios fiscais de 2015, 2016 e 2017. Há pelo menos 3 anos que o Tribunal Administrativo (TA) tem alertado ao Governo de Filipe Nyusi sobre a “necessária e urgente a certificação desses custos para a sua posterior dedução na determinação da receita do Estado, bem como das transacções geradoras de proveitos para os operadores do sector e controlo das quantidades de produção e comercialização que a par dos custos deduzidos determinam o nível da receita declarada e entregue ao Estado”. De acordo com o tribunal que fiscaliza as contas do Estado os custos recuperáveis reportados pelas empresas Anadarko Moçambique, Área 1, Lda. e ENI East África somavam 7,6 biliões de dólares dos 7,9 biliões que ambas multinacionais investiram no nosso país desde 2007. “O TA verifica que, tal como no ano de 2015, os custos continuam sem serem certificados, o que o INP justificou pela escassez de recursos, mas que pela premência do assunto havia solicitado financiamento ao projecto MAGTAP (Banco Mundial) para a contratação de uma empresa certificada de auditoria para o sector de gás e petróleo e que os fundos só estariam disponíveis em 2017”, pode-se ler no Relatório do tribunal. Em Fevereiro de 2018 o Instituto Nacional de Petróleo, respondendo a questões do @Verdade, anunciou que as Auditorias teriam início em Abril desse ano. Na semana finda o @Verdade voltou a questionar ao INP sobre o ponto de situação das Auditorias tendo o presidente da instituição, Carlos Zacarias, esclarecido que “A auditoria aos custos recuperáveis da ENI e Anadarko foi feita, tendo sido emitidos os relatórios preliminares para concessionárias para efeitos de contraditório esperando-se a emissão dos relatórios finais até final do corrente ano”.

Eleições Gerais com tudo para não serem justas nem transparentes e degenerarem em novos ...

As eleições Presidenciais, Legislativas e Provinciais desta terça-feira (15) têm todos ingredientes para não serem justas nem transparentes, vão decorrer em ambiente de guerra, na Província de Cabo Delgado, e possuem também potencial de gerarem novos
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Eleições Gerais com tudo para não serem justas nem transparentes e degenerarem em novos ...

As eleições Presidenciais, Legislativas e Provinciais desta terça-feira (15) têm todos ingredientes para não serem justas nem transparentes, vão decorrer em ambiente de guerra, na Província de Cabo Delgado, e possuem também potencial de gerarem novos conflitos após a divulgação dos resultados. Porém se todos os 13.161.063 eleitores inscritos exercerem o seu dever cívico, particularmente os mais jovens, a ditadura parlamentar que tem governado Moçambique poderá ser equilibrada. O candidato do partido que governa desde 1975, para além de uma vitória “5-0”, pediu para suplantar logo na primeira volta Mário Albino do partido AMUSI, Daviz Simango do MDM e Ossufo Momade da Renamo. “Não quero prolongamento no jogo” tem pedido Filipe Nyusi que clama ter calado as armas, “quando tomei posse jurei fazer de tudo para o alcance da paz e consegui com o apoio dos moçambicanos, pelo que no próximo mandato a esta palavra vou acrescentar duas que são emprego e trabalho para os moçambicanos”. O sucessor de Afonso Dhlakama tem prometido reduzir os preços da electricidade, da água, o imposto sobre o valor acrescentado e também acabar com o terrorismo na Província de Cabo Delgado. “Queremos garantir que caso sejamos eleitos vamos criar empregos para todos. A Renamo está preparada para dirigir os destinos do nosso país que até tem muitos recursos mas a sua divisão não está a ser bem feita”, afirmou Ossufo Momade no encerramento da sua primeira campanha presidencial. Simango, que concorre pela terceira vez ao cargo de Presidente, tenta acabar com a bi-polarização Frelimo e Renamo em Moçambique apresentado a seu trabalho como edil da segunda mais importante cidade como exemplo. “Não podemos permitir que Moçambique esteja pobre quando somos ricos. É altura de escolherem o MDM e Daviz Simango para mudarmos este país para melhor. Vocês sabem que onde o MDM governa a vida melhora”. Jovens podem equilibrar a ditadura parlamentar do partido Frelimo As sextas eleições Gerais, e primeiras províncias, vão ser as mais vigiadas de sempre apesar dos órgãos eleitorais tudo fazerem para que as organizações da sociedade civil nacionais que se organizaram para monitorarem a votação não o consigam. Nem mesmo os “esquadrões da morte”, que levaram a intimidação aos moçambicanos que pretendam ser cidadãos activos ao extremo do assassinato, parecem refrear a vontade de vigiar o pleito. Também a controlarem deverão estar muitos eleitores que tem sido arregimentados pelo partido Renamo a ficarem nas assembleia de voto após exercerem o seu dever cívico, indiferentes as ameaças das autoridades policiais que prometem tolerância zero contra quem não abandonar os locais de votação, embora se saiba que a intolerância é apenas contra os membros e simpatizantes da oposição. A necessidade de não só os observadores vigiarem, mas também cada eleitor, deriva do facto que a fraude começou a ser orquestrada no recenseamento eleitoral, a Província de Gaza representa o cúmulo da falta de transparência que desde 1994 enfermam os pleitos no nosso país mas noutros Círculos eleitorais também muitos “fantasmas” estão inscritos para beneficiarem, como tem sido tradição, o partido Frelimo. Por outro lado, em pelo menos três distritos da Província de Cabo Delgado os terroristas insurgentes criaram condições para que milhares de cidadãos não possam votar e noutras matas de Moçambique continua um número não conhecido de guerrilheiros do partido Renamo que até hoje não entregaram as armas deixando o espectro de poderem voltar a recorrer a elas caso os resultados não sejam do agrado das suas lideranças. Para minimizar novos conflitos e encaminhar Moçambique no sentido da mudança é fundamental que todos eleitores votem, particularmente os mais jovens cujos votos poderão equilibrar a ditadura parlamentar com que o partido Frelimo tem governado.

Dia de Eleições Gerais fresco e com alguma chuva em Cabo Delgado e Niassa

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta terça-feira (15), Dia de Eleições Gerais em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de oc
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Dia de Eleições Gerais fresco e com alguma chuva em Cabo Delgado e Niassa

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta terça-feira (15), Dia de Eleições Gerais em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de ocorrência de chuvas fracas a moderadas acompanhadas por vezes de trovoadas principalmente no extremo norte das províncias de Cabo Delgado e no interior de Niassa. Vento de sueste a leste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de ocorrência de chuvas fracas a moderadas acompanhadas por vezes de trovoadas a norte das províncias da Zambézia e Tete. Vento de sueste a nordeste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado com períodos de muito nublado. Possibilidade de ocorrência de chuvas fracas principalmente na faixa costeira de Inhambane. Vento de nordeste a sueste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 28 21 Xai-Xai 26 20 Inhambane 29 21 Vilankulo 28 20 Beira 28 20 Chimoio 28 15 Tete 34 22 Quelimane 29 21 Nampula 32 21 Pemba 30 23 Lichinga 28 15  

Dia de Eleições Gerais em Moçambique fresco e com alguma chuva em Cabo Delgado e Niassa

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta terça-feira (15), Dia de Eleições Gerais em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de oc
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Dia de Eleições Gerais em Moçambique fresco e com alguma chuva em Cabo Delgado e Niassa

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta terça-feira (15), Dia de Eleições Gerais em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de ocorrência de chuvas fracas a moderadas acompanhadas por vezes de trovoadas principalmente no extremo norte das províncias de Cabo Delgado e no interior de Niassa. Vento de sueste a leste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de ocorrência de chuvas fracas a moderadas acompanhadas por vezes de trovoadas a norte das províncias da Zambézia e Tete. Vento de sueste a nordeste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado com períodos de muito nublado. Possibilidade de ocorrência de chuvas fracas principalmente na faixa costeira de Inhambane. Vento de nordeste a sueste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 28 21 Xai-Xai 26 20 Inhambane 29 21 Vilankulo 28 20 Beira 28 20 Chimoio 28 15 Tete 34 22 Quelimane 29 21 Nampula 32 21 Pemba 30 23 Lichinga 28 15  

Gerais 2019: PRM reporta apenas 8 das 44 mortes ocorridas na campanha eleitoral em Moçambique

A Polícia da República de Moçambique (PRM) reportou apenas oito dos 44 óbitos ocorridos durante os 43 dias da campanha eleitoral para o pleito desta terça-feira (15). No que a ilícitos eleitorais diz respeito a PRM registou 90 crimes que resultaram na d
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Gerais 2019: PRM reporta apenas 8 das 44 mortes ocorridas na campanha eleitoral em Moçambique

A Polícia da República de Moçambique (PRM) reportou apenas oito dos 44 óbitos ocorridos durante os 43 dias da campanha eleitoral para o pleito desta terça-feira (15). No que a ilícitos eleitorais diz respeito a PRM registou 90 crimes que resultaram na detenção de 58 cidadãos. “Neste período tivemos o registo de cinco acidentes de viação, decorrentes das marchas das caravanas em todo o país, três do tipo atropelamento, um do tipo despiste e capotamento e outro do tipo queda de passageiros. Os cinco acidentes tiveram como consequência oito óbitos, 14 feridos graves e 51 pessoas contraíram ferimentos ligeiros”, declarou o porta-voz do Comando-Geral da PRM, Orlando Modumane aos microfones da Rádio Moçambique. Nenhuma menção foi feita a tragédia que aconteceu na Cidade de Nampula após um comício do candidato presidencial do partido Frelimo e que resultou na morte de 10 cidadãos, nem ao assassinato do cidadão Anastácio Matavel. O balanço das autoridades policiais da campanha, que decorreu entre o dia 31 de Agosto e 12 de Outubro, contrasta com a monitoria das Organizações da Sociedade Civil que registaram 44 mortos, na sua maioria em acidentes de viação porém sete das mortes foram assassinatos com aparentes motivações políticas. Entretanto a polícia registou 90 ilícitos eleitorais que foram desde a danificação de material de propaganda, ofensas corporais até a violação da liberdade de reunião e que resultaram na detenção de 58 cidadãos de todas as cores partidárias. De acordo com o porta-voz do Comando-Geral da PRM 19 ilícitos eleitorais foram registados na Província de Nampula, 14 na Província de Gaza, 14 na Província de Niassa, 13 na província de Inhambane e nove crimes foram registados durante a “caça ao voto” na Província de Sofala.

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