Mozambique



Ferroviário da Beira lidera Liga Moçambicana de basquetebol

O Ferroviário da Beira lidera a Liga Moçambicana de basquetebol seniores masculinos disputadas as primeiras duas jornadas esta semana na Cidade de Maputo, com os mesmo pontos que o campeão, o Ferroviário de Maputo. Os “beirenses” estrearam na terç
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Ferroviário da Beira lidera Liga Moçambicana de basquetebol

O Ferroviário da Beira lidera a Liga Moçambicana de basquetebol seniores masculinos disputadas as primeiras duas jornadas esta semana na Cidade de Maputo, com os mesmo pontos que o campeão, o Ferroviário de Maputo. Os “beirenses” estrearam na terça-feira (20) derrotando a A Politécnica, 73-48 pontos, e nesta quarta-feira (21) trucidaram o Instituto Superior Politécico de Tete, 116-42 pontos. Os detentores do título deram “chapa 100”, 38-100 pontos, aos “tetenses”, na jornada inaugural, e superaram o Costa do Sol, 60-75 pontos. A competição, que decorre no pavilhão da Universidade Eduardo Mondlane teve um dia descanso, nesta quinta-feira (22), mas prossegue na sexta-feira (23) com as seguintes partidas: Confira o calendário de jogos da restante fase regular:  

Governo de Nyusi reconhece que corrupção em Moçambique é norma

O Governo de Filipe Nyusi reconheceu que, “não obstante esses esforços legislativos e institucionais, os desafios de governação e corrupção em Moçambique são ainda de natureza sistémica”. O FMI definiu “corrupção sistémica” como as circuns
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Governo de Nyusi reconhece que corrupção em Moçambique é norma

O Governo de Filipe Nyusi reconheceu que, “não obstante esses esforços legislativos e institucionais, os desafios de governação e corrupção em Moçambique são ainda de natureza sistémica”. O FMI definiu “corrupção sistémica” como as circunstâncias nas quais a “corrupção não é mais um desvio em relação à norma, e sim uma manifestação de um padrão de comportamento tão difundido e enraizado que passa a ser norma”. Naquele que deverá ser o primeiro Relatório sobre Transparência, Governação e Corrupção em Moçambique o Executivo de Filipe Nyusi declara: “Reconhecemos que, não obstante esses esforços legislativos e institucionais, os desafios de governação e corrupção em Moçambique são ainda de natureza sistémica, sobretudo devido aos constrangimentos à implementação eficaz”. O @Verdade descortinou que “corrupção sistémica”, na óptica do Fundo Monetário Internacional (FMI), são as circunstâncias nas quais a “corrupção não é mais um desvio em relação à norma, e sim uma manifestação de um padrão de comportamento tão difundido e enraizado que passa a ser norma”. No documento, concluído em Julho e esta semana tornado público pelo Ministério da Economia e Finanças (MEF), o Governo atribuiu parte do fracasso na luta contra a corrupção “à reduzida capacidade técnica, insuficiência de recursos orçamentais, ausência de autonomia institucional adequada, falhas nos mecanismos de supervisão e responsabilização, e sobreposição de responsabilidades (que conduz à duplicação, confusão e responsabilização difusa). Estamos empenhados em combater os interesses instalados e pôr fim à impunidade relacionada com a corrupção de alto nível.” O Executivo escreve no Relatório que as ilegalidades cometidas no processo de contratação dos empréstimos das empresas Proindicus, EMATUM e MAM “realçou de forma dramática as vulnerabilidades da governação”, admite que “o quadro de governação e anti-corrupção não é aplicado de forma consistente e completa. O Estado de Direito é enfraquecido pela fraca aplicação das leis e regulamentos existentes e, nalguns casos, pela ausência de regulamentação e de orientações explicativas necessárias.” “A regulamentação dos mercado é marcada pelo excesso de complexidade e opacidade. As ferramentas ABC/CFT ainda não foram mobilizadas de forma eficaz para apoiar cabalmente os esforços anti-corrupção, sobretudo no que respeita à garantia de que as transacções relativas a pessoas politicamente expostas sejam adequadamente monitoradas, como por exemplo as transacções imobiliárias”, indica ainda o documento a que o @Verdade teve acesso. O Relatório refere que na “área de governação orçamental, a supervisão do Sector Empresarial do Estado e das instituições públicas ainda é fragmentada e incompleta, a gestão do investimento público carece de disciplina processual, a gestão da dívida é fraca e pouco transparente e a gestão de tesouraria é marcada por ineficiências e controlos frágeis. Detectamos falhas na governação do banco central, ligadas a insufieciente autonomia e à ausência de um órgão de supervisão que sirva como mecanismo de pesos e contrapesos às funções executivas do banco.” Além disso, o Governo reconhece “que uma grande parcela dos contratos públicos é atribuída de forma não competitiva. Segundo a avaliação PEFA das despesas públicas e responsabilidade financeira de 2015, mais de 50 por cento do valor total das compras públicas (obras públicas e bens e serviços) são adjudicados por via directa. Estatísticas recentes sobre as adjudicações de contratos públicos relativas ao final de 2017, divulgadas pela Unidade de Supervisão de Aquisições Públicas do MEF mostram que apenas um terço dos contratos centrais e provinciais são adjudicados através de concursos. Os mecanismos de apresentação de reclamações parecem ser ineficientes, e a capacidade das unidades gestoras de despesas de implementar os procedimentos de concursos públicos é fraca.”

Auto-suficiência alimentar é falácia, Moçambique continua importar miudezas, ovos, batatas, ...

Contrariando o discurso oficial de auto-suficiência alimentar em Moçambique as estatísticas de Comércio Externo revelam que durante o ano passado as importações agrícolas cresceram 26,6 por cento, com destaque para a aquisição no estrangeiro de miude
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Auto-suficiência alimentar é falácia, Moçambique continua importar miudezas, ovos, batatas, ...

Contrariando o discurso oficial de auto-suficiência alimentar em Moçambique as estatísticas de Comércio Externo revelam que durante o ano passado as importações agrícolas cresceram 26,6 por cento, com destaque para a aquisição no estrangeiro de miudezas, ovos, batatas, hortícolas, arroz, chá e até milho. No sentido contrário o INE alerta para a “alta dependência e pouca diversificação das exportações” que continuam dominadas pelo carvão mineral e o alumínio. As estatísticas de Comércio Externo em 2018, analisadas pelo @Verdade, desmentem toda a retórica de diversificação da economia moçambicana os principais grupos de bens exportados foram Combustíveis Minerais (onde pertence o carvão mineral coque) no valor de 2,3 biliões de dólares norte-americanos, correspondentes a 46 por cento, e Metais Comuns (onde esta inserido o alumínio) com 1,4 bilião de dólares, representando 26.9 por cento de todas exportações. “Este grupo de produtos totaliza 72,9 por cento dos bens vendidos ao exterior, facto que indicia alta dependência e pouca diversificação das exportações”, assinala o documento do INE tornado público esta semana. “Relativamente aos grupos de produtos tradicionais que têm-se revelado cada vez menos representativos nos últimos anos, face ao surgimento dos recursos minerais de grande valor de exportação, destaca-se o grupo de produtos alimentares com 208.5 milhões de dólares correspondentes a 4,2 por cento (face ao crescimento de 154,8 por cento) e produtos agrícolas com 4,1 por cento (decréscimo de 6,4 por cento)”, indicam as estatísticas de Comércio Externo em 2018 analisadas pelo @Verdade. O INE destacou, dos 130 países que receberam bens provenientes de Moçambique, o principal destino foi a Índia (27,3 por cento), seguido pela África do Sul (17,4 por cento), os Países Baixos (12,2 por cento), a China (4,8 por cento) e Singapura (4,6 por cento). No que a importação diz respeito o @Verdade apurou que os principais grupos de bens importados foram os Combustíveis Minerais com um valor de 1,6 bilião de dólares, correspondentes a 23,1 por cento, Máquinas e Aparelhos com 1,3 bilião de dólares e produtos agrícolas com 872,6 milhões dólares. A importação de produtos agrícolas cresceu 26,6 por cento, comparativamente aos 688,9 milhões de dólares de 2017. Saldo da balança comercial com défice em 1,93 biliões de dólares em 2018 Preocupante é o rol de produtos cuja importação deveria estar a reduzir, a julgar pelos discursos triunfalista de aumento da produção alimentar nacional. O @Verdade descortinou que no ano passado foram gastos 13,4 milhões de dólares na importação de carnes e miudezas comestíveis de aves, comparativamente aos 8,9 gastos em 2017. Com a importação de ovos foram gastos 9,6 milhões, comparativamente aos 6 milhões de dólares do ano anterior. Na importação da batata foram gastos 19,5 milhões de dólares em 2018, quase o dobro dos 10,7 milhões de 2017. Importou-se 20,5 milhões de dólares em hortículas, contra 11,1 do ano anterior. Até chá e milho continuam a ser importados, tendo em 2018 Moçambique gasto 4,3 milhões e 41,5 milhões de dólares, respectivamente. O @Verdade apurou que a África do Sul continua a ser o principal fornecedor de Moçambique (27,8 por cento), seguido pela China (11,5 por cento), os Emiratos Árabes Unidos (7,5 por cento), os Países Baixos (7,5 por cento) e a Índia (7,1 por cento). Em 2018, foram transaccionados bens com o exterior no valor total de 11,95 biliões de dólares contra os 10,47 biliões de dólares registados em 2017, “contudo, essa cifra ainda permaneceu abaixo dos níveis mais altos atingidos nos anos 2013 (14,12 biliões de dólares) e 2014 (13,47 biliões de dólares)”, indicou o INE. As estatísticas de Comércio Externo mostram ainda que o saldo da balança comercial em 2018 deteriorou-se em 911,7 milhões de dólares, situando o défice em 1,93 biliões de dólares no ano 2018, contra os anteriores 1,02 biliões de dólares norte-americanos em 2017 (o valor mais favorável de sempre). O @Verdade apurou que este défice da balança comercial pesou na balança de pagamentos do Banco de Moçambique que em 2018 teve um défice de 4,3 biliões de dólares norte-americanos, comparativamente aos 2,6 biliões de défice da Conta Corrente do ano anterior.

6ª feira de céu pouco nublado, chuvas fracas na costa Centro e Norte de Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta sexta-feira (23) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado com períodos de muito nublado. Possibilidade de ocorrência de trovoada
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6ª feira de céu pouco nublado, chuvas fracas na costa Centro e Norte de Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta sexta-feira (23) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado com períodos de muito nublado. Possibilidade de ocorrência de trovoadas e chuvas fracas ao longo da faixa costeira da província de Cabo Delgado. Vento de sudoeste a sueste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de ocorrência de chuvas fracas ao longo da faixa costeira das províncias de Sofala e Zambézia. Vento de sudoeste a sueste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado temporariamente muito nublado ao longo da faixa costeira da província de Inhambane. Neblinas ou nevoeiros matinais locais. Vento de sueste a leste fraco a moderado. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 29 15 Xai-Xai 27 14 Inhambane 26 17 Vilankulo 26 18 Beira 26 17 Chimoio 23 12 Tete 29 18 Quelimane 25 17 Nampula 26 17 Pemba 30 21 Lichinga 22 09  

Presidente João Lourenço recebeu da Odebrecht US$ 15 milhões para reforçar a presença da ...

Contas secretas na Suíça foram usadas pela construtora brasileira Norberto Odebrecht para distribuir milhões de dólares aos altos funcionários do novo governo de Angola. Esta informação foi revelada por um jornalista brasileiro: A Operação Lava
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Presidente João Lourenço recebeu da Odebrecht US$ 15 milhões para reforçar a presença da ...

Contas secretas na Suíça foram usadas pela construtora brasileira Norberto Odebrecht para distribuir milhões de dólares aos altos funcionários do novo governo de Angola. Esta informação foi revelada por um jornalista brasileiro: A Operação Lava Jato é considerada a maior investigação de corrupção no Brasil. A Odebrecht usou contas suíças para subornar políticos e militares africanos. Contas secretas na Suíça foram usadas pela construtora brasileira Norberto Odebrecht para distribuir milhões de dólares aos altos funcionários do novo governo de Angola. A informação surge dos documentos oficiais dos tribunais suíços e revela que apesar de ser investigado no âmbito da Operação Lava Jato, um dos membros do governo angolano do atual presidente João Lourenço, não foi o único a receber dinheiro da corrupção… Bastou apenas Carlos Panzo ser investigado pela polícia federal brasileira para descobrir que uma das várias contas bancárias de João Lourenço, presidente de Angola, havia sido bloqueada na Suíça. Apesar de ser investigado no âmbito da Operação Lava Jato, um dos membros do governo angolano, Carlos Panzo, não só continuou a manter o seu emprego, mas chegou mesmo a ser promovido. Ao longo dos anos, Panzo ocupou vários cargos dentro do gabinete do ex-presidente José Eduardo dos Santos, principalmente na área financeira. Em 2009, foi diretor do serviço do monitoramento macro-económico no Ministério da Economia, coordenador da Comissão de Gestão do Fundo de Habitação, e presidente do Conselho Fiscal da Sonangol. Em 2012, Panzo esteve em Brasília para preparar a visita do Ministro angolano das Finanças, Carlos Alberto Lopes, que ia se encontrar com o então Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, e com o Ministro das Finanças, Guido Mantega. Na época, Panzo era o director da Unidade da Dívida Pública no Ministério das Finanças. Oficialmente, Panzo procurava o apoio financeiro do Brasil para projectos de reconstrução no sector da energia, infraestruturas e indústria. Em Dezembro de 2016, enquanto o Departamento de Justiça dos EUA anunciava amplas alegações contra a Odebrecht, Panzo foi nomeado administrador executivo do Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA). No mesmo mês, o Departamento de Justiça dos EUA apontou que, entre 2006 e 2013, a Odebrecht tinha pago subornos de mais de US $ 50 milhões a membros do governo angolano. Em troca, tinha obtido contratos estimados em US $ 261 milhões. Todavia, Panzo continuo a fazer parte do governo em Luanda. Quando João Lourenço assumiu a presidência, acabando com as décadas de presidência de José Eduardo dos Santos, Panzo conseguiu novas posições. Em Setembro de 2017, ele foi nomeado secretário para assuntos económicos da presidência de Angola. Mas Panzo estava alvo de um processo por lavagem de dinheiro na Suíça, e em Outubro foi demitido de seu cargo. A suspeita é que a sua conta bancaria era um ponto de trânsito para o dinheiro redistribuído aos outros políticos africanos. Os suíços descobriram uma conta offshore cujo beneficiário era Panzo. Mais de US $ 11 milhões foram transferidas apenas para essa conta e, de acordo com a investigação, o dinheiro foi depositado pela Odebrecht. Os depósitos foram efetuados entre 2010 e 2019 por três empresas ligadas à construtora brasileira. Quando a conta foi bloqueada em junho de 2019, continha apenas US $ 3 milhões. As investigações revelam que Panzo teria recebido 1,7 milhão de euros em 2013, por um contrato obtido pela Odebrecht em Angola. Um oficial militar angolano beneficiou dos fundos da mesma conta. A investigação também revelou pagamentos feitos da mesma conta suíça ao filho de um ministro das Finanças angolano em 2015. Entre 2002 e 2016, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) contratou US $ 4 bilhões em empréstimos com Angola, principalmente para projetos da Odebrecht, como por exemplo a construção da Hidroelétrica de Laúca. O BNDES financiou outras obras em Angola, incluindo a Barragem Hidroelétrica de Cambambe, o projeto “Vias de Luanda”, a Praça da Paz em Luena, o Programa de Realojamento das Populações no Zango, e a Estrada Catata-Lóvua.

O presidente João Lourenço recebeu da Odebrecht US$ 15 milhões para reforçar a presença da ...

Contas secretas na Suíça foram usadas pela construtora brasileira Norberto Odebrecht para distribuir milhões de dólares aos altos funcionários do novo governo de Angola. Esta informação foi revelada por um jornalista brasileiro: A Operação Lava
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O presidente João Lourenço recebeu da Odebrecht US$ 15 milhões para reforçar a presença da ...

Contas secretas na Suíça foram usadas pela construtora brasileira Norberto Odebrecht para distribuir milhões de dólares aos altos funcionários do novo governo de Angola. Esta informação foi revelada por um jornalista brasileiro: A Operação Lava Jato é considerada a maior investigação de corrupção no Brasil. A Odebrecht usou contas suíças para subornar políticos e militares africanos. Contas secretas na Suíça foram usadas pela construtora brasileira Norberto Odebrecht para distribuir milhões de dólares aos altos funcionários do novo governo de Angola. A informação surge dos documentos oficiais dos tribunais suíços e revela que apesar de ser investigado no âmbito da Operação Lava Jato, um dos membros do governo angolano do atual presidente João Lourenço, não foi o único a receber dinheiro da corrupção… Bastou apenas Carlos Panzo ser investigado pela polícia federal brasileira para descobrir que uma das várias contas bancárias de João Lourenço, presidente de Angola, havia sido bloqueada na Suíça. Apesar de ser investigado no âmbito da Operação Lava Jato, um dos membros do governo angolano, Carlos Panzo, não só continuou a manter o seu emprego, mas chegou mesmo a ser promovido. Ao longo dos anos, Panzo ocupou vários cargos dentro do gabinete do ex-presidente José Eduardo dos Santos, principalmente na área financeira. Em 2009, foi diretor do serviço do monitoramento macro-económico no Ministério da Economia, coordenador da Comissão de Gestão do Fundo de Habitação, e presidente do Conselho Fiscal da Sonangol. Em 2012, Panzo esteve em Brasília para preparar a visita do Ministro angolano das Finanças, Carlos Alberto Lopes, que ia se encontrar com o então Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, e com o Ministro das Finanças, Guido Mantega. Na época, Panzo era o director da Unidade da Dívida Pública no Ministério das Finanças. Oficialmente, Panzo procurava o apoio financeiro do Brasil para projectos de reconstrução no sector da energia, infraestruturas e indústria. Em Dezembro de 2016, enquanto o Departamento de Justiça dos EUA anunciava amplas alegações contra a Odebrecht, Panzo foi nomeado administrador executivo do Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA). No mesmo mês, o Departamento de Justiça dos EUA apontou que, entre 2006 e 2013, a Odebrecht tinha pago subornos de mais de US $ 50 milhões a membros do governo angolano. Em troca, tinha obtido contratos estimados em US $ 261 milhões. Todavia, Panzo continuo a fazer parte do governo em Luanda. Quando João Lourenço assumiu a presidência, acabando com as décadas de presidência de José Eduardo dos Santos, Panzo conseguiu novas posições. Em Setembro de 2017, ele foi nomeado secretário para assuntos económicos da presidência de Angola. Mas Panzo estava alvo de um processo por lavagem de dinheiro na Suíça, e em Outubro foi demitido de seu cargo. A suspeita é que a sua conta bancaria era um ponto de trânsito para o dinheiro redistribuído aos outros políticos africanos. Os suíços descobriram uma conta offshore cujo beneficiário era Panzo. Mais de US $ 11 milhões foram transferidas apenas para essa conta e, de acordo com a investigação, o dinheiro foi depositado pela Odebrecht. Os depósitos foram efetuados entre 2010 e 2019 por três empresas ligadas à construtora brasileira. Quando a conta foi bloqueada em junho de 2019, continha apenas US $ 3 milhões. As investigações revelam que Panzo teria recebido 1,7 milhão de euros em 2013, por um contrato obtido pela Odebrecht em Angola. Um oficial militar angolano beneficiou dos fundos da mesma conta. A investigação também revelou pagamentos feitos da mesma conta suíça ao filho de um ministro das Finanças angolano em 2015. Entre 2002 e 2016, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) contratou US $ 4 bilhões em empréstimos com Angola, principalmente para projetos da Odebrecht, como por exemplo a construção da Hidroelétrica de Laúca. O BNDES financiou outras obras em Angola, incluindo a Barragem Hidroelétrica de Cambambe, o projeto “Vias de Luanda”, a Praça da Paz em Luena, o Programa de Realojamento das Populações no Zango, e a Estrada Catata-Lóvua.

Renamo viola Acordo de Paz e Reconciliação e condiciona paz definitiva às Eleições Gerais

A partir desta quinta-feira (22) o partido Renamo está a violar o Acordo de Paz e Reconciliação com a existência da sua auto-proclamada “Junta Militar” que, tal como todas as suas bases, deveria ter sido desmantelada ao abrigo do documento assinado po
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Renamo viola Acordo de Paz e Reconciliação e condiciona paz definitiva às Eleições Gerais

A partir desta quinta-feira (22) o partido Renamo está a violar o Acordo de Paz e Reconciliação com a existência da sua auto-proclamada “Junta Militar” que, tal como todas as suas bases, deveria ter sido desmantelada ao abrigo do documento assinado por Filipe Nyusi e Ossufo Momade no passado dia 6 de Agosto. Para perigar ainda mais a paz em Moçambique a chefe da bancada parlamentar do maior partido de oposição condicionou o sucesso do Acordo a “integridade, liberdade, justiça e transparência com que forem realizadas as próximas Eleições Gerais”. A existência de um número não conhecido de militares que ainda não entregou as armas na sua posse e está agrupado na auto-proclamada “Junta Militar da Renamo” é uma violação ao terceiro acordo assinada para a paz em Moçambique que no seu número 5 estabelece que: “O desmantelamento das bases e posições relacionadas com as hostilidades militares deve ser feito em conformidade com o previsto no Memorado de Entendimento sobre Assuntos Militares e concluído, até 21 de Agosto do presente ano.” Aliás dos 5.221 guerrilheiros que devem entregar as suas armas para serem desmobilizados e reintegrados publicamente só quatro o fizeram no passado dia 29 de Julho. Interpelado na Assembleia da República pelo @Verdade para actualizar o número de guerrilheiros da Renamo que já entregaram as armas o vice-ministro da Defesa Nacional, Patrício José, disse apenas “está-se a trabalhar”. Entretanto, e ao contrário do porta-voz da formação política que apelidou aos membros da Junta Militar de “desertores”, a chefe da bancada parlamentar do maior partido da oposição disse que são “irmão nossos (...) que querem uma integração, reintegração e reinserção social que os dignifique”. “É assunto de dentro de casa, é assunto da nossa família, são os nossos parentes, são as nossas guerrilheiras, são os nossos guerrilheiros, a Renamo como família vai saber resolver os problemas da sua própria casa”, afiançou Ivone Soares. O @Verdade apurou que Ossufo Momade deu instruções para ser estabelecido um diálogo com a Junta Militar e que nos próximos dias deverão iniciar negociações entre as partes desavindas do partido Renamo. “Aprovamos o Acordo de Paz e Reconciliação nacional de Maputo conscientes de que não é o melhor que os moçambicanos poderiam ter” Mas além da violação ao Acordo de Paz e Reconciliação a líder parlamentar deu outras indicações que a paz definitiva ainda está longe em Moçambique. “(...) O sucesso deste Acordo vai depender da integridade, liberdade, justiça e transparência com que forem realizadas as próximas Eleições Gerais a terem lugar no dia 15 de Outubro de 2019”, afirmou Ivone Soares. “Aprovamos o Acordo de Paz e Reconciliação nacional de Maputo conscientes de que não é o melhor Acordo que os moçambicanos poderiam ter, mas é o Acordo possível que neste momento temos. Aprovamos conscientes de que nos colocam em teste os pressuposto do Acordo de Paz e Reconciliação nacional de Maputo. Nos colocam em teste porque não somos cegos, temos consciências de que há problemas de fundo que ainda não foram resolvidos, não obstante termos rubricado o Acordo ao mais alto nível na pessoa do General, presidente Ossufo Momade e do Presidente da República. O recenseamento eleitoral que aconteceu foi uma autêntica fachada, uma farsa, que nos coloca dúvidas com relação as eleições que se avizinham”, alertou a chefe da bancada do partido Renamo da Assembleia da República. Ivone Soares disse ainda que ao contrário do que o Governo diz a implementação do Acordo de Paz e Reconciliação tem impacto orçamental e que a sua formação política tudo fará “para que os 60 milhões de dólares anunciados pela União Europeia para financiar o processo de DDR sejam usados para os fins que visam (...) esperamos que não haja corrupção nem desvio desse financiamento”. Entrevistada pelo @Verdade, se o seu discurso não estaria a pôr fim ao Acordo que só nesta quarta-feira (21) foi ratificado pela Assembleia da República, Ivone Soares justificou: “Nós não pretendemos matar o Acordo, e Acordo como tantos outros, e qualquer Acordo, é como o tango, dança-se a dois, não basta a vontade da Renamo se não houver respeito na letra por parte do Executivo. O Executivo deve garantir que tudo o que nós acordamos se implemente em 100 por cento, porque se implementar em 20 por cento e esperar que haja contentamento por parte da Renamo é uma falácia”. “Gostaríamos que se realizassem, pela primeira vez, eleições sem que nenhum partido político seja detentor de armas” O partido Frelimo, que tal como o partido Renamo, ratificou a Lei atinente ao Acordo de Paz e Reconciliação de Maputo manifestou, através da sua líder parlamentar, preocupação sobre “Junta Militar da Renamo”. “Os pronunciamentos de uma parte da ala militar da Renamo estão a semear de novo o receio e a insegurança de que uma vez mais a paz tão sonhada e tão esperada pode estar ameaçada”. Margarida Talapa lançou “um vigoroso apelo à liderança da Renamo e a toda a Renamo para que façam tudo o que esteja ao seu alcance para que com base no diálogo ultrapasse quaisquer diferenças no vosso seio”. “Gostaríamos que se realizassem, pela primeira vez, eleições Legislativas, Presidenciais e das Assembleias Provinciais sem que nenhum partido político seja detentor de armas”, concluiu a chefe da bancada do partido Frelimo no Parlamento.

MDM afirma que Acordo de Paz e Reconciliação “é pobre e sem pernas para andar”

A bancada parlamentar do MDM não votou favoravelmente à ratificação do Acordo de Paz e Reconciliação por considerar que “não passa de um teatro político para sair bem na fotografia durante a visita do Santo Padre e acto eleitoralista (...) este Acor
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MDM afirma que Acordo de Paz e Reconciliação “é pobre e sem pernas para andar”

A bancada parlamentar do MDM não votou favoravelmente à ratificação do Acordo de Paz e Reconciliação por considerar que “não passa de um teatro político para sair bem na fotografia durante a visita do Santo Padre e acto eleitoralista (...) este Acordo é podre, sem pernas para andar”. O Movimento Democrático de Moçambique impediu a ratificação consensual da Lei atinente ao Acordo de Paz e Reconciliação de Maputo abstendo-se nas votações na generalidade e especialidade durante a Sessão Extraordinária da Assembleia da República que teve lugar nesta quarta-feira (21) em Maputo. Na ausência do chefe da bancada parlamentar José de Sousa justificou o voto dos 14 deputados pois o segundo maior partido de oposição entende que “não estão criadas as condições para a paz efectiva, uma vez existirem fortes ameaças à paz como a auto-proclamada Junta Militar por isso esta Casa é mais uma vez chamada a desempenhar o seu papel e deixar de ser Casa para carimbar propostas mal concebidas”. “A paz definitiva só será uma realidade quando os Acordos deixarem de ser um monopólio de dois partidos, defendemos um verdadeiro diálogo nacional onde todas as forças vivas da sociedade e nacionais, e não apenas políticos, possam sentar a mesma mesa e conversas sobre as razões mais profundas que levam o nosso partido a viver mergulhado em conflito desde 1977. O MDM entende que a única forma de criar confiança e promover a verdadeira paz e reconciliação passa por uma refundação do Estado”, disse ainda o deputado. José de Sousa declarou que o “Acordo de Paz e Reconciliação de Maputo não passa de um teatro político para sair bem na fotografia durante a visita do Santo Padre e um acto eleitoralista” tendo prognosticado que “este Acordo é podre, sem pernas para andar”.

Combustíveis voltam a baixar, mas Governo está a “roubar” aos moçambicanos

Aproveitando a baixa do preço do barril de petróleo e a valorização do Metical o Governo voltou a reduzir os preços dos combustíveis líquidos em Moçambique, nesta quinta-feira (22) a gasolina reduz 0,87 por cento e o gasóleo 1,65 por cento. Porém o
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Combustíveis voltam a baixar, mas Governo está a “roubar” aos moçambicanos

Aproveitando a baixa do preço do barril de petróleo e a valorização do Metical o Governo voltou a reduzir os preços dos combustíveis líquidos em Moçambique, nesta quinta-feira (22) a gasolina reduz 0,87 por cento e o gasóleo 1,65 por cento. Porém o @Verdade apurou que o Executivo de Filipe Nyusi está a “roubar” aos moçambicanos pois está a poupar cerca de 87 milhões de dólares mensais na importação da gasolina e do gasóleo desde Março. O litro de gasolina passa a custar 66,49 Meticais, contra os anteriores 67,07, o litro do gasóleo reduz de 64,55 para 63,51 Meticais, o petróleo de iluminação baixa dos anteriores 49,08 para 48,44 Meticais, o gás de cozinha fica mais barato quase 2 Meticais por quilo, custa 63,26 Meticais. O gás natural comprimido, para viaturas, mantém-se nos 30,35 Meticais por litro. O director nacional de combustíveis e hidrocarbonetos no Ministérios dos Recursos Minerais e Energia, Moisés Paulino, justificou “a redução dos preços dos combustíveis e outros produtos petrolíferos surge na sequência da variação favorável no mercado internacional mas também da estabilidade da taxa de cambio interbancária nos últimos meses”. Depois da redução de Abril passado esta nova baixa seria uma boa notícia não fossem tão pequenas as reduções dos preços quando comparado com os milhões de dólares que o Governo de Filipe Nyusi está a poupar desde que o preço do barril de petróleo quedou-se para cerca de 60 dólares e a moeda nacional valorizou-se para aproximadamente 61 Meticais por dólar norte-americano. O @Verdade descobriu que quando em Novembro de 2018 o Executivo iniciou a redução dos preços dos combustíveis a factura mensal de importação da gasolina, por exemplo, rondava os 84 milhões de dólares norte-americanos no entanto em Abril, quando aconteceu a segunda redução nos preços para os moçambicanos, a factura mensal de importação foi de somente 14,5 milhões de dólares. Portanto a factura importação da gasolina baixou 83 por cento e o Governo tem poupado mais de 70 milhões de dólares mensais desde Março, no entanto para os moçambicanos o litro reduziu somente 2,4 por cento e agora 0,58 por cento. Já a factura de importação do gasóleo foi de 26 milhões de dólares em Novembro e em Abril o Executivo de Nyusi pagou apenas 16,9 milhões de dólares, apurou o @Verdade na Balança de Pagamentos compilada pelo Banco de Moçambique. Quer isso dizer que o custo do gasóleo baixou 65 por cento, uma poupança mensal na ordem de 17 milhões de dólares, que não foi reflectida no preço que os moçambicanos pagam pois o litro em Abril só reduziu 1,6 por cento e agora 1,04 por cento.

5ª feira fresca e céu pouco nublado em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quinta-feira (22) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de ocorrência de chuvas fraca
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5ª feira fresca e céu pouco nublado em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quinta-feira (22) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de ocorrência de chuvas fracas locais. Vento de sudoeste a sueste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de ocorrência de chuvas fracas locais ao longo da faixa costeira bem como nas terras altas do interior. Vento de sudoeste a sueste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu geralmente pouco nublado. Neblinas ou nevoeiros matinais locais. Vento de sueste a nordeste fraco a moderado. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 27 15 Xai-Xai 25 17 Inhambane 24 17 Vilankulo 25 17 Beira 25 18 Chimoio 21 13 Tete 25 17 Quelimane 25 16 Nampula 26 17 Pemba 28 19 Lichinga 21 09  

População de elefantes aumenta para 10.800 em Moçambique

Depois de quase uma década de matança ilegal que reduziu para cerca de 9 mil a população de elefantes em Moçambique os esforços das autoridades conseguiram estancar a carnificina e o número de paquidermes voltou a aumentar para 10.800 animais. A ca
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População de elefantes aumenta para 10.800 em Moçambique

Depois de quase uma década de matança ilegal que reduziu para cerca de 9 mil a população de elefantes em Moçambique os esforços das autoridades conseguiram estancar a carnificina e o número de paquidermes voltou a aumentar para 10.800 animais. A caça furtiva para alimentar os mercados asiáticos de marfim originou o declínio da população de elefantes no nosso país de 20 mil em 2010 para pouco mais de 10 mil em 2015. Um Censo realizado em 2016 em todo o continente africano revelou que a continuação da matança, particularmente na Reserva Nacional do Niassa, reduziu para 9.605 os elefantes em Moçambique. Os esforços do Governo de Filipe Nyusi conseguiram estancar a carnificina, em Junho passado o maior habitat de elefantes do nosso país assinalou 1 ano sem que nenhum animal tenha sido abatido por furtivos. Paralelamente decorreu, durante o ano de 2018, um novo Censo de elefantes no nosso país cujos resultados preliminares não só confirmam o controle da cça furtiva como indicam um ligeiro aumento para 10.800 paquidermes. Carlos Lopes Pereira, o director de Protecção e Fiscalização da Administração Nacional das Áreas de Conservação afirmou, durante uma reunião paralela a 18ª Conferência das Partes da CITES que decorre na Suíça, que “a população de elefantes está estável no país”.

Beira comemora 112 e “Emancipação Política”

Ainda com as feridas deixadas pelo Ciclone Idai por sarar a Cidade da Beira comemorou nesta terça-feira (20) o seu 112º aniversário. “O processo de reconstrução representa uma oportunidade de mudança para o planeamento e construção melhor de modo
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Beira comemora 112 e “Emancipação Política”

Ainda com as feridas deixadas pelo Ciclone Idai por sarar a Cidade da Beira comemorou nesta terça-feira (20) o seu 112º aniversário. “O processo de reconstrução representa uma oportunidade de mudança para o planeamento e construção melhor de modo a assegurar uma maior resiliência e adaptação as mudanças climáticas” disse o edil Daviz Simango que na efeméride celebrou a “Emancipação Política” da capital da Província de Sofala. “Comemorar a Emancipação Política, o aniversário da nossa Beira, me faz entender a força que unifica a nossa gente. Acredito que temos aqui uma missão a ser cumprida, a missão de construir no presente oportunidades para o futuro e lutar a cada dia para também deixarmos nosso legado de desenvolvimento social e econômico, além de dignidade para as futuras gerações”, afirmou o Simango discursando na Praça do Município que se engalanou para as festividades. Na óptica do presidente do Conselho Autárquico da segunda mais importante urbe moçambicana, e quiçá uma das primeiras a ser massacrada pelas Mudanças Climáticas, “o Ciclone IDAI foi um teste duro para nossa cidade e para cada um de nós, estabelecendo, com sua intensidade sem precedentes, abrindo desafios para novos padrões em termos de risco e vulnerabilidade.” “O processo de reconstrução representa uma oportunidade de mudança para o planeamento e construção melhor de modo a assegurar uma maior resiliência e adaptação as mudanças climáticas na Beira. No entanto neste processo, precisamos aumentar a conscientização sobre uma cultura de superação e adaptação em todos os níveis: "viver com os riscos naturais de uma forma segura e sustentável”, perspectivou Daviz Simango que aproveitou o evento para recordar que o Município precisa de dinheiro para materializar o Plano Director até 2035, aprovado muito antes da recente Calamidade Natural. Edificada sobre um pântano, na confluência dos rios Púnguè e Búzi, e abaixo da cota do nível do mar, a povoação foi fundada em 1887 e inicialmente denominada Chiveve, nome de um rio local, mas rebatizada em homenagem ao Príncipe da Beira, D. Luís Filipe, que, em 1907, foi o primeiro membro da família real portuguesa a visitar Moçambique. D. Luís Filipe foi portador do decreto real que concedia à Beira o estatuto de Cidade que, em 2017, albergava 592.090 habitantes.

“Baixada” de energia, desvio de água ou o “gato” de televisão passa a dar cadeia em ...

A “baixada” de energia eléctrica, o desvio de água potável ou o “gato” de televisão e internet foi criminalizado com a revisão do Código Penal em Moçambique com pena de prisão. Os legisladores incluíram na revisão do Código Penal entre o
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“Baixada” de energia, desvio de água ou o “gato” de televisão passa a dar cadeia em ...

A “baixada” de energia eléctrica, o desvio de água potável ou o “gato” de televisão e internet foi criminalizado com a revisão do Código Penal em Moçambique com pena de prisão. Os legisladores incluíram na revisão do Código Penal entre os crimes contra a propriedade o “Furto de fluidos”. O @Verdade apurou que: “Quem, por qualquer meio, subtrair, para consumo pessoal ou de terceiro, energia, água, sinal de telefone, rádio, televisão, internet, dados de voz, imagem, vídeo ou outros bens imateriais com valor económico, é punido com prisão até 2 anos.” O Código Penal revisto e aprovado em Julho pela Assembleia da República pune ainda “a tentativa” de qualquer um dos crimes acima mencionados.

Hidroeléctrica de Cahora Bassa aumentou lucros somente 10 por cento num ano que tarifa para ...

A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), embora tenha conseguido rever em 46,3 por cento a tarifa de venda de energia à Electricity Supply Commission of South Africa (Eskom), aumentou os seus lucros em apenas 10,2 por cento em 2018. Os 4 por cento cotados n
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Hidroeléctrica de Cahora Bassa aumentou lucros somente 10 por cento num ano que tarifa para ...

A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), embora tenha conseguido rever em 46,3 por cento a tarifa de venda de energia à Electricity Supply Commission of South Africa (Eskom), aumentou os seus lucros em apenas 10,2 por cento em 2018. Os 4 por cento cotados na Bolsa de Valores poderiam gerar dividendos de apenas 52 milhões de Meticais, a serem repartidos pelos 16.787 investidores. Ao cabo de 5 anos enfim a HCB conseguiu rever em alta a tarifa de venda de energia ao seu principal cliente a Eskom, desde 2013 a cobrar 35 cêntimos do dólar norte-americanos por quilowatt/hora(kWh) no ano passado o preço subiu para 51 cêntimos do dólar kWh, ainda assim muito abaixo dos 3,5 dólares pagos pela Electricidade de Moçambique (EDM). “Em 2018, mercê de uma negociação que ditou o aumento da tarifa praticada à Eskom em 46,3 por cento, a HCB obteve um acréscimo de receitas de 48,9 por cento, relativamente ao ano precedente, quando consideramos a moeda de facturação, o Rand sul-africano, tendo atingido uma cifra de 4,8 biliões de Rands. Por outro lado, a apreciação do Metical face ao Rand sul africano, resultou num crescimento da receita na moeda nacional na ordem de 43,4 por cento comparativamente a 2017, tendo-se cifrado em 22,3 biliões de Meticais, contra 15,6 biliões de Meticais verificados no ano anterior”, indica a empresa no seu Relatório e Contas a que o @Verdade teve acesso. A Hidroeléctrica de Cahora Bassa reporta, no documento analisado pelo @Verdade, que: “Os gastos de exploração tiveram um acréscimo de 52,8%. Para este aumento contribuíram (i) o aumento da taxa de Concessão paga ao Estado Moçambicano, como resultado do aumento tarifário na ordem dos 46,3%, sendo esta a componente principal do custo das vendas; (ii) os fornecimentos e serviços de terceiros, como resultado do aumento dos custos de trabalhos especializados e serviços de manutenção e reparação; e, (iii) o aumento na rubrica de Outros Gastos e Perdas Operacionais, por conta das Perdas por Imparidade de Contas a Receber, derivadas das Vendas de Energia à EDM, vencidas e não pagas”. O @Verdade revelou que para poder cotar 4 por cento do seu capital social na Bolsa de Valores de Moçambique a HCB emprestou 6,5 biliões de Meticais ao Estado que por sua vez repassou à EDM para saldar contas acumuladas há vários anos. No entanto o @Verdade apurou que a Electricidade de Moçambique não pagou todas as suas dívidas mas apenas 4,9 biliões de Meticais. Resultado Líquido da HCB passou de 4,2 biliões para 4,6 biliões Meticais A HCB indica ainda no Relatório que o @Verdade analisou que: “Os resultados financeiros do exercício foram negativos e cifraram-se em 978,6 milhões de Meticais, 61 por cento mais negativos do que o verificado em 2017 (608,0 milhões de Meticais negativos). Para este comportamento, contribuiu, essencialmente, a apreciação do Metical face às principais moedas (EUR, CAD e USD) e ainda, a reavaliação de saldos denominados em moeda estrangeira”. Paradoxalmente no ano de maior depreciação do Metical, em 2016, a Hidroeléctrica de Cahora Bassa obteve resultados financeiros positivos de 514,6 milhões de Meticais, após ter registados perdas nos anos de 2015 e de 2014. Com estes números, e apesar de vender à Eskom 68,9 por cento dos 13.659,13 GWh de energia que produziu em 2018, o Resultado Líquido da HCB cresceu em somente 10,2 por cento, passou de 4,2 biliões em 2017 para 4,6 biliões Meticais. Desse lucro o Conselho de Administração, dirigido por Pedro Couto, decidiu que 3,3 biliões Meticais ficariam como Resultados Transitados e 1,3 bilião de Meticais serão pagos em dividendos aos seus accionistas. Estranhamente as Demonstrações Financeiras de 2018 não indicam qual é a estrutura accionista da HCB que em 2017 era repartida em 92,5 por cento pelo Estado Moçambicano, através da Companhia Eléctrica do Vale do Zambeze (CEZA), uma Sociedade Anónima que tinha como único accionista a deficitária Electricidade de Moçambique, 7,5 por cento para a Hidroeléctrica de Cahora Bassa, SA, e 7,5 por cento para o Estado Português, através das Redes Energéticas Nacionais.

Continuação de tempo muito fresco, céu nublado e vento em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quarta-feira (21) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de ocorrência de chuvas fraca
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Continuação de tempo muito fresco, céu nublado e vento em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quarta-feira (21) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de ocorrência de chuvas fracas locais. Vento de sudoeste a sueste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado com períodos de muito nublado. Possibilidade de ocorrência de chuvas fracas locais. Vento de sudoeste a sueste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu muito nublado passando a pouco nublado. Possibilidade de ocorrência de chuvas fracas locais. Vento de sueste a leste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 24 18 Xai-Xai 24 17 Inhambane 25 18 Vilankulo 25 19 Beira 24 18 Chimoio 23 13 Tete 25 18 Quelimane 26 17 Nampula 27 16 Pemba 27 19 Lichinga 23 10  

SELO: Uma breve abordagem sobre Educação Alimentar IV, por Basílio Macaringue

Conforme a conferência Alma Ata, realizada em 1978 no Cazaquistão, na qual foi estabelecida como meta a saúde para todos até ao ano 2000, a alimentação e nutrição constituem direitos humanos fundamentais, consignados na Declaração Universal dos Dire
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SELO: Uma breve abordagem sobre Educação Alimentar IV, por Basílio Macaringue

Conforme a conferência Alma Ata, realizada em 1978 no Cazaquistão, na qual foi estabelecida como meta a saúde para todos até ao ano 2000, a alimentação e nutrição constituem direitos humanos fundamentais, consignados na Declaração Universal dos Direitos Humanos e são vistos como requisitos básicos para a promoção e proteção da saúde, possibilitando a afirmação plena do potencial de crescimento e desenvolvimento humano com qualidade de vida. Adicionalmente, já em 1988, foi realizada a segunda conferência internacional de promoção da saúde, na Austrália, onde se destacou como uma das áreas prioritárias para a promoção da saúde a alimentação e nutrição. Desde então a eliminação da fome, da má nutrição e dos agravos relacionados ao excesso de peso foram considerados como principais metas para a melhoria da qualidade de vida das pessoas. Não obstante, a desnutrição continua, até aos dias actuais, constituindo um dos principais problemas de saúde, sobretudo nos países em via de desenvolvimento, afectando sobremaneira crianças menores de cinco anos de idade, mulheres grávidas e latentes. Conforme foi mencionado no primeiro capítulo, a desnutrição é uma das doenças que mais causa mortes no mundo. Segundo a UNICEF é um problema chocante, tanto em escala quanto em gravidade, um cúmplice secreto da pobreza que impede o crescimento físico e mental de uma em cada três crianças nos países em via de desenvolvimento. Em Moçambique, segundo estudos realizados, em 1995 cerca de 41% das crianças sofriam de desnutrição, em 2003 o número aumentou para 48%, diminuindo em 2008 para 44% e no último estudo (2011) passou para 43% (OMS, 1995; MICS, 2008; IDS, 2011). Conforme foi referido no terceiro capítulo, a desnutrição consiste num estado patológico caracterizado pelo desequilíbrio nutricional que resulta da insuficiência ou deficiência na ingestão de alimentos, ingestão inadequada dos alimentos ou mesmo pela má absorção dos nutrientes. Nesse caso, quando os alimentos escasseiam ou quando a alimentação é desequilibrada, o indivíduo pode envelhecer precocemente, apresentar baixo desempenho intelectual e se tornar vulnerável a desenvolver uma série de doenças, podendo ainda desenvolver uma estatura física do seu organismo com dificuldades. Nesse caso, para manter o equilíbrio biológico é necessário fornecer ao organismo os alimentos não só em quantidades suficientes, como também em composição nutricional necessária. A literatura reconhece que as prácticas alimentares são determinadas pelas perceções que caracterizam os indivíduos no seu meio social, desde a dificuldade de acesso aos alimentos, a escolha e a forma de preparar, bem como a higiene alimentar e pessoal, incluindo as quantidades ingeridas e a variação ou não dos alimentos consumidos no dia-a-dia de cada um. Tradicionalmente o homem, na qualidade de chefe de família, goza de maior privilégio alimentar, sustentado na prioridade de ser o primeiro a ser servido ou a selecionar as partes da carne ou a quantidade que pretende consumir. Além disso, em muitos casos é atribuído o direito de passar a refeição sozinho, em detrimento dos demais que tradicionalmente partilham a refeição com mais de uma pessoa no mesmo prato. Este acontecimento está aliado à ideia de que o homem é quem deve crescer e é socialmente visto como quem deve decidir quando há problemas de carácter familiar. Em outros casos, a criança é vista como quem tem maior prioridade de crescimento, mas no concreto em nada ganha na distribuição dos alimentos, pois o chefe da família está sempre na melhor posição. Eis as causas principais da prevalência da desnutrição: introdução precoce de outros alimentos para recém-nascido (menos de seis meses); fraco controlo da saúde da mulher e da criança, o que leva à fraca capacidade de prevenção em diagnóstico precoce do problema; gravidez precoce e, por conseguinte, elevado número de crianças na família, o que engrandece o agregado familiar; hábito das comunidades produzirem mais para a venda do que para a sua própria alimentação; prevalência de tabus alimentares; maior incidência do HIV/SIDA; atribuição excessiva de privilégios ao homem na distribuição dos alimentos; o facto da mulher e a sua criança partirem muito cedo à machamba, onde ficam quase por todo o dia e sem merenda suficiente para suprir as necessidades energéticas diárias; fraco conhecimento sobre boas prácticas alimentares; fraca avaliação dos alimentos aliado à crença de que somente xima dá força em detrimento de outros alimentos de base (arroz, por exemplo); fraca capacidade produtiva e aquisitiva por parte de algumas famílias; e sensibilização deficiente das comunidades sobre os hábitos alimentares. Os factores fundamentais da prevalência da desnutrição tem sido a própria alimentação. Em algum momento a população não está habituada a variar os alimentos e muitas vezes acredita-se que comer xima e peixe seco é alimentar-se bem, mas também, em algum momento, a pobreza não permite ter uma alimentação adequada. Nesse contexto, as constatações obtidas a partir dos estudos já realizados sustentam que o problema da desnutrição não deve ser tratado como uma mera consequência da falta de alimentos, do consumo inadequado ou da inibição imposta pelos tabus, mas sim como um fenómeno multidimensional que envolve aspectos ligados aos papéis e estatutos sociais baseados na idade, no sexo, nas percepções, no contexto social, etc. Xxx  

Cabo Delgado, Manica e Niassa terão governadores substitutos durante 60 dias

O Presidente da República e do partido Frelimo, após ter concedido dispensa da função de Governador a Júlio Parruque, Manuel Rodrigues e Francisca Tomás, que são candidatos nas Eleições Provinciais de Outubro, designou nesta segunda-feira (19) os seu
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Cabo Delgado, Manica e Niassa terão governadores substitutos durante 60 dias

O Presidente da República e do partido Frelimo, após ter concedido dispensa da função de Governador a Júlio Parruque, Manuel Rodrigues e Francisca Tomás, que são candidatos nas Eleições Provinciais de Outubro, designou nesta segunda-feira (19) os seus substitutos durante os próximos 60 dias. Para substituir Júlio Parruque, cabeça da lista do partido Frelimo a Governador da Província de Maputo, o Chefe de Estado indigitou o actual vice-ministro da Educação Armindo Saúl Atelela Ngunga para governar a província de Cabo Delgado pelo período de 60 dias. Manuel Rodrigues, que é cabeça da lista do partido no poder para a Província de Nampula, será substituído no cargo de Governador da província de Manica, durante os próximos 2 meses, por Manuela Joaquim Rebelo, actual vice-ministra dos Transportes e Comunicações. A vice-Ministra da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional, Leda Hugo, vai substituir a Governadora da Província de Niassa, Francisca Domingos Tomás, que é cabeça da lista do partido dos “camaradas” a Governadora da Província de Manica.

Beatriz Buchili demanda lei da recuperação de activos para “mostrar que o crime não ...

Beatriz Buchili foi empossada nesta segunda-feira (19) para um segundo mandato de 5 anos pelo Presidente da República, com a confiança renovada a guardiã da legalidade em Moçambique declarou que “não se pode combater o crime organizado e transnacional
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Beatriz Buchili demanda lei da recuperação de activos para “mostrar que o crime não ...

Beatriz Buchili foi empossada nesta segunda-feira (19) para um segundo mandato de 5 anos pelo Presidente da República, com a confiança renovada a guardiã da legalidade em Moçambique declarou que “não se pode combater o crime organizado e transnacional sem um Serviço de Investigação Criminal (SERNIC) cientificamente preparado” e instou ao Governo a “dar meios humanos e materiais ao SERNIC”. Para a Procuradora-Geral da República (PGR) é ainda urgente a lei da recuperação de activos, “tem que se mostrar que o crime não compensa”. Após cumprir o mandato para o qual foi nomeada por Armando Guebuza, em 2014, a primeira mulher a dirigir o Ministério Público em Moçambique mereceu a confiança de Filipe Nyusi para prosseguir o combate, diga-se teatral, contra a corrupção no nosso país como são exemplos as detenções de algumas figuras de segunda linha da governação (Helena Taipo, Paulo Zucula, Ndambi Guebuza, Gregório Leão, António Carlos do Rosário, Francisco Mazoio) literalmente para moçambicano ver! Nenhum dos casos chamados “quentes” foi ainda a julgamento e aí os moçambicanos verão o que vale a sua representante legal, e do Estado. Aliás o maior caso de corrupção da nossa história, que entrou também para os anais da corrupção mundial, foi retalhado em arguidos que embora tenham, alegadamente, beneficiado de uma parte do dinheiro não são os Dirigentes Superiores do Estado e Titulares de Cargos Governativos que autorizaram os empréstimos de mais de 2 biliões de Dólares norte-americanos. Após a ser empossada Beatriz Buchili disse a jornalistas que “a implementação do SERNIC é fundamental, não se pode combater o crime organizado e transnacional sem um Serviço de Investigação Criminal cientificamente preparado. E aí tem a componente do Governo, que tem um grande papel de dar meios humanos e materiais ao SERNIC, e tem o legislativo, tem de fazer leis mais arrojadas para investigação. Eu entro satisfeita neste mandato primeiro porque, pelo menos ao nível da Assembleia já foi aprovado, o Código de Processo Penal, o Código Penal e Código de Execução de Pena e Medida Criminal,x eles tem mecanismos mais arrojados para investigação penal e vai nos dar mais espaço para melhor podermos investigar”. “Mas ainda há muitas leis que tem de ser aprovadas, a própria lei de restruturação do SERNIC, a lei da recuperação de activos, esta é fundamental. Sem a lei da recuperação de activos hoje nós não podemos combater o crime organizado e transnacional, tem que se mostrar que o crime não compensa, temos que ressarcir o Estado pelos danos causados”, declarou a PGR. Embora todos os crimes sejam prioritários Buchili destacou “que a nossa aposta em termos de capacitação dos magistrados e dos investigadores são os crimes organizado e transnacional como o branqueamento, o tráfico de drogas e o terrorismo, há novas manifestações criminais que temos que estar atentos, nós não somos uma ilhas, esses é que são os crimes prioritários para nós”. Criminalidade hoje em dia é tal dimensão que põe “em causa até a legitimidade da existência do próprio Estado” Já o Mais Alto Magistrado da Nação quer “um Ministério Público destemido, técnica e cientificamente competente e por isso com capacidade de contribuir para melhor controle da gestão da coisa pública, permitindo que os recursos financeiros do país sejam efectivamente usados na Saúde, Educação e produção nacional”. Discursando no único acto de posse que junta os poderes Judicial, Legislativo e Executivo, Filipe Nyusi reconheceu que em Moçambique “a criminalidade hoje em dia é tal dimensão que mina a capacidade dos Estado fazer face aos mais elementares de administração da coisa pública e prossecução do desenvolvimento e bem-estar social, pondo em causa até a legitimidade da existência do próprio Estado”. “Repito o que tenho estado a dizer ultimamente, a Procuradoria-Geral da República só pode brilhar se trabalhar em bloco e ser estrela do país, normalmente quando as pessoas são indivíduos nos separam, nós não queremos que esta casa fique separada, façam da Procuradoria-Geral da República uma equipa estrela e não de estrelas isoladas, essas sempre não triunfam”, afirmou Presidente da República reiterando o aviso que fez sexta-feira última e que tinha como destinatário as lideranças do Instituto Nacional de Estatística que se destacam diante do povo quando vieram a público denunciar os “fantasmas” recenseados na Província de Gaza. Paradoxalmente o processo eleitoral, principal fonte de discórdia e guerras em Moçambique, não mereceu nenhum palavra quer do Presidente assim como da PGR contudo durante o seu primeiro mandato revelou-se perspicaz em acolher as ilegalidades que aconteceram nos pleitos eleitorais de 2014 e de 2018, apesar das denuncias. Importa recordar que no curriculum de Beatriz Buchili consta um dos mais infames casos de violência pós eleitoral que culminou com a morte de 119 membros do partido Renamo na cadeia distrital de Montepuez no ano 2000, a actual guardiã da legalidade liderou o Ministério Público na Província de Cabo Delgado e foi incapaz de provar a responsabilidade dos agentes da polícia que causaram a tragédia, foram absolvidos por falta de provas.

Agiotagem pode dar até 5 anos de prisão em Moçambique

A actividade de agiotagem sem esteve criminalizada em Moçambique contudo sem uma pena de prisão clara, na recente revisão do Código Penal o legislador estabeleceu entre 1 a 5 anos de prisão a sua prática e determinou em 2 anos de prisão a punição par
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Agiotagem pode dar até 5 anos de prisão em Moçambique

A actividade de agiotagem sem esteve criminalizada em Moçambique contudo sem uma pena de prisão clara, na recente revisão do Código Penal o legislador estabeleceu entre 1 a 5 anos de prisão a sua prática e determinou em 2 anos de prisão a punição para quem cobrar dívidas por conta do agiota. A prática de concessão de empréstimos de dinheiro com cobrança de juros sem a necessária autorização do Banco de Moçambique tornou-se numa prática generalizada no nosso país tendo como uma das suas faces visíveis os raptos de empresários de ascendência asiática particularmente nos principais centros urbanos. Quiçá atentos ao fenómeno, os legisladores moçambicanos decidiram agravar as sanções pela sua prática, principalmente porque o Código Penal ainda em vigor embora puna a agiotagem com pena de prisão não identifica a moldura penal. “Quem, sem autorização da autoridade competente, se dedicar a concessão de empréstimos de dinheiro a terceiro, com carácter de habitualidade e com cobrança de juros, é punido com pena de prisão de 1 a 5 anos e multa até 1 ano”, passou a sancionar o Código Penal revisto no mês passado pela Assembleia da República. Passou também a ser punido, com pena de prisão até 2 anos e multa até 1 ano, “quem realizar cobranças de dívidas por conta do agiota."

Crise obriga a limites no “regabofe” de reparações, manutenções e apetrechos de ...

Há poucos meses da mudanças dos titulares de cargos governativos, mesmo que nas eleições de Outubro o vencedor seja o partido no poder desde 1975, o Executivo de Filipe Nyusi decidiu impor alguns limites e critérios objectivos “a observar na reparaçã
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Crise obriga a limites no “regabofe” de reparações, manutenções e apetrechos de ...

Há poucos meses da mudanças dos titulares de cargos governativos, mesmo que nas eleições de Outubro o vencedor seja o partido no poder desde 1975, o Executivo de Filipe Nyusi decidiu impor alguns limites e critérios objectivos “a observar na reparação, manutenção e apetrechamento de residências oficiais ou de funções”, com efeitos desde o início de 2018. As manutenções não podem exceder os 240 milhões de Meticais enquanto as reparações estão limitadas a um máximo de 1,2 bilião de Meticais. Os leitores mais atentos do @Verdade deverão recordar-se do saque que aconteceu em 2011 quando Eduardo Mulembwè, que deixara de ser presidente da Assembleia da República, teve de abandonar a casa oficial que habitava: o Gabinete de Assistência aos Antigos Presidentes da República e Atendimento dos Dirigentes Superiores do Estado comprou-lhe uma luxuosa mansão por 29 milhões de Meticais mas o “regabofe” foram os 2,6 milhões de Meticais que o povo teve de pagar por cortinas e ornamentação de uma das milhares de residências oficiais ou de funções dos denominados Dirigente Superior do Estado ou Titular de Cargo Governativo. A cada novo ciclo de governação novos Dirigente Superior do Estado ou Titular de Cargo Governativo são nomeados e os moçambicanos que vivem em casas de material precários têm de pagar, dentre várias regalias, pela da nova “habitação condigna” a preços que não obedeciam, até agora, a nenhum critério claro e transparente. No entanto, forçado pela descoberta das dívidas ilegais da Proindicus, EMATUM e MAM (parafraseando o Professor António Francisco “foram o melhor trambolhão que podia ter acontecido a Moçambique nos últimos anos”), o Governo foi obrigado a alguma “consolidação orçamental” e daí resultou o Diploma Ministerial 76/2019 que define os montantes e critérios “a observar na reparação, manutenção e apetrechamento de residências oficiais ou de funções”. Primeiro ficou definido que “A reparação de residências oficiais ou de funções é efectuada de 5 em 5 anos e não deve ultrapassar os limites” definidos. A reparação passa a depender “de autorização prévia das Unidades Intermédias ou de Supervisão do Subsistema do Património do Estado (...) após a avaliação do imóvel”, além disso ficou “vedada a realização de benfeitorias às residências oficiais ou de funções que impliquem a alteração ou acréscimo da estrutura original do imóvel”. “As despesas com o apetrechamento de residências oficiais ou de funções não podem exceder o valor de 1.000.000,00 Mt, e são efectuadas apenas uma vez a cada 5 anos, carecendo a substituição dos bens móveis de prévia avaliação do seu estado de conservação pela Unidades de Supervisão ou Intermédia do Subsistema do Património do Estado”, determina também o Diploma Ministerial rubricado pelos ministros Adriano Maleiane e João Machatine. Relativamente aos Dirigentes Superiores do Estado ou Titulares de Cargos Governativos e demais beneficiários do direito à habitação, “aos quais não tenha sido atribuída residência oficial ou de funções, por insuficiência de património do Estado, têm direito à uma compensação, de 5 em 5 anos, para despesas de reparação, manutenção e apetrechamento da residência própria”. Este Diploma Ministerial, publicado a 31 de Julho último mas que é aplicável desde 1 de Janeiro de 2018, definiu ainda que essa compensação será de 500 mil Meticais para Dirigentes Superiores do Estado ou Titulares de Cargos Governativos e de 150 mil Meticais para os demais beneficiários do direito à habitação por conta do Estado.

3ª feira fresca, de céu pouco nublado e vento com rajadas em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta terça-feira (20) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Neblinas ou nevoeiros locais. Vento de sudoes
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3ª feira fresca, de céu pouco nublado e vento com rajadas em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta terça-feira (20) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Neblinas ou nevoeiros locais. Vento de sudoeste a sueste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado localmente muito nublado. Neblina ou nevoeiros locais. Vento de sudoeste a sueste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado com períodos de muito nublado. Possibilidade de ocorrência de chuvas fracas locais. Vento de sueste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 27 17 Xai-Xai 25 18 Inhambane 25 18 Vilankulo 26 17 Beira 26 21 Chimoio 24 13 Tete 31 20 Quelimane 28 17 Nampula 28 18 Pemba 30 20 Lichinga 23 10  

Anatel nega intervenção iminente ou retirada de concessão da Oi

Responsável por regular o mercado de telefonia no Brasil, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgou nesta sexta-feira nota assinada pelo seu presidente, Leonardo Euler de Morais, negando a «possibilidade iminente de decretação de in
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Anatel nega intervenção iminente ou retirada de concessão da Oi

Responsável por regular o mercado de telefonia no Brasil, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgou nesta sexta-feira nota assinada pelo seu presidente, Leonardo Euler de Morais, negando a «possibilidade iminente de decretação de intervenção ou de aplicação de caducidade às concessões de telefonia fixa do Grupo Oi», reporta a Revista Valor Económico. «Uma solução de mercado definitiva é o cenário preferencial para a evolução positiva da situação do grupo, diante de sua aderência ao modelo regulatório vigente», destaca Morais no texto postado no site da agência. «Soluções de outra natureza são excepcionais e 'ultima ratio'[último recurso]. Dependem não apenas do atendimento das hipóteses previstas em lei, mas também de se mostrarem, ante a análise de conveniência e oportunidade, instrumentos hábeis a alcançar posição mais segura e favorável ao interesse público.» Na nota, Morais lembra que o acompanhamento especial - tanto da prestação de serviços de telecomunicações como da situação económico financeira - das empresas do Grupo Oi vem sendo feito pela Anatel desde 2014. Morais frisa ainda que o acompanhamento pressupõe, de todos os agentes envolvidos, alto grau de prudência e discrição no tratamento da matéria. «Eventuais manifestações, sem lastro factual, podem causar impactos sobre o mercado e externalidades negativas com efeitos deletérios sobre o custo de capital do setor», ressalta o presidente da Anatel. A nota faz referência à reportagem publicada na edição de «O Estado de S. Paulo», que informa sobre as possibilidades de intervenção da Anatel na Oi e de retirada da concessão da telefonia fixa. De acordo com o texto, a agência teria avisado autoridades do governo federal e duas reuniões já teria sido realizadas para discutir o assunto. O governo teria sido envolvido no debate diante do risco de que uma decisão mais dura tenha de ser tomada nos próximos meses. Uma das possibilidades, de acordo com a reportagem, era tirar da Oi a concessão que a permite oferecer telefonia fixa em todos os Estados do país, com exceção de São Paulo. Em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro afirmou não estar completamente a par do assunto, mas defendeu honrar os contratos. «Nós vamos honrar contratos. Temos que honrar contratos senão o governo perde a credibilidade», disse. «Peguei liminarmente o que está acontecendo, não tenho condições de emitir juízo de valor agora», completou Bolsonaro. A a Revista Valor Económico indica que quarta-feira, a Oi divulgou que o prejuízo do segundo trimestre foi 24% superior ao mesmo período de 2018. A receita líquida somou R$ 5,09 biliões, queda de 8,2%. Às 14h30, a acção ordinária da Oi registava queda de 10,08%, a R$ 1,07, e o papel preferencial mostrava queda de 11,64%, a R$ 1,29.

Acordo de Paz e Reconciliação ainda não foi ratificado e já começou a ser violado em ...

O Acordo de Paz e Reconciliação ainda nem sequer foi ratificado pela Assembleia da República e começaram já as denúncias a sua violação. “Em vários pontos do país registam-se actos de violência e intolerância política perpetrados por membros d
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Acordo de Paz e Reconciliação ainda não foi ratificado e já começou a ser violado em ...

O Acordo de Paz e Reconciliação ainda nem sequer foi ratificado pela Assembleia da República e começaram já as denúncias a sua violação. “Em vários pontos do país registam-se actos de violência e intolerância política perpetrados por membros do partido Frelimo, Polícia da República de Moçambique e vulgo Polícia Comunitária”, revelou o porta-voz do maior partido de oposição e um dos signatários do Acordo. Paralelamente a auto-proclamada “Junta Militar da Renamo” decidiu destituir Ossufo Momade de todos os seus cargos e patentes e elegeu o Major-General Mariano Nhungo como o novo líder do partido. Em conferencia de imprensa, na passada sexta-feira (16), o partido Renamo denunciou a remoção de bandeiras da formação política na Província de Inhambane, por ordens de líderes do Governo, “no dia 8 de Agosto, na calada da noite foram queimadas casas, incluindo duas motorizadas, duas bicicletas, celeiros e outros bens” pertencentes a membros do partido na Província de Tete”. José Manteigas revelou que ainda no dia 8 de Agosto agentes da polícia “violentaram e espancaram” membros do partido Renamo na Província da Zambézia e que na Província de Gaza outros membros e o candidato do partido a Governador “foram vítimas de sevícias infligidas por indivíduos que se faziam transportar em três viaturas com bandeiras do partido Frelimo”. De acordo com o porta-voz do partido Renamo “os moçambicanos começam a questionar a eficácia dos Acordos e o compromisso de boa fé, se antes das eleições há este tipo de comportamento o que acontecerá durante a campanha eleitoral e no dia de votação”. Entretanto o maior partido de oposição em Moçambique poderá também estar a violar o Acordo de Paz e Reconciliação pois um grupo de militares que se auto-intitula “Junta Militar da Renamo” elegeu, no sábado (17), o Major-General Mariano Nhungo como o novo líder da formação política durante um Conselho Extraordinário que realizou-se nas matas da Gorongosa, na Província de Sofala onde decidiu destituir Ossufo Momade de todos os seus cargos e patentes. Além disso, numa declaração distribuída à comunicação social, a “Junta Militar da Renamo” considerou que o Acordo rubricado a 6 de Agosto por Filipe Nyusi e Ossufo Momade foi fruto de um acto de traição e por isso decidiu declara-lo “nulo e sem efeito este acordo. Não vincula a Renamo. Foi assinado por quem não tinha autorização do Conselho Nacional da Renamo para assinar, como mandam os nossos Estatutos”. O Acordo de Paz e Reconciliação estipula que até a próxima quarta-feira (21) devem ser desmanteladas todas as bases e posições relacionadas com as hostilidades militares. Também para o dia 21 está agendado o início da sessão extraordinária da Assembleia da República e que tem como principal ponto de agenda a ratificação do novo Acordo rubricado por Nyusi e Momade. Com estes desenvolvimentos é muito provável que faltem consensos entre as bancadas parlamentares dos partidos Frelimo e Renamo para a aprovação da proposta de Lei atinente Acordo de Paz e Reconciliação de Maputo.

Criminalizada em Moçambique gravação áudio, vídeo ou de fotografia sem autorização

A gravação de palavras proferidas por alguém mas não destinadas ao público, a filmagem ou fotografia de um cidadão, contra a sua vontade, mesmo que tenha sido em evento público, passa a ser punida com prisão e multa em Moçambique, ao abrigo do Códig
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Criminalizada em Moçambique gravação áudio, vídeo ou de fotografia sem autorização

A gravação de palavras proferidas por alguém mas não destinadas ao público, a filmagem ou fotografia de um cidadão, contra a sua vontade, mesmo que tenha sido em evento público, passa a ser punida com prisão e multa em Moçambique, ao abrigo do Código Penal recentemente revisto pela Assembleia da República. “É punido com pena de prisão até 1 ano e multa correspondente, quem: gravar palavras proferidas por outra pessoa e não destinadas ao público, mesmo que lhe sejam dirigidas; utilizar ou permitir que se utilizem as gravações referidas, mesmo que licitamente produzidas” determina o Código Penal revisto por consenso das três bancadas parlamentares no passado dia 26 de Julho. É também sancionado com a mesma pena quem, contra a vontade “fotografar ou filmar outra pessoa, mesmo em evento em que tenha legitimamente participado; Ou utilizar ou permitir que se utilizem fotografias ou filmes referidos mesmo que licitamente obtidos”. O Código Penal revisto condiciona, no entanto, “o procedimento criminal depende de queixa do ofendido”.

“Samurais” falham título do Afrobasket mas Leia foi a melhor marcadora do Campeonato

As “Samurais” foram incapazes de vencer o Senegal, na meia-final que disputaram na sexta-feira (16), e acabaram o Campeonato Africano de basquetebol sénior feminino derrotadas pelo Mali, neste domingo (18), quedando-se no 4º lugar. Leia Dongue foi a mel
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“Samurais” falham título do Afrobasket mas Leia foi a melhor marcadora do Campeonato

As “Samurais” foram incapazes de vencer o Senegal, na meia-final que disputaram na sexta-feira (16), e acabaram o Campeonato Africano de basquetebol sénior feminino derrotadas pelo Mali, neste domingo (18), quedando-se no 4º lugar. Leia Dongue foi a melhor marcadora do Afrobasket e eleita para o cinco ideia da prova. Depois de uma fase de grupo acessível, de onde saltou os “oitavos”, e de um adversário fraco nos quartos-de-final a nossa selecção entrou para a quadra da novíssima arena de Dakar disposta a mostrar o valor do basquetebol moçambicano. Enfrentando a selecção anfitriã, onze vezes campeã africana e vice campeão a procura de reconquistar o título, as “Samurais” na sexta-feira (16) impuseram-se no 1º período por 8-16 pontos e literalmente silenciaram o hostil pavilhão no 2º período saindo para o intervalo com uma vantagem de 19-35 pontos. Mas o descanso não fez bem a Moçambique, ou fez muito bem ao Senegal, que começou a encurtar a diferença, enervou as moçambicanas e com uma afinada pontaria reduziu a desvantagem para 3 pontos antes do derradeiro período. As “Samurais” mostraram alguma serenidade no início do 4º período, dilataram a vantagem mas em 2 minutos as senegalesas empataram o jogo nos 48 pontos. A liderança do marcador alternou-se a cada novo ataque até Bintou Dienne disparar uma bomba. As moçambicanos já não tiveram forças para dar réplica e saíram derrotadas por 60-57 pontos. Falando a jornalistas após a derrota Tamara Seda disse: “A equipa que vence é a equipa que faz comete menos erros, e o Senegal fez isso, infelizmente os nossos lançamentos não caíram e cometemos muitos erros defensivamente. Mas quero deixar claro que viemos para aqui competir desde o primeiro dia até hoje, deixamos esta arena com a cabeça erguida e amanhã também teremos um jogo difícil”. “Tivemos um mau jogo” Tamara Seda O objectivo assumido pelas “Samurais” era enfim conquistar o título africano por isso terão entrado algo frustradas para a partida deste domingo diante do Mali, mesmo adversário em partida para o último lugar do pódio do Afrobasket de 2017, um jogo sofrido que demorou a começar devido a necessidade das malianas trocarem de equipamentos. Começaram a perder o jogo de disputa do 3º lugar, viram o Mali chegar aos 0-7 antes de Leia encestar pela primeira vez para Moçambique. As malianas aceleraram o ritmo e venceram o 1º período por 8-19 pontos. O Mali fez 8-24 pontos até que Delma Zita deu o tom para as “Samurais” darem luta tendo reduzido a desvantagem para 25-33 pontos ao intervalo. Anabela Cossa abriu o 3º período com uma bomba, Amélia Macamo roubou a bola e reduziu a desvantagem para 3 pontos e Tamara Seda, da linha de lançamentos livres, colocou o resultado em 32-33 pontos. Anabela tentou outro triplo mas a bomba não caiu, as malianas encestaram e Amélia respondeu com 2 pontos porém, a falta que ganhou, não conseguiu empatar o jogo. O Mali acelerou novamente o seu ritmo e distanciou em 11 pontos. Com mais experiência e melhor banco as malianas geriram a vantagem no derradeiro período enquanto as “Samurais” não encontraram forças para lutar mais e perderam por 54-66 pontos. “Não estamos frustradas, tivemos um mau jogo, jogamos cansadas desde o início”, resumiu Tamara Seda a jornalistas no final da partida que classificou Moçambique no 4º lugar deste Campeonato que foi reconquistado pela Nigéria, venceu o Senegal por 60-55 pontos. Com 79 pontos, uma média de 15 por jogo, Leia Dongue continua a ser a melhor basquetebolista moçambicana e foi eleita como uma das cinco melhores do torneio. Tamara Seda foi a melhor ressaltadora do Campeonato.

Nyusi avisa ao Instituto Nacional de Estatística “hão-de ser tirados como capim comprido”

Durante a inauguração das novas instalações do Ministério da Economia e Finanças o Presidente da República fez duras críticas ao Instituto Nacional de Estatística (INE), “não é possível haver estatísticas da sede do Ministério e estatísticas
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Nyusi avisa ao Instituto Nacional de Estatística “hão-de ser tirados como capim comprido”

Durante a inauguração das novas instalações do Ministério da Economia e Finanças o Presidente da República fez duras críticas ao Instituto Nacional de Estatística (INE), “não é possível haver estatísticas da sede do Ministério e estatísticas do Instituto Nacional diferentes”. Embora não tenha aludido aos dados do censo da Província de Gaza que mostraram a fraude eleitoral que está a ser preparada desde o recenseamento, Filipe Nyusi avisou “hão-de ser tirados como capim comprido, que está a crescer sozinho”. O presidente do INE assim como quadros da instituição “gazetaram” ao evento onde todas as instituições tuteladas da Economia e Finanças estiveram representadas. Nyusi que conseguiu superar-se nos seus já habituais atrasos, a inauguração estava agendada para as 9 horas mas o Chefe de Estado só chegou ao local que dista poucos quilómetros da sua residência e local de trabalho cerca das 10h30, após visitar os edifícios de 19 andar, com cinco caves, e que representam mais 4,7 biliões de Meticais em dívida pública, começou por fazer uma chamada como se fosse um professor primário. Após os responsáveis de várias instituições tuteladas, de nível central e provincial, levantarem-se e terem-se apresentado Nyusi asseverou “não vi onze, não falta alguma coisa? Estatística não é vosso, não faz parte dos onze? Não vi, quem é de Estatística? Quem é de Estatística?”. “O presidente Rosário Fernandes ligou-me de manhã a pedir dispensa para o Consultivo, o Coordenador, mas aqui não tenho informação”, tentou justificar o ministro Adriano Maleine, visivelmente embaraçado. O Presidente retorquiu “está bom” e iniciou o seu discurso enaltecendo o trabalho do Ministério que apesar da falta de ajuda dos Parceiros de Cooperação garantiu o funcionamento do país desde 2016, sem no entanto mencionar que o Pelouro está no epicentro da dívidas ilegais que precipitaram Moçambique para a crise económica e financeira. O antigo titular é arguido, a ex-vice deveria ser arguida e o actual ministro é acusado nos Estados Unidos da América de ser parte da conspiração. Após a retórica, e falando de improviso, Nyusi apelou a “maior coordenação entre os sectores tutelados pela Economia e Finanças. Não está muito bem o ambiente de coordenação, há muita gente que pensa que é autónoma, não. Muitos sectores estão em cima do Ministério de Economia e Finanças por uma questão estratégica, para gerir, para acompanhar, porque vocês estão debaixo do suor do povo, do património neste caso”. “Vocês tem que ter uma coordenação inter e intra sectorial dentro de vocês próprios, em cada sector, mas também entre sectores. Quando há desfasamento significa que é uma orquestra mal tocada, são muitas pessoas a tocar mas quando toca cada pessoa tudo soa bem e não cria ruído nós quando escutamos. Agora orquestras mal tocadas não podem acontecer aqui, não podem existir instituições que não trabalham em equipe, dentro da própria instituição não há equipe, ou então não há harmonização”, disse o Chefe de Estado. “Não provoquem problemas, coordenem antes, vejam antes, monitorizem os números” Sem se referir ao recenseamento eleitoral que inscreveu mais de 300 mil eleitores do que aqueles o INE afirmou perentoriamente existirem na Província de Gaza, o Presidente da República que também é candidato do partido Frelimo e está em campanha eleitoral declarou: “Não é possível haver estatísticas da sede do Ministério e estatísticas do Instituto Nacional diferentes, não é possível, significa que não há trabalho. E nós nem queremos estrelas aqui, nós queremos o Ministério estrela, não queremos sectores estrelas individualmente, queremos um Ministério que é estrela, estrela maior é o povo então para isso é preciso a orquestra jogar. Falem antes de nos dizer aquilo que é, não é cada um dizer o que quer, o que pensa, e dizer que sabe mais, não há quem sabe mais, quem sabe mais é o dono que é o patrão que é o povo”. “Quando não há coordenação vão baralhar o trabalho e depois nós ficamos sem saber afinal qual é a função de cada um, é de resolver problemas ou de provocar problemas. Não provoquem problemas, coordenem antes, vejam antes, monitorizem os números. O vosso ministro antes de tomar alguma decisão até partilha, estou a pensar fazer assim Presidente o que acha? O vosso Banco Central para poder tomar decisões vem, estamos a pensar a inflação, não há nenhum problema, é uma unidade que facilita o trabalho e é assim que temos de trabalhar nós todos”, exemplificou Nyusi. “Capim que cresce mais sozinho é fácil o dono quando chega esse tira com mão” Filipe Nyusi, Presidente de Moçambique ou presidente do partido Frelimo, avisou: “Por que se você quer ser estrela não há-de ser uma estrela só, o meu pai dizia uma coisa, que lhe tenha o Deus lá, de que numa machamba o capim que cresce mais sozinho é fácil o dono quando chega esse tira com mão, agora aqueles que estão juntos não consegue tirar tudo porque não viu, hão-de ser tirados como capim comprido, que está a crescer sozinho. Se todo o capim está no mesmo nível, sozinho você cresceu como? E nós queremos crescer juntos, é isso que ajuda a instituição, e uma instituição como as Finanças não é brincadeira, pode desestabilizar o país quando não está junta a instituição”. “Nós não podemos estar aqui a tentar contrariar, depois torna-se ridículo, as populações lá sabem bem as coisas que são. Quando diz que Monapo tem hospital, você não pode dizer que Monapo não tem hospital porque o povo está a ver que tem hospital lá, não sei está a falar o quê. Quando diz que Mapai vai ter agora um banco, sim sabem que vai ter banco, você é que não chegou até lá, então não pode tentar fazer um esforço para contraria aquilo que a natureza ou o tempo está a dizer, o problema é ser um risco de descredibilizar-se depois o trabalho seu não tem valor nenhum, vai ficar estrela, há-de sempre haver alguém que vai dizer que aquele é boa pessoa, aquele era inteligente, mas você é estrela que não ilumina ninguém. Quero o Ministério de Economia e Finanças estrela”, concluiu Nyusi. O Instituto Nacional de Estatística, corroborando as constatações das Organizações da Sociedade Civil que observaram o Recenseamento Eleitoral, tornou público ter informado ao Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) e à Comissão Nacional de Eleições (CNE), em tempo oportuno, que a população em idade eleitoral na Província de Gaza não podia ser superior a 836.581 cidadãos, menos 329.430 pessoas do que os 1.166.011 recenseados no Círculo Eleitoral onde o partido Frelimo obtém “vitórias retumbantes”.

2º feira céu limpo e algum calor em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta segunda-feira (19) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de chuviscos ao longo da faix
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2º feira céu limpo e algum calor em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta segunda-feira (19) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de chuviscos ao longo da faixa costeira. Possibilidade de neblinas ou nevoeiro local. Vento de sueste a sudoeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado a muito nublado em Zambézia e parte sul da província de Tete, onde há possibilidade de chuviscos ou chuvas fracas. Ocorrência de neblinas ou nevoeiro local. Vento de sueste a sudoeste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado a limpo, passando a muito nublado no final do dia. Ocorrência de neblinas ou nevoeiro local. Vento de nordeste a noroeste fraco a moderado, rodando a sueste no final do dia, soprando com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 32 18 Xai-Xai 29 20 Inhambane 26 21 Vilankulo 27 18 Beira 27 18 Chimoio 26 12 Tete 31 19 Quelimane 28 17 Nampula 28 17 Pemba 30 20 Lichinga 24 11  

Domingo fresco, céu pouco nublado e vento em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este domingo (18) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu geralmente pouco nublado. Possibilidade de neblinas ou nevoeiro local. Vento de sueste fra
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Domingo fresco, céu pouco nublado e vento em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este domingo (18) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu geralmente pouco nublado. Possibilidade de neblinas ou nevoeiro local. Vento de sueste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado temporariamente nublado. Possibilidade de chuvas fracas ou chuviscos na faixa costeira. Neblinas ou nevoeiro local. Vento de sueste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado com períodos de nublado. Possibilidade de chuvas fracas ou chuviscos locais. Vento de sueste a leste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 25 14 Xai-Xai 25 13 Inhambane 26 17 Vilankulo 26 16 Beira 26 17 Chimoio 23 13 Tete 30 19 Quelimane 27 15 Nampula 28 19 Pemba 30 20 Lichinga 23 11  

Sábado fresco, de céu nublado e vento com rajadas em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este sábado (17) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula cCéu pouco nublado localmente muito nublado. Chuvas fracas ou chuviscos dispersos principalmen
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Sábado fresco, de céu nublado e vento com rajadas em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este sábado (17) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula cCéu pouco nublado localmente muito nublado. Chuvas fracas ou chuviscos dispersos principalmente na faixa costeira. Vento de sueste a leste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado temporariamente nublado. Neblina e nevoeiro matinais locais. Vento de nordeste a sueste, fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado com períodos de muito nublado em Maputo e sul de Gaza, onde há possibilidade de chuvas fracas ou chuviscos. Neblinas e nevoeiros matinais locais. Vento de nordeste a sueste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 27 16 Xai-Xai 25 15 Inhambane 28 18 Vilankulo 27 18 Beira 26 18 Chimoio 27 14 Tete 32 19 Quelimane 29 19 Nampula 29 18 Pemba 30 19 Lichinga 23 12    

Moçambique “treinou” com Egipto para meia-final onde enfrenta o Senegal

Moçambique suplantou o Egipto, nesta quinta-feira (15), em partida dos quartos-de-final do Campeonato Africano de basquetebol sénior feminino que decorre no Senegal. As “Samurais”, que se deram ao luxo de descansar a triplista Anabela Cossa, precisam d
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Moçambique “treinou” com Egipto para meia-final onde enfrenta o Senegal

Moçambique suplantou o Egipto, nesta quinta-feira (15), em partida dos quartos-de-final do Campeonato Africano de basquetebol sénior feminino que decorre no Senegal. As “Samurais”, que se deram ao luxo de descansar a triplista Anabela Cossa, precisam de vencer as anfitriãs para chegarem a final e disputarem o inédito título do Afrobasket. Após um dia de descanso e dois jogos acessíveis no Grupo D a nossa selecção entrou confiante que não seria difícil ultrapassar as egípcias que até abriram o placar. Ingvild Mucauro fez a cambalhota no marcador mas o Egipto deu luta e empatou a 5 pontos. As moçambicanas aceleram o ritmo da partida e construíram uma vantagem de 26-9 pontos. O seleccionador espanhol Julian Martinez poupou Anabela Cossa, já a pensar nos próximas duas partidas, a selecção diminuiu o ritmo e viram o Egipto reduzir a desvantagem para 28-19 pontos. Gerindo a vantagem as “Samurais” foram para o intervalo a vencer 37-28 pontos. Ingvild abriu as hostilidade no 3º período mas as egípcias não se davam por derrotadas e voltaram a encurtar a desvantagem para 53-42 pontos. Tamara Seda, Ingvild Mucauro e Leia Dongue decidiram acelerar o ritmo e a nossa selecção voltou a distanciar-se no marcador abrindo uma vantagem de 19 pontos. Soraya Degheidy carregava a sua selecção às costas tentando encurtar novamente o placar mas as “Samurais” não deram chances e garantiram a presença na meia-final com um contundente 80-66 pontos. Na noite desta sexta-feira (16) o Afrobasket começa à sério para Moçambique que enfrenta a selecção da casa, que nos “quartos” as senegalesas eliminaram Angola por 88-54 pontos, e procuram recuperar o título perdido em 2017 para a Nigéria. As nigerianas e o Mali disputam a outra semi-final. As “Samurais”, que já foram finalistas vencidas em 1986, 2003 e em 2013, mesmo sem a preparação adequada, afinal o Governo de Filipe Nyusi dá primazia ao inglório futebol, estão em Dakar para desta vez conquistarem o africano.

Comandante-Geral da PRM implora a Nyusi “um distrito um comando da polícia, um distrito uma ...

O Comandante-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM) implorou nesta quinta-feira (15) ao Presidente Filipe Nyusi “um dia o Governo (deve) pensar num distrito um comando da polícia, um distrito uma residência do comandante distrital”. Bernar
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Comandante-Geral da PRM implora a Nyusi “um distrito um comando da polícia, um distrito uma ...

O Comandante-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM) implorou nesta quinta-feira (15) ao Presidente Filipe Nyusi “um dia o Governo (deve) pensar num distrito um comando da polícia, um distrito uma residência do comandante distrital”. Bernardino Rafael revelou que apenas 19 por cento das 351 infra-estruturas usadas pela corporação são efectivamente da PRM. Em jeito de resposta, o representante do Governo, admitiu que apenas 17 infra-estruturas policiais forma construídas desde 2015 no entanto indicou como prioridade a afixação do Juramento do polícia em todas as unidades policiais, o ministro Jaime Basílio Monteiro destacou como grande realização a mudança do uniforme cinzento para azul, “trouxe uma imagem de imponência, contribuindo para o garbo e aprumo dos agentes”. As mais altas patentes da PRM estão reunidas na Cidade de Maputo no discurso que marcou a abertura solene do XIX Conselho da corporação o Comandante-Geral, após fazer um balanço da dos crimes esclarecidos no 1º semestre e voltado a manifestar preocupação com o facto dos acidentes de viação terem-se tornado na principal causa de mortes em Moçambique, elencou os desafios imediatos. “Somos desafiados para podermos garantir as eleições de 15 de Outubro de 2019, para que mesmo no processo de campanha eleitoral que vai começar as 00 horas do dia 31 de Agosto para 1 de Setembro ninguém perturbe a segurança pública, e se alguém se atreve encontrará resposta de acordo com a gravidade da sua infracção. Fomos desafiados para o transporte do material dos locais onde funcionam as sedes distritais de comissões do STAE para os postos de votação, que no regresso do material não haja perturbação e não haja o desaparecimento de nenhuma urna”, declarou Bernardino Rafael. Diante dos responsáveis pelas várias unidades e sub-unidades da PRM Rafael pediu mais paciência aos seus agentes no que diz respeito a melhoria das condições salariais e de trabalho, “desafiar-nos também a tentarmos, cada vez mais que o Governo nos coloca os recursos financeiros, a nos estruturar em termos de promoções, progressões, carreira, é um processo iniciado e sempre apelamos aos colegas com paciência, esperem que o momento chegará. Custa iniciar, quando pingar alguma coisa em termos de recursos financeiros é para vós, irá chegar com paciência”. Prioridade do Governo é afixar o Juramento do polícia “em todas as unidades e sub-unidades da Polícia" Aproveitando a presença do ministro do Interior o Comandante-Geral da Polícia desabafou: “é um facto não estamos bem em infra-estruturas, temos problemas. Nas poucas infra-estruturas que nós temos as que pertencem a polícia constituem 19 por cento, o resto são as instalações que nós usamos dos Caminhos de Ferro, Electricidade de Moçambique, casas emprestadas”. Bernardino Rafael, recordando-se das iniciativas do Presidente Filipe Nyusi de colocar um banco em cada um dos 157 distritos do país, e mais recentemente um hospital, implorou: “um dia o Governo (deve) pensar, um distrito um comando da polícia, um distrito uma residência do comandante distrital. Porque todas as instituições podem mudar de nome, mas a polícia não vai mudar nunca, então queremos, no contacto com o Governo, para nos contemplar neste ambiciosos projectos para que nós também tenhamos infra-estruturas que dignifiquem a nossa instituição”. O @Verdade descobriu que para cobrir os 799.380 quilómetros quadrados de área do nosso país existem apenas 351 infra-estruturas que albergam cerca de 30 mil agentes das diversas unidades e sub-unidades da PRM. O Plano Quinquenal não estabeleceu metas específicas para infra-estruturas policiais, porém o Ministro do Interior destacou “a edificação de raiz e o apetrechamento de infra-estruturas e a reabilitação de 15 outras em todo o território nacional”, desde 2015. O @Verdade apurou que enquanto o Governo de Nyusi está a gastar cerca de 50 milhões de Meticais para construir uma única agência bancária num distrito a edificação de um Comando distrital da polícia custou cerca de um terço, entre 10 a 15 milhões de Meticais. Jaime Basílio Monteiro assinalou como uma das grandes realizações do quinquénio a terminar “a introdução do novo uniforme, que trouxe uma imagem de imponência, contribuindo para o garbo e aprumo dos agentes da polícia” e determinou que a prioridade é afixar o Juramento do polícia “em lugares de destaque em todas as unidades e sub-unidades da Polícia da República de Moçambique”.

Camião despista-se e danifica rede de água em Beleluane

Um aparatoso acidente de viação danificou, recentemente, um troço de 15 metros da conduta de 400 milímetros da empresa Águas da Região de Maputo (AdeM), afectando o abastecimento normal de água ao Parque Industrial de Beleluane, no distrito de Boane,
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Camião despista-se e danifica rede de água em Beleluane

Um aparatoso acidente de viação danificou, recentemente, um troço de 15 metros da conduta de 400 milímetros da empresa Águas da Região de Maputo (AdeM), afectando o abastecimento normal de água ao Parque Industrial de Beleluane, no distrito de Boane, e aos bairros circunvizinhos de Djuba e Jonasse, na vila autárquica de Boane, província de Maputo. Presume-se que o incidente tenha ocorrido quando o camião, que transportava areia, perdeu os freios, na zona baixa do Bairro Jonasse, próximo ao Instituto Armando Emílio Guebuza, deslizando em direcção ao local onde decorrem as obras da AdeM, visando o incremento e fornecimento ininterrupto de água. Com esta empreitada, a AdeM espera beneficiar a 35 empresas que operam no Parque Industrial de Beleluane, passando dos actuais 500 para 1.500 metros cúbicos de água por dia, abrangendo igualmente as comunidades de Jonasse e Djuba, na Vila autárquica de Boane, na província de Maputo. A propósito do incidente, Roberto Tchale, gestor do Departamento Técnico da Área Operacional da Matola da AdeM, explicou que os dados preliminares indicam que os prejuízos materiais e financeiros são avultados, bem como prejuízos decorrentes do atraso da conclusão das referidas obras. Entretanto, conforme garantiu, Roberto Tchale, o empreiteiro da obra reforçou a equipa técnica de forma a garantir maior celeridade dos trabalhos de reposição desta conduta vital para o pleno funcionamento das fábricas do Parque Industrial de Beleluane, bem como, para o consumo das famílias dos bairros circunvizinhos. Importa realçar que o projecto de melhoria no abastecimento de água ao Parque Industrial de Beleluane, incluindo as comunidades circunvizinhas, reveste-se de capital importância, uma vez que anteriormente as restrições comprometiam as actividades da indústria, devido à falta da água bruta ou potável para o consumo. Com o incremento, as empresas já estabelecidas poderão aumentar a sua produção e colocar o parque na posição de atrair mais investimentos.

Quinquagenário acusado de violar sexualmente enteada em Sofala

Um cidadão na casa dos cinquenta anos de idade está detido no Comando da polícia no Distrito do Dondo, na Província de Sofala, acusado de violar sexualmente, e de forma recorrente, a sua enteada de 13 anos de idade. “Me acompanhava para a escola, fal
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Quinquagenário acusado de violar sexualmente enteada em Sofala

Um cidadão na casa dos cinquenta anos de idade está detido no Comando da polícia no Distrito do Dondo, na Província de Sofala, acusado de violar sexualmente, e de forma recorrente, a sua enteada de 13 anos de idade. “Me acompanhava para a escola, falava que eu é que te criei e quero andar também com você. Eu falava papá eu sou criança, não tenho idade para isso, dizia se você negar eu vou te matar. Me levava para o capim e fazia o que fazia depois falava vamos. Em casa era só mamã sair e ele ficava a agredir-me de novo em casa”, relatou a jornalistas a menina seviciada. O crime, que aparentemente era também do conhecimento da mãe da menor, foi denunciado as autoridades policiais pelo professor da adolescente que notando sucessivas ausências dirigiu-se à residência para saber os motivos tendo descoberto o crime que, ao que foi possível apurar, aconteceu mais do que uma vez. O quinquagenário nega os crimes de que é acusado.

Mais uma semana de sangue nas estradas de Moçambique

Na semana passada pelo menos 22 pessoas morreram em acidentes de viação registados em Moçambique, 37 cidadãos contraíram ferimentos graves e ligeiros. Os óbitos aconteceram em 27 sinistros, 12 atropelamentos e sete despistes seguidos de capotamentos
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Mais uma semana de sangue nas estradas de Moçambique

Na semana passada pelo menos 22 pessoas morreram em acidentes de viação registados em Moçambique, 37 cidadãos contraíram ferimentos graves e ligeiros. Os óbitos aconteceram em 27 sinistros, 12 atropelamentos e sete despistes seguidos de capotamentos, registados pela Polícia da República de Moçambique (PRM) entre os dias 3 e 9 de Agosto. A velocidade excessiva, a condução sob efeito de álcool e a má travessia de peões continuam a ser as principais razões dos acidentes de viação que se tornaram, este ano, na principal causa de mortalidade em Moçambique. Por diversas infracções ao código de estrada a PRM indica, em comunicado de imprensa, ter apreendido 640 viaturas, 188 cartas de condução e 80 livretes. Dez automobilistas foram detidos por condução ilegal e 13 por tentativa de corromperem os agentes da PRM.

Ministro da Economia e Finanças de Moçambique faz balanço positivo do quinquénio marcado ...

“Tramado” pelas dívidas ilegais que empurraram o Moçambique para uma crise económica e financeira sem precedentes Adriano Maleiane fez um balanço positivo do quinquénio em que dirigiu a Economia e as Finanças de Moçambique: “O Produto Interno Bru
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Ministro da Economia e Finanças de Moçambique faz balanço positivo do quinquénio marcado ...

“Tramado” pelas dívidas ilegais que empurraram o Moçambique para uma crise económica e financeira sem precedentes Adriano Maleiane fez um balanço positivo do quinquénio em que dirigiu a Economia e as Finanças de Moçambique: “O Produto Interno Bruto (PIB) registou um crescimento médio anual em torno de 4,4 por cento” disse nesta quinta-feira (15) não indicando que a meta do Plano Quinquenal do Governo era atingir 7 a 8 por cento de PIB, tal como no último mandato de Armando Guebuza. Discursando na abertura do II Conselho Coordenado do ministério que dirige, Maleiane não admitiu que o “ambiente deveras difícil” vivido no quinquénio que está a findar deveu-se as dívidas ilegais assinadas pelo ser antecessor que empurraram o país para a crise económica e financeira em 2016. “Ao nível externo, a conjuntura macroeconómica global foi caracterizada pelo abrandamento do crescimento económico, afectando, por isso, o fluxo de fundos quer ao nível da ajuda oficial ao desenvolvimento, quer ao nível do Investimento Directo Estrangeiro”. “No quadro da implementação do Programa Quinquenal do Governo, mesmo no contexto difícil, logramos como desempenho global, no período 2015 – 2018 o seguinte: O Produto Interno Bruto registou um crescimento médio anual em torno de 4,4 por cento, reflectindo uma crescente diversificação de economia”, declarou Adriano Maleiane não indicando que a meta era manter a taxa média de crescimento do PIB de 7 por cento. O ministro assinalou “A inflação média anual atingiu 10,6 por cento”, a meta do Programa Quinquenal do Governo de Filipe Nyusi era ficar abaixo dos dois dígitos, a média do quinquénio anterior fora de 2,56 por cento. O titular da Economia e Finanças indicou que o “volume das exportações de bens alcançou cerca de 15,3 biliões de dólares norte-americanos e as importações cerca de 22,1 biliões de dólares norte-americanos”. Contudo o @Verdade apurou que entre 2010 e 2014 o volume das exportações de bens foi de 17,3 biliões de dólares enquanto as importações cifraram-se em 33,2 biliões de dólares norte-americanos. O ministro Maleiane concluiu a sua intervenção vangloriando-se da redução do défice orçamental “passou de 9,7 por cento do PIB, em 2016, para uma previsão de 8,9 por cento do PIB, em 2019, o que representa uma redução de 0,8 pontos percentuais”. A verdade é que em termos nominais o défice orçamental aumentou, em 2015 foi de 55,7 biliões de Meticais em para este ano o Governo previu que o défice chegará aos 93 biliões de Meticais.

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