Mozambique



Governo anula adjudicação do Hotel Santa Carolina por incumprimento de investimentos, ...

Por incumprimento de investimentos turísticos acordados em 2006 o Governo decidiu anular a Escritura Pública que “adjudica 100 por cento do património do Hotel Santa Carolina a favor da Echo Delta Holding Limited”. Em entrevista ao @Verdade o ministro
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Governo anula adjudicação do Hotel Santa Carolina por incumprimento de investimentos, ...

Por incumprimento de investimentos turísticos acordados em 2006 o Governo decidiu anular a Escritura Pública que “adjudica 100 por cento do património do Hotel Santa Carolina a favor da Echo Delta Holding Limited”. Em entrevista ao @Verdade o ministro da Cultura e Turismo, Silva Dunduro, avisou que “haverá mais anulações porque existe muita terra ociosa que foi entregue a gente que não está a fazer absolutamente nada”. Quem conhece as suas areias brancas e imaculadas, a água cristalina que deixa ver os seus belíssimos corais confirma que o apelido de ilha do paraíso, que remonta aos ano 70, não é propaganda turística da mais pequena ilha do arquipélago de Bazaruto que tem 3 quilómetros de comprimento por 500 metros de largura. Desde 1973 não é possível pernoitar na Ilha de Santa Carolina pois o hotel que ali funcionou desde os ano 50 com 100 quartos deixou de funcionar e tornou-se numa ruína, tal como a pista de aterragem e a capela adjacentes. Em 2006, muito antes do Turismo ser a prioridade dos políticos para o desenvolvimento de Moçambique, o Governo de Armando Guebuza concessionou ao Grupo Echo Delta Holding Limited, de origem britânica e registado nas Ilhas de Man, as ruínas existentes na Ilha de Santa Carolina, o Hotel de Dona Ana, também sem funcionar no Município de Vilankulo, o complexo turístico de Magaruque também no Arquipélago de Bazaruto, e os hotéis Dom Carlos e Estoril, na cidade da Beira. Dois anos depois o então Ministério do Turismo aprovou a edificação na Ilha de Santa Carolina de um hotel de 50 quartos, restaurantes, bares, centros de pesca e mergulho, campos de ténis, “spas”, entre outras infra-estruturas de apoio as actividades turísticas numa parceria entre o Grupo Echo Delta Holding Limited e o Grupo Rani, dos Emiratos Árabes Unidos num investimento estimado em 50 milhões de Dólares norte-americanos. Mais de uma década passou e não se nota um único dólar investido da chamada ilha do paraíso. Por isso o Executivo de Filipe Nyusi decidiu, a 14 de Maio último, anular “a Escritura Pública de 9 de Fevereiro de 2006, que adjudica 100 por cento do património do Hotel Santa Carolina a favor da Echo Delta Holding Limited, bem como as transacções realizadas e os respectivos registos de propriedade predial”. O Ministro da Cultura e Turismo, Silva Dunduro, explicou ao @Verdade a decisão do Conselho de Ministros: “nós anulamos por incumprimento do contrato, aquilo continua em ruínas enquanto está num paraíso perdido. O grupo Rani escreveu ao Presidente da República numa espécie de reclamação e nós estamos a responder a isso”. Governo vai anular adjudicações dos hotéis Dom Carlos e Estoril Dunduro revelou ao @Verdade que as restantes concessões que foram adjudicadas ao Grupo Echo Delta Holding Limited também estão em apreciação e “haverá mais anulações porque existe muita terra ociosa que foi entregue a gente que não está a fazer absolutamente nada”. O @Verdade apurou que na concessão que recebeu em Magaruque o Grupo Echo Delta em vez de um empreendimento turístico transformou numa habitação luxuosa do proprietário. Outra concessão do Grupo Echo Delta Holding Limited é o Hotel Dona Ana que ainda explorou até ao início de 2019 mas foi encerrado em Julho oficiosamente para trabalhos de manutenção e reabilitação. No entanto o @Verdade apurou que a unidade hoteleira, construída também no tempo colonial pelo mesmo empresário que edificou o hotel na Ilha de Santa Carolina, foi encerrada sem que o Grupo Echo Delta Holding Limited informasse as oficialmente as autoridades municipais e do Distrito de Vilanculo. O @Verdade sabe que a empresa deve vários meses de salários aos seus trabalhadores, que poucas semanas antes do encerramento realizaram uma greve, e o Grupo Echo Delta Holding Limited também não tem honrado os seus compromissos com fornecedores como a Electricidade de Moçambique ou simplesmente pagar as devidas taxas municipais. Além disso o @Verdade apurou que no âmbito da concessão do hotel foi adjudicados mais 500 metros da costa adjacente porém o Grupo Echo Delta Holding Limited só fiz uso de 150 metros nos últimos 10 anos, o resto da área está em ruinas e tornou-se numa floresta em frente a praia. O ministro Silva Dunduro declarou ao @Verdade que: “Já tudo passou (prazos para investimentos) houve muita tolerância, algumas porque há envolvimento de empresários nacionais que actuam na área há muitos anos e que sempre vem com a perspectiva que vai arrancar, vai arrancar, mas o tempo está a passar e não podemos continuar assim porque o Turismo é uma das áreas prioritárias, estamos a crescer, embora não no ritmo que gostaríamos, mas estamos a fazer algumas inovações e tem que haver respostas do sector privado para que isso avance”. De acordo com o Governante as concessões na Beira do hotel Dom Carlos e hotel Estoril, “vamos retirar” ao Grupo Echo Delta Holding Limited. O Presidente da Associação de Turismo de Vilanculos, Yassin Amuji, manifestou ao @Verdade a preocupação dos residentes daquele região turística: “nós estamos preocupados porque o nosso turismo dessas ilhas e desse hotel e seria importante que tivéssemos investidores sérios para investir em empreendimentos que geram emprego e mais turistas”.

5ª feira de céu pouco nublado e algumas rajadas de vento em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quinta-feira (08) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu geralmente pouco nublado. Ocorrência de neblina ou nevoeiro local, principalmente na
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5ª feira de céu pouco nublado e algumas rajadas de vento em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quinta-feira (08) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu geralmente pouco nublado. Ocorrência de neblina ou nevoeiro local, principalmente nas terras altas da província de Niassa. Vento de sueste a nordeste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado a limpo. Neblina ou nevoeiro matinal local. Vento leste a nordeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas locais. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de neblinas ou nevoeiro matinal. Vento de nordeste a sueste fraco a moderado soprando, por vezes com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 32 19 Xai-Xai 33 21 Inhambane 29 20 Vilankulo 29 18 Beira 30 20 Chimoio 30 15 Tete 35 21 Quelimane 31 19 Nampula 31 17 Pemba 28 20 Lichinga 26 12  

Nyusi e Momade acabaram com um dos mais antigos conflitos em África num acto público ignorado ...

Moçambique, e nem mesmo a Cidade de Maputo, não pararam para testemunhar o Acordo de Paz e Reconciliação rubricando, em Maputo, no fim da tarde desta terça-feira (06) por Filipe Nyusi e Ossufo Momade. “Este não é nenhum Acordo entre inimigos, é um
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Nyusi e Momade acabaram com um dos mais antigos conflitos em África num acto público ignorado ...

Moçambique, e nem mesmo a Cidade de Maputo, não pararam para testemunhar o Acordo de Paz e Reconciliação rubricando, em Maputo, no fim da tarde desta terça-feira (06) por Filipe Nyusi e Ossufo Momade. “Este não é nenhum Acordo entre inimigos, é um Acordo que prova que não queremos mais guerra” declarou o Chefe de Estado. O líder do partido Renamo particularizou, mais uma vez, os agradecimentos “ao nosso Estado-Maior General na pessoa do General Timothy Mackenzie”. Testemunhado pelo líder do MDM e outros altos dignitários o Acordo que pôs fim a umas das mais antigas guerra em África não contou com a presença das Organizações da Sociedade Civil. “Isso é negócio deles” disse ao @Verdade uma jovem aborrecida pelo encerramento do perímetro ao redor da praça da paz, onde aconteceu a cerimónia, que a fez caminhar a pé alguns quilómetros até a sua residência. Um cidadão que tentava ganhar dinheiro apostando em partidas desportivas estrangeiras desabafou “isso não me interessa, já estou cansado das brincadeiras desses”. O comércio não fechou, nem mesmo a poucos metros do local da assinatura, a maioria dos maputenses esteve nos locais de trabalho e no caótico tráfego da capital enquanto decorria a importante cerimónia que pôs fim a terceira guerra civil na história de Moçambique. Não houve comemorações por parte do povo. Dirigindo-se à Nação o Presidente Nyusi começou por assinalar que “hoje a política venceu o abismo da divisão e da violência que ao longo dos anos vinha provocando morte, destruindo o nosso tecido económico e colocando o povo em pólos antagónicos”. “O Acordo que acabamos de assinar é um Acordo de irmãos que chegaram definitivamente a consciência que não há mais razão para continuar a matarem-se. Este não é nenhum Acordo entre inimigos, é um Acordo que prova que não queremos mais guerra” declarou o Presidente de Moçambique após rubricar o documento que ainda deve ser ratificado pela Assembleia da República, numa sessão extraordinária a ser agendada nos próximos dias. O Chefe de Estado enfatizou: “Hoje estamos aqui para dizer a todos os moçambicanos, do Rovuma ao Maputo e do Zumbo ao Índico, assim como na diáspora, e a toda a Comunidade Internacional, aqui bem representada com a presença de chefes de Estado e Governos de países irmãos e individualidades estrangeiras de países Parceiros de Cooperação, de organizações regionais, internacionais e multilaterais, que o processo que iniciamos é irreversível”. “E não queremos mais guerra, não queremos mais ver irmãos contra irmãos a lutar. Não queremos jamais ver o sangue derramado para nos libertarmos do jugo colonial desvalorizado e vilipendiado por uma luta entre irmãos. Não temos ilusões que doravante tudo será um mar de rosas, no processo de construção de um país de paz, harmonia, progresso e bem-estar pelo qual pugnamos”, disse também o Chefe de Estado. Ignorando a ausência do seu povo (presentes estiveram membros organização da mulher, jovens e crianças do partido Frelimo) e até mesmo de representantes das principais Organizações da Sociedade Civil o Presidente Nyusi apelou aos moçambicanos “que acolhamos os nossos irmãos desmobilizados da Renamo e ajudar na sua reintegração sócio-económica”. “Que o sangue derramado não tenha sido em vão e permaneça sempre o espírito da boa fé” Tal como havia feito publicamente quando foi eleito presidente do maior partido de oposição, a 17 de Janeiro passado, Ossufo Momade começou o seu discurso agradecendo “nesta ocasião de cessar fogo, de forma particular, reconhecemos e agradecemos ao nosso Estado-Maior General na pessoa do General Timothy Mackenzie, aos comandantes e soldados que desde a primeira hora aceitaram o chamamento da Renamo”. Para o líder do maior partido de oposição, a Renamo, “o cessar fogo deve significar o início de uma era que deve caracterizar-se pela aceitação de pensamentos diferentes e coabitação política pacífica. A alternância governativa, através de eleições livres, justas e transparentes deve ser a regra e não excepção. Doravante a nossa visão deve ser potenciar o que nos une e não o que nos divide, como um povo pois assim poderemos, a curto prazo alcançar o desenvolvimento e erradicar a pobreza que está a sufocar as nossas populações. O cessar fogo que agora inicia em todo o território nacional traz nova esperança e confiança a nossa sociedade, desde que a boa fé continue a imperar entre as partes”. Momade, o primeiro presidente do partido Renamo a cantar o hino nacional num acto de Estado, terminou reiterando “os nossos apelos de não voltarmos a cometer os mesmos erros e criar um ambiente favorável para a realização de eleições livres, justas e transparentes. Que o sangue derramado não tenha sido em vão e permaneça sempre o espírito da boa fé”. O Acordo de Paz e Reconciliação teve como testemunhas os Presidentes da Namíbia, do Ruanda, da Tanzânia, o embaixador da Suíça e representantes do Secretário-Geral das Nações Unidas, representante da Comunidade de Santo Egídio e o antigo Presidente Joaquim Chissano. Curiosamente o ex-Presidente Armando Guebuza, presente na tribuna, não foi convidado.

Em 12 escolas primárias: Standard Bank leva 3.000 crianças a jogar ténis

O Standard Bank lançou, segunda-feira, 5 de Agosto, na Escola Primária Completa (EPC) de Guaxene, no distrito autárquico da Katembe, em Maputo, a segunda edição do projecto “Massificação de Ténis”, que vai abranger três mil crianças de 12 escola
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Em 12 escolas primárias: Standard Bank leva 3.000 crianças a jogar ténis

O Standard Bank lançou, segunda-feira, 5 de Agosto, na Escola Primária Completa (EPC) de Guaxene, no distrito autárquico da Katembe, em Maputo, a segunda edição do projecto “Massificação de Ténis”, que vai abranger três mil crianças de 12 escolas primárias da província e cidade de Maputo. Esta edição, segundo Alfredo Mucavela, director de Marketing e Comunicação do Standard Bank, representa o alargamento da base de descoberta de talentos, bem como a continuidade do projecto, pois as seis escolas da primeira edição vão, igualmente, participar na prova. “A nossa filosofia de trabalho não muda. Através da Federação Moçambicana de Ténis continuaremos a providenciar todas as condições logísticas para o sucesso do projecto. Para nós, Standard Bank, massificação significa trazer o ténis de onde tradicionalmente se tem praticado, para onde as pessoas estão. Este movimento é para ensinar as crianças a praticarem o ténis de forma massiva”, referiu o director de Marketing e Comunicação. Por sua vez, Jonas Alberto, vice-presidente da Federação Moçambicana de Ténis (FMT), agradeceu o esforço notável do Standard Bank ao promover a massificação da modalidade, cujos frutos já se fazem sentir. “Cada vez mais atletas têm visitado o Clube de Ténis de Maputo por causa da mediatização do Standard Bank e gostávamos que continuassem a apostar em nós. Estamos motivados e empenhados para que o projecto seja um sucesso”, considerou Jonas Alberto. José Seiuane Júnior, secretário Permanente do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MEDH), disse que a iniciativa do banco é louvável, porque desdramatiza a elitização da modalidade e incentivou aos alunos da EPC de Guaxene a praticarem o ténis, porque o Standard Bank já criou todas as condições para o efeito, que mostra o cometimento e o desiderato na massificação de ténis, nas escolas. “O sector de educação louva este gesto do Standard Bank, porque o projecto vai criar incentivo nos alunos em ter gosto pelo desporto”, frisou José Seiuane. Gizelda Valeriano, aluna beneficiária do projecto de massificação, mostrou-se feliz com a iniciativa do Standard Bank, ao abranger a sua escola, tendo na ocasião apelado aos gestores do banco, para a necessidade de envolver mais escolas do seu distrito autárquico. Importa referir que na primeira edição o projecto de massificação de ténis abrangeu 6 escolas e 800 alunos, dos 6 aos 14 anos de idade, que foram apoiados por professores de educação física e monitores da FMT, tendo os melhores alunos sido apurados para participar no Standard Bank Open. A presente edição do projecto de massificação de ténis conta com a participação das escolas EPC 4 de Outubro, EPC Tunduro, Christian Academy in Mozambique, EPC Guaxene, EPC Acordos de Roma, EPC Guava, EPC Lhanguene Centro, EPC Lhanguene Piloto, EPC Minkadjuine, EPC Bagamoyo, Escola Primária Amilcar Cabral e EPC Wiryamu.

Velocidade e álcool matam mais duas dezenas de pessoas nas estradas de Moçambique

A velocidade excessiva e a condução sob efeito de álcool causaram pelo menos 20 pessoas mortos nas estradas de Moçambique na semana passada, 12 dos óbitos foram registados na Província de Gaza. A Polícia da República de Moçambique (PRM) registou e
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Velocidade e álcool matam mais duas dezenas de pessoas nas estradas de Moçambique

A velocidade excessiva e a condução sob efeito de álcool causaram pelo menos 20 pessoas mortos nas estradas de Moçambique na semana passada, 12 dos óbitos foram registados na Província de Gaza. A Polícia da República de Moçambique (PRM) registou entre os dias 26 de Julho e 1 de Agosto 20 óbitos em 21 acidentes de viação que deixaram ainda 34 feridos, entre ligeiros e graves. De acordo com as autoridades 12 dos óbitos foram registados nos distritos do Limpopo, Chibuto, Manjacaze e Bilene em cinco sinistros, três dos quais choques. A causa principal do derramamento de sangue nas estradas nacionais continuam a ser a velocidade excessiva, particularmente nas zonas urbanas onde o limite é sempre de 40 quilómetros por hora, assim como os automobilistas que pegam no volante após ingerirem bebidas alcoólicas. A irresponsabilidade dos moçambicanos nas estradas é ainda manifestada pela quantidade de tentativas de suborno aos agentes da PRM, só na semana passada foram detidos 22 cidadãos, grande parte na Cidade de Maputo.

“Vocês entenderam que a paz é mais conveniente para cada moçambicano”, representante UE

A Alta Representante da União Europeia para a Política Externa, Federica Mogherini, uma das individualidades estrangeiras que veio a Maputo para testemunhar o Acordo de Paz e Reconciliação disse que o Presidente Nyusi e o líder do partido Renamo “enten
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“Vocês entenderam que a paz é mais conveniente para cada moçambicano”, representante UE

A Alta Representante da União Europeia para a Política Externa, Federica Mogherini, uma das individualidades estrangeiras que veio a Maputo para testemunhar o Acordo de Paz e Reconciliação disse que o Presidente Nyusi e o líder do partido Renamo “entenderam que a paz é mais conveniente para cada moçambicano” e anunciou nesta terça-feira (06) um apoio de 60 milhões de euros para a implementação da paz em Moçambique. “Num mundo cheio de conflitos, onde tudo parece estar a ir na direcção errada Moçambique está a dar-nos esperança hoje” disse Federica Mogherini no início da sua intervenção onde revelou ter combinado com o Presidente Filipe Nyusi, num encontro que teve nos Estados Unidos da América, que só regressaria a Moçambique para a assinatura da paz. A Alta Representante da União Europeia para a Política Externa usou uma analogia do passado europeu para assinalar o momento que testemunhou. “Na Europa vivemos em guerra durante centenas de anos, em algum momento o resto do mundo sofreu com as nossas guerras, quando os nossos avós aperceberam-se que fazer a paz era mais conveniente do que estar em guerra então a Europa tornou-se o que é hoje: uma terra de paz e prosperidade, embora com dificuldades, mas dificuldades fazem parte da vida. Vocês entenderam que a paz é mais conveniente para cada moçambicano”. “Sabemos que a partir de amanhã vão precisar de todo apoio que os amigos de perto e longe podem dar para tornar a paz definitiva e é por isso que tenho a honra de anunciar que a União Europeia alocou 60 milhões de euros para suportar a implementação do Acordo que hoje assinaram e espero que outros sigam o nosso exemplo”, declarou ainda Federica Mogherini.

Paz em Moçambique reforça meta de “silenciar as armas no continente até 2020”

O presidente da Comissão da União Africana (UA), Mussa Faki Mahamat, afirmou nesta terça-feira (06) em Maputo que a assinatura do Acordo de Paz e Reconciliação por Filipe Nyusi e Osssufo Momade reforça “o nosso projecto de silenciar as armas no contin
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Paz em Moçambique reforça meta de “silenciar as armas no continente até 2020”

O presidente da Comissão da União Africana (UA), Mussa Faki Mahamat, afirmou nesta terça-feira (06) em Maputo que a assinatura do Acordo de Paz e Reconciliação por Filipe Nyusi e Osssufo Momade reforça “o nosso projecto de silenciar as armas no continente até 2020”.     Intervindo na praça da paz Mussa Faki Mahamat declarou que “a amnistia concedida aos antigos guerrilheiros da Renamo e sua Desmobilização e Reintegração na sociedade é um marco vital para o fim de um dos mais antigos conflitos africanos”. O presidente da Comissão da UA assinalou a resiliência do povo moçambicano, que além da guerra está a refazer a sua vida após os ciclones Idai e Kenneth, e recordou “a comunidade internacional e ao sector privado para tirarem partido desta atmosfera de paz e reconciliação e investirem nos esforços de reconstrução” das áreas devastadas. “Saúdo as medidas de segurança tomadas pelo Governo para combater o terrorismo e o crime transnacional, Moçambique não está sozinho na luta contra estes males, a Comissão da União Africana está pronta para apoiar os esforços nacionais e regionais” afirmou Mussa Faki Mahamat . O presidente da Comissão da União Africana saudou “a assinatura deste Acordo de Paz que juntamente com o acordo político que vai ser rubricado no Sudão reforçam o nosso projecto de silenciar as armas no continente até 2020”.

Nyusi e Momade acabam com um dos mais antigos conflitos em África num acto público ignorado ...

Moçambique, e nem mesmo a Cidade de Maputo, não pararam para testemunhar o Acordo de Paz e Reconciliação rubricando, em Maputo, no fim da tarde desta terça-feira (06) por Filipe Nyusi e Ossufo Momade. “Este não é nenhum Acordo entre inimigos, é um
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Nyusi e Momade acabam com um dos mais antigos conflitos em África num acto público ignorado ...

Moçambique, e nem mesmo a Cidade de Maputo, não pararam para testemunhar o Acordo de Paz e Reconciliação rubricando, em Maputo, no fim da tarde desta terça-feira (06) por Filipe Nyusi e Ossufo Momade. “Este não é nenhum Acordo entre inimigos, é um Acordo que prova que não queremos mais guerra” declarou o Chefe de Estado. O líder do partido Renamo particularizou, mais uma vez, os agradecimentos “ao nosso Estado-Maior General na pessoa do General Timothy Mackenzie”. Testemunhado pelo líder do MDM e outros altos dignitários o Acordo que pôs fim a umas das mais antigas guerra em África não contou com a presença das Organizações da Sociedade Civil. “Isso é negócio deles” disse ao @Verdade uma jovem aborrecida pelo encerramento do perímetro ao redor da praça da paz, onde aconteceu a cerimónia, que a fez caminhar a pé alguns quilómetros até a sua residência. Um cidadão que tentava ganhar dinheiro apostando em partidas desportivas estrangeiras desabafou “isso não me interessa, já estou cansado das brincadeiras desses”. O comércio não fechou, nem mesmo a poucos metros do local da assinatura, a maioria dos maputenses esteve nos locais de trabalho e no caótico tráfego da capital enquanto decorria a importante cerimónia que pôs fim a terceira guerra civil na história de Moçambique. Não houve comemorações por parte do povo. Dirigindo-se à Nação o Presidente Nyusi começou por assinalar que “hoje a política venceu o abismo da divisão e da violência que ao longo dos anos vinha provocando morte, destruindo o nosso tecido económico e colocando o povo em pólos antagónicos”. “O Acordo que acabamos de assinar é um Acordo de irmãos que chegaram definitivamente a consciência que não há mais razão para continuar a matarem-se. Este não é nenhum Acordo entre inimigos, é um Acordo que prova que não queremos mais guerra” declarou o Presidente de Moçambique após rubricar o documento que ainda deve ser ratificado pela Assembleia da República, numa sessão extraordinária a ser agendada nos próximos dias. O Chefe de Estado enfatizou: “Hoje estamos aqui para dizer a todos os moçambicanos, do Rovuma ao Maputo e do Zumbo ao Índico, assim como na diáspora, e a toda a Comunidade Internacional, aqui bem representada com a presença de chefes de Estado e Governos de países irmãos e individualidades estrangeiras de países Parceiros de Cooperação, de organizações regionais, internacionais e multilaterais, que o processo que iniciamos é irreversível”. “E não queremos mais guerra, não queremos mais ver irmãos contra irmãos a lutar. Não queremos jamais ver o sangue derramado para nos libertarmos do jugo colonial desvalorizado e vilipendiado por uma luta entre irmãos. Não temos ilusões que doravante tudo será um mar de rosas, no processo de construção de um país de paz, harmonia, progresso e bem-estar pelo qual pugnamos”, disse também o Chefe de Estado. Ignorando a ausência do seu povo (presentes estiveram membros organização da mulher, jovens e crianças do partido Frelimo) e até mesmo de representantes das principais Organizações da Sociedade Civil o Presidente Nyusi apelou aos moçambicanos “que acolhamos os nossos irmãos desmobilizados da Renamo e ajudar na sua reintegração sócio-económica”. “Que o sangue derramado não tenha sido em vão e permaneça sempre o espírito da boa fé” Tal como havia feito publicamente quando foi eleito presidente do maior partido de oposição, a 17 de Janeiro passado, Ossufo Momade começou o seu discurso agradecendo “nesta ocasião de cessar fogo, de forma particular, reconhecemos e agradecemos ao nosso Estado-Maior General na pessoa do General Timothy Mackenzie, aos comandantes e soldados que desde a primeira hora aceitaram o chamamento da Renamo”. Para o líder do maior partido de oposição, a Renamo, “o cessar fogo deve significar o início de uma era que deve caracterizar-se pela aceitação de pensamentos diferentes e coabitação política pacífica. A alternância governativa, através de eleições livres, justas e transparentes deve ser a regra e não excepção. Doravante a nossa visão deve ser potenciar o que nos une e não o que nos divide, como um povo pois assim poderemos, a curto prazo alcançar o desenvolvimento e erradicar a pobreza que está a sufocar as nossas populações. O cessar fogo que agora inicia em todo o território nacional traz nova esperança e confiança a nossa sociedade, desde que a boa fé continue a imperar entre as partes”. Momade terminou reiterando “os nossos apelos de não voltarmos a cometer os mesmos erros e criar um ambiente favorável para a realização de eleições livres, justas e transparentes. Que o sangue derramado não tenha sido em vão e permaneça sempre o espírito da boa fé”. O Acordo de Paz e Reconciliação teve como testemunhas os Presidentes da Namíbia, do Ruanda, da Tanzânia, o embaixador da Suíça e representantes do Secretário-Geral das Nações Unidas, representante da Comunidade de Santo Egídio e o antigo Presidente Joaquim Chissano. Curiosamente o ex-Presidente Armando Guebuza, presente na tribuna, não foi convidado.

Céu pouco nublado e tempo fresco nesta 4ª feira em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quarta-feira (07) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente nublado. Ocorrência de neblinas ou nevoeiros locais. Vento
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Céu pouco nublado e tempo fresco nesta 4ª feira em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quarta-feira (07) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente nublado. Ocorrência de neblinas ou nevoeiros locais. Vento de sueste a nordeste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado a limpo. Neblinas ou nevoeiros matinais locais. Vento nordeste a sudoeste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado localmente muito nublado em Maputo. Possibilidade da ocorrência de chuviscos locais ao longo da faixa costeira de Maputo e Gaza Neblinas ou nevoeiros locais. Vento de sueste a nordeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas em Maputo. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 30 19 Xai-Xai 31 21 Inhambane 28 20 Vilankulo 27 19 Beira 28 19 Chimoio 30 17 Tete 34 19 Quelimane 29 19 Nampula 30 17 Pemba 28 20 Lichinga 27 13  

Representante do Vaticano garante que visita do Papa Francisco a Moçambique não vai ...

O representante do Vaticano em Moçambique afirmou que a visita de 42 horas que o Papa Francisco fará à Cidade de Maputo, em pleno período eleitoral para as Gerais deste Outubro, não vai “influenciar de alguma maneira as relações políticas internas
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Representante do Vaticano garante que visita do Papa Francisco a Moçambique não vai ...

O representante do Vaticano em Moçambique afirmou que a visita de 42 horas que o Papa Francisco fará à Cidade de Maputo, em pleno período eleitoral para as Gerais deste Outubro, não vai “influenciar de alguma maneira as relações políticas internas”. Na óptica de Piergiorgio Bertoldi quando o Santo Padre encontrar-se com Filipe Nyusi “não vai encontrar um candidato para a Presidência, vai-se encontrar com o representante actual do Estado de Moçambique”. “Pelo pouco que acabo de conhecer dos moçambicanos me parecem suficientemente inteligentes para separar a dimensão de uma visita apostólica da dimensão política e em particular eleitoral. Acho que todos os moçambicanos estejam em altura de compreender que o Presidente da República, não é o presidente da Frelimo, que convidou o Santo Padre, isto é o representante do Estado”, disse a jornalistas nesta segunda-feira (05) o Núncio Apostólico. O representante do Vaticano em Moçambique, que respondia sobre um eventual aproveitamento político da Visita Papal, disse que quando o Santo Padre encontrar-se com Filipe Nyusi nos dias 4, 5 e 6 de Setembro “não vai encontrar um candidato para a Presidência, vai-se encontrar com o representante actual do Estado de Moçambique e ademais terá também a presença das outras forças políticas no encontro que vai-se seguir”. “Não acho que a visita do Papa possa influenciar de alguma maneira as relações políticas internas”, enfatizou Bertoldi, numa conferencia de imprensa em Maputo onde foi anunciado o programa detalhado da visita do Papa Francisco, que imagina que a Visita Papal “vai ser um parêntesis na campanha eleitoral, a qual todos os moçambicanos vão reflectir sobre outros temas para depois voltar a fazer as suas escolhas políticas”. O ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, José Pacheco, revelou que o Santo Padre deverá chegar a Maputo cerca das 18h30 do dia 4 de Setembro, no Terminal Presidencial do Aeroporto Internacional de Maputo onde será recebido pelo Presidente Nyusi com Honras de Estado. Do Aeroporto até ao local onde irá pernoitar o Sumo Pontífice irá deslocar-se no Papa Móvel, “é desejo dele que ao chegar a Moçambique possa fazer-se muito próximo de cada um dos moçambicanos, no rosto daqueles que vão estar nas ruas”, esclareceu D. António Juliasse, Bispo Auxiliar de Maputo e coordenador de toda visita Papal. Zimpeto será o ponto mais alto da visita do Papa Francisco No dia 5 de Setembro o Papa Francisco fará uma visita de cortesia ao Presidente da República no palácio da Ponta Vermelha onde irá encontrar-se ainda com as autoridades, sociedade civil e corpo diplomático e fará o seu primeiro discurso em Moçambique. O Santo Padre deslocar-se-á em seguida para o pavilhão do Maxaquene para um encontro inter-religioso com jovens, fazendo o trajecto desde a Presidência no Papa Móvel, e deverá efectuar o seu segundo discurso. Depois de almoçar na Nunciatura o Papa Francisco irá reunir com os bispos, sacerdotes, religiosos, consagrados, seminaristas, catequistas e animadores na Catedral da Imaculada Conceição onde irá proferir o seu terceiro discurso no nosso país. No fim da tarde do dia 5 o Sumo Pontífice irá deslocar-se, em visita privada, à “Casa Mateus 25” que é um programa de assistência a moradores de ruas que acontece todos os dias na Igreja de Nossa Senhora das Vitórias. O dia último dia da visita Papal começa cedo no Hospital do Zimpeto, unidade sanitária que existe graças aos apoios da Comunidade de Santo Egídio, de onde partirá no Papa Móvel para o Estádio Nacional do Zimpeto local onde fará a “Santa Missa” cerca das 10 horas. O acesso ao maior evento público que será dirigido pelo Papa Francisco em Maputo será feito mediante senhas que começarão a ser distribuídas a partir de dia 15 de Agosto em todas as paróquias e também no Gabinete de Coordenação da Visita. O Governo irá conceder Tolerância de Ponto no dia 6 de Setembro para a Cidade e Província de Maputo para permitir que todos os “maputenses” acompanhem a visita do Papa Francisco que deverá deixar Moçambique, com destino a Madagáscar, cerca das 12h25 num avião das Linhas Aéreas de Moçambique.

Código Penal passa a punir com prisão violação das normas do PES e Orçamento do Estado

Os deputados da VIII Legislatura aprovaram a revisão do Código Penal de 2014 que passará a punir com maior precisão os crimes de corrupção e conexos praticados no sector público aplicando entre 2 a 8 anos de prisão aos servidores que violarem as norma
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Código Penal passa a punir com prisão violação das normas do PES e Orçamento do Estado

Os deputados da VIII Legislatura aprovaram a revisão do Código Penal de 2014 que passará a punir com maior precisão os crimes de corrupção e conexos praticados no sector público aplicando entre 2 a 8 anos de prisão aos servidores que violarem as normas do Plano Económico e Social e Orçamento do Estado em Moçambique. Na revisão foram especificamente visados os funcionários da alfândega, viação, migração, identificação civil e criminal. A Assembleia da República aprovou no passado dia 26 de Julho a revisão do Código Penal que, dentre várias inovações, passou a sancionar especificamente “o servidor público que por si, ou por interposta pessoa, com seu consentimento ou ratificação, solicitar ou aceitar, para si ou para terceiro, sem que seja devida, vantagem patrimonial, ou a sua promessa, para um qualquer acto ou omissão contrário ao dever do cargo, ainda que anterior à aquela solicitação ou aceitação, é punido com pena de prisão de 1 a 8 anos e multa até 2 anos.” Os servidores públicos que mais são apontados como corruptos em Moçambique ganharam uma sanção específica: “A pena de prisão de 1 a 8 anos é aplicada ao servidor público afecto ao serviço da alfândega, viação, migração, identificação civil e criminal que, por si ou interposta pessoa com o seu conhecimento ou ratificação, solicitar ou receber dinheiro ou promessa de dinheiro ou qualquer vantagem patrimonial ou não patrimonial, para, em matéria do seu ofício, praticar ou deixar de praticar acto.” Foi também clarificado quem deve ser considerado servidor público e, claramente fazendo jus ao ditado popular “Casa roubada, trancas na porta”, o Código Penal passou a punir a violação das normas do Plano Económico e Social assim como do Orçamento do Estado, que servirá como uma luva para alguns dos envolvidos nas dívidas ilegais da Proindicus, EMATUM e MAM. “O servidor público a quem, por dever de seu cargo, incumba o cumprimento das Leis do Plano e do Orçamento e, voluntariamente, a viole é punido com pena de prisão de 2 a 8 anos, se pena mais grave não couber quando: contraia ou conceda empréstimo ou autorize aval do Estado; realize ou mande realizar operação financeira, activa e passiva, com implicação directa ou indirecta no Plano e Orçamento; autorize ou promova operação de tesouraria que eleve o endividamento público ou alteração orçamental”, passou a sancionar o Código Penal.

SELO: Uma breve abordagem sobre Educação Alimentar II - Por Basílio Macaringue

Conforme foi visto no capítulo anterior, a educação alimentar é vista como um campo de conhecimento e de práctica contínua, permanente, transdisciplinar e multissectorial que visa promover a práctica autónoma e voluntária de hábitos alimentares saud
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SELO: Uma breve abordagem sobre Educação Alimentar II - Por Basílio Macaringue

Conforme foi visto no capítulo anterior, a educação alimentar é vista como um campo de conhecimento e de práctica contínua, permanente, transdisciplinar e multissectorial que visa promover a práctica autónoma e voluntária de hábitos alimentares saudáveis. Seu objectivo é contribuir para a realização do direito humano à alimentação adequada e garantia de segurança alimentar e nutricional. No presente capítulo vai se abordar em torno da conservação de recursos genéticos vegetais, o que contribui significativamente no combate a fome, redução do índice de proliferação de doenças transmitidas por vectores como ratos, baratas, lagartos, etc., insegurança alimentar e pobreza absoluta. De acordo com os escritos científicos, o termo recursos genéticos implica que o material tem ou pode ter valor económico ou utilitário (para a geração presente ou futura), o que contribui para a segurança alimentar. Desta feita, tais recuros possuem grande interesse na actualidade, pois relacionam-se com a satisfação de necessidades básicas do Homem e com a solução dos mais graves problemas sociais: fome e pobpreza absoluta- os vilões da insegurança alimentar. Conforme apontam os dados oficiais, mais do que a metade da população moçambicana depende da práctica da agricultora de subsistência e da pecuária para garantir a sobrevivência e o crescimento familiar, ate mesmo do país como um todo. Nesse contexto, embora a sua práctica em muitas regiões ainda seja rudimentar, ela constitui a fonte principal de rendimento familiar, contribuindo grandemente na redução do índice de procura de produtos alimentares vindo de países vizinhos, o que impulsiona o crescimento socioeconómico do pais, devido ao consumo do produto internamente produzido. Em contrapartida, os estudos apontam que o armazenamento de sementes ainda constitui uma fase crítica de segurança alimentar e nutricional, estimando-se perdas que se aproximam à ordem dos 30% devido a ratos, insectos e fungos. Entre as várias causas de insegurança alimentar estão em destaque: o consumo por insectos, roedores, aves e outras espécies; as reacções indesejáveis entre os componentes contidos nos alimentos; a ocorrência de derramamentos, desgastes, quebras, descasque de sementes, furos nos recipientes de armazenamento; insuficiência de calor ou frio que determinam as condições peculiares de conservação; ocorrência de germinação, envelhecimento ou mudanças causadas pela respiração e transpiração das sementes; a recusa de consumir um alimento por razões de crença sociais e/ou religiosas. Os produtos podem ser conservados quer nos seus habitats naturais, em diferentes condições às do seu habitat natural, ou mesmo combinando os dois métodos. A conservação, nesse caso nas condições diferentes do ambiente natural, é realizada em bancos que se estabelecem para cumprir os objectivos de investigação e serve para proteger espécies silvestres, formas regressivas e espécies cultivadas. Por conta disso, a conservação de sementes pode ser realizada em três formas distintas, nomeadamente: acondicionamento, embalagem e conservação das amostras em câmaras com ambiente controlado. O acondicionamento tem como objectivo produzir uma atmosfera limpa e com teor de humidade que garante a sua longevidade em conservação, incluindo a limpeza física e a dissecação (redução do teor de humidade das sementes a um nível mínimo de actividade metabólica, sem que percam a sua viabilidade). Uma embalagem é um recipiente que armazena produtos temporariamente e que serve principalmente para agrupar unidades de um produto, com objectivo de criar melhores condições para distribuição, transporte e armazenagem. Outras funções da embalagem são: proteger o conteúdo, informar sobre as condições de manipulação, exibindo requisitos legais como composição, ingredientes, etc. e fazer promoção do produto através de gráficos. Quanto à tipologia, a embalagem pode ser classificada de três maneiras: embalagem de venda ou primária (envoltório ou recipiente que se encontra em contacto directo com os produtos. Ex: frasco ou blister de remédio); embalagem agrupada ou secundária (destinada a conter a embalagem primária ou as embalagens primárias. Ex: caixinha de remédio que contém o pote de remédio); e embalagem de transporte ou terciária (utilizada para o transporte, protecção e que facilita a armazenagem dos produtos, Ex: pallet, cantoneiras de protecção em fibra de madeira, papel, papelão ou plástico). O processo de embalagem consiste na colocação duma quantia de semente contada ou pesada num recipiente que depois é selado hermeticamente e pronto para ser armazenado. Este processo tem como finalidade prevenir a absorção de água da atmosfera depois de secas e para evitar a contaminação por insectos e doenças. Pode ser realizada em latas, garrafas, recipientes de barro e silos (sendo todos hermeticamente selados). Nesse contexto, a conservação no campo recomenda-se em espécies perenes, silvestres, semi-domésticas, de reprodução vegetativa ou com sementes de vida curta ou sensíveis à dissecação. Por conta disso, o processo de embalagem de sementes deve obedecer seguintes passos: expor as sementes a uma humidade ambiente por um período mais curto possível; escrever fora de cada embalagem ou numa etiqueta de adesivo à prova de água (anotar o numero de registo, a data de embalagem e a espécie, se for possível). Isto vai permitir que a semente chegue à época de sementeira com boa qualidade (alta capacidade de germinação e vigor). Importa referir, nesse caso, que a capacidade de armazenamento de algumas espécies cultivadas é agrupada de acordo com as suas condições de resistência à factores adversos. Assim, esse agrupamento é dividido em três categorias a saber: boa capacidade (aquela que envolve a conservação de sementes de arroz, milho, trigo, mapira); media capacidade (a que envolve a conservação de feijão manteiga e nhemba e girassol); e má capacidade (envolvendo a conservação de amendóim e soja). Importa sublinhar que chamamos de semente não só ao produto usado para o plantio de uma nova planta ou espécie, mas também ao produto usado para o consumo, quer seja nas suas condições naturais como depois de processado, elaborado ou preparado. Alguns princípios gerais de um bom embalamento incluem: a necessidade de a semente estar suficientemente seca; as sementes estar limpas e sem danificações para que possam resistir o armazenamento a longo prazo. Caso contrário elas podem permitir a entrada de ar, o que permite o desenvolvimento de fungos; as sementes serem armazenadas dentro dos limites de temperatura aceitável, isto é, o mais baixo possível e protegidas das oscilações da temperatura externa; a semente deve estar protegida de insectos e roedores; as sementes serem armazenadas de forma separada, isto é, as velhas devem estar separadas das mais novas; e as sementes serem inspeccionadas em cada duas ou três semanas para verificar sinais de danificação por insectos ou fermentação. Por Basílio Macaringue

Terceiro acordo de paz em Moçambique será rubricado num acto público

O Presidente da República, Filipe Nyusi, e o líder do partido Renamo, Ossufo Momade, vão rubricar na tarde desta terça-feira (06), numa cerimónia pública, um Acordo de Paz para pôr fim ao terceiro conflito armado que Moçambique viveu desde a sua indep
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Terceiro acordo de paz em Moçambique será rubricado num acto público

O Presidente da República, Filipe Nyusi, e o líder do partido Renamo, Ossufo Momade, vão rubricar na tarde desta terça-feira (06), numa cerimónia pública, um Acordo de Paz para pôr fim ao terceiro conflito armado que Moçambique viveu desde a sua independência. Depois do Acordo assinado em 1992 na Cidade italiana de Roma, pelo então Presidente Joaquim Chissano e o presidente da Renamo Afonso Dhlakama, e após outro Acordo assinado em 2014 na Presidência da República, por Armando Guebuza e Dhlakama, o novo Acordo será assinado na praça da Paz, na capital moçambicana, e será testemunhada por vários chefes de Estado Africanos e assim como pela Alta Representante da União Europeia para a Política Externa, Federica Mogherini. O Presidente da Comissão da União Africana, os Chefes de Estado e de Governo da África do Sul, Zâmbia, Namíbia, Ruanda e Madagáscar, Vice-Presidente Zimbabwe, e antigo Presidente da Tanzania são alguns dos dignitários do nosso continente que vão testemunhar este novo Acordo que se segue há quase dois anos de guerra civil, após as Eleições Gerais de 2014 cujos resultados o partido Renamo rejeitou. O conflito armado que escalou em 2015 só foi suspenso em Dezembro de 2016, quando o falecido líder Afonso Dhlakama declarou tréguas no seguimento de negociações com Filipe Nyusi que levaram a revisão pontual da Constituição para acomodar o processo de Descentralização governativa. Ossufo Momade deu continuidade as negociações que depois de muitos recuos culminaram com a assinatura de um Acordo de Cessação de Hostilidades Militares no passado dia 1 de Agosto no Distrito da Gorongosa. O Acordo que vai selar um novo capítulo para a Paz em Moçambique terá de ser transformado em lei pela Assembleia da República, numa sessão extraordinária que deverá acontecer nos próximos dias.

Contas da EMOSE afectadas pela crise das dívidas ilegais

A crise das dívidas ilegais também afectou a Empresa Moçambicana de Seguros (EMOSE) que no exercício de 2017 registou prejuízos superiores a 823 milhões de Meticais e no ano passado nem sequer conseguiu gerar dividendos para o Estado. Ao @Verdade o Pres
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Contas da EMOSE afectadas pela crise das dívidas ilegais

A crise das dívidas ilegais também afectou a Empresa Moçambicana de Seguros (EMOSE) que no exercício de 2017 registou prejuízos superiores a 823 milhões de Meticais e no ano passado nem sequer conseguiu gerar dividendos para o Estado. Ao @Verdade o Presidente do Conselho de Administração (PCA), Joaquim Langa, justificou maus os resultados com “a variação cambial afectou sobremaneira o nosso património de imóveis que estão em dólar”. Embora o Presidente da República não admita que a crise económica e financeira que Moçambique vive desde 2016 foi precipitada pela descoberta dos empréstimos ilegais o facto é que a desvalorização do Metical afectou as contas de todo o sector produtivo sem deixar de fora as Empresas Públicas e Participadas pelo Estado. A seguradora onde o Estado é acionista de 70 por cento, 31 por cento directamente e 39 por cento através do IGEPE, e que até está cotada na Bolsa de Valores de Moçambique após vários anos de resultados positivos, que em 2016 ultrapassaram o bilião de Meticais, teve as suas contas de 2017 afectadas pela crise que resultaram num prejuízo de 823.963.457 Meticais. O exercício de 2018 também não foi bom mas as contas saíram do negativo para um lucro módico de 297.244.702 Meticais. Joaquim Langa, o PCA, disse em entrevista ao @Verdade que “a variação cambial afectou sobremaneira o nosso património de imóveis que estão em dólar”. “Só aí registamos perdas cambiais de 926 milhões de Meticais. Essas perdas, no método de relato financeiro elas são reconhecidas como perdas do exercício que afectaram o nosso lucro”, argumentou o Presidente do Conselho de Administração da EMOSE. Contudo Langa disse ao @Verdade que apesar dos resultados menos positivos a Seguradora está saudável. “Tivemos uma perda contabilística mas que não afectou o fluxo de caixa, a nossa capacidade financeira não está afectada nem tão pouco”.

3ª feira de céu pouco nublado e tempo fresco em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta terça-feira (06) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente nublado. Ocorrência de neblina ou nevoeiro local. Vento de
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3ª feira de céu pouco nublado e tempo fresco em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta terça-feira (06) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente nublado. Ocorrência de neblina ou nevoeiro local. Vento de sueste a leste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado a limpo. Neblina ou nevoeiro local. Vento nordeste a leste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado, passando a muito nublado em Maputo. Neblinas ou nevoeiro local. Vento de nordeste a noroeste fraco a moderado, rodando para sueste soprando por vezes com rajadas na faixa costeira de Maputo. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 30 16 Xai-Xai 34 20 Inhambane 30 21 Vilankulo 27 20 Beira 30 20 Chimoio 31 18 Tete 35 20 Quelimane 32 20 Nampula 31 20 Pemba 29 19 Lichinga 28 12  

From diplomacy to diamonds: Angolan president’s sister in spotlight

Local media have reported that Angolan diamond mining company Dicorp had an interesting recent addition to its list of shareholders last January – Edith do Sacramento Gonçalves Lourenço Catraio. She is a former diplomat, and the sister of Angolan Presiden
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From diplomacy to diamonds: Angolan president’s sister in spotlight

Local media have reported that Angolan diamond mining company Dicorp had an interesting recent addition to its list of shareholders last January – Edith do Sacramento Gonçalves Lourenço Catraio. She is a former diplomat, and the sister of Angolan President Joao Lourenco. This Angolan diamond mining company, however, was registered in 2016, a year before her brother took office, and three years before the public discovered her position as a shareholder. In late 2017, her gem corporation pledged to invest 20% of the total cost (over $16 million) in a diamond project in Angola alongside public company Endiama. The question many are asking is what a diplomat is doing on the board of a diamond company. Edith Lourenco is actually involved in two separate diamond mining companies registered in Angola and Luxemburg, and perhaps a third registered in Switzerland. The Swiss company counts De Beers’ local Angolan representative among its shareholders. The current Angolan president has made the fight against corruption a cornerstone of his public image campaign, but this fight does not extend to his own family. The news of his sister’s new position comes at an awkward time for Lourenco. Documents published by Africa Intelligence on 10 July, 2019 show that in 2017 Trump-linked Republican operative Elliot Broidy tried to arrange meetings between congressmen and two high-ranking Angolan government officials, the minister of defence and director of external intelligence. The Angolan minister of defence at the time was the current president, Joao Lourenco. Broidy has since been investigated by the US Department of Justice over his business and political activities. He has been accused of influence peddling and lobbying on behalf of foreign governments. Lourenco and his family have faced accusations of corruption in the past. They were reported to own a five-bedroom house in an affluent neighbourhood of Maryland, US. The property was bought in 2013 for just over $2 million. They saved some money, however, by abusing a local tax credit scheme. Angola is the world’s fourth largest producer of diamonds, and they have a bloody history in the country, having previously been used by the opposition UNITA group to fund the prolonging of the brutal Angolan Civil War, despite several opportunities for peace presenting themselves. The civil war in Angola is over, but diamonds continue to shape internal dynamics in the country. This is especially true when the local currency has devalued 40% since last year, making precious metals a hot commodity for those seeking to enrich themselves. Edith Lourenco’s transition from diplomacy to diamonds, in the context of her brother’s anti-corruption campaign, highlights the continuing importance of this gemstone in Angola.

Parlamento encerrou, mas volta a reunir em sessão extraordinária

Em tom de campanha eleitoral a Assembleia da República (AR) encerrou na passada quinta-feira (01) a sua IX Sessão Ordinária onde foram apreciadas 42 matérias de 54 agendadas. Porém a VIII Legislatura ainda não terminou e deverá a voltar a reunir nas pr
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Parlamento encerrou, mas volta a reunir em sessão extraordinária

Em tom de campanha eleitoral a Assembleia da República (AR) encerrou na passada quinta-feira (01) a sua IX Sessão Ordinária onde foram apreciadas 42 matérias de 54 agendadas. Porém a VIII Legislatura ainda não terminou e deverá a voltar a reunir nas próximas semanas em sessão extraordinária para fundamentalmente chancelar o terceiro Acordo de Paz entre o Governo da Frelimo e o partido Renamo. Após 30 sessões plenárias onde foram apreciadas 42 matérias, 30 das quais aprovadas por consenso, a AR encerrou as sessões ordinárias da legislatura eleita em 2014. “Hoje, a nossa justiça não é capaz de, com independência, celeridade e na base da lei, julgar e condenar os corruptos que colocaram Moçambique de joelho nestes últimos cinco anos, sacrificando um povo inteiro com restrições, escassez de medicamentos e um bloqueio financeiro internacional. Reiteramos a nossa posição: o nosso Povo não deve pagar as dívidas ilegais e fraudulentas, não autorizadas por esta magna casa”, afirmou Lutero Simango, o líder da bancada parlamentar do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) no seu discurso de balanço. Simango instou ao Governo a apurar as motivações do conflito que acontece na Província de Cabo Delgado “para permitir a solução do problema antes que ganhe um cunho político”. Sobre a revisão constitucional que aconteceu o chefe da bancada do MDM disse que o partido “continua a acreditar na importância de libertar o sistema judiciário do poder político; definir uma política nacional das Forças da Defesa e Segurança e o quadro das políticas monetárias e fiscais ajustadas as verdadeiras necessidades das pessoas”. “Aos nossos concidadãos apelamos para que no dia 15 de Outubro decidam o futuro das nossas vidas e das vidas dos nossos filhos. Temos que decidir sobre a vida das futuras gerações. Estas eleições visam decidir o futuro. Há duas opções: continuar no cinismo e populismo, ou abraçar a esperança, mudando. Nós, no MDM, representamos a mudança; somos a esperança”, concluiu Lutero Simango. Já Ivone Soares começou por fazer uma balanço da sua acção pessoal com chefe da bancada do partido Renamo. “Não obstante ter sido a primeira jovem mulher a assumir funções de tão vasta responsabilidade, tenho o sentimento de missão cumprida”, declarou. Depois entrou na campanha eleitoral: “Há 43 anos que o povo ouve as mesmas promessas! Mudam-se os protagonistas, mas a história é a mesma. Que não haja dúvidas, um governo da RENAMO dirigido por Sua Excelência General Ossufo Momade mudará para melhor o estado das coisas. Temos melhores propostas e temos quadros competentes e íntegros, estamos preparados para desenvolver o país, usar os fundos do Estado com transparência, criar um fundo soberano com o dinheiro do gás e do carvão para fazer face aos momentos em que calamidades como os ciclones Idai e Keneth nos pôem à prova”. Ivone Soares particularizou a campanha nos “10 cabeças de lista, candidatos a Governadores, cujas capacidades de gestão e créditos na transparência nós, Renamo, asseguramos” e lançou aquele que poderá ser o slogan do maior partido da oposição em Moçambique: “Com Ossufo Momade, Renamo unida, rumo à vitória, dizemos não falha nada!” Para chefe da bancada parlamentar do partido Frelimo, Margarida Talapa, fez uma resenha do quinquénio citando o informe apresentado na véspera pelo presidente do seu partido e Chefe de Estado. Entretanto a AR deverá voltar a reunir nas próximas semanas para chancelar o Acordo de Paz que Filipe Nyusi e Ossufo Momade têm de assinar ainda antes do fim do mês de Agosto.

“Mambas” ganham Madagáscar mas perdem (novamente) eliminatória para o CHAN

Madagáscar voltou a vulgarizar Moçambique em pleno estádio nacional do Zimpeto, na Cidade de Maputo, onde perdeu por 3-2 mas garantiu o apuramento para o Campeonato Africano para jogadores que que atuam nos seus países de origem(CHAN) graças a vitória t
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“Mambas” ganham Madagáscar mas perdem (novamente) eliminatória para o CHAN

Madagáscar voltou a vulgarizar Moçambique em pleno estádio nacional do Zimpeto, na Cidade de Maputo, onde perdeu por 3-2 mas garantiu o apuramento para o Campeonato Africano para jogadores que que atuam nos seus países de origem(CHAN) graças a vitória tangencial há uma semana em Antananarivo. Terá sido uma das mais amargas eliminações do “Mambas” que ao intervalo venciam por 3-0. “Estamos a atravessar uma crise mas nunca vamos deixar de trabalhar”, admitiu o seleccionador interino Victor Matine. Após a derrota por 0-1 na 1ª mão nem os mais fervorosos adeptos dos “Mambas” poderiam imaginar a cambalhota que a nossa selecção iria dar a eliminatória no intervalo do jogo desde domingo (04). Dayo, num golpe de sorte, esteve com o corpo no sítio certo para fazer o ricochete da bola que a defesa de Madagáscar tentava aliviar e encaminha-la para o fundo das redes de Jean Donne Randrianasolo empatando a eliminatória. O golo soltou os moçambicanos que pressionando Madagáscar sempre que perdiam a bola começaram a equilibrar o duelo a meio campo e a iniciar jogadas de ataque. Numa delas, ao minuto x35, Luís Miquissone foi lançado para a área e sofreu falta. Maninho, muito seguro, enganou o guarda-redes e fez a cambalhota na eliminatória. Moçambique estava irreconhecível de tão bem que jogava, os ataque sucediam-se e com naturalidade aconteceu o 3-0 no minuto 43. Pressionado um defesa malgaxe atrasou para o seu guarda-redes porém o pequeno Luís Miquissone foi atrás do esférico e de cabeça, pasme-se, fez um chapéu a Jean Donne Randrianasolo. Explosão nas bancadas do estádio nacional de Zimpeto que até resultou na queda de um adepto. Antes do descanso o seleccionador malgaxe mudou a sua táctica e depois do intervalo viu-se uma equipa claramente à procura de vencer a eliminatória. Tal como em Antananarivo há uma semana Randianantenaina Arnaud saltou do banco e fez um golo a Moçambique, estavam jogados apenas 5 minutos da 2º parte. No ataque seguinte Madagáscar poderia ter empatado devido a um mau atraso de um defensor de Moçambique que quase ia enganando ao seu guarda-redes. Os malgaxes mantiveram o ritmo atacante e, no minuto 56, uma cruzamento aparentemente inofensivo chegou as costas dos defesas moçambicanos onde Lalaina Jacquot Manampisoa apareceu solto de marcação e atirou para o fundo das redes de Víctor fazendo nova cambalhota na eliminatória. É que os 2 golos no Zimpeto contaram a dobrar afinal a eliminatória ficou empatada 3-3. Os “Mambas” foram impotentes na 2ª parte, apenas no minuto 80 Dayo conseguiu fazer o primeiro remate enquadrado com a baliza. Gerindo o resultado até ao apito final os malgaxes poderiam ter marcado pelo menos mais 2 golos. Selecção de futebol está “atravessar uma crise mas nunca vamos deixar de trabalhar” “É triste pela forma como os jovens entregaram-se, a forma como nós lutamos e acabamos consentindo 2 golos por erros defensivos, mais uma vez, de posicionamento são situações que nós trabalhamos, devíamos ter corrigido isso a muito tempo mas prontos quem anda na chuva tem que se molhar. Vamos dar força a este pessoal e pensar nos próximos compromissos. Demos um sinal mas estamos muito tristes porque não é isto que nós queríamos, queríamos lutar para ganhar e dar alegria ao povo moçambicano. Mais uma vez agradecer o povo que veio aqui puxar por nós, não conseguimos mas não vamos baixar os braços, vamos arregaçar as mangas e continuar a trabalhar”, declarou o seleccionador interino após o jogo”. Victor Matine considerou “inconcebível uma bola que vai nas costas, bola dividida e não vai ninguém para fazer a cobertura defensiva, vamos trabalhar” e admitiu que a selecção de futebol está “atravessar uma crise mas nunca vamos deixar de trabalhar, temos que acreditar que tudo é possível, acreditamos nós com esta rapaziada que veio aqui bater-se muitíssimo bem apesar de algumas dificuldades que estamos que estamos a passar, conseguimos fazer um bom resultado, não nos interessa agora porque estamos eliminados”. O presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Alberto Simango Jr., não entendeu o que se passou no intervalo e na 2ª parte no entanto considerou que é altura de “levantarmos a cabeça e pensarmos o que é melhor para nós. Porque de facto do nosso lado todas as condições foram criadas para passarmos esta eliminatória, condições logísticas, de estágio, treino, tudo em conformidade, não houve nenhuma coisa que tenha falhado do nosso lado, entretanto na 2ª parte, em seis minutos, uma desatenção estranha deixarmos-nos sofrer 2 golos e assim castigaram-nos, não conseguimos passar para a fase seguinte”. “Este é que é o futebol, vamos repensar em conjunto com os atletas o que nós queremos para o nosso futebol mas volto a dizer o nosso campeonato não é inferior ao malgaxe, entretanto situações de jogo decidiram o que acabou sendo esta eliminatória”, concluiu Alberto Simango Jr. Tal como em 2017, quando o Madagáscar veio a Maputo marcar dois golos e eliminar a nossa selecção ainda na fase de apuramento da zona Austral para Campeonato Africano de futebol para jogadores que actuam nos campeonatos internos (CHAN) de 2020.

“Samurais” perdem com Mali e Angola e mantém 4º lugar no Africano de basquetebol sub-16

Após a desgastante partida dos quartos-de-final, decidida em prolongamento, as “Samurais” não tiveram força para enfrentar o Mali, na meia-final, e acabaram por perder o jogo do 3º lugar para Angola. Tal como em 2017 a selecção sub-16 de Moçambiqu
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“Samurais” perdem com Mali e Angola e mantém 4º lugar no Africano de basquetebol sub-16

Após a desgastante partida dos quartos-de-final, decidida em prolongamento, as “Samurais” não tiveram força para enfrentar o Mali, na meia-final, e acabaram por perder o jogo do 3º lugar para Angola. Tal como em 2017 a selecção sub-16 de Moçambique terminou o Campeonato Africano de basquetebol no 4º lugar. Diante das campeãs africanas no escalão a nossa selecção discutiu o jogo na sexta-feira (02) durante menos de 1 minuto, Vanessa Chivale empatou a 4 pontos. Mas as malianas puxaram dos galões e venceram o 1º período por 23-8 pontos. No 2º período o Mali aumentou a pressão e as “Samurais” ainda a recuperarem do esforço da véspera, diante do Uganda tiveram de ir a prolongamento, não conseguiram esboçar nenhuma reacção saindo para o intervalo a perder por 59-11 pontos. Em elevado ritmo as malianas voltaram para o 3º período e dilataram a vantagem até 84-19 pontos. No derradeiro período as campeãs africanas deram chapa 100 vencendo a meia-final por 102-25 pontos. No sábado (03) a nossa selecção voltou para a quadra do pavilhão Amahoro em Kigali para tentarem melhorar o 4º lugar conseguido em 2017, pela frente encontraram Angola que foi tirada da final pelo Egipto. As angolanas inauguraram o placar, da linha de lances livres, de onde Moçambique também marcou o seu primeiro cesto. Angola assumiu a liderança do placar e abriu vantagem de 8-1 pontos antes de Paula Mabjaia reduzir. Jessie Joaquim reduziu aceleraram e venceram o 1º período por 15-7 pontos. As “Samurais” não conseguiram entrar no jogo no 2º período e viram as angolanas irem para o descanso com vantagem de 28-19 pontos. O intervalo foi fundamental para Moçambique que regressou com disposição para lugar pelo 3º lugar encestando 17 pontos e reduzindo a desvantagem para 45-36 pontos. No 4º período as moçambicanas continuaram a impor o ritmo da partida, mas Angola geriu com mestria a vantagem que não passou dos 8 pontos acabando por assegurar a vitória por 67-59 pontos e o 3º lugar do Campeonato Africano que decorreu no Ruanda. Entre as “Samurais” destacaram-se Paula Mabjaia com uma eficiências de 14,8 por jogo, Vanessa Chivale com 11,8 pontos e 3,2 assistências por partida e ainda Jessie Joaquim com 12,5 ressaltos por jogo. O Mali revalidou o título continental pela sexta vez consecutiva, derrotou o Egipto na final por 84-48 pontos.

Bancos comerciais não reflectem nas suas margens de risco da economia em Moçambique ...

O Estado da Nação continua a não inspirar “esperança” aos bancos comerciais que durante a crise moçambicana facturaram biliões graças as elevadas taxa de juro. Após o informe do Presidente da República, na quarta-feira (31), a Associação Moçam
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Bancos comerciais não reflectem nas suas margens de risco da economia em Moçambique ...

O Estado da Nação continua a não inspirar “esperança” aos bancos comerciais que durante a crise moçambicana facturaram biliões graças as elevadas taxa de juro. Após o informe do Presidente da República, na quarta-feira (31), a Associação Moçambicana de Bancos (AMB) não reviu as elevadas margens sobre os riscos da economia nacional e manteve inalterado o Prémio de Custo dos seus associados, que é 5,20 por cento desde 2017, e também não mexeu nos seus spreads que são os mesmos de 2018. “Não basta que caia 1 por cento para automaticamente cair o Prémio de Custo” explicou o director do departamento de mercados e gestão de reservas do BM, Umaia Mahomed. “Em 2015 afirmamos aqui conscientemente que ainda não estávamos satisfeitos com o Estado da Nação, em 2016 dissemos que a Nação mantinha-se firme, e esse termo entrou no vocabulário político da nossa sociedade, em 2017 o Estado da Nação era desafiante e encorajador, no ano passado, com convicção, declaramos que a Nação era estável e nos inspirava confiança. Podemos hoje dizer que fizemos a travessia de um mar de adversidades, esperávamos essas dificuldades porque estávamos claro do nosso caminho e estávamos certos do nosso destino”, declarou Filipe Nyusi na síntese do informe que apresentou à Assembleia da República no passado dia 31. Contudo os factos, em termos de Política Monetária, mostram que quando Nyusi tornou-se Presidente de Moçambique as taxas de juro rondavam os 10 por cento, o crédito à economia estava em expansão com uma contribuição de cerca de 20 por cento e o crédito mal parado era de apenas 4 por cento. As dificuldades que Filipe Nyusi não admite terem sido causadas pelas dívidas ilegais é a crise económica e financeira que fez disparar as taxas de juro até ultrapassar os 30 por cento, o crédito à economia reduziu alcançando quase 15 por cento negativos enquanto o crédito mal parado ascendeu aos 13,8 por cento. O Presidente Nyusi que em meados de 2018 declarou o início do fim da crise disse na semana passada: “Podemos afirmar com a mesma convicção e orgulho que o Estado da Nação é de esperança e de um horizonte promissor”. A verdade é que Moçambique depois de bater no fundo da crise só tinha um caminho: melhorar. No entanto, e apesar do relaxamento da Política Monetária pelo Banco de Moçambique, o sector financeiro ainda não está seguro que a crise tenha passado, apesar de ter obtidos os maiores lucros de sempre, e reflecte a sua falta de esperança na economia. Importa recordar que mesmo o BM só começou a relaxar a sua Política Monetária em Junho quando reduziu a taxa MIMO e as taxas da Facilidade Permanente de Depósitos e da Facilidade Permanente de Cedência pela primeira vez desde Dezembro de 2018. Porém essa redução de quase 1 por cento só reflectiu-se em 0,20 por cento na Prime Rate do Sistema Financeiro moçambicano em Julho e os restantes 0,80 por cento foram reduzidos para o mês de Agosto. “Não basta que caia 1 por cento para automaticamente cair o Prémio de Custo” Indiferentes continuam os bancos comerciais cujas as margens de lucro, ou spreads, que adicionam à Prime Rate do Sistema financeiro não descem desde 2018. Pior é o Prémio de Custo determinado pela Associação Moçambicana de Bancos que foi cifrada em 5,20 por cento em Abril 2017 e desde então não mudou. Num recente encontro com a imprensa o director do departamento de mercados e gestão de reservas do BM, Umaia Mahomed, explicou que o Prémio de Custo “representa os elementos de risco da actividade interbancária não reflectidos nas operações do mercado interbancário e é quantificável através de três componentes principais que estão no acordo (com a AMB)”. “O Rating do país, em função daquilo que é classificação de Moçambique pelas agências notação financeiras, Moçambique está no risco mais baixo, lixo; temos o Rácio do Crédito em Incumprimento ou crédito mal parado, neste momento em torno de 11 por cento, e é uma componente que entra para o custo dos bancos. Para além disso temos o Rácio do Crédito Saneado; existe ainda Coeficiente de Reservas Obrigatórias que é definida pelo Banco de Moçambique em sede do Comité do Política Monetária, que é aquela parcela que o BM”. Questionado pelo @Verdade as razões porque o Prémio de Custo não é revisto há mais de 2 anos Umaia Mahomed esclareceu que “não o crédito mal parado cair, tem que haver uma combinação de reduções das principais componentes mas também a magnitude dessa reduções tem de ser significativa, não basta que caia 1 por cento para automaticamente cair o Prémio de Custo, foram essas as negociações que foram possíveis”. “Vamos fazer agora em Setembro um ano e vamos avaliar se há matéria para rever o acordo (do acordo do Indexante Único entre o BM e a AMB)”, revelou director do departamento de mercados e gestão de reservas do banco central.

2ª feira de Verão no Sul e Centro, tempo fresco no Norte de Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta segunda-feira (05) em Moçambique: as províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado a limpo. Neblinas e nevoeiros locais. Vento de sueste a leste fraco a m
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2ª feira de Verão no Sul e Centro, tempo fresco no Norte de Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta segunda-feira (05) em Moçambique: as províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado a limpo. Neblinas e nevoeiros locais. Vento de sueste a leste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado a limpo. Neblinas e nevoeiros locais. Vento de sueste a nordeste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado a limpo. Neblinas e nevoeiros locais. Vento de nordeste a noroeste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 34 19 Xai-Xai 33 18 Inhambane 30 17 Vilankulo 29 19 Beira 28 19 Chimoio 30 18 Tete 35 19 Quelimane 31 20 Nampula 31 20 Pemba 29 20 Lichinga 26 13  

Domingo fresco e de agumas nuvens em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este domingo em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de ocorrência chuvas fracas na provínci
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Domingo fresco e de agumas nuvens em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este domingo em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de ocorrência chuvas fracas na província do Niassa. Neblinas e nevoeiros locais. Vento de sueste a leste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de ocorrência de chuvas fracas no extremo norte da Província de Tete. Neblinas e nevoeiros locais. Vento de sueste a leste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu geralmente pouco nublado. Neblinas e nevoeiros locais. Vento de sueste a leste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 30 17 Xai-Xai 30 18 Inhambane 29 20 Vilankulo 27 19 Beira 27 19 Chimoio 28 17 Tete 32 19 Quelimane 30 19 Nampula 30 20 Pemba 28 21 Lichinga 24 13  

Pergunta a Tina: é prejudicial uma mulher de 24 anos ficar mais de dois anos sem ver o ...

Olá Tina, gostaria de saber se é prejudicial, uma mulher de 24 anos ficar mais de dois anos sem ver o período menstrual sem que esteja grávida? Manuela Olá, Manuela. Pode haver várias razões para que isso esteja a acontecer: a primeira é se ela est
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Pergunta a Tina: é prejudicial uma mulher de 24 anos ficar mais de dois anos sem ver o ...

Olá Tina, gostaria de saber se é prejudicial, uma mulher de 24 anos ficar mais de dois anos sem ver o período menstrual sem que esteja grávida? Manuela Olá, Manuela. Pode haver várias razões para que isso esteja a acontecer: a primeira é se ela estiver a amamentar; ou então, a usar contraceptivos ou certos medicamentos (antidepressivos, antialérgicos, anti-hipertensivos, etc.); também pode ser por estar gravemente desnutrida ou com obesidade extrema, ou submetida a stress extremo. Se não for nenhuma destas possibilidades, então é preciso pensar que é sinal de um problema médico. Por isso, o melhor é ir a uma consulta de ginecologia para tentar identificar qual será esse problema. Boa sorte!  

Sábado de verão em Maputo, céu pouco nublado no resto de Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este sábado (03) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de ocorrência chuvas fracas na prov
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Sábado de verão em Maputo, céu pouco nublado no resto de Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este sábado (03) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de ocorrência chuvas fracas na província do Niassa. Neblinas e nevoeiros locais. Vento de sueste a leste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de ocorrência de chuvas fracas ao longo da faixa costeira bem como nas terras altas do interior. Neblinas e nevoeiros locais. Vento de sueste a leste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado temporariamente muito nublado na província de Inhambane. Neblinas e nevoeiros locais. Vento de noroeste a nordeste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 34 15 Xai-Xai 32 16 Inhambane 28 19 Vilankulo 27 17 Beira 27 20 Chimoio 27 15 Tete 30 21 Quelimane 28 21 Nampula 29 20 Pemba 29 21 Lichinga 23 10  

Pergunta a Tina: uma pessoa que faz tratamento de TARV pode acusar negativo após um teste de HIV?

Tina, uma pessoa que faz tratamento de TARV pode acusar negativo após um teste de HIV? Douglas Caro Douglas, se a pessoa teve um teste de HIV positivo, ele vai continuar a ser sempre positivo, mesmo fazendo o Tratamento Anti-RetroViral (TARV). O que acon
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Pergunta a Tina: uma pessoa que faz tratamento de TARV pode acusar negativo após um teste de HIV?

Tina, uma pessoa que faz tratamento de TARV pode acusar negativo após um teste de HIV? Douglas Caro Douglas, se a pessoa teve um teste de HIV positivo, ele vai continuar a ser sempre positivo, mesmo fazendo o Tratamento Anti-RetroViral (TARV). O que acontece é que, se o TARV for feito correctamente, a Carga Viral torna-se Indetectável e a pessoa deixa de transmitir a infecção por via sexual, mesmo se não usar camisinha. Mas, se a pessoa deixar de receber o TARV, então a Carga Viral voltará a ser detectável novamente. Por isso, o teste de HIV vai ser sempre positivo, até que se descubra uma cura definitiva para a infecção por HIV.

18 mortos em 21 acidentes de viação semana passada em Moçambique

Mais 18 pessoas morreram nas estradas moçambicanos em 21 acidentes de viação registados durante a semana passada em Moçambique. Entre os dias 20 e 26 de Julho a Polícia da República de Moçambique (PRM) registou 21 acidentes de viação no nosso paí
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18 mortos em 21 acidentes de viação semana passada em Moçambique

Mais 18 pessoas morreram nas estradas moçambicanos em 21 acidentes de viação registados durante a semana passada em Moçambique. Entre os dias 20 e 26 de Julho a Polícia da República de Moçambique (PRM) registou 21 acidentes de viação no nosso país, sete atropelamentos e cinco despistes, que causaram pelo menos 18 óbitos, fizeram 27 feridos, entre feridos e graves. A velocidade excessiva e a condução sob efeito de álcool são as duas principais causas indicadas pelas autoridades que apreenderam 87 viaturas em situação irregular assim como 309 cartas de condução e 90 livretes. A PRM indicou em comunicado ter detido 17 indivíduos por condução ilegal.

Nyusi admite que embora tenha investido no futebol resultados vieram das modalidades não ...

Embora tenha investido biliões de Meticais no futebol o Presidente Filipe Nyusi admitiu que os melhores resultados desportivos vieram das modalidades que o seu Governo não considera prioritárias. “Nos eventos desportivos internacionais conquistamos um to
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Nyusi admite que embora tenha investido no futebol resultados vieram das modalidades não ...

Embora tenha investido biliões de Meticais no futebol o Presidente Filipe Nyusi admitiu que os melhores resultados desportivos vieram das modalidades que o seu Governo não considera prioritárias. “Nos eventos desportivos internacionais conquistamos um total de 593 medalhas, sendo 204 de ouro, 180 de prata e 209 de bronze em várias modalidades”, indicou durante o balanço do seu mandato. Nyusi, que é rotulado de homem do futebol, modalidade que o seu Governo considera prioritária e por isso tem investido biliões de Meticais, tendo o Chefe de Estado intervindo pessoalmente para assegurar que o paupérrimo nacional de futebol continuasse a existir, admitiu, implicitamente, durante o seu informe sobre o Estado da Nação que os resultados desportivos conseguidos durante o seu mandato vieram das modalidades menos apoiadas. “Da participação condigna dos nosso desportistas logramos resultados cumulativos excecionais que nos orgulham e nos engradecem a nossa pátria. Nos eventos desportivos internacionais conquistamos um total de 593 medalhas, sendo 204 de ouro, 180 de prata e 209 de bronze em várias modalidades”, declarou o Presidente Nyusi, na passada quarta-feira (31) na Assembleia da República. Em fim de mandato Filipe Nyusi nomeou as distinções alcançadas entre 2015 e 2019: “tricampeões africanos de vela, bi-campeões mundiais de salto a corda, medalhas de bronze nos Jogos Paraolimpicos do Rio, Campeonato Africano de futsal, bi-campeões africanos de canoagem, medalha de bronze taekwondo itf, medalha de ouro e de bronze nos jogos islâmicos, bi-campeões africanos de voleibol de praia sub-21, bi-campeões africanos de voleibol de praia em juniores femininos e masculinos, Campeões mundiais de tang soo do, a nossa selecção de hóquei em patins sagrou-se campeão intercontinental e a selecção sub-19, participando pela 1º vez ficou classificada em 3º lugar a nível mundial, para não falar sobre o basquetebol porque as memórias estão frescas nas nossas cabeças”. Após um quinquénio de mais derrotas do que vitórias e sem conseguir apurar-se para nenhum prova internacional ver se os “Mambas” acusam o repto e pelo menos conseguem inverter, no próximo domingo (04) a desvantagem que trouxeram de Madagáscar para continuarem a disputar as eliminatórias de apuramento da zona Austral para Campeonato Africano de futebol para jogadores que actuam nos campeonatos internos (CHAN) de 2020.

Calou-se para sempre o criador da marrabenta “Wena unga yali”, Gabriel Chiau (1939 – 2019)

Doente há alguns anos faleceu na tarde desta quarta-feira (31) o trompetista, guitarrista, compositor, cantor e actor Gabriel Chiau, tinha 80 anos de idade. Chiau, criador da célebre marrabenta “Wena unga yali”, levou a mágoa de ter sido um dos primeir
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Calou-se para sempre o criador da marrabenta “Wena unga yali”, Gabriel Chiau (1939 – 2019)

Doente há alguns anos faleceu na tarde desta quarta-feira (31) o trompetista, guitarrista, compositor, cantor e actor Gabriel Chiau, tinha 80 anos de idade. Chiau, criador da célebre marrabenta “Wena unga yali”, levou a mágoa de ter sido um dos primeiros músicos moçambicanos a ser plagiado. Gabriel Rúben Chiau de seu nome completo confidenciou ao @Verdade, há cerca de uma década, “comecei a conviver com a música na Igreja Missão Suíça, onde aprendi as coisas básicas da música, embora de forma muito rudimentar (...) comecei com o trompete, devo sublinhar que foi com grande ajuda do maestro Chemane. Para além da igreja, fui também influenciado pelo meu pai. Ele foi professor e gostava de passar mensagens educativas, e apostei na arte musical para também transmitir mensagens educativas”. Na entrevista Chiau recordou um dos momentos marcantes da sua carreira “depois de ter quase abandonado o trompete para tocar viola no Harmonia (grupo musical), mais tarde, voltei a pegar no trompete. Porque adorava o trompetista norte-americano Louis Amstrong e, até hoje, confesso ser fã dele. Percebi a forma como ele trabalhava o trompete, voltei a apaixonar-me mais uma vez pelo trompete”. Mais tarde fundou e dirigiu o Grupo Kwekweti, actuou no Grupo Djambo e criou o Quinteto Chiau que acabou por se transformar no Grupo Chiau, “fomos crescendo em número de integrantes e já não fazia sentido continuar a chamar quinteto” explicou. Com mais de 50 anos de actividade musical Gabriel Chiau não deixou nenhum disco gravado, na entrevista disse ao @Verdade que nunca o fez: “Porque quando fazemos os nossos trabalhos, há sempre alguém a plagiar e isso dói-nos imenso. Alguém levou a minha música e foi gravar na Europa. Acredito que, até hoje, está a ganhar dinheiro com isso”. Chiau aludia a sua música “Wena unga yali” que foi recriada sem autorização e tornou célebre no disco Marrabenta Moçambique de Auélio Lebom. Em 2014 recebeu das mãos do Presidente Armando Guebuza a “Medalha de Mérito Artes e Letras”. Além de músico Gabriel Chiau foi actor, antes da independência, na película “Deixe-me ao menos subir as palmeiras”, baseado no clássico da literatura moçambicana “Nós matámos o cão tinhoso” de Luís Bernardo Honwana. “Foi o primeiro filme rodado no Ultramar por ultramarinos e que hoje é considerado uma obra de ficção exemplar sobre o colonialismo, numa perspectiva crítica e alegórica. Nasceu a 15 de Outubro de 1939 no bairro do Chamanculo, na Cidade de Maputo, onde viveu até à data do seu falecimento.

“Samurais” suplantam Uganda e enfrentam Mali nas meias-finais do Africano sub-16

A selecção feminina de basquetebol de Moçambique sofreu, teve de ir a prolongamento, para suplantar o Uganda, nesta quinta-feira (01), em partida dos quartos-de-final do Campeonato Africano na categoria de sub-16. Cinco “bombas” de Paula Mabjaia coloca
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“Samurais” suplantam Uganda e enfrentam Mali nas meias-finais do Africano sub-16

A selecção feminina de basquetebol de Moçambique sofreu, teve de ir a prolongamento, para suplantar o Uganda, nesta quinta-feira (01), em partida dos quartos-de-final do Campeonato Africano na categoria de sub-16. Cinco “bombas” de Paula Mabjaia colocaram as “Samurais” nas meias-finais onde enfrentam o Mali, as campeãs em título. Amimadas pela boa campanha na fase de grupos as moçambicanas entraram para a quadra da Arena de Kigali confiantes que seria fácil suplantar o Uganda que vinha de duas derrotas consecutivas. A nossa selecção abriu o placar e chegou aos 0-4, mas as ugandesas empataram. Vanessa Chivale deu nova vantagem mas as adversárias empataram e fizeram a cambalhota no placar. Moçambique respondeu mas o Uganda venceu o 1º período 12-8 pontos. No 2º período as ugandesas marcaram primeiro mas depois de algum réplica das “Samurais” conseguiram dilatar a vantagem até os 10 pontos. As moçambicanas tentavam fazer tudo à pressa e a desvantagem não diminuiu saindo para o intervalo a perder por 28-16 pontos. O Uganda voltou a marcar primeiro mas Eunice Sérgio deu o tom para a nossa selecção iniciar a recuperação. Com 2 minutos por jogar no 3º período Kisshana Mafassitela empatou a 35 pontos. Vanessa Chivale acordou e faz a cambalhota no marcador e Moçambique vencia por 40-41 pontos na entrada para o derradeiro período. As ugandesas voltaram para frente do placar, no início do 4º período, e abriram nova vantagem de 10 pontos. As “Samurais” recuperaram a calma e empataram por Shannel Júlio com 2 minutos e 54 segundos para jogar. Linda Aber deu vantagem as adversárias mas Paula Mabjaia respondeu com uma “bomba”. O Uganda empatou e com outra “bomba” voltou para frente do marcador. Paula Mabjaia disparou outra “bomba” e com o cronómetro a estourar Shannel Júlio empatou a 60 pontos. Para encontrar a selecção semi-finalista teve de ser jogado um prolongamento. O Uganda marcou primeiro, um lançamento livre, porém Leonor Alvar encestou dois lançamentos livres fazendo 61-63 pontos. Uma “bomba” de Leonor Alvar ampliou a vantagem mas as ugandesas deram luta. As “Samurais” mostraram maturidade e concentração, apesar da idade, e geriram a vantagem até Paula Mabjaia sentenciar a vitória com mais uma “bomba”. Na noite desta sexta-feira Moçambique vai disputar a meia-final enfrentando as campeãs em título, o Mali. Na outra semi-final Angola joga contra o Egipto.

Momade assina Acordo de Cessação das Hostilidades acreditando que eleições serão justas, ...

A guerra cessou formalmente em Moçambique nesta quinta-feira (01) após a assinatura de um Acordo entre o Presidente de Moçambique e o líder do maior partido Renamo. Ossufo Momade acredita que “a partir deste Acordo todos nos comprometemos em tudo fazer
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Momade assina Acordo de Cessação das Hostilidades acreditando que eleições serão justas, ...

A guerra cessou formalmente em Moçambique nesta quinta-feira (01) após a assinatura de um Acordo entre o Presidente de Moçambique e o líder do maior partido Renamo. Ossufo Momade acredita que “a partir deste Acordo todos nos comprometemos em tudo fazer para doravante as eleições serem justas, livres e transparentes” em Moçambique. Filipe Nyusi equiparou o Acordo de Cessação das Hostilidades militares ao cordão umbilical de um bebé, que pela tradição, deve ser enterrado para “jamais os moçambicanos voltarem a ver a guerra”. A localidade de Chitengo, no Distrito de Gorongosa, na Província de Sofala, epicentro da terceira guerra civil, foi o local escolhido para a formalização do calar das armas em Moçambique. Até ao fim do mês de Agosto deverá ser assinado um Acordo total de Paz, o terceiro depois de 1992 e 2014. Ossufo Momade recordou que a guerra regressou “pela programação e validação dos resultados eleitorais não transparentes, não justos e não credíveis. Por outro lado estas hostilidades militares foram consequência da intolerância política que ficou mais acentuada a partir de Setembro de 2015”. O presidente da Renamo prestou tributo ao seu antecessor, Afonso Dhlakama, “queremos manifestar o nosso eterno reconhecimento a este ícone político, o homem que sempre colocou o povo de Moçambique em primeiro lugar. Abdicou a família, a riqueza, a sua própria vida para salvaguardar os interesses mais nobres do nosso país”. “Ao irmão Filipe Jacinto Nyusi, Presidente da República, vai o nosso sentimento de apreço por ter conseguido romper as forças que sempre opuseram-se ao diálogo como forma de resolver as nossas diferenças e esperamos que seja o guardião desta página de ouro que hoje abrimos”, afirmou dando a impressão que aposta numa vitória do candidato do partido Frelimo a 15 de Outubro como forma de garantir a paz. Para Momade, “O dia 1 de Agosto de 2019 fica registado nos anais da nossa história como uma data inesquecível, o dia do reencontro da família moçambicana” e garantiu “ao nosso povo e ao mundo que enterramos a lógica da violência como forma de resolução das nossas diferenças”. “É nossa convicção que a partir deste Acordo todos nos comprometemos em tudo fazer para doravante as eleições serem justas, livres e transparentes”, declarou o líder do maior partido de oposição alheio ao facto do processo para as Gerais deste ano já estar viciado pelos problemas do Recenseamento. Ossufo Momade exorta “aos Serviços de Informação e Segurança do Estado (SISE) a não promover caça as bruxas” O presidente da Renamo enfatizou que ao abrigo do Acordo o Governo deve “abster-se de assumir posições ameaçadoras ou cercar bases da Renamo conhecidas pelo Grupo Técnico Conjunto de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração enquanto decorre o processo do seu desmantelamento ao abrigo do Memorando de Entendimento sobre Assuntos Militares, absteres de actos hostis ou de sequestros contra populações civis e suas propriedades”. No entanto Momade não nomeou as disposições que o seu partido deve cumprir, apenas disse “Do nosso lado comprometemo-nos a respeitar e cumprir todas as disposições do presente Acordo no espírito e na letra, sem reservas”. O Acordo indica que a Renamo deve entregar as armas que possui, não pode adquirir novas armas nem munições, está impedida de recrutar novos homens para apresentar como seus guerrilheiros a serem reintegrados e todas as suas bases deverão ser desactivadas até ao próximo dia 21. “Esperamos também que doravante a Polícia da República de Moçambique seja republicana e defensora de todos os moçambicanos”, desejou Ossufo Momade que exortou “aos Serviços de Informação e Segurança do Estado (SISE) a não promover caça as bruxas, perseguição e tortura aos cidadãos em particular aos membros dos partidos políticos em salvaguarda a paz e reconciliação nacional durante alcançadas”. Não é público se a Renamo conseguiu uma das suas principais exigências que era integrar alguns dos seus homens nos Serviços de Informação e Segurança do Estado, instituição que alegadamente comanda os chamados “esquadrões da morte” e que durante o 1º mandato de Filipe Nyusi protagonizou dezenas de assassinatos e sequestros com aparentes ter motivações políticas. Autocarro de passageiros atacado por “inimigos da paz” Por seu turno o Presidente Filipe Nyusi assinalou que “o conflito armado provocou a morte de muitos irmão nossos e a destruição de bens privados e públicos, como moçambicanos guardamos amargas recordações desse período sombrio na nossa história como uma lição para evitar a sua repetição. A violência militar retardou o desenvolvimento de Moçambique”. “Volvidos vários anos de diálogo visando o alcance da paz efectiva e duradoura estamos aqui em Gorongosa para dizer a todos os moçambicanos e ao mundo inteiro que acabamos de dar mais um passo que mostra que a marcha rumo a paz efectiva é mesmo irreversível, que a incerteza dê lugar a esperança, que o futuro de Moçambique é mesmo promissor”, prometeu o Chefe de Estado. Nyusi deixou o desejo de “a partir de hoje abre-se uma nova era na história do nosso país onde nenhum moçambicano, ou grupo de moçambicanos deve utilizar a violência armada como meio de solucionar diferenças políticas ou de opinião”. Para o terceiro Presidente moçambicano que assina um documento com vista a paz o Acordo de Cessação das Hostilidades militares é como um cordão umbilical de um bebé, que pela tradição, “enterra-se longe num sítio que jamais se pode desenterrar (...) jamais os moçambicanos voltarem a ver a guerra”. Entretanto um autocarro de transporte de passageiros foi alvo de tiros por parte de desconhecidos durante a noite de quarta-feira (31). O incidente, onde ninguém ficou ferido, foi comentado pelo Presidente Filipe Nyusi. “Ouvi dizer hoje que houve umas pessoas que apareceram a ameaçar outras pessoas ontem, são inimigos da paz. Não são necessariamente pessoas da Renamo. Estive hoje a falar com o presidente da Renamo, são pessoas contra a paz. Então agora como nós dissemos não há hostilidades, não há quem seja da Renamo, aquele que vai fazer um tiro, que vai usar a arma a Renamo e o Governo juntos vão lhes buscar”, declarou Nyusi na Cidade da Beira, num evento com membros do seu partido após rubricar o Acordo com Ossufo Momade. Depois da viciação do Recenseamento Eleitoral o povo aguarda pelos resultados das Eleições Gerais, Legislativas e Provinciais para ver se à terceira é mesmo de vez que a paz veio para ficar em Moçambique. É que embora pareça ser difícil alcançar a paz os três acordos que Moçambique teve desde 1992 mostram que mais difícil ainda tem sido mantê-la.

6ª feira fresca, de céu nublado e previsão de chuviscos em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta sexta-feira (02) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de chuvas fracas em Niassa e Nam
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6ª feira fresca, de céu nublado e previsão de chuviscos em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta sexta-feira (02) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de chuvas fracas em Niassa e Nampula e faixa costeira da província de Cabo Delgado. Neblinas e nevoeiros locais. Vento de sueste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de chuvas fracas locais, podendo ser moderadas nas províncias de Manica e Zambézia. Neblinas e nevoeiros locais. Vento de sueste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado temporariamente muito nublado. Possibilidade de chuvas fracas, principalmente na faixa costeira da província de Inhambane. Neblinas e nevoeiros locais. Vento de sueste a nordeste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 27 15 Xai-Xai 26 17 Inhambane 26 18 Vilankulo 27 16 Beira 27 17 Chimoio 25 13 Tete 31 18 Quelimane 27 17 Nampula 29 18 Pemba 29 19 Lichinga 23 10  

Governo de Nyusi acata Acórdão sobre inconstitucionalidade da dívida da EMATUM mas não o cumpre

O Presidente da República revelou nesta quarta-feira (31) que o seu Governo acatou o Acórdão do Conselho Constitucional que declarou inconstitucional a dívida da EMATUM mas não o vai cumprir, pelo menos para já. “Como Estado cumpre-nos, no entanto, sa
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Governo de Nyusi acata Acórdão sobre inconstitucionalidade da dívida da EMATUM mas não o cumpre

O Presidente da República revelou nesta quarta-feira (31) que o seu Governo acatou o Acórdão do Conselho Constitucional que declarou inconstitucional a dívida da EMATUM mas não o vai cumprir, pelo menos para já. “Como Estado cumpre-nos, no entanto, salvaguardar a credibilidade do país ao abrigo da legislação internacional” disse Filipe Nyusi. Instado a realizar a fiscalização do empréstimo da Empresa Moçambicana de Atum, Sociedade Anónima, (EMATUM, SA) pelo Fórum de Monitoria do Orçamento e pelo Provedor de Justiça os Venerandos juízes do Conselho Constitucional declararam a 4 de Junho último “a nulidade dos actos inerentes ao empréstimo contraído pela EMATUM,SA, e a respectiva garantia soberana conferida pelo Governo, em 2013, com todas as consequências legais”. O órgão de soberania mais alto e cujas decisões não são passíveis de recurso considerou que “indiscutivelmente o Governo (Nota do Editor: de Armando Guebuza) actuou à margem da Constituição, violando inequivocamente a respectiva alínea p) do n° 2, do artigo 178 da CRM, onde se reserva a exclusividade da competência da Assembleia da República para autorizar (…) a contrair ou conceder empréstimos, a realizar outras operações de crédito, por período superior a um exercício económico e a estabelecer o limite dos avales a conceder ao Estado, isto por um lado e, por outro, infringiu a alínea a) do n° 2 do artigo 129 da Lei n° 14/2011, de 10 de Agosto, pela prática de actos que configuram obviamente a usurpação do poder, conflituando desde logo com o artigo 134, onde se consagra a separação e interdependência de poderes dos órgãos de soberania, subordinando-se à Constituição e às leis, tal como igualmente se estipula no n°3 do artigo 2, ambos da Constituição da República de Moçambique”. Durante o último informe sobre o Estado da Nação, que prestou a Assembleia da República no seu 1º mandato presidencial, Filipe Nyusi disse: “Na sequência do recente Acordão do Conselho Constitucional, sobre a inconstitucionalidade da dívida da EMATUM, respeitamos o principio de separação de poderes e acatamos a decisão tomada por este órgão de soberania do nosso país”. “Como Estado cumpre-nos, no entanto, salvaguardar a credibilidade do país ao abrigo da legislação internacional, estamos a acompanhar as implicações da decisão e como sempre a nossa postura será guiada pela defesa dos interesses do país e dos moçambicanos”, revelou o Chefe de Estado que durante uma entrevista em Portugal admitiu a sua conivência na contratações do empréstimo da EMATUM assim como nos outros dois das empresa Proindicus e MAM. A posição do Presidente Nyusi foi secundada pelo seu ministro da Economia e Finanças que à margem do discurso no Parlamento esclareceu ao @Verdade que a renegociação com os credores da EMATUM, com quem o Governo alcançou um acordo de princípios a 31 de Maio, nem sequer precisa de aprovação da “Casa do Povo. “Esta (dívida) não é nova, é reestruturação daquilo que já foi aprovado, agora se você traz novos elementos mais gravosos do que aquilo que foi aprovado aí é que tem de voltar, portanto o processo tem que ser feito nessa perspectiva”, explicou Adriano Maleiane quando questionado se com o encerramento da Assembleia da República, nesta quinta-feira (01) o eventual acordo de reestruturação teria de esperar pela nova Legislatura que só entrará em funções em 2020.

Associação de Juízes e Câmara do Comércio estabelecem parceria

A Associação Moçambicana de Juízes (AMJ) e a Câmara do Comércio de Moçambique (CCM) estabeleceram, na terça-feira, 30 de Julho, em Maputo, uma aliança estratégica que vai permitir solucionar os problemas de formação dos magistrados judiciais, com
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Associação de Juízes e Câmara do Comércio estabelecem parceria

A Associação Moçambicana de Juízes (AMJ) e a Câmara do Comércio de Moçambique (CCM) estabeleceram, na terça-feira, 30 de Julho, em Maputo, uma aliança estratégica que vai permitir solucionar os problemas de formação dos magistrados judiciais, com especial enfoque na área da indústria extractiva. A parceria, materializada através de um memorando de entendimento assinado pelos presidentes da AMJ e da CCM, respectivamente Carlos Mondlane e Julião Dimande, prevê ainda a busca de soluções inovadoras conjuntas para a garantia da sustentabilidade das duas organizações. Na ocasião, Carlos Mondlane referiu que a AMJ está preocupada com a sedimentação do Estado de Direito e o reforço da cidadania, no País, e para tal é preciso que os juízes sejam cada vez melhor formados e capacitados tecnicamente: “Muitas vezes, o grande óbice que se encontra para que a formação dos juízes seja plena, tem a ver com limitações financeiras, porque a formação é cara”, frisou. É altura, conforme destacou Carlos Mondlane, de a associação dos juízes começar a pensar em identificar mecanismos próprios para a sua sustentabilidade. Na sua opinião, nenhum parceiro melhor do que a Câmara do Comércio para indicar a AMJ esses mecanismos, que uma vez usados vão permitir que a AMJ funcione na sua plenitude como acontece com as suas congéneres de outros países, como Portugal e Brasil. “Nós acreditamos que, através desta parceria, nos vamos capacitar institucionalmente e sobretudo vamos ter bases sólidas para materializarmos todas as nossas acções. Este entendimento é de um significado muito expressivo para nós, porque nos vai permitir responder à demanda política, económica e social a que muitas vezes o juiz se encontra e que não pode dar uma pronta resposta, devido às limitações financeiras”, afirmou. Para Julião Dimande, a parceria representa um passo importante na concretização das projecções de ambas as organizações. “Para a CCM ficou sempre claro que sem usar as ferramentas que tem na arena internacional, para poder exercer o seu papel, não estaria em melhores condições para responder aos seus associados, sem estabelecer esta parceria que não só vai dar assistência jurídica para as nossas empresas, mas também vai-nos trazer uma grande visibilidade na nossa actuação na esfera internacional”, indicou Julião Dimande. A CCM está integrada na Câmara Internacional e, neste âmbito, as empresas associadas estão igualmente internacionalizadas, sendo nesta plataforma onde buscam as grandes oportunidades para o seu crescimento, formação e capacitação. “Pensamos que a AMJ também vai encontrar um espaço fértil para que possamos trabalhar em conjunto”, concluiu.

"Lioness Lean in Breakfast": 700 mulheres já se empoderaram

A iniciativa “Lioness Lean in Breakfast”, promovida pela Lionesses of Africa, em parceria com a Incubadora de Negócios do Standard Bank, a Embaixada do Reino dos Países Baixos e a Eni, com vista à partilha de experiências e criação de redes de conta
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"Lioness Lean in Breakfast": 700 mulheres já se empoderaram

A iniciativa “Lioness Lean in Breakfast”, promovida pela Lionesses of Africa, em parceria com a Incubadora de Negócios do Standard Bank, a Embaixada do Reino dos Países Baixos e a Eni, com vista à partilha de experiências e criação de redes de contacto entre as participantes, já atingiu cerca de 700 mulheres empreendedoras e empresárias moçambicanas desde a sua primeira edição, realizada em Novembro de 2016. Trata-se de um evento que visa, essencialmente, dar mais e maior visibilidade às empreendedoras moçambicanas, e, por via disso, alargar o seu acesso ao mercado e dar-lhes a oportunidade de criar redes de negócios no País, na região e, quiçá, no mundo. O “Lioness Lean in Breakfast” constitui uma das iniciativas concebidas pelo Standard Bank, através da sua Incubadora de Negócios, destinadas às mulheres empreendedoras e jovens aspirantes (e não só). Através delas, o banco espera contribuir para o fomento de um crescimento inclusivo, com a criação de bases para um ecossistema empresarial robusto, que valoriza a inovação, o conteúdo local e a geração de postos de trabalho. Para o Standard Bank, a importância do “Lioness Lean in Breakfast” reside no facto de permitir que mulheres que tiveram a coragem e ousadia de empreender, e que hoje são referências, transmitam a sua experiência e as melhores práticas por si adoptadas para, desta maneira, inspirarem mais mulheres a realizar os seus sonhos através do empreendedorismo. “Através do Lioness Lean in Breakfast, damos a oportunidade às mulheres para apresentarem os seus produtos e serviços, num ambiente de interacção, inspirador e que torna realidade os sonhos daquelas que acreditam em si mesmas e empreendem para explorar as enormes oportunidades de crescimento que existem no País”, explicou Ivone Matule, representante do Standard Bank, durante a abertura da nona edição do evento, que decorreu no dia 26 de Julho. Por detrás da concepção desta iniciativa estiveram as estatísticas, que indicam que, apesar de as mulheres constituírem a maioria da população moçambicana, elas lideram somente 1% das 49.734 pequenas e médias empresas (PME) existentes no País. “A situação também não é diferente para as 100 maiores empresas. Portanto, ainda há muito por se fazer”, sentenciou a representante do Standard Bank. Por seu turno, a embaixadora da Lionesses of Africa para a África Austral, Hlubi Mboya, realçou a importância desta iniciativa, que aglutina mulheres de diversos extractos em prol de um objectivo nobre: o seu empoderamento. “Queremos que as mulheres tenham acesso aos mercados e a redes de negócio. Elas não podem fazer isso de forma isolada, daí a importância de trabalharmos em conjunto. Temos que caminhar juntas, por isso sentimo-nos privilegiadas por fazer parte desta iniciativa”. A nona edição desta iniciativa teve como oradoras Marta Mulungo (fundadora da ATOS, Lda, empresa moçambicana de consultoria na área de Recursos Humanos, e da MMCoaching, virada ao desenvolvimento pessoal), Annette Cassy (fundadora da Kidz Kare, centro médico infanto-juvenil) e Zina Tavares (directora-geral da Ilulu, empresa de gestão imobiliária). Mirza Jamal, gestora de uma plataforma digital de apoio às PME em matérias de marketing, é uma das participantes assíduas do “Lioness Lean in Breakfast” e considerou que o evento permitiu-lhe perceber que a jornada de todas as empreendedoras foi e sempre será feita de dificuldades, havendo, por isso, necessidade de se ser persistente. “Sempre saio com novas perspectivas e com as energias renovadas. Enfrentamos muitas dificuldades e, através deste evento, ganhamos ânimo porque conseguimos entender que não somos as únicas. Ficamos a saber o que as outras fizeram para ultrapassar os obstáculos até atingirem o patamar em que se encontram”, sublinhou. E porque o Standard Bank se preocupa com a próxima geração de empreendedoras moçambicanas, a Incubadora de Negócios acolheu, também, o “Young Lionesses”, cujo objectivo é inspirar e encorajar jovens estudantes universitárias a abraçarem o empreendedorismo. A sessão teve como oradoras Yara Ribeiro (directora executiva do Volare Restaurante), Mara Cancune (representante da CharbanúRH, consultoria e capacitação em recursos humanos) e Cheila Abasse (fundadora e directora-geral da RH Resolve, gestão e solução em recursos humanos). Na sua interacção com as participantes, Mara Cancune, uma jovem de 22 anos de idade, apontou o medo como um dos principais obstáculos dos (aspirantes a) empreendedores, no geral, tendo apelado às presentes a confiarem mais em si mesmas. “Não é a falta de dinheiro ou de outro tipo de recursos. É o medo de não dar certo, de não conseguir clientes ou de não ganhar concursos. É uma barreira frequente na jornada dos empreendedores, e há que vencê-la”.

Gerais 2019: CC rejeita candidaturas de Eugénio Estêvão, Hélder Mendonça e Alice Mabota

O Conselho Constitucional decidiu nesta quarta-feira (31) rejeitar as candidaturas ao cargo de Presidente de Moçambique dos cidadãos Eugénio Estêvão, Hélder Luís Paulo de Mendonça e Maria Alice Mabota, "por não preencherem os requisitos legalmente ex
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Gerais 2019: CC rejeita candidaturas de Eugénio Estêvão, Hélder Mendonça e Alice Mabota

O Conselho Constitucional decidiu nesta quarta-feira (31) rejeitar as candidaturas ao cargo de Presidente de Moçambique dos cidadãos Eugénio Estêvão, Hélder Luís Paulo de Mendonça e Maria Alice Mabota, "por não preencherem os requisitos legalmente exigíveis”. São candidatos à Eleição Presidencial de 15 de Outubro Daviz Simango, Filipe Nyusi, Mário Albino e Ossufo Momade. Candidataram-se ao cargo de Presidente de Moçambique os cidadãos David Mbepo Simango, Eugénio Estêvão, Filipe Jacinto Nyusi ,Hélder Luís Paulo de Mendonça, Maria Alice Mabota, Mário Albino e Ossufo Momade porém o CC, após verificar as fichas dos proponentes constatou diversas anomalias, particularmente em três deles. Dos 11.340 eleitores que supostamente suportaram a candidatura de Eugénio Estêvão o Conselho Constitucional verificou que 5.360 estavam “improcessáveis, por assinatura efectuada pela mesma pessoa”, em 2.008 o número do cartão de eleitores incorrectos, em 81 o número de proponentes estavam repetidos no mesmo candidato, 120 proponentes estavam repetidos em candidatos diferente e 5 apresentaram número de cartão de eleitor inválidos. O CC notificou o mandatário da candidatura de Eugénio Estêvão que submeteu 6.082 novas fichas das quais 5.190 foram novamente invalidadas. A candidatura de Hélder Mendonça foi inicialmente suportada por 12.250 fichas das quais, numa primeira fase, 146 estavam “improcessáveis, por assinatura efectuada pela mesma pessoa, 121 não tinham assinatura reconhecida pelo Notário, 1.834 apresentaram número do cartão de eleitores incorrectos, 427 tinham proponentes repetidos no mesmo candidato, 65 fichas tiveram proponentes repetidos em candidatos diferentes e 1.700 traziam o número de cartão de eleitor inválido. Após a notificação do mandatário o CC recebeu 2.043 novas fichas de proponentes no entanto 1.760 revelaram novas irregularidades. Já a candidatura da primeira mulher que pretendia chegar à Ponta Vermelha foi suportada por 13.160 cidadãos contudo as fichas de 688 estavam “improcessáveis, por assinatura efectuada pela mesma pessoa”, 144 tinham proponentes sem assinatura reconhecida pelo Notário, 3.085 apresentaram números do cartão de eleitores incorrectos, 1.073 Fichas tinham o número de cartão de eleitor inválido, 1.091 proponentes estavam repetidos no mesmo candidato enquanto 218 estavam repetidos em candidatos diferentes. Após ser notificada a candidatura de Alice Mabota forneceu 3.139 novas fichas contudo 2.281 não passaram pelo crivo do Conselho Constitucional. “Consequentemente, nos termos da alínea d) do n.º 2 do artigo 146 da Constituição da República e do n.º 2 do artigo 19 da Lei Eleitoral, os candidatos Hélder Luís Paulo de Mendonça, Maria Alice Mabota e Eugénio Estêvão não preenchem os requisitos legais para serem candidatos ao cargo do Presidente da República”, decidiu o CC.

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