Mozambique



2ª feira soalheira e com calor em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta segunda-feira (07) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado temporariamente nublado. Possibilidades de chuvas fracas ou chuviscos
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2ª feira soalheira e com calor em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta segunda-feira (07) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado temporariamente nublado. Possibilidades de chuvas fracas ou chuviscos locais. Vento de leste a nordeste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado temporariamente nublado a norte da província de Tete, onde há possibilidade de chuvas fracas ou chuviscos dispersos. Vento de leste a nordeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas ao longo faixa costeira. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu geralmente pouco nublado. Vento de sueste a nordeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas ao longo da faixa costeira. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 31 18 Xai-Xai 30 19 Inhambane 29 20 Vilankulo 27 19 Beira 28 19 Chimoio 32 16 Tete 37 20 Quelimane 30 20 Nampula 31 21 Pemba 30 22 Lichinga 27 15  

Dia da Paz em Moçambique com calor no Sul, chuviscos no Centro e Norte

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta sexta-feira (04) Dia da Paz e Reconciliação em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu nublado passando a pouco nublado. Aguaceiros fracos ou ch
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Dia da Paz em Moçambique com calor no Sul, chuviscos no Centro e Norte

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta sexta-feira (04) Dia da Paz e Reconciliação em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu nublado passando a pouco nublado. Aguaceiros fracos ou chuvas fracas, acompanhadas por vezes de trovoadas. Vento de sueste a nordeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala tempo fresco e quente com céu pouco nublado localmente muito nublado na província de Tete. Aguaceiros ou chuvas fracas localmente moderadas na província de Tete, acompanhadas por vezes de trovoadas. Vento de sueste a nordeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas na província de Tete. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo tempo fresco e quente com céu pouco nublado a limpo. Vento de nordeste a noroeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas ao longo da faixa costeira. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 35 16 Xai-Xai 32 14 Inhambane 28 18 Vilankulo 26 19 Beira 27 19 Chimoio 26 16 Tete 33 22 Quelimane 30 20 Nampula 29 19 Pemba 30 24 Lichinga 25 16

Jovem degolado na Cidade de Maputo

Um jovem de 23 anos idade foi degolado na madrugada do passado domingo (29) no bairro do Alto Maé, na Cidade de Maputo. O assassinato aconteceu cerca das 4 horas quanto um grupo de três desconhecidos que se fazia transportar numa viatura de cor branca in
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Jovem degolado na Cidade de Maputo

Um jovem de 23 anos idade foi degolado na madrugada do passado domingo (29) no bairro do Alto Maé, na Cidade de Maputo. O assassinato aconteceu cerca das 4 horas quanto um grupo de três desconhecidos que se fazia transportar numa viatura de cor branca interceptou um jovem que aparentemente regressava de uma convívio com amigos a pé. “Puxaram a ele para o carro onde foi esfaqueado na garganta” contou uma testemunha a jornalistas que indicou que a vítima, identificada pelo nome de Abdul Nasser, residia próxima do local onde foi assassinada.

Ancião detido por roubo de sapatos

Um cidadão de 64 anos de idade foi detido na passada terça-feira (01) na Cidade de Maputo pela Polícia da República de Moçambique acusado de furto de sapatos. De acordo com testemunhas o ancião terá contactado inicialmente a loja para adquirir sapat
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Ancião detido por roubo de sapatos

Um cidadão de 64 anos de idade foi detido na passada terça-feira (01) na Cidade de Maputo pela Polícia da República de Moçambique acusado de furto de sapatos. De acordo com testemunhas o ancião terá contactado inicialmente a loja para adquirir sapatos diversos, no dia seguinte voltou ao mesmo estabelecimento comercial e furtou dez pares de sapatos que tentou ocultar pelo seu corpo. “Tentei comprar esses sapatos só que não tinha dinheiro”, confessou o cidadão detido na 1ª esquadra da Cidade de Maputo.

Escola Comercial de Pemba transformada em instituto médio

O Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional decidiu requalificar a Escola Comercial de Pemba para leccionar o nível médio técnico profissional. Tendo “as dinâmicas de desenvolvimento socioeconómico do país” com
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Escola Comercial de Pemba transformada em instituto médio

O Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional decidiu requalificar a Escola Comercial de Pemba para leccionar o nível médio técnico profissional. Tendo “as dinâmicas de desenvolvimento socioeconómico do país” como argumento o Governo transformou desde o passado dia 2 de Setembro a Escola Comercial de Pemba, de nível básico técnico profissional, em Instituto Industrial e Comercial de Pemba, localizado na Província de Cabo Delgado, que passará a leccionar o nível médio.

Cada Mobile ID do recenseamento eleitoral em Moçambique custou 569 mil Meticais

O cada vez menos livre, sem transparência e injusto processo eleitoral em Moçambique continua a somar custos exorbitantes. O @Verdade descobriu que os 3 mil Mobiles ID e assessórios adquiridos para o recenseamento desde ano custou 1,7 bilião de meticais,
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Cada Mobile ID do recenseamento eleitoral em Moçambique custou 569 mil Meticais

O cada vez menos livre, sem transparência e injusto processo eleitoral em Moçambique continua a somar custos exorbitantes. O @Verdade descobriu que os 3 mil Mobiles ID e assessórios adquiridos para o recenseamento desde ano custou 1,7 bilião de meticais, são cerca de 569 mil Meticais por cada kit... que saiu mais caro do que as habitações da maioria dos cidadãos moçambicanos. Os custos da democracia no nosso país não param de aumentar cada novo ciclo eleitoral, para o processo que culmina com a votação no próximo dia 15 de Outubro as autoridades estimaram inicialmente em 14,6 biliões de Meticais mas devido a crise despoletada pelas dívidas ilegais cortaram até cerca de 6 biliões de Meticais. O @Verdade descobriu que 1,7 bilião de Meticais foi usado apenas para adquirir 3 mil kits do recenseamento, vulgarmente denominados Mobile ID, que são basicamente compostos por um computador com um software de recolha de dados específico, sistema de três backups, impressora, colector de impressões digitais, câmara fotográfica e baterias. Entrevistado pelo @Verdade o porta-voz do Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE), Cláudio Langa, explicou que os 5 mil Mobiles IDs adquiridos para o ciclo 2013 e 2014 e que “estavam em perfeitas condições” quando o processo terminou, apesar dos cuidados de armazenagem e manutenção rotineira “alguns mostraram-se fora de condições pelo não uso”. “Em finais de 2016 fizemos uma “feira internacional” para todos os fabricantes daquele tipo de equipamentos, localmente não existem (empresas com esse know-how), ainda é uma tecnologia nova. Não é apenas um computador, é uma tecnologia nova ao nível internacional, as empresas vão se especializando a medida que prestam trabalho a um determinado país. Vieram da várias partes do mundo empresas, expusemos o que tínhamos como ponto de partida para dar-se continuidade mas não houve muitos interessados. Primeiro por interesses próprios comerciais, não quiseram pegar no que é de alguém, teriam de pagar algo por usar o software de alguém, mesmo que só usassem o equipamento depois teriam de construir um software só para ali” detalhou Cláudio Langa. O porta-voz do STAE explicou que “em 2018 fizemos o recenseamento piloto com o lote (de equipamentos) que estava bom e que cobria as necessidades para os distritos com autarquias, mas quando começamos a projectar os postos de recenseamento para 2019 assustamo-nos quando ultrapassamos os sete mil postos, qual era a quantidade de brigadas necessárias para cobrir. Terminado o recenseamento de 2018 reavaliamos o equipamento e só tínhamos cerca de 2.500 a 2.700 operacionais, pois para além das condições adversas que são sujeitos estão nas mãos de pessoas que nunca viram informática na vida”. Processo eleitoral refém da empresa Artes Gráficas Lda a menos que troque todos os Mobiles no próximo ciclo eleitoral Langa aclarou que “depois da avaliação fizemos não um concurso inicialmente, voltamos a fazer consultas aos fornecedores internacionais conhecidos, com parceiros locais como obriga a lei do procurement, vieram as mesmas que tinham estado na “feira” e disseram a mesma coisa temos produto novo, não podemos usar esse. O STAE apresentou esse trabalho à CNE, que desvantagens existiam em começar do zero e quais seriam desvantagens de abrir um concursos para substituir tudo. A outra solução era adquirir apenas para os novos postos de 2019 mantendo os equipamentos usados nas autárquicas mas o problema foi como agregar a base de dados com 6 milhões de eleitores produzida por um determinado tipo de equipamento, com certo software, num novo”. “Houve uma longa discussão sobre isso até que a CNE acabou decidindo por um ajuste directo para 3 mil Mobiles IDs para salvaguardar a questão da compatibilidade da gestão da base de dados, tudo nos levava, nos relatórios de todos os fornecedores, sempre a soluções novas inclusive fizemos, para quem quisesse, disponibilizamos a base de 2013 e 2014 para ensaiar mas desistiram a meio, quando importavam para o seu software novo perdiam-se as fotos, noutro não vinham todos eleitores”, revelou o porta-voz do Secretariado Técnico de Administração Eleitoral. O @Verdade apurou que a 3 de Dezembro de 2018 foi rubricado um contrato com a empresa Artes Gráficas Lda, que em 2013 havia vendido 5 mil Mobilie ID por 1,3 bilião de Meticais, desta vez para o fornecimento de 3 mil Mobiles ID para o recenseamento eleitoral de 2019, material de formação, acessórios e tonner no valor total de 1.599.984.739,86 Meticais. Cláudio Langa disse ao @Verdade que este custo teve em referência o preço unitário de 2013 e 2014 “mais as melhorias que pedimos como colector de impressões digitais, a câmara fotográfica porque houve problemas de qualidade das fotos”, mas acrescentou que o processo eleitoral está refém deste fornecedor a menos que troque todos os Mobiles no próximo ciclo eleitoral. No entanto em Junho deste ano a empresa Artes Gráficas Lda solicitou o pagamento de diferenças cambiais no montante de 22.863.513,27 Meticais pois todos materiais foram adquiridos em moeda convertível e a libertação de fundos foi lenta. Através da Resolução 69/CNE/2019 de 15 de Julho a Comissão Nacional de Eleições aprovou a “liquidação de diferenças cambiais” solicitadas por esta empresa que é propriedade da família Sidat, composta por vários membros proeminentes do partido Frelimo e que ironicamente tem fornecido outros materiais do processo eleitoral há vários anos. O @Verdade descobriu também que por ajuste directo os órgãos eleitorais adjudicaram a empresa Artes Gráficas Lda mais 85.119.870 Meticais para o fornecimento de tinteiros adicionais para as impressoras usadas durante o recenseamento eleitoral de 2019.

Estudantes da ECA dão música na Tmcel

Por ocasião do Dia Mundial da Música, que se celebra a 1 de Outubro, a Moçambique Telecom-Tmcel promoveu, na sua sede, na cidade de Maputo, um concerto musical gratuito, em parceria com a Escola de Comunicação e Artes (ECA) da Universidade Eduardo Mondla
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Estudantes da ECA dão música na Tmcel

Por ocasião do Dia Mundial da Música, que se celebra a 1 de Outubro, a Moçambique Telecom-Tmcel promoveu, na sua sede, na cidade de Maputo, um concerto musical gratuito, em parceria com a Escola de Comunicação e Artes (ECA) da Universidade Eduardo Mondlane (UEM). A iniciativa, conforme explicou Nelson Chacha, director de Marketing da Tmcel, teve por objectivo proporcionar momentos de lazer ao som da orquestra dos estudantes aos colaboradores da empresa, convidados e transeuntes que passavam pelo pátio frontal da sua sede. Para além da efeméride, o concerto enquadra-se também no âmbito da parceria recentemente firmada entre as duas entidades com vista à formação e capacitação em matéria de tecnologias e informação e etnomusicais, bem como a promoção de estágios profissionais. “A Tmcel tem um papel importante na promoção de actividades culturais, e reiteramos o compromisso de apoiar os músicos para que haja um fortalecimento da música. A nossa expectativa é contribuir para o desenvolvimento desta actividade de forma constante”, explicou Nelson Chacha. Por sua vez, João Miguel, director da Escola de Comunicação e Artes (ECA) referiu que esta iniciativa marca o início de um conjunto de actividades culturais que serão promovidas em parceria com a Tmcel. “Trata-se de uma parceria que vai contribuir para a valorização da música e dos seus fazedores, aos quais desejo sucessos na sua carreira”, considerou João Miguel, que aproveitou a ocasião para felicitar os músicos pela passagem do seu dia. No fim do concerto, o compositor e músico Ernesto Chimanganine, membro do agrupamento Galtons e professor honorário da ECA, mostrou-se feliz com a actuação dos seus estudantes. “É um dia muito especial porque, para além de celebrarmos o Dia Mundial da Música, assinalamos o início desta importante parceria com a Tmcel, que vai ajudar a engrandecer a nossa cultura”, sublinhou Ernesto Chimanganine. O Dia Internacional da Música foi instituído em 1975 pela International Music Council (Conselho Internacional da Música), uma instituição fundada em 1948 pela UNESCO, que agrega vários organismos e individualidades do mundo da música. A sua criação visava a promoção da arte musical em todos os sectores da sociedade, da troca de experiência e da evolução das culturas, bem, como a divulgação da diversidade musical.

Idoso obrigado a abrir sepultura onde foi enterrado vivo em Inhambane

Moçambique continua a ser um dos piores países do mundo para os idosos, no passado sábado (28) um cidadão de 75 anos de idade foi obrigado a abrir a sua sepultura e enterrado vivo em plena Cidade da da Maxixe, na Província de Inhambane, pela própria fam
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Idoso obrigado a abrir sepultura onde foi enterrado vivo em Inhambane

Moçambique continua a ser um dos piores países do mundo para os idosos, no passado sábado (28) um cidadão de 75 anos de idade foi obrigado a abrir a sua sepultura e enterrado vivo em plena Cidade da da Maxixe, na Província de Inhambane, pela própria família que o acusa de feitiçaria. “Falamos para abrir a cova e fez, entrou e enterramos. Até pediu desculpas mas já não havia espaço para isso” confessou a jornalistas um dos familiares do finado. Já o filho do idoso assassinado confessou que “matamos o nosso pai mas ele também matou a minha família a AMETRAMO sabe disso”. A Polícia da República de Moçambique (PRM) deteve 20 membros da família do idoso, entre instigadores e autores materiais, que terão confessado o crime aparentemente movidos por arrependimento. Entretanto a PRM diz estar a trabalhar para localizar um curandeiro que será o autor moral deste crime que aconteceu na vésperas de mais um Dia Internacional do Idoso, data foi instituída em 1991 pela Organização das Nações Unidas para sensibilizar a sociedade, para observância cautelosa das questões da gestão do envelhecimento, necessidade de protecção e outros cuidados para com a população desta faixa etária. Em 2018 foram reportados 499 casos de violência contra pessoas idosas no nosso país principalmente na Cidade e Província de Maputo e na Província de Inhambane. Em Moçambique os idosos não são apenas vítimas de crime mas também abandonados pelos seus familiares sem nenhum apoio o que conjugado com a incapacidade do Governo assisti-los torna-os mendigos.

Quase três centenas de crianças violadas em Moçambique

Pelo menos 282 crianças foram violadas em Moçambique, este foi o principal dentre os 943 crimes contra liberdade sexual de menores registados durante o ano passado. As raparigas continuam a ser as principais vítimas em quase todos tipos de crimes report
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Quase três centenas de crianças violadas em Moçambique

Pelo menos 282 crianças foram violadas em Moçambique, este foi o principal dentre os 943 crimes contra liberdade sexual de menores registados durante o ano passado. As raparigas continuam a ser as principais vítimas em quase todos tipos de crimes reportados, «com destaque para desleixo em relação a menor, ocultação, troca e descaminho de menor, entrega ilegítima de menores e constrangimento do menor abandonar a casa dos pais, que apresentam 80% e mais» indica um documento tornado público esta semana pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). O documento assinala que «os casos de violac?a?o de menores de 12 anos e violação no geral foram os mais reportados com mais de 30 por cento e cerca de 26 por cento respectivamente, enquanto, a utilização de menores na pornografia, corrupção de menores e lenocínio foram de menor freque?ncia com menos de 1 por cento de casos reportados». «A violação de menores de 12 anos e a violência física simples e grave que resultou em morte, foram os casos mais reportados, sendo de 16,3 por cento e 17,1 por cento, respectivamente» refere ainda a publicação do INE que estamos a citar. A maioria das violações de crianças aconteceram nas províncias de Cabo Delgado, Nampula, Gaza e Tete, com 32,8 por cento, 30,6 por cento, 28,7 por cento e 25,9 por cento, respectivamente, enquanto o atendado ao pudor registou-se mais em Manica com 50,9 por cento.

Prejuízos da EDM crescem para 3,5 biliões de Meticais, apesar do aumento do preço da energia

Os sucessivos aumentos do preço da energia eléctrica ainda não foram suficientes para equilibrar as contas da Electricidade de Moçambique (EDM) que fechou o ano passado com prejuízos a crescerem para 3,5 biliões de Meticais. Alarmante tornou-se o passiv
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Prejuízos da EDM crescem para 3,5 biliões de Meticais, apesar do aumento do preço da energia

Os sucessivos aumentos do preço da energia eléctrica ainda não foram suficientes para equilibrar as contas da Electricidade de Moçambique (EDM) que fechou o ano passado com prejuízos a crescerem para 3,5 biliões de Meticais. Alarmante tornou-se o passivo da empresa de distribuição de energia que disparou para 129 biliões de Meticais tendo o Governo nomeado-a como uma das Empresas Públicas que “representam um risco explícito do Estado”. Desde de 2015 que o preço da energia para os moçambicanos tem aumentado todos os anos porém as Demonstrações Financeiras da EDM, analisadas pelo @Verdade, revelam que ainda assim a Empresa Pública continua a registar prejuízos que no exercício de 2018 ascenderam 3.467.201.722 Meticais embora tenha aumentado o seu volume de negócios de 27 para 31,1 biliões de Meticais. As receitas com clientes de Alta e Média Tensão subiram de 3 para 5 biliões de Meticais, no segmento de Baixa Tensão o volume de negócios cresceu de 11 para 13 biliões de Meticais, os clientes especiais continuam a representar cerca de 4 biliões de Meticais contudo as receitas de exportação caíram de 3,9 para 2,8 biliões de Meticais. Num encontro com jornalistas, há alguns meses, a Administração da EDM explicou que está numa situação de conflito de mandato carregando o ónus da electrificação de Moçambique assente na vontade política mas sem as necessárias premissas de viabilidade e sustentabilidade a médio e longo o prazo. Além disso, e apesar dos aumentos para os seus clientes, a Electricidade de Moçambique está a comprar energia cada mais cara. É que embora a Hidroeléctrica de Cahora Bassa seja “nossa” só vende cerca de 10 por cento da energia que a EDM distribui em Moçambique, 81 por cento da electricidade é comprada a Produtores Independentes como a Central Térmica de Ressano Garcia, a Gigawatt Moçambique ou Aggreko. O resultado é um défice entre o custo de compra e venda, enquanto Cahora Bassa vende cada quilowatt/hora a 3,5 cêntimos do Dólar os Produtores Independentes vendem cada quilowatt/hora entre 10 e 15 cêntimos do Dólar, portanto quase cinco vezes mais caro. EDM representa “um risco explícito do Estado” As Contas da EDM analisadas pelo @Verdade mostram também que o passivo total alcançou um novo máximo 129.408.319.573 Meticais, um aumento de quase 50 biliões comparativamente ao ano de 2017. Contribuiu para esse crescimento o aumento do passivo não corrente, particularmente o endividamento para electrificação rural que tem sido acumulado para responder as promessas de Filipe Nyusi e do partido Frelimo. Ironicamente o Governo destacou a EDM como uma das suas Empresas Públicas que “representam um risco explícito do Estado” justamente por causa desse endividamento para satisfazer as promessas políticas, na verdade grande parte dessa dívida é contraída pelo Estado e repassada para à Electricidade de Moçambique para os projectos de electrificação dos distritos. “Os acordos de retrocessão são um risco fiscal porque têm uma alta probabilidade de não ser reembolsados dado que estão a beneficiar empresas com restrições de liquidez. Estes representam um passivo directo que tem como contrapartida um activo contingente no balanço do governo com alta probabilidade de não se materializar. Em 2017, 3,1 por cento do PIB em novos acordos de retrocessão foram desembolsados, mas só foram reembolsados 0,06 por cento do PIB. De acordo com a CGE o valor total da carteira foi de 11 por cento do PIB, a qual está concentrada em duas empresas, Maputo Sul (4 por cento do PIB) e EDM (3 por cento do PIB). Em 2017, a EDM recebeu 0,7 por cento do PIB em empréstimos adicionais, mas fez reembolsos de 0,03 por cento do PIB” assinala o Relatório de Riscos Fiscais de 2019. Também voltou a pesar no passivo da EDM as dívidas com fornecedores que aumentou de 20,6 para 24,9 biliões de Meticais. As principais dívidas são com a Central Térmica de Ressano Garcia, 5,9 biliões de Meticais, e a Gigawatt Moçambique, 3,7 biliões de Meticais. Paradoxalmente a dívida com Cahora Bassa voltou a crescer para 4,4 biliões de Meticais, depois da Hidroeléctrica nacional ter emprestado dinheiro à EDM para a pagar a sua própria dívida numa operação financeira que tinha como objectivo maior limpar as Contas da HCB para a sua cotação na Bolsa de Valores de Moçambique.

Contribuição para o Sistema da Segurança Social: Desportistas já têm como se sustentar ...

O Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) e o Sindicato dos Jogadores de Futebol de Moçambique (SJFM) assinaram, na segunda-feira, 30 de Setembro, um memorando de entendimento com vista ao estabelecimento de uma parceria para a divulgação e acompanh
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Contribuição para o Sistema da Segurança Social: Desportistas já têm como se sustentar ...

O Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) e o Sindicato dos Jogadores de Futebol de Moçambique (SJFM) assinaram, na segunda-feira, 30 de Setembro, um memorando de entendimento com vista ao estabelecimento de uma parceria para a divulgação e acompanhamento do cumprimento das obrigações inerentes à Segurança Social. Esta parceria, firmada durante o seminário de divulgação do Sistema de Segurança Social para os desportistas, que decorreu na cidade de Maputo, vai permitir, igualmente, o desenvolvimento de acções conjuntas de divulgação de matérias sobre a Segurança Social. Na ocasião, a secretária permanente do Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Maria da Graça Mula Macuácua, disse esperar que a assinatura deste memorando entre as duas instituições contribua para a consciencialização dos agentes desportivos e entidades empregadoras desportivas sobre a importância de se garantir a protecção social, através da inscrição e canalização das contribuições ao Sistema de Segurança Social. Por isso, “estarão abrangidos os clubes de futebol, jogadores e colaboradores destes, bem como jogadores que não se encontram filiados a nenhum clube por inactividade decorrente da interrupção ou fim da carreira desportiva, e desportistas no geral”, explicou Maria da Graça Mula Macuácua. Por seu turno, o director-geral do INSS, Alfredo Mauaie, referiu que doravante vai ser possível, através do Sindicato dos Jogadores de Futebol de Moçambique, divulgar o Sistema de Segurança Social no seio deste grupo. “Pretendemos, com esta parceria, sensibilizar os praticantes desta modalidade para mostrar a importância de se estar no Sistema de Segurança Social. Apesar de a Segurança Social ser obrigatória, entendemos que, mais do que essa obrigatoriedade, é fundamental que as pessoas tenham em mente a sua importância”, sublinhou Alfredo Mauaie. Já o presidente do SJFM, António Gravata, disse haver um cumprimento deficitário das obrigações inerentes à Segurança Social, o que acaba por prejudicar os atletas, principalmente depois do término das suas carreiras. “O que os desportistas têm estado a passar, sobretudo no período pós-carreira, constitui uma das nossas maiores preocupações. Por isso, há necessidade de todos estarmos cientes de que esta é uma responsabilidade de todos. A Segurança Social ajuda a colmatar muitas situações nas nossas vidas”, frisou António Gravata, que falava também em nome de todos os desportistas. Importa realçar que o seminário de divulgação do Sistema de Segurança Social para os desportistas tinha com objectivos divulgar o Regulamento de Segurança Social Obrigatória, bem como sensibilizar os clubes para a necessidade do pagamento das contribuições como forma de garantirem a protecção social dos trabalhadores e das suas famílias. O evento contou com a participação de desportistas, representantes de clubes, federações, associações, professores, árbitros, técnicos, juízes de competições, e de outras pessoas que intervêm directa ou indirectamente na actividade desportiva. Para o director nacional do Desporto, Rui Albasine, mais do que divulgar o Sistema de Segurança Social e a sua importância, o seminário serviu para esclarecer dúvidas relacionadas com esta matéria. “Este tema é importante porque diz respeito à vida de todo os atletas pois perspectiva o futuro e o período pós-carreira de cada um deles”, considerou o director nacional do Desporto.

Continuação de tempo fresco a frio nesta 4ªfeira em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quarta-feira (02) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado passando a muito nublado. Aguaceiros ou chuvas fracas localmente modera
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Continuação de tempo fresco a frio nesta 4ªfeira em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta quarta-feira (02) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado passando a muito nublado. Aguaceiros ou chuvas fracas localmente moderadas, acompanhadas por vezes de trovoadas. Vento de nordeste a sueste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala tempo fresco a frio com céu geralmente muito nublado. Aguaceiros ou chuvas fracas a moderadas, localmente fortes, acompanhadas de trovoadas. Vento de sueste a sudoeste fraco a moderado, soprando com rajadas moderadas a fortes. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo continuação de tempo fresco a frio, com céu muito nublado passando a pouco nublado nas províncias de Maputo e Gaza. Chuviscos locais e chuvas fracas, sendo moderadas na província de Inhambane, acompanhadas por vezes de trovoadas. Vento de sueste a sudoeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas na província de Inhambane. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 22 14 Xai-Xai 24 18 Inhambane 25 18 Vilankulo 25 20 Beira 23 20 Chimoio 20 15 Tete 30 16 Quelimane 29 23 Nampula 32 22 Pemba 29 24 Lichinga 26 17  

SELO: Importância do aleitamento exclusivo, por Basílio Macaringue

O desenvolvimento humano não ocorre biologicamente. É um processo pedagógico que precisa ser mediado institucional e culturalmente, de tal forma que se assegure a formação do seu projecto de conduta. Neste sentido, tanto a educação formal quanto a info
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SELO: Importância do aleitamento exclusivo, por Basílio Macaringue

O desenvolvimento humano não ocorre biologicamente. É um processo pedagógico que precisa ser mediado institucional e culturalmente, de tal forma que se assegure a formação do seu projecto de conduta. Neste sentido, tanto a educação formal quanto a informal reforçam-se mutuamente na construção de um Homem útil à sociedade a que pertence. Esta educação significa um meio de transmissão de hábitos, costumes e valores de uma sociedade entre os seus membros. A educação, no entanto, é entendida como um processo de desenvolvimento da capacidade intelectual do ser humano. É um processo contínuo e permanente no qual o Homem adquire habilidades, conhecimentos, concepções, experiências, etc. que o tornam apto a agir individual e colectivamente na resolução de seus problemas. Assim, a educação alimentar contribui para a proteção e promoção da saúde através de uma alimentação adequada e saudável, determinando o crescimento e desenvolvimento do ser humano conforme as políticas em alimentação e nutrição, contribuindo de maneira significativa no controlo da prevalência de doenças de origem alimentar e garante, sobremaneira, o desenvolvimento saudável do ser humano, devendo, por conta disso, ser controlado desde a gestação, primeiros dias de vida e durante a vida inteira. Existe uma relação indissociável entre o estado nutricional da criança com a ocorrência da mobilidade e mortalidade. A amamentação ou o aleitamento ao peito tem uma influência positiva no estado nutricional da criança e, por conseguinte, contribui em grande escala na redução dos problemas de morbilidade e mortalidade infantil. Em geral, uma nutrição inadequada (em qualidade e quantidade) está casualmente associada a origem de doenças (principalmente as de origem infecciosa) e fraco desenvolvimento das capacidades cognitivas. O aleitamento materno é definido como um acto de nutrir a criança através de leite materno, envolvendo a interação profunda entre mãe e a criança, com repercussões no estado nutricional da criança, em sua habilidade de se defender de infecções, em sua ?siologica e no seu desenvolvimento cognitivo e emocional, além de ter implicações na saúde física e psíquica da mãe. No aleitamento materno exclusivo, o bebé é alimentado somente com leite materno, não recebe alimentos, água ou outros líquidos. É aquele que ocorre quando a criança recebe somente leite materno, direto da mama ou ordenhado, ou leite humano de outra fonte, sem outros líquidos ou sólidos, com excepção de gotas ou xaropes contendo vitaminas, sais de reidratação oral, suplementos minerais ou medicamentos. Em outras palavras, a criança recebe leite materno (direto da mama ou ordenhado) e não consume um outro líquido diferente além de suplementos administrados ao nível da Unidade Sanitária, em casos prescritos pelo técnico de saúde para corrigir uma anomia ou para prevenir a sua ocorrência. Algumas vantagens do aleitamento materno: fortalece o sistema de defesa do organismo da criança contra agentes causadores de doenças, reduzindo assim o índice de ocorrência de mortes infantis? previne a ocorrência de diarreias? diminui o risco de alergias? diminui o risco de hipertensão, colesterol alto e diabetes? reduz a chance de desenvolvimento da obesidade? é de menor custo? mantem o vínculo afectivo entre a mãe e a criança. O aleitamento materno predominante é aquele que ocorre quando a criança recebe, além do leite materno, água ou bebidas à base de água (água adocicada, chás, infusões), sucos de frutas e fluidos rituais. O aleitamento materno complementado ocorre quando a criança recebe, além do leite materno, qualquer alimento sólido ou semi-sólido com a finalidade de complementá-lo, e não de substituí-lo. O início e a duração do aleitamento são factores que podem ter influência no desenvolvimento somático da criança. O leite materno, nesse caso, possui propriedades fisiológicas importantes para a criança, dentre as quais se destaca a presença de anticorpos maternos importantes para a prevenção de infecções. Ademais, o aleitamento proporciona uma ligação afectiva entre a ame e a criança, conforme visto nas vantagens acima mencionadas, o que é importante para o seu desenvolvimento psicomotor. Pelo contrário, o uso de biberão apresenta um risco acrescido de transmissão de doenças, principalmente nas áreas rurais e suburbanas, onde os padrões de higiene não são consideravelmente apropriados (IDS, 2003). Recomenda-se que as crianças sejam alimentadas de colotrum (primeiro leite do peito) imediatamente depois de nascerem e continuarem a ser alimentadas exclusivamente de leite de peito mesmo se o regime do mesmo não tiver começado a sair devidamente. Nesse contexto, a alimentação exclusiva da criança é aconselhável ate aos seis meses de vida, altura em que se recomenda a introdução de alimentos suplementares tais como papas, frutas, sopas e outros alimentos semi-sólido e semi-líquidos. De acordo com a OMS e o MISAU, o aleitamento materno exclusivo deve ser dado a criança durante seis meses, podendo ser complementado a partir do sétimo mês ate aos dois anos de idade ou mais. No entanto, o desmame precoce constitui uma das principais causas da desnutrição. O estado nutricional da criança é um factor determinante da sua vulnerabilidade a doenças. Portanto, o estado nutricional está aliado aos hábitos alimentares, costumes e prácticas alimentares e é negativamente influenciado por doenças que podem ocorrer ao longo dos primeiros dias de vida da mesma. Ademais, a alimentação nos primeiros dias de vida tem uma grande importância npo desenvolvimento intelectual. Deste modo, os recém-nascidos que passam fome nos primeiros dias de vida (0-2 anos de vida), possuem um número de neurónios relativamente inferior ao de outras crianças com uma boa alimentação e, por sua vez, o volume do cérebro também fica diferente em virtude do acesso a alimentação.

Denúncias de violência doméstica reduziram em Moçambique

As denúncias de violência doméstica reduziram em Moçambique, “ao passar de 9,4 em 2015 para 8,5 em 2017” de acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE) que destacou a Província de Maputo como aquela onde se registaram mais casos de violênc
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Denúncias de violência doméstica reduziram em Moçambique

As denúncias de violência doméstica reduziram em Moçambique, “ao passar de 9,4 em 2015 para 8,5 em 2017” de acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE) que destacou a Província de Maputo como aquela onde se registaram mais casos de violência entre adultos e também contra crianças. “Em média cerca de 9 pessoas em cada 10 mil, foram vítimas de algum tipo de violência no país, com tendência decrescente ao passar de 9,4 em 2015 para 8,5 em 2017”, revelam as Estatísticas de Violência Doméstica publicadas esta semana pelo INE. O documento indica que “o número de casos reportados às autoridades policiais em crianças com idade de 0 aos 17 anos reduziu em 11,5 por cento e em 14,3 por cento de 2016 para 2018 e de 2017 para 2018, respectivamente. Entre adultos de 17 anos e mais, no mesmo período registou-se um aumento em mais de 2 mil casos, ao passar de 16 197 para 18 306, respectivamente”. O INE destacou as províncias de Maputo, Maputo Cidade, Nampula e Sofala como as que tiveram “mais casos de violência entre adultos, acima de 2 mil, enquanto Cabo Delgado e Niassa com menos casos, sendo de 771 e 890, respectivamente. Entre crianças, destacaram-se com mais casos as províncias de Maputo, Sofala e Manica com 1318, 1217 e 928, respectivamente”.

Prime Rate em Moçambique baixa um bocadinho ainda sem reflectir descida da Taxa Mimo

Os bancos comerciais desceram nesta segunda-feira (30) mais um bocadinho o Indexante Único contribuindo para uma pequenina redução da Prime Rate do Sistema Financeiro moçambicano, porém ainda sem reflectirem a descida que taxa de Política Monetária (MI
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Prime Rate em Moçambique baixa um bocadinho ainda sem reflectir descida da Taxa Mimo

Os bancos comerciais desceram nesta segunda-feira (30) mais um bocadinho o Indexante Único contribuindo para uma pequenina redução da Prime Rate do Sistema Financeiro moçambicano, porém ainda sem reflectirem a descida que taxa de Política Monetária (MIMO) do Banco de Moçambique (BM) teve em Agosto. No passado dia 14 de Agosto o Comité de Política Monetária (CPMO) do BM decidiu reduzir a sua taxa MIMO de 13,25 para 12,75 por cento em mais uma tentativa de tornar o acesso ao dinheiro mais barato. Contudo esse 1 por cento está a ser reflectido muito devagar para os clientes dos bancos comerciais. Após essa decisão do BM a Associação Moçambicana de Bancos (AMB) em vez de baixar também em 1 por cento o Indexante Único e forçar descida igual na Prime Rate em Setembro essas taxas reduziram somente 0,20 por cento. Para Outubro os banqueiros que operam em Moçambique continuaram a não reflectir toda descida da taxa MIMO e baixaram apenas 0,30 por cento. Portanto em 2 meses que deveriam ter baixado em 1 por cento a Prime Rate os bancos comerciais teimam em reduzir apenas metade mesmo depois do banco central ter também flexibilizados as reservas obrigatória em Meticais o que deveria resultar em maior liquidez para o mercado. A Prime Rate, taxa única de referência para as operações de crédito de taxa de juro variável e que resulta da soma do Indexante Único e do Prémio de Custo é usada como referencia pelos bancos comerciais no cálculo das taxas de juro para os seus clientes adicionando ainda um spread, que é a sua margem de lucro e risco em função dos tipos de crédito que vendem. Somando à Prime Rate aos spreads que os três bancos que dominam o Sistema Financeiro praticam o preço do dinheiro acima dos 20 por cento em Moçambique, inviável para a maioria do sector produtivo sério e legal. Também continua a manter altas as taxas de juro a intransigência dos banqueiros em reverem, em baixa, o seu prémio de custo, que pelo acordo existente deveria ser reavaliado a cada três meses, porém há 2 anos que não é mexido.

Moçambique não aprendeu nada com actual crise e tudo está acontecer novamente alerta o ...

Carlos Nuno Castel-Branco, um dos moçambicanos que em 2009 começou a avisar-nos da iminência da crise económica e financeira que estamos a viver desde 2016, confessou “que não dá gosto nenhum dizer tinha razão, porque o motivo que falamos dessas cois
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Moçambique não aprendeu nada com actual crise e tudo está acontecer novamente alerta o ...

Carlos Nuno Castel-Branco, um dos moçambicanos que em 2009 começou a avisar-nos da iminência da crise económica e financeira que estamos a viver desde 2016, confessou “que não dá gosto nenhum dizer tinha razão, porque o motivo que falamos dessas coisas é para evita-las e o pior cenário era vivê-las, hoje estamos a vivê-las!”. Em entrevista ao @Verdade o economista alertou: “o pior neste momento é que quando falamos das expectativas, na campanha eleitoral já se diz que o Presidente Nyusi resolveu o problema da crise económica, já estamos a receber mais investimento, tudo está a acontecer com os mesmos princípios anteriores, então não aprendemos nada”. “Nós começamos no IESE a tratar desta problemática da dívida muito antes destes escândalos todos, penso que o primeiro artigo que publicamos foi em 2009, muito antes de haver este problemas. O que estávamos a colocar na altura era que a maneira como a dívida estava a crescer e como o Governo se estava a comportar, dizendo existe espaço de dívida então vamos usar o máximo possível era irresponsável quer porque estava-se a recorrer a dívida para qualquer assunto”, começou por recordar Castel-Branco que é um dos fundadores do Instituto de Estudos Sociais e Económicos (IESE). Apelidado pelo ex-Presidente Armando Guebuza de “desgraçado, tagarela, intriguista e apóstolo da desgraça”, juntamente com outros cidadãos que criticaram as políticas e modelos de desenvolvimento implementados durante os mandatos do 3º Chefe de Estado de Moçambique, o economista recordou ter constado as implicações que o endividamento estava a ter no sistema financeiro doméstico, “o peso da dívida pública era tal que estava a torna-lo mais especulativo concentrando-o no negócio de dívida, a dimensão financeirista da economia estava a ganhar peso e isso tinha implicações com uma das dimensões da financeirização que é possível fazer dinheiro do dinheiro sem passar por uma actividade intermédia”. “A ideia que se empresta dinheiro para comprar mercadorias que são usadas para produzir mercadorias etc neste caso já não era necessário, neste caso era comprar dinheiro e vender dinheiro o que implica que a preocupação com a produção deixe de ser central e as implicações directas para as Pequenas e Médias Empresas eram o juros subirem, o capital escassear e os bancos não teriam incentivos para baixarem os juros. Isso era observável quando olhávamos a relação entre as taxas de juro e as taxas de referência do banco central” lembrou Castel-Branco. A pobreza era “culpa era dos pobres, da mentalidade, falta de auto-estima, estava nas nossas cabeças” O mestre em Ciências de Desenvolvimento Económico recordou ainda que o Banco de Moçambique “estava, naquela altura a tentar seguir uma política expansionista e estava a baixar as taxas de referência na óptica de promover o desenvolvimento, mas as taxas de juro dos bancos comerciais baixavam muito lentamente e com um largo temporal, quando as taxas de referenciam subiam já os bancos reviam rapidamente. Uma das explicações eram as implicações da dívida pública, aquela dinâmica de endividamento estava a desarmar a possibilidade de uma maior interacção entre o sistema financeiro e o desenvolvimento de uma base produtiva mais alargada”. “A economia estava muito concentrada num pequeno leque de produtos num cenário em que tens de diversificar a base produtiva, como se poderia fase isso quando nada na economia funcionava para isso e nem o sistema financeiro”, indicou Carlos Nuno Castel-Branco. O professor anotou ainda que “a outra implicação era que o Estado, através do sistema de endividamento, estava a apoiar e a promover esta enorme concentração de capital numa área muito limitada da economia que nós chamamos complexo mineral e energético, e no núcleo extractivo da economia que inclui o complexo mineral e energético mais um pequeno grupo de mercadorias agrícolas para exportação. No que diz respeito ao resto o Estado dizia libertem a iniciativa, vocês tem que ser empresários, tem que ter empreendedorismo, tem que ter criatividade etc. Mas no que respeita ao grande capital investido nas mercadorias o Estado tinha grande empenho, incluindo o seu endividamento”. “Isto era a outra face da moeda em relação a discussão sobre a distribuição de rendimentos, no que diz respeito a pobreza a posição era que a culpa era dos pobres, da mentalidade, falta de auto-estima, a pobreza estava nas nossas cabeças. No que dizia respeito ao ricos havia um direito histórico para serem ricos, havia apoio massivo do Estado para que ficassem ainda mais ricos. Era uma obsessão de classe do Estado sobre as dinâmicas de desenvolvimento”, relembrou. Governo da Frelimo alimenta expectivas do capital financeiro internacional através do endividamento público e da entrega dos recursos minerais Segundo Castel-Branco no IESE “nós estávamos a observar isso muito antes de começarem a ser negociadas as dívidas ilegais e de saber que elas iriam existir, estávamos a apontar para esta questão. O que era óbvio era que o capital financeiro internacional estava muito interessado em Moçambique, mas não era porque não via os riscos mas o capital estrangeiro internacional estava protegido desses riscos em grande medida, por um lado pelo compromisso do Estado”. “O Estado estava a dar o que lhe era pedido e por outro, na pior das hipóteses, o capital internacional ficava com o gás, portanto se o país falir eles ficam com o gás. O problema para o país é que fica sem o gás e fica com as dívidas. O que sustenta essa apetência do capital financeiro por Moçambique é a possibilidade dos recursos minerais estratégicos, é a sua expectativa sobre futuro que está a sustentar o seu engajamento pelo presente. E mais eles tem experiência, são capitalistas num mundo globalmente financeirizado e especulativo, eles sabem que se não pagarmos há os recursos minerais para por outro lado há também a possibilidade de especular com a nossa dívida”, explicou. Castel-Branco argumentou ainda que a entrada de capital que criou a economia afunilada que Moçambique tem hoje onde 90 por cento de todo investimento privado vai para o sector extractivo e para os sectores que funcionam adjacente sendo responsável por 95 por cento das exportações, 65 por cento do PIB e empregando somente 2 por cento da população economicamente activa. O académico entende que essa economia “é muito assente em expectativas e tem muito poucas bases reais e são essas expectativas que alimentam a expansão”. “O Governo aposta seriamente na alimentação dessas expectivas, o endividamento público é parte disso, a entrega dos recursos à baixo custo, a entrega de infra-estrututuras são parte disse, porque esta coisa de alimentar as expectativas é importante para que as expectativas continuem a criar o interesse para o capital estrangeiro, isso é a bolha económica, é uma expansão rápida da economia que tem por base ar, neste caso podemos dizer ironicamente que tem por base gás”, esclareceu ao @Verdade. “Não dá gozo nenhum dizer que eu tinha razão” Carlos Nuno Castel-Branco lembrou também que em 2013 o IESE voltou a alertar sobre a bolha económica em Moçambique “é que essas bolhas são efémeras e quando mais depressa crescem, mais depressa rebentam, e quanto mais expandem mais finas ficam as paredes e rebentam. Então alertamos que estavamos a entrar na dinâmica de implosão e explosão. A explosão é quando entramos em crise e depois há uma implosão que é a contração do emprego, do investimento, etc, mas a dívida fica”. Questionado pelo @Verdade como se sente por ter razão o professor confessou: “Esta é uma coisa daqueles que não dá gosto nenhum dizer tinha razão, porque o motivo que falamos dessas coisas é para evita-las e o pior cenário era vive-las, hoje estamos a vive-las! Não dá gozo nenhum dizer que eu tinha razão”. “Sinto-me tão mal como qualquer cidadão moçambicano que se sente defraudado, que sente incapaz de influenciar o curso das coisas para melhorar as condições de vida. Para minimizar os problemas que temos, do ponto de vista meramente científico, é um campo enorme de pesquisa que se abre de novo. Como cidadão é uma tristeza”, lamentou Castel-Branco. Entretanto o economista avisa novamente: “o pior neste momento é que quando falamos das expectativas, na campanha eleitoral já se diz que o Presidente Nyusi resolveu o problema da crise económica, já estamos a receber mais investimento, tudo está a acontecer com os mesmos princípios anteriores, então não aprendemos nada”. “Para as multinacionais a nossa crise não é problema, porque na pior das hipóteses o nosso Estado não tem nenhum poder de negociação e eles conseguem tudo o que querem. E isso não é nada surpreendente, a maneira de agir do capital estrangeiro, o que é interessante é que a gente não saiba isso, eu acho que a gente sabe”, concluiu o professor.

Descida de temperatura e chuva no Sul, calor no Centro e Norte de Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta terça-feira (01) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de chuvas fracas ou chuviscos l
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Descida de temperatura e chuva no Sul, calor no Centro e Norte de Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta terça-feira (01) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de chuvas fracas ou chuviscos locais durante a noite de hoje e a partir do final do dia de amanhã. Vento de nordeste a noroeste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado passando a muito nublado. Chuviscos ou chuvas fracas, podendo ser em regime moderado nas províncias de Sofala e manica, com possibilidade de ocorrência de trovoadas. Vento de nordeste a noroeste fraco a moderado, rodando para o sueste em Sofala e Manica, soprando com rajadas moderadas a fortes. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu geralmente muito nublado. Chuvas fracas localmente moderadas na província de Inhambane, acompanhadas por vezes de trovoadas. Vento de sueste a sudoeste moderado, soprando com rajadas fortes. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 22 16 Xai-Xai 23 19 Inhambane 24 21 Vilankulo 26 22 Beira 27 17 Chimoio 30 13 Tete 40 21 Quelimane 37 23 Nampula 35 21 Pemba 30 24 Lichinga 33 15    

Carlos Mesquita: Cooperativas devem melhorar gestão para assegurar um eficiente sistema de ...

As cooperativas que receberam os autocarros adquiridos pelo Governo devem melhorar a sua gestão, por forma a assegurar maior disponibilidade destes meios para o público utente, disse o ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, no final da
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Carlos Mesquita: Cooperativas devem melhorar gestão para assegurar um eficiente sistema de ...

As cooperativas que receberam os autocarros adquiridos pelo Governo devem melhorar a sua gestão, por forma a assegurar maior disponibilidade destes meios para o público utente, disse o ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, no final da visita efectuada, recentemente, às Cooperativas dos Transportadores de Boane (COOTRAB), sediada na Matola, Cooperativa dos Transportadores do Corredor da N1 (COOTRAC1), Cooperativa dos Transportadores de Albazine (COTRALBA) e a Cooperativa dos Transportadores de Marracuene (COTRAMAR), sediadas na Cidade de Maputo. Para Mesquita, os operadores precisam de honrar com os termos contratuais acordados com o Governo, particularmente na componente de gestão e manutenção dos autocarros alocados, como forma de atingirmos os índices de disponibilidade de transporte projectados a quando do investimento realizado. “O Governo adquiriu estes autocarros para resolver o problema de transporte da população, sendo que todos os intervenientes, deste as cooperativas, operadores, oficinas de manutenção e reparação, seguradoras e outros, devem ter como foco principal a solução do problema de transporte da população, sendo deploráveis algumas atitudes que levam a que os autocarros fiquem paralisados, por meros problemas de gestão”, disse Mesquita. A visita às cooperativas e à oficina de manutenção de autocarros fornecidos pela Sir Motors tinha como objectivo aferir o nível de utilização e o impacto dos autocarros na mobilidade ao nível da área metropolitana de Maputo, que absorveu maior parte dos meios alocados a todas as capitais provinciais e alguns distritos do País. Durante a visita, Carlos Mesquita interagiu com os gestores e técnicos das cooperativas, gestores da oficina de manutenção de autocarros da Sir Motors e, no fim, considerou satisfatórios os índices de controlo e de operacionalidade dos autocarros, porém reconheceu que um trabalho mais coordenado entre as cooperativas, oficinas, seguradoras e outros intervenientes nesta cadeia poderia permitir índices de disponibilidade de autocarros ainda maiores. “Estes índices de disponibilidade de autocarros que acabam de nos apresentar, condicionados por avarias, manutenções e acidentes, correspondem às nossas projecções, porém queremos que sejam superados. Aliás é nesta cooperativa (COOTRAC1) que implementamos o projecto piloto com 50 autocarros, entregues em Fevereiro de 2016, volvidos cerca de quatro anos, os 50 autocarros continuam operacionais e em bom estado, tendo atingido mais 600 mil quilómetros de marcha. Essa é nossa expectativa com os meios alocados a esta e outras cooperativas”, disse Mesquita, durante a visita à COOTRAC1, a primeira cooperativa criada em 2016 que hoje opera com 72 autocarros alocados pelo Governo. Na hora do balanço da visita, Mesquita disse a jornalistas que apesar de, em média os índices de disponibilidade de autocarros serem satisfatórios, “encontramos algumas cooperativas que apresentam dificuldades ligadas à organização e gestão, o que resulta na paralisação de autocarros devido a questões que podiam ser previstas e atendidas com a necessária antecedência” disse Mesquita acrescentando que orientou a Agência Metropolitana dos Transportes de Maputo (AMT) para trabalhar com todas as cooperativas que receberam autocarros do Governo, para rapidamente ultrapassarem essas questões. Na ocasião, o ministro dos Transportes e Comunicações garantiu que o Governo vai continuar a investir no melhoramento da mobilidade, através da introdução de mais autocarros, reforço do transporte ferroviário de passageiros, melhoria de gestão, entre outras medidas com vista a responder à crescente procura que caracteriza a área metropolitana de Maputo.

Occidental Petroleum e Total pagam “mais-valias” abaixo do valor real da Área 1

Os 880 milhões de dólares que as multinacionais Occidental Petroleum e Total poderão pagar como imposto sobre as mais-valias pelos investimentos da Anadarko na Área 1 da Bacia do Rovuma estão aquém do valor de mercado. Ainda assim o Presidente Filipe Ny
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Occidental Petroleum e Total pagam “mais-valias” abaixo do valor real da Área 1

Os 880 milhões de dólares que as multinacionais Occidental Petroleum e Total poderão pagar como imposto sobre as mais-valias pelos investimentos da Anadarko na Área 1 da Bacia do Rovuma estão aquém do valor de mercado. Ainda assim o Presidente Filipe Nyusi anunciou que vai usar esse dinheiro para impulsionar a sua campanha eleitoral e não iniciar o Fundo Soberano de Moçambique. A Anadarko Petroleum foi adquirida recentemente pela multinacional Occidental Petroleum Corporation num negócio avaliado em 32 biliões de dólares do qual onde está incluída uma participação de 26,5 por cento no Consórcio que vai explorar o gás natural existente nos campos Golfinho & Atum na Área 1 da Bacia do Rovuma, na Província de Cabo Delgado. Contudo a norte-americana Occidental Petroleum, não tendo interesse nos activos em Moçambique, Argélia, Gana e na África do Sul, decidiu vende-los à francesa Total, SA., por 8,8 biliões de dólares. Na passada sexta-feira (27) dois executivos seniores da Occidental e da Total, Vicki Hollub e Patrick Pouyaanné, respectivamente, reuniram-se com o Presidente da República na Cidade de Chimoio e no encontro Filipe Nyusi terá sido informado que da transação Moçambique irá encaixar 880 milhões de dólares americanos em mais-valias. Embora seja muito dinheiro, cobre grande parte do défice financeiro do Orçamento de Estado de 2019 que ronda os 90 biliões de Meticais, o @Verdade apurou que este montante poderá estar subvalorizado tendo em conta potencial da Área 1 e os investimentos feitos pela Anadarko desde que está em Moçambique. Sendo o imposto de mais-valias no nosso país taxado em 32 por cento contas feitas pelo @Verdade indicam a participação da Anadarko na Área 1 foi avaliada em cerca de 2,5 biliões de dólares. Contudo o @Verdade contabilizou, através do Relatório do Tribunal Administrativo à Conta Geral do Estado de 2017 e Relatórios e Contas da Anadarko Petroleum, que a multinacional norte-americana investiu em pesquisa e desenvolvimento no nosso país pelo menos 6 biliões de dólares norte-americanos. Entretanto, tendo em conta que os 880 milhões de dólares poderão entrar nos cofres ainda em 2019, o Presidente Nyusi já antecipou o seu uso para impulsionar a sua campanha eleitoral. “(...) São aproximadamente 62 biliões na nossa moeda nacional o que significa que uma parte vamos usar, por exemplo 16 biliões (de Meticais) poderemos usar para a reposição do défice fiscal devido ao (ciclone) Idai”. “E vamos também usar por volta de 6 biliões (de Meticais) para fechar o défice do processo eleitoral”, disse Nyusi durante mais um showmício da campanha para a sua reeleição tendo indicado que outro montante será usado para continuar a pagar as dívidas do Estado aos empresários nacionais e “a restante parte, que é significativa, vai para a reserva do Estado e sobretudo no momento em que estamos a pensar no Fundo Soberano ou no reinvestimento na actividade produtiva”.

Obituário: O cirurgião que gostava da escrita, Ricardo Barradas (1948 – 2019)

Um cancro fulminante levou-nos, quarta-feira (25), a companhia do cirurgião Ricardo Barradas, um médico notável da geração do pós-independência em Moçambique. Barradas especializou-se em cirurgia plástica tendo feito um trabalho assinalável nas u
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Obituário: O cirurgião que gostava da escrita, Ricardo Barradas (1948 – 2019)

Um cancro fulminante levou-nos, quarta-feira (25), a companhia do cirurgião Ricardo Barradas, um médico notável da geração do pós-independência em Moçambique. Barradas especializou-se em cirurgia plástica tendo feito um trabalho assinalável nas unidades hospitalares de queimados e na colocação de próteses e enxertos a amputados vítimas de guerra. Enquanto estudante de medicina, foi um activista do movimento estudantil pela independência do país e entusiasta da associação de teatro universitário. Como profissional de saúde desempenhou a sua actividade nos hospitais de Nampula e da Beira para além do Hospital Central de Maputo. Pertenceu também ao corpo de professores da faculdade de Medicina da UEM (universidade Eduardo Mondlane). Já depois de reformado lançou dois livros de pesquisa, um sobre a Ilha de Moçambique e outro sobre a caça ao elefante. Uma das suas facetas pouco conhecida era a sua colaboração especializada na imprensa sobre temas de saúde pública. Ricardo Barradas fazia a coluna “Pergunta à Tina” no diário “A Verdade” uma rubrica destinada a esclarecer temas sobre saúde sexual e reprodutiva. TEXTO e FOTO do Jornal SAVANA

Campeão do Zimbabwe humilha e elimina União Desportiva do Songo da “champions”

A União Desportiva do Songo deu a volta a desvantagem que trazia de Bulawayo mas acabou humilhada e eliminada da “champions” africana de futebol pelo FC Platinum que fez quatro golos em pleno “Caldeirão do Chiveve”. Derrotado na 1ª mão pela mar
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Campeão do Zimbabwe humilha e elimina União Desportiva do Songo da “champions”

A União Desportiva do Songo deu a volta a desvantagem que trazia de Bulawayo mas acabou humilhada e eliminada da “champions” africana de futebol pelo FC Platinum que fez quatro golos em pleno “Caldeirão do Chiveve”. Derrotado na 1ª mão pela margem mínima o campeão nacional sacudiu a pressão inicial dos zimbabweanos e de bola parada, no primeiro remate enquadrado com a baliza, Infren emendou para o fundo das redes um livre marcado do flanco direito, decorria o minuto 10. Deixando a iniciativa atacante ao FC Platinum em contra ataque os “hidroeléctricos” fizeram a cambalhota na 2ª eliminatória de acesso à fase grupos da Liga dos Campeões Africanos em futebol minuto 25. Luís Miquissone arrancou do seu meio campo rasgou a defesa zimbabwena, isolou Telinho que na cara do guarda-redes fez a bola passar por cima até ao fundo das redes. Os poucos adeptos que estavam nas bancadas do campo do Ferroviário da Beira ficaram com a expectativa que a União Desportiva do Songo iria selar o seu apuramento para à fase de grupos da Liga dos Campeões Africanos com uma goleada. Mas o intervalo não fez bem a equipa de Nacir Armando, voltou ao relvado para gerir a magra vantagem e sofreu um golo logo no sexto minuto, Rodwell Chinyengetere de cabeça empatou a eliminatória, na verdade o golo marcado na Cidade da Beira até apurava os campeões zimbabwenos. O FC Platinum não estava satisfeito e dez minutos depois o médio Never Tigere, ajeitando a bola com mão, fez o 2-2. O campeão moçambicano tentou reagir mas não conseguiu sequer fazer mais nenhum remate enquadrado com a baliza. Do outro lado Chinyengetere embalou e voltou a facturar por duas vezes, nos minutos 89 e 93, confirmando a continuidade do campeão do Zimbabwe na “champions” com um agregado de 2-5 golos.

Exim Bank dos EUA financia Área 1 tendo em vista 16 mil empregos para norte-americanos em ...

O Banco de Exportação e Importação (EXIM Bank) dos Estados Unidos da América (EUA) aprovou no passado dia 26 um empréstimo de 5 biliões de dólares para financiar parte do projecto de exploração de gás natural na Área 1 do Bloco do Rovuma, na Prov
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Exim Bank dos EUA financia Área 1 tendo em vista 16 mil empregos para norte-americanos em ...

O Banco de Exportação e Importação (EXIM Bank) dos Estados Unidos da América (EUA) aprovou no passado dia 26 um empréstimo de 5 biliões de dólares para financiar parte do projecto de exploração de gás natural na Área 1 do Bloco do Rovuma, na Província de Cabo Delgado, tendo em vista a criação 16.400 empregos para cidadãos norte-americanos. Tal como todos megaprojectos em Moçambique a empresa que vai explorar e vender gás natural está sediada num paraíso fiscal. Um comunicado da instituição financeira indica que: “O financiamento do EXIM apoiará as exportações dos EUA de bens e serviços para engenharia, compras e construção da planta de gás natural liquefeito onshore e instalações relacionadas. A transacção criará um número estimado de 16.400 empregos americanos durante o período de construção de cinco anos, incluindo empregos em fornecedores no Texas, Nova York, Pensilvânia, Geórgia, Tennessee, Flórida e no Distrito de Columbia. Através das vendas subsequentes, milhares de empregos adicionais provavelmente serão gerados nos Estados Unidos” e prevê ainda que o empréstimo deverá gerar, através de taxas e juros, “mais de 600 milhões de dólares em receita para os contribuintes dos EUA”. Projecções públicas do Consórcio Mozambique LNG1 Financing Company Ltd., até recentemente liderado para Anadarko, indicam que ao longo dos cinco anos de edificação das infra-estruturas necessárias para a liquefação do gás existente nos campos Golfinho & Atum serão criados 51.680 dos quais apenas 19.500 serão para os moçambicanos. Portanto, para além dos 16.400 empregos para cidadãos norte-americanos, outros 15.780 estrangeiros irão beneficiar directamente do gás da Área 1. Este empréstimo é uma parte dos 14,4 biliões de dólares norte-americanos que a Mozambique LNG1 Financing Company Ltd. está a financiar através bancos de Exportação e Importação da África do Sul, Itália, Japão e China e envolve também o Banco Africano de Desenvolvimento. O remanescente do investimento, 7,6 biliões de dólares, estão a ser financiados com fundos próprios de cada umas das empresas que fazem parte do Consórsio: a japonesa Mitsui (com 20 por cento), as indiana ONGC (16 por cento), Barhat Petro Resources (10 por cento) e Oil India (4 por cento), a tailandesa PTT Exploration & Production (8,5 por cento). No entanto um dos membros do Consórcio, a Empresa Moçambicana de Hidrocarbonetos (ENH), não tem fundos próprios nem contas devidamente auditadas que lhe permitam acesso a financiamento bancário internacional, embora possua Garantia Soberana do Governo de Moçambique. Para realizar a sua parte de investimento a ENH endividou-se junto de um dos seus Parceiros, revelou ao @Verdade o ministro dos Recursos Minerais e Energia, Ernesto Max Tonela. Consórcio que vai explorar gás natural na Área 1 sediado em paraíso fiscal Mas as expectativas de biliões em receitas fiscais e de outra natureza que o erário moçambicano tem poderão não se concretizar na totalidade pois o Consórcio Mozambique LNG1 Financing Company Ltd. é uma empresa que não está registada no nosso país, mas em Singapura. O @Verdade apurou que além de todos os benefícios fiscais que o Governo de Filipe Nyusi concedeu para que a liquefação do gás natural existente nos campos Golfinho & Atum torne-se uma realidade as multinacionais pretendem obter mais isenções tendo sedeado o Consórcio nesta cidade-Estado da Ásia que onde o equivalente ao Imposto sobre Rendimento das Pessoas Colectivas (IRPC, taxado a 32 por cento em Moçambique), não é cobrado a rendimentos provenientes de fora de Singapura, como será o caso. Para dificultar ainda mais a cobrança de impostos por parte da Autoridade Tributária o @Verdade apurou o Consórcio Mozambique LNG1 Financing Company Ltd. irá fundamentalmente gerir apenas os financiamentos, que não serão domiciliados nos bancos nacionais, uma outra empresa foi criada para a venda do gás natural liquefeito, trata-se do Consórcio Mozambique LNG1 Financing Company Pte., também com sede em Singapura. Contudo fontes governamentais argumentaram ao @Verdade que este é um dos motivos pelos quais a ENH faz parte do Consórcio e irá acompanhar por dentro a produção e exportação garantindo que o Estado moçambicano saiba efectivamente quando gás é extraído, quando é vendido e a que preços, ao contrário do que acontece em Temane/Pande ou em Moatize.

2º feira de céu nublado e previsão de chuvas fracas em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta segunda-feira (30) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de possibilidade de chuvas fra
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2º feira de céu nublado e previsão de chuvas fracas em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta segunda-feira (30) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de possibilidade de chuvas fracas dispersas em Cabo Delgado e Nampula. Vento de nordeste a leste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu geralmente pouco nublado. Vento de nordeste a noroeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas na Zambézia e a norte de Tete. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado passando a muito nublado. Possibilidade de chuvas fracas locais. Vento de noroeste a nordeste fraco a moderado, rodando para sueste soprando por vezes com rajadas principalmente na faixa costeira. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 30 18 Xai-Xai 31 19 Inhambane 31 20 Vilankulo 28 18 Beira 30 19 Chimoio 35 18 Tete 40 22 Quelimane 37 20 Nampula 34 19 Pemba 30 22 Lichinga 30 12  

Sol volta a brilhar neste domingo em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este domingo (29) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de ocorrência de trovoadas no extre
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Sol volta a brilhar neste domingo em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este domingo (29) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de ocorrência de trovoadas no extremo norte das províncias de Cabo Delgado e Niassa. Vento de nordeste a leste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu geralmente pouco nublado. Vento de nordeste a leste fraco. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado localmente nublado. Vento de noroeste a nordeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas na faixa costeira. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 32 18 Xai-Xai 31 17 Inhambane 29 19 Vilankulo 27 16 Beira 31 17 Chimoio 32 15 Tete 37 22 Quelimane 34 17 Nampula 34 19 Pemba 30 21 Lichinga 29 14

Sábado fresco e com algumas nuvens em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este sábado (28) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Vento de sudoeste a sueste fraco a moderado soprand
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Sábado fresco e com algumas nuvens em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este sábado (28) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Vento de sudoeste a sueste fraco a moderado soprando por vezes com rajadas na faixa costeira. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu nublado passando a pouco nublado. Vento de sueste a sudoeste fraco a moderado. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado sendo muito nublado na faixa costeira de Inhambane onde se espera chuvas fracas locais. Vento de sueste a sudoeste fraco a moderado, soprando com rajadas faixa costeira de Inhambane. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 29 16 Xai-Xai 26 17 Inhambane 27 18 Vilankulo 26 14 Beira 27 16 Chimoio 29 13 Tete 32 19 Quelimane 29 18 Nampula 32 17 Pemba 29 21 Lichinga 28 13    

Academia sul-africana vai reforçar competências na formação profissional de moçambicanos

O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo (IFPELAC) assinou, na quinta-feira, 26 de Setembro, um memorando de entendimento com a M2 Engineering Academy, da África do Sul, com vista ao estabelecimento de mecanismos de cooperaç
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Academia sul-africana vai reforçar competências na formação profissional de moçambicanos

O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo (IFPELAC) assinou, na quinta-feira, 26 de Setembro, um memorando de entendimento com a M2 Engineering Academy, da África do Sul, com vista ao estabelecimento de mecanismos de cooperação entre as duas instituições, no domínio da formação profissional e inserção dos formandos no mercado de trabalho. O memorando tem como objectivos a garantia do acesso às acções de formação profissional adequada às necessidades do mercado de trabalho, o fortalecimento da gestão dos centros de formação profissional e unidades móveis, a criação de capacidades para o reconhecimento nacional e internacional das competências adquiridas, a implantação do modelo dual de formação nos centros do IFPELAC, entre outros. Para o efeito, caberá ao IFPELAC indicar o pessoal necessário para a implementação das actividades previstas no memorando, prestar assistência para o desenvolvimento dos trabalhos, ceder a gestão de um dos centros como piloto à M2 Engineering Academy, bem como disponibilizar formadores e gestores para serem capacitados pela sua contraparte. Por seu turno, a M2 Engineering Academy terá a responsabilidade de elaborar estudos de viabilidade detalhados sobre os programas requeridos pelo mercado, alocar unidades de formação móveis e apoiar na sua gestão, gerir o centro de formação profissional-piloto, transferir o know-how para a parte moçambicana, apoiar a certificação internacional dos centros de formação do IFPELAC e implementar as melhores práticas das suas operações na África do Sul, incluindo o sistema electrónico de gestão (M2 Hut). Para a ministra do Trabalho, Emprego e Formação Profissional (MITESS), Vitória Diogo, que dirigiu a cerimónia de assinatura do memorando, a parceria entre o IFPELAC e a M2 Engineering Academy deve contribuir para a elevação das competências e capacidades do sector nos domínios técnicos e de gestão, concorrendo, desse modo, para a certificação internacional dos centros de formação profissional de modo a responder às necessidades do mercado. “As duas instituições vão partilhar as suas valências, contribuindo para a certificação profissional com vista a enfrentar a demanda das empresas, que se mostra cada vez mais selectiva”, disse a ministra. Na ocasião, Vitória Diogo referiu que o País formou, através dos centros de formação profissional públicos e privados, cerca de 715 mil cidadãos, na sua maioria jovens, durante o quinquénio 2015-2019. Já o director executivo da M2 Engineering Academy, Mayileni Makwakwa, realçou a importância desta parceria, que, na sua opinião, vai ajudar os jovens a tirarem proveito das oportunidades existentes no mercado e a tornarem-se auto-suficientes, através do auto-emprego. Na sua intervenção, Mayileni Makwakwa apontou a falta de certificação internacional como um obstáculo à formação profissional no País, o que dá a falsa percepção de que os seus cidadãos não são competentes. “Não é verdade. Os moçambicanos são muito competentes. Se forem para a África do Sul, vão notar que uma boa parte dos técnicos que trabalham em grandes empresas e indústrias são moçambicanos. Eles têm conhecimento”, sublinhou o director executivo da M2 Engineering Academy.

Em Maputo: Assinalado o Dia Mundial do Design de Interacção

Perto de 60 designers de soluções digitais e estudantes interessados em design de interacção reuniram-se, terça-feira, 24 de Setembro, em Maputo, para celebrar o Dia Mundial de Design de Interacção, demonstrando como o design pode contribuir para a mel
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Em Maputo: Assinalado o Dia Mundial do Design de Interacção

Perto de 60 designers de soluções digitais e estudantes interessados em design de interacção reuniram-se, terça-feira, 24 de Setembro, em Maputo, para celebrar o Dia Mundial de Design de Interacção, demonstrando como o design pode contribuir para a melhoria da condição humana. O evento, promovido pela IXDA Maputo, em parceria com a Incubadora de Negócios do Standard Bank, decorreu sob o tema “Confiança e Responsabilidade”, no formato de um painel, com três oradores e um moderador, nomeadamente Cláudio Banze, director de Tecnologias de Informação no Standard Bank, Victor Mourana, representante da Microsoft, Rui Cossa, representante da M-pesa (Vodafone) e Guidione Machava, como moderador. Com esta iniciativa, os designers de interacção pretendem assumir um impacto positivo e duradouro na sociedade, facilitando actividades que apoiam o diálogo e os resultados, pois a “Confiança e Responsabilidade” têm a ver com o uso ético e correcto de tecnologias digitais, por causa do impacto que têm na vida das pessoas no seu quotidiano. Com efeito, os membros do painel incidiram as suas intervenções, explicando o significado prático da “Confiança e Responsabilidade”, bem como a maneira como as pessoas podem estar conscientes dos processos que se usam no desenvolvimento de softwares e terem consciência sobre o seu impacto na vida. Abordado momentos após o encontro, Cláudio Banze referiu que o objectivo era o debater vários temas atinentes ao design para perceber quais são as tendências: “Debruçámo-nos fundamentalmente sobre a questão da responsabilidade. Como é que nós, como organizações de grande dimensão, incorporamos o design de interacção nas soluções que criamos para os nossos clientes, sobretudo como temos garantido responsabilidade em relação ao seu impacto”, explicou. Num outro desenvolvimento, Cláudio Banze considerou que a plataforma foi uma experiência muito boa, tendo constituído uma oportunidade para interagir com colegas de outras áreas: “Serviu para aprender um pouco mais sobre as tendências e fazer uma reflexão muito profunda sobre como é que nós podemos, naquilo já estamos a fazer, melhorar ainda mais. Por exemplo, alguns participantes quiseram saber como é que nós validamos se as soluções que desenvolvemos correspondem aos anseios dos nossos clientes. São aspectos que considero como oportunidades para melhoria”, sustentou. O Dia Mundial do Design de Interacção é um evento anual durante o qual os designers, em várias partes do mundo, se reúnem co

Plano de Contingência para nova época chuvosa em Moçambique sem dinheiro

O Governo aprovou na passada terça-feira (24) o Plano de Contingência para a época chuvosa 2019 – 2020 onde não há, ainda, previsão de grandes calamidades naturais mas também não há dinheiro suficiente para cobrir a prevenção do impacto das chuva
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Plano de Contingência para nova época chuvosa em Moçambique sem dinheiro

O Governo aprovou na passada terça-feira (24) o Plano de Contingência para a época chuvosa 2019 – 2020 onde não há, ainda, previsão de grandes calamidades naturais mas também não há dinheiro suficiente para cobrir a prevenção do impacto das chuvas que deverão cair até Março próximo em Moçambique. Tenho em conta a previsão dos meteorologistas moçambicanos o Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC) criou um Plano para mitigar o impacto das chuvas normais e acimas do normal que deverão registar-se durante a época chuvosa que inicia em Outubro orçado em 1,7 bilião de Meticais todavia o Executivo de Filipe Nyusi garantiu que poderá disponibilizar apenas 900 milhões. O Plano de Contingências é similar ao de 2018 – 2019 com orçamento igual e que ficou com défice de quase 500 milhões de Meticais. Mais preocupante é que a porta-voz do Conselho de Ministros afirmou que a verba para o INGC foi inscrita no Orçamento de Estado contudo para 2020 o documento terá de ser preparado pelo Governo que sair das Eleições Gerais e ser aprovado pelos deputados que serão eleitos para a Assembleia da República previsivelmente quando a época chuvosa estiver a findar. Com 2 milhões de moçambicanos ainda a viverem em situação humanitária o Executivo deverá estar a rezar para que a nova época chuvosa decorra sem fenómenos naturais extremos.

Acidentes de viação causaram 19 óbitos semana finda em Moçambique

Pelo menos 19 cidadãos perderam a vida em Moçambique em 25 acidentes de viação registados durante a semana passada pela Polícia da República de Moçambique (PRM). Entre os 25 sinistros registados entre os dias 14 e 20 de Setembro onze foram atropelam
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Acidentes de viação causaram 19 óbitos semana finda em Moçambique

Pelo menos 19 cidadãos perderam a vida em Moçambique em 25 acidentes de viação registados durante a semana passada pela Polícia da República de Moçambique (PRM). Entre os 25 sinistros registados entre os dias 14 e 20 de Setembro onze foram atropelamentos e cinco despistes seguidos de capotamentos que, para além das vítimas mortais, fizeram 51 feridos, 23 deles em estado grave. A PRM continua a aponta a velocidade excessiva, a má travessia de peões e a condução sob efeito de álcool como as principais causas dos acidentes de viação no nosso país.

Receitas do alojamento de turistas estagnadas em Moçambique

O Presidente Filipe Nyusi revelou durante o seu Informe sobre o Estado da Nação que Moçambique recebeu “quase 3 milhões de turistas”, é quase o dobro do que no ano anterior no entanto os visitantes parecem não frequentar os hotéis pois as receitas
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Receitas do alojamento de turistas estagnadas em Moçambique

O Presidente Filipe Nyusi revelou durante o seu Informe sobre o Estado da Nação que Moçambique recebeu “quase 3 milhões de turistas”, é quase o dobro do que no ano anterior no entanto os visitantes parecem não frequentar os hotéis pois as receitas de alojamento estagnaram em torno de 2,4 biliões de Meticais. Prioridade, pelo menos nos discursos, o Turismo no nosso país continua a ser feito apenas na Cidade de Maputo que acolheu 41 por cento dos turistas nacionais e 69,1 visitantes estrangeiros. “O turismo, uma das quatro áreas prioritárias, registou uma evolução na contribuição para o PIB, passando de 2,3 por cento, em 2015, para 3,5 por cento, em 2018 (...) recebemos quase 3 milhões de turistas, no nosso País, um aumento de 64 por cento”, assinalou Nyusi no discurso que efectuou na Assembleia da República no passado dia 31 de Julho. Porém este números não se traduzem em receitas para os operadores turísticos, a julgar pelas números de 2018 recentemente divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) que contabilizou 5,08 biliões de Meticais, “representando um crescimento de 2,6 por cento face ao igual período de 2017. Relativamente a estrutura da receita, 47 por cento refere-se a receitas de alojamento, 42 por cento as receitas de restauração, estando em harmonia com as receitas de 2017 que foram de 47 por cento e 41 por cento, para o alojamento e restauração, respectivamente”. O @Verdade perguntou ao antigo representante operadores privados de Turismo e empresário do sector, João das Neves, porque razão o aumento dos turistas assinalado pelo Chefe de Estado não se traduz em mais receitas. “Moçambique enfrenta um enorme desafio na aferição dos dados estatísticos. O sector privado tem vindo a questionar os números divulgados pelas estatísticas oficiais e no meu entender o principal desafio esta relacionado com a necessidade de se definir melhor quais são os dados relevantes que devem ser monitorados”. Para o empresário turístico: “Alguns países de referência contam por exemplo apenas os estrangeiros não residentes como turistas à chegada à fronteira de entrada no país e apenas os seus cidadãos que saem do país como turistas nacionais que vão para fora. Esta metodologia permite expurgar as inúmeras viagens dos seus próprios cidadãos em movimentos de ida-e-volta frequentes de trabalho e outra mas que alteram as estatísticas”. “Por outro lado há necessidade de se automatizar o sistema de recolha de dados porque os processos manuais propiciam vícios de lançamento de dados que adulteram os resultados no seu todo. Importa referir que nem tudo vai mal e que há um enorme esforço para se melhorar as estatísticas, mas há ainda uma grande divergência entre o que se pretende e o que se consegue apurar”, ressalvou Neves. “Inhambane é o turismo tradicional do mercado sul-africano” Entretanto os dados do INE indicam que a Cidade de Maputo é aquela que continua a receber maior número de hóspedes nacionais com 41 por cento, seguida por Gaza 8,7 por cento, os turistas estrangeiros também preferiram a capital do país para fazer turismo 69,1 por cento, apesar de não possuir as melhores praias e nem mesmo o melhor ecoturismo de Moçambique. “A estadia média por hóspede estrangeiro, tal como a de nacionais, foi também de cerca de 2 noites, em 2018. Nesta categoria, destaca-se a província de Maputo com cerca de 5,9 noites de permanência por parte dos hóspedes estrangeiros, seguida pela província de Inhambane com a estadia média de 5 noites” apurou o INE que assinalou, comparando as estadias de 2017-2018, “regista-se que no geral a estadia dos hóspedes estrangeiros cresceu 5 por cento com maior crescimento absoluto em Inhambane e Província de Maputo cujos crescimentos alcançaram um dia”. João das Neves assinalou que “a província que tem a maior taxa de ocupação continua a ser Niassa devido ao reduzido numero de instâncias. As províncias onde foi feito um avultado investimento e onde o numero de instancias turísticas é elevado, o nível de ocupação foi-se degradando ao longo dos últimos anos causando uma depreciação do nível de oportunidades e promovendo a falência técnica da maior parte dos estabelecimentos”. Mas o empresários turístico analisa “este factor com alguma sensibilidade pois por um lado gostamos de promover mais investimento para aumentar o número de empregos e dinamizar os mercados com a injecção de dinheiro novo, mas por outro lado se não respeitamos as capacidades do mercado, ao inundarmos com mais e mais provedores de serviços, torna-se um mercado selvagem e insustentável causando a erosão daqueles que já se encontram no mercado”. “Maputo naturalmente como capital tem que ser um dos Pólos principais. Inhambane é o turismo tradicional do mercado sul-africano que apesar de ser o nosso mercado emissor de baixa renda é o que sustenta a Província de Inhambane pelo numero de visitantes”, esclareceu ao @Verdade. Falta “estruturação simples e prática para a atracção de turistas de lazer e negócios” Neves considerou que Moçambique precisa “de eleger um primeiro destino para o transformar no Pólo Turístico de atracção de massas. Nesse local deverão ser criadas todas as condições para o turismo desde a segurança, uma polícia especializada, a higiene e limpeza, as infra-estruturas de acesso, actividades e lazer, logística alimentar e de alojamento, e serviços, desde a cultura ao artesanato, etc, etc. Algo imponente que faça com que toda a gente da região e alem fronteiras pretenda visitar (citando exemplos como Sun City ou Ushaka Marine World em Durban, Marine Water Front em Cape Town)”. “Depois de conseguirmos por um Pólo a funcionar como deve ser, podemos replicar as experiências por outros pontos do país. Em relação ao local onde isto deve acontecer, há discussões sobre se deveria ser no grande Maputo (que neste momento Congrega a Ponta do Ouro/Reserva dos Elefantes + Baixa da Cidade de Maputo até a Macaneta e as ilhas Xefina) ou a Praia do Tofo em Inhambane. Ambos são bons pontos de partida, o importante é tomar a decisão e fazer acontecer”, sugeriu o operador turístico. No entanto João das Neves recordou ao @Verdade que continua a faltar também a “estruturação simples e prática para a atracção de turistas de lazer e negócios. Moçambique neste momento não consegue competir fortemente no mercado internacional que gasta milhões de dólares na divulgação dos seus destinos e precisa de encontrar formas inovadoras para se posicionar em um ou dois nichos de mercado apelando à cooperação internacional com os seus parceiros estratégicos para ajudar a impulsionar o fluxo de grupos regulares de turistas e visitantes a partir desses países, incluindo África do Sul, Portugal, Espanha, Itália, Holanda, China, Japão, Rússia, EUA, entre outros”. “Por outro lado falta a coordenação de programas específicos envolvendo todos os intervenientes: as agências de viagens e operadores turísticos, os hoteleiros, as rent a car, os transportadores aéreos, terrestres e marítimos, os agentes do Estado, agentes da arte e cultura, promotores de eventos e a monitoria dos resultados desses programas de forma simples, prática e direccionada ao desenvolvimento do negócio”, concluiu o experiente operador turístico moçambicano.

6ª feira fresca e de céu nublado em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta sexta-feira (27) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu muito nublado passando a pouco nublado. Possibilidade de chuvas fracas locais. Vento d
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6ª feira fresca e de céu nublado em Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta sexta-feira (27) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu muito nublado passando a pouco nublado. Possibilidade de chuvas fracas locais. Vento de sueste a sudoeste fraco a moderado soprando por vezes com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu muito nublado localmente pouco nublado. Possibilidade de chuvas fracas locais. Vento de sueste a sudoeste fraco a moderado soprando por vezes com rajadas principalmente na faixa costeira. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado localmente muito nublado. Possibilidade de chuvas fracas locais. Vento de sueste a sudoeste fraco a moderado, soprando com rajadas faixa costeira de Inhambane. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 26 14 Xai-Xai 23 14 Inhambane 24 15 Vilankulo 27 13 Beira 26 15 Chimoio 23 11 Tete 31 20 Quelimane 26 17 Nampula 27 18 Pemba 28 21 Lichinga 24 12  

INSS sensibiliza confissões religiosas, contabilistas e gestores de RH a contribuir para a ...

O Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social (MITESS), através da Delegação do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) da cidade de Maputo, reuniu, recentemente em Maputo, com as confissões religiosas, os contabilistas e gestores de recur
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INSS sensibiliza confissões religiosas, contabilistas e gestores de RH a contribuir para a ...

O Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social (MITESS), através da Delegação do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) da cidade de Maputo, reuniu, recentemente em Maputo, com as confissões religiosas, os contabilistas e gestores de recursos humanos, para abordar sobre os objectivos da Segurança Social Obrigatória, e o papel dos contabilistas na prossecução dos objectivos da Segurança Social Obrigatória em Moçambique, em particular para a Cidade de Maputo. O encontro com os representantes das confissões religiosas tinha como principal objectivo, sensibilizá-los a integrar os seus trabalhadores no Sistema de Segurança Social obrigatória, pese embora algumas confissões já o fazem. Em relação ao encontro com os contabilistas e gestores de recursos humanos, pretendeu-se com esta iniciativa, sensibilizar esta classe de profissionais a colaborar com o INSS, com vista à redução da dívida de contribuições ao Sistema de Segurança Social, uma vez que são um dos maiores actores no relacionamento entre o Instituto e os contribuintes. De acordo com Jafar Buana, director do Trabalho, Emprego e Segurança Social da cidade de Maputo, “os grupos com os quais reunimos são muito influentes no que se refere às contribuições para a Segurança Social, uma vez que a nossa preocupação central é de não comprometer o futuro dos trabalhadores e seus dependentes”. O sistema, conforme sustentou Jafar Buana, está preparado para abarcar todos os grupos de trabalhadores pelo que devemos coordenar as nossas acções para não influenciar negativamente na cobrança da dívida, assim como a própria canalização das contribuições, pois não basta apenas inscrever os trabalhadores no sistema, mas também a canalização das contribuições para poder usufruir dos benefícios. “O nosso objectivo é a criação de condições para a apreensão do espírito do regulamento da Segurança Social Obrigatória e o seu alcance em termos de benefícios”, frisou Jafar Buana. Por sua vez, Rui Guimarães, delegado do INSS da cidade de Maputo, disse que os seminários acontecem numa altura em que o Sistema de Segurança Social faz 30 anos e que devem servir de reflexão, devendo saírem deste seminário respostas sobre como integrar os trabalhadores das comunidades religiosas no Sistema que não fazem parte do seu efectivo, mas prestando serviços a estas. O delegado do INSS da cidade de Maputo explicou que as congregações religiosas devem aderir ao Sistema, pois são instituições que envolvem trabalhadores, alguns dos quais são considerados activistas, cujo enquadramento não cabe no regime de Trabalhadores por Conta Própria. Para o representante da Ordem dos Contabilistas e Auditores de Moçambique (OCAM), Inssa Monjane, a abertura do INSS constitui o reconhecimento da OCAM no apoio à cobrança de contribuições e a sua canalização ao Sistema, de modo a que os trabalhadores possam obter os benefícios concedidos. “É uma parceria que vem desde há dois anos, que prevê o desenho de um memorando de entendimento entre ambas as instituições, com o objectivo de fortalecer os mecanismos de controlo”, sublinhou. O processo de canalização das contribuições, segundo explicou Inssa Monjane, é uma questão de gestão financeira das empresas. O papel fundamental dos contabilistas é fazer a liquidação da contribuição da empresa por forma a obedecer adequadamente ao regulamento dentro do que a norma estabelece. Por sua vez, Luísa Quilambo, pastora e chefe dos recursos humanos da Igreja Metodista Unida, disse acreditar que a partir desta interacção muitas dúvidas foram esclarecidas, pois “conversámos acerca das vantagens que o Sistema oferece, uma vez que já estamos inscritos”. Na igreja, conforme sustentou, têm rendimentos todos aqueles que prestam serviços: “Dentro de uma congregação religiosa, é normal que hajam actividades relacionadas com a assistência social, comissões que tratam da vida dos pastores, dos idosos e de crianças órfãs”, explicou, acrescentando que fazem, igualmente, trabalho remunerável as pessoas que desempenham cargos pastorais, secretários, administrativos e todos os que estão nos escritórios, escolas, universidades e orfanatos.

Cidadão assassinado pela esposa no Distrito de Marracuene

Um cidadão foi morto na passada quinta-feira (19) no Distrito de Marracuene, na Província de Maputo, com golpes de faca no abdómen desferidos pela sua esposa, alegadamente em legítima defesa para evitar uma agressão. “Ele pegou-me o braço e tentou
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Cidadão assassinado pela esposa no Distrito de Marracuene

Um cidadão foi morto na passada quinta-feira (19) no Distrito de Marracuene, na Província de Maputo, com golpes de faca no abdómen desferidos pela sua esposa, alegadamente em legítima defesa para evitar uma agressão. “Ele pegou-me o braço e tentou enrolar-me” começou por confessar a assassina de 30 anos de idade que disse ainda a jornalistas que “puxei o braço, puxei a perna, eu tentei conchegar a faca, no momento em que lancei a faca sem saber que lhe encontrou em sítio impróprio, não é porque eu lhe piquei mesmo com toda posição, só lhe lancei, se eu lhe matei não lhe matei por meu querer”. A ré revelou ainda que o seu esposo “ficou muito tempo a respirar, ultimou-se quando estava a caminho do hospital”.

PRM apreende seis armas de fogo na posse de civis em Moçambique

A Polícia da República de Moçambique (PRM) apreendeu durante a semana passada seis armas de fogo, do tipo pistola e dezenas de munições, ilegalmente na posse de cidadãos civis. Na Cidade de Maputo três jovens foram detidos, no passado dia 17, na pos
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PRM apreende seis armas de fogo na posse de civis em Moçambique

A Polícia da República de Moçambique (PRM) apreendeu durante a semana passada seis armas de fogo, do tipo pistola e dezenas de munições, ilegalmente na posse de cidadãos civis. Na Cidade de Maputo três jovens foram detidos, no passado dia 17, na posse de duas pistolas, uma de marca Makarov outra de marca Norinco, e ainda dezenas de munições. Um pistola de marca Browing foi apreendida na posse de um grupo de cinco outros jovens que são indiciados da prática de assaltos na Província de Maputo. Outro jovem, de 20 anos de idade, foi detido com uma pistola na Província de Inhambane. Na Província da Zambézia a PRM recuperou uma pistola de marca Star e uma arma de pressão de ar na posse de dois jovens com 32 e 33 anos de idade com quem foi ainda aprendida uma viatura roubada. Foi ainda apreendida uma arma de fogo de marca Browing na posse de um ancião no bairro de Namutequeliua, na Cidade de Nampula.

Sentença inédita para violadores sexuais em Sofala

Três violadores sexuais e assaltantes a mão armada foram condenados pelo Tribunal Judicial da Província de Sofala a penas que variam de 12 a 18 anos de prisão maior. O. Rosário, L.Araujo e A. Manuel violaram, no passado dia 14 de Fevereiro, três mulh
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Sentença inédita para violadores sexuais em Sofala

Três violadores sexuais e assaltantes a mão armada foram condenados pelo Tribunal Judicial da Província de Sofala a penas que variam de 12 a 18 anos de prisão maior. O. Rosário, L.Araujo e A. Manuel violaram, no passado dia 14 de Fevereiro, três mulheres, perante os seus companheiros, uma das violadas estava grávida de três meses e teve um aborto, na sequência deste acto criminoso. “Os arguidos, além de roubar bens, satisfizeram os seus desejos sexuais. Agiram assim de forma livre, consciente e propositada, com a intenção clara de roubar e violar sexualmente. Eles sabiam que a sua conduta é reprovável”, declarou o juiz Martinho Muchiguere da Sexta Secção Criminal que os condenou a 12, 16 e 18 anos de prisão, respectivamente. O magistrado considerou ainda para a sentença, considerada como a mais pesada para casos de violação sexual na Província de Sofala, o facto dos criminosos serem recorrentes os casos de abusos sexuais seguidos de roubo e por isso o tribunal decidiu aplicar penas pesadas de forma a desencorajar tais práticas.

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