Select a country

Cabo Verde leva oito atletas aos Jogos Olímpicos da Juventude Dakar 2026

O chefe de missão, Heritson Resende, explica que Cabo Verde recebeu quotas para participar nos Jogos e que cabe às federações nacionais selecionar os atletas.“A participação enquadra-se no processo de atribuição de quotas para os Jogos Olímpicos d

Cabo Verde leva oito atletas aos Jogos Olímpicos da Juventude Dakar 2026

O chefe de missão, Heritson Resende, explica que Cabo Verde recebeu quotas para participar nos Jogos e que cabe às federações nacionais selecionar os atletas.“A participação enquadra-se no processo de atribuição de quotas para os Jogos Olímpicos da Juventude e nos procedimentos de validação junto do Comité Olímpico Internacional e das Federações Internacionais. As quotas foram atribuídas para modalidades e disciplinas específicas, cabendo posteriormente às Federações Nacionais indicar quais seriam os atletas elegíveis para estes Jogos”, explica.No atletismo, Cabo Verde vai estar representado por Lucas Delgado, nos 200 metros, e Leandro Duarte, nos 400 metros. Na natação, estarão Myles Gonçalves e Kaila da Cruz, nos 100 metros, e Kayra Tati, nos 50 metros. No voleibol de praia, o país conta com a dupla feminina formada por Yenda Mendes e Gabriela dos Reis. No judo, Cabo Verde terá Edvanio Fidalgo, na categoria masculina até 66 quilos. Para o Comité Olímpico Cabo-Verdiano, a participação nos Jogos não se resume à conquista de medalhas.“Além da vertente competitiva, naturalmente, quando se vai para uma competição, coloca-se em mente a questão das medalhas, mas temos de ter em mente também a vertente educacional, a aproximação dos nossos atletas aos valores olímpicos e também a representação e afirmação a nível internacional, no desporto e não só. Cabo Verde atravessa um bom momento a nível desportivo, portanto, o espírito é muito positivo. Chegar ao Senegal, fazer uma representação digna, organizada e que orgulha a nossa nação, Cabo Verde”, realça.Heritson Resende considera que a participação na competição pode servir de trampolim para os atletas alcançarem outros patamares.“Além disso, pode ser também um trampolim. Um atleta poderá agora participar nos Jogos Olímpicos da Juventude no Senegal, tendo já em mente Los Angeles 2028. E no próximo ano haverá mais jogos. Portanto, poderá servir, além da parte motivacional, de trampolim para alcançar voos maiores”, considera. A quarta edição dos Jogos Olímpicos da Juventude decorre de 31 de outubro a 13 de novembro, em Dakar, e deverá reunir cerca de 2.700 jovens atletas de todo o mundo.

Praia: Mulher detida pela PJ por tráfico de droga fica em prisão preventiva

De acordo com um comunicado da Polícia Judiciária (PJ), a detenção ocorreu no cumprimento de um Mandado de Busca e Apreensão Domiciliária, promovido pelo magistrado do Ministério Público titular do processo e emitido pelo Juízo de Instrução Crimina

Praia: Mulher detida pela PJ por tráfico de droga fica em prisão preventiva

De acordo com um comunicado da Polícia Judiciária (PJ), a detenção ocorreu no cumprimento de um Mandado de Busca e Apreensão Domiciliária, promovido pelo magistrado do Ministério Público titular do processo e emitido pelo Juízo de Instrução Criminal do Tribunal Judicial da Comarca da Praia.A operação permitiu, além da detenção da suspeita, de 45 anos, a apreensão de elementos com relevância probatória para a investigação.No âmbito da busca, a PJ apreendeu 18 doses individuais de cocaína e 15,728 gramas de cannabis, prontas a serem comercializadas no circuito de venda ilícita, bem como produtos de corte, usados na preparação e confecção de estupefacientes, e materiais utilizados no consumo de drogas.Foram apreendidos, ainda, um telemóvel e uma quantia em dinheiro, no valor de 6.530$00, entre outros objectos com relevância probatória.

Programa KORDA aposta na formação e intercâmbio para dinamizar artes performativas

A iniciativa integra uma das linhas de programação da plataforma Kontornu, dedicada à dança e às artes performativas, e surge da necessidade de promover actividades para além do Festival Kontornu, principal evento da plataforma, realizado anualmente no

Programa KORDA aposta na formação e intercâmbio para dinamizar artes performativas

A iniciativa integra uma das linhas de programação da plataforma Kontornu, dedicada à dança e às artes performativas, e surge da necessidade de promover actividades para além do Festival Kontornu, principal evento da plataforma, realizado anualmente no mês de Maio.“Temos que combater isso e, através desse programa KORDA, que no fundo é criar um laço, uma ponte entre Cabo Verde e artistas do mundo todo”, explicou, em declarações à Inforpress, o director da plataforma Kontornu, Djam Neguin, defendendo uma programação artística mais regular ao longo do ano.A primeira edição do programa conta com os artistas brasileiros Ricardo Aparecido e Karla Mendes e resulta de uma candidatura ao Programa Funarte de Conexões Internacionais, através do qual o Ministério da Cultura do Brasil apoia artistas brasileiros na realização de intercâmbios internacionais.No âmbito do intercâmbio, Ricardo Aparecido, cuja prática artística cruza dança contemporânea e capoeira, trabalhou com mais de 20 crianças de um grupo de capoeira de Ponta d’Água, na cidade da Praia, num workshop gratuito.A programação contempla ainda momentos de intercâmbio com praticantes de capoeira, assim como um workshop orientado por Karla Mendes, marcado para 03 de Setembro e dirigido sobretudo a jovens ligados a grupos de dança afro.O ponto considerado alto da programação está agendado para 04 de Setembro, com um espectáculo que permitirá ao público contactar com outras propostas e linguagens ligadas à dança e às artes performativas.Para os promotores, a componente formativa assume particular importância num contexto em que Cabo Verde ainda enfrenta limitações na oferta de formação especializada e de espectáculos regulares neste domínio.“Acreditamos que cada vez que há uma possibilidade de aprender mais, aumentamos as nossas capacidades como criadores”, sustentou o director, acrescentando que proporcionar ao público o contacto com “outros espectáculos” e “outras formas de dançar” contribui igualmente para o desenvolvimento do sector.Na perspectiva dos promotores, programas desta natureza beneficiam tanto os criadores como a própria cidade, sobretudo pela possibilidade de formação de jovens e crianças e pela diversificação da oferta cultural.“Sabemos que não temos escola de formação, sabemos que não temos oferta de espectáculos na área das artes performativas. Então, cada vez que acontece um programa como este, a cidade sai a ganhar e a área artística sai a ganhar”, salientou Djam Neguin.A organização pretende dar continuidade ao KORDA, embora reconheça que a realização das próximas edições dependerá da capacidade de estabelecer parcerias e de acolher artistas que consigam financiamento para as suas deslocações, uma vez que a estrutura não dispõe de financiamento permanente.As actividades desta edição são gratuitas, opção que, segundo os promotores, está relacionada com a aposta na formação de públicos e na inclusão de jovens e crianças que nem sempre dispõem de condições financeiras para participar em iniciativas culturais.O programa KORDA decorre entre 27 de Agosto e 09 de Setembro e conta com o apoio de entidades cabo-verdianas, brasileiras e portuguesas.

Joana Rosa quer uma Presidência de proximidade e diálogo com cidadãos

A declaração foi feita pela candidata durante uma conferência de imprensa, na sequência do apoio anunciado pelo Movimento para a Democracia (MpD) à sua candidatura à Presidência da República.Joana Rosa garantiu que não pretende uma Presidência “fe

Joana Rosa quer uma Presidência de proximidade e diálogo com cidadãos

A declaração foi feita pela candidata durante uma conferência de imprensa, na sequência do apoio anunciado pelo Movimento para a Democracia (MpD) à sua candidatura à Presidência da República.Joana Rosa garantiu que não pretende uma Presidência “fechada sobre si própria”, mas uma magistratura de referência, assente no equilíbrio, na dignidade institucional, no diálogo e na defesa dos interesses permanentes da República.“Estamos a construir uma candidatura que se constitui como uma plataforma aberta, plural e agregadora, capaz de juntar quem pensa de forma diferente, quem tem percursos diferentes e quem, acima de tudo, acredita que Cabo Verde pode fazer mais e melhor”, sustentou.A candidata disse que pretende igualmente exercer uma “magistratura de influência” para contribuir para o desenvolvimento do país, a redução da pobreza e a melhoria do nível de vida dos cabo-verdianos, bem como para o combate a outros problemas sociais.Joana Rosa defendeu ainda a necessidade de promover o conhecimento da Constituição da República junto dos cabo-verdianos, para que estes possam conhecer os seus direitos e exigir o cumprimento dos princípios constitucionais.A antiga ministra da Justiça agradeceu ao MpD pelo apoio e pela confiança, mas sublinhou que, a partir deste momento, pretende “estender a mão muito para além das fronteiras partidárias”.“Esta candidatura quer convocar todos os que acreditam no equilíbrio do poder, na força das instituições, na democracia e no exercício do poder baseado no dever de servir”, sustentou.A candidata adiantou que está a ser construída uma plataforma eleitoral colectiva, com base nas auscultações realizadas durante as deslocações a várias ilhas. A plataforma deverá ser apresentada brevemente e pretende reflectir as propostas e preocupações recolhidas junto dos cidadãos.Nos próximos dias, Joana Rosa garantiu que será apresentada a direcção da campanha, que, segundo a candidata, já está formada e em funcionamento, bem como anunciado o mandatário ou mandatária da candidatura.Questionada sobre a decisão de Milton Paiva de avançar com a sua candidatura, apesar da escolha de Joana Rosa pelo MpD, a candidata considerou que se trata de um exercício democrático. “As pessoas têm o direito de se apresentarem. Portanto, a candidatura presidencial é pessoal”, afirmou.

Novo PCA da Enapor quer posicionar Cabo Verde como plataforma logística regional

O responsável considera que a localização do país, por si só, não é suficiente para garantir benefícios económicos.“Durante décadas, temos afirmado com razão que Cabo Verde possui uma posição geográfica privilegiada. Mas isso já não basta.

Novo PCA da Enapor quer posicionar Cabo Verde como plataforma logística regional

O responsável considera que a localização do país, por si só, não é suficiente para garantir benefícios económicos.“Durante décadas, temos afirmado com razão que Cabo Verde possui uma posição geográfica privilegiada. Mas isso já não basta. A pergunta que hoje devemos colocar é mais do que exigente. Quanto vale economicamente a posição geográfica de Cabo Verde? Porque geografia sem estratégia é apenas localização. Geografia sem infraestruturas é apenas mapa. Geografia sem conectividade é distância. Geografia sem competitividade não cria riqueza. O nosso grande desafio consiste, portanto, em transformar a extraordinária posição geográfica de Cabo Verde em posição logística, vantagem competitiva, investimento, negócios e emprego”, assegura.Para o novo PCA da ENAPOR, o principal desafio passa precisamente por transformar essa localização estratégica em capacidade logística e vantagem competitiva para o país.“Esta localização oferece possibilidades, mas possibilidade só se transforma em oportunidade quando existe capacidade para aproveitar. Cabo Verde tem, por isso, de aspirar a mais e olhar para os portos não apenas como infraestruturas nacionais, mas como investimento de uma estratégia regional e internacional. Pretendemos trabalhar continuamente com o Governo na identificação de um parceiro estratégico internacional que possa contribuir com escala, investimento, tecnologia, conhecimento, redes comerciais e capacidade de atracção de operadores e navios para os portos”, afirma.Hamir Inocêncio defende que o arquipélago deve ambicionar “assumir, de forma progressiva, funções de rede logística e de distribuição na África Ocidental”.“Explorando complementaridades com os portos da sub-região e transformando a nossa inserção regional numa verdadeira oportunidade económica (…) A logística internacional escolhe os seus portos pela eficiência, custo, rapidez, segurança e confiança. Não basta a Cabo Verde estar bem localizada no mapa. Cabo Verde tem de tornar-se útil, competitiva e necessária nas rotas”, sustenta.Entre as prioridades estão também a modernização das infraestruturas, a transformação digital, a redução dos custos logísticos e o aumento da produtividade.O novo Conselho de Administração da ENAPOR é constituído por Hamir Inocêncio, que substituiu Ireneu Camacho nas funções de presidente, e por Aleida Sofia Delgado Lima Moreno e Carlos Alberto Alves Delgado, que integram a equipa como administradores executivos.A cerimónia foi presidida pelo ministro do Mar e dos Transportes, João do Carmo Soares, que defende uma liderança “visionária e tecnicamente competente” para responder aos novos desafios dos portos e do transporte marítimo.“Vivemos numa era de mudança acelerada, em que a excelência portuária depende cada vez mais da eficiência profissional, da modernização das infraestruturas e equipamentos, digitalização dos processos e da evolução para modelos de smartports”, indica.João do Carmo defende a “continuidade” dos investimentos na modernização do sistema portuário nacional, com o objectivo de “reforçar a eficiência logística e a gestão da cadeia de abastecimento, aumentar a produtividade e promover a inovação”.